Cirurgia de carótida: Qual o problema ?

Todos os dias muitas pessoas sofrem de derrame ou início de derrame, e essas pessoas estarão sujeitas a um risco muito maior de um segundo episódio, muitas vezes mais grave ou mesmo fatal.

Para todas essas pessoas é necessário o tratamento clínico com o controle dos fatores de risco: parar de fumar, tratamento de doença cardíaca, controlar pressão alta, diabetes e colesterol, acrescido de terapia medicamentosa, frequentemente a aspirina (ácido acetil salicilico) Entretanto, muitas vezes é necessário o tratamento cirúrgico, feito pelo cirurgião vascular, no estreitamento das artérias responsáveis por levar o sangue para o cérebro, são elas as artérias carótida e vertebral. A aterosclerose, que é o endurecimento das artérias, é responsável por esse estreitamento. Importante lembrar que o hemisfério esquerdo do cérebro é responsável por comandar o braço e perna direita, enquanto que o hemisfério direito comanda braço e perna esquerdo. Por isso o médico pode indicar o tratamento do lado contrário de onde aconteceu o derrame, não é um erro, nosso corpo é assim.

Atualmente, o tratamento cirúrgico das carótidas apresenta um risco de AVC (derrame) menor que os pacientes que não operam (a partir de um determinado grau de estenose).

Bibliografia

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E como eu faço para decidir entre endarterectomia carotídea ou angioplastia com stent de carótida ?

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Amato, ACM; Amato, MCM; Amato, MCM Manual para o Médico Generalista na Era do Conhecimento - 2˚ Edição. Roca. 2014 (no prelo)