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Retrospectiva 2019

Amato - Instituto de Medicina Avançada - ter, 12/31/2019 - 22:13

Usuários do mundo todo!

Foi mais um ano que deixou sua marca. Seguimos com nosso propósito de ajudar as pessoas a cuidar da saúde. Tivemos muitas dificuldades, mas também com muitas vitórias: mantivemos a acreditação hospitalar nível III, centro cirúrgico pleno, mantivemos 0% de infecções e equipe tinindo. E começamos uma reforma para mudarmos a fachada e começarmos o ano de 2020 com aparência nova!
Apesar de todos os canais sociais bombando, Facebook, Instagram (2k seguidores), e os testemunhos no Google, mostrando nossa dedicação e competência, esse foi o ano dos vídeos! E do canal no YouTube do Instituto Amato. Não perca tempo e faça já o que mais de 17 mil pessoas já fazem, assine o nosso canal no YouTube.
Foram mais de 80 videos publicados, sendo que no ano passado foram 50. Quase mais 10 mil seguidores, começamos o ano com 6,72k e terminamos com 17k. 30 mil horas asssitidas. Um aumento de 81% nos assinantes. Em 2018 tivemos 604k visualizações, e no ano de 2019, 1 milhão, sim, 1 milhão de visualizações. Mais de 30 mil curtidas, mais de 1000 comentários (todos respondidos), 13 mil compartilhamentos e mais de 35 mil horas assistidas, que dá 1458 dias, ou 24 anos de videos assistidos. 
O video mais assistido foi "Escleroterapia com Sedação Annox", seguido de "Cirurgia com Laser elimina todas varizes?" e "Dermatite Ocre: tem como clarear". Entendemos o avanço tecnologico dessa técnica e aplicamos aos procedimentos que realizamos.
Com relação ao nosso site, nossa tradicional lista de artigos mais lidos inclui:

Entrando nessa nova década, quais serão as resoluções de década nova? 
Mais saúde com certeza, mas o que fazer para atingir isso? Mais exercícios, parar de fumar, alimentação saudável são tiros certeiros.

retrospectivamelhores artigosmelhores momentosO que você acha deste artigo?:  0 Sem avaliações
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Pós operatório Lipedema

Amato - Instituto de Medicina Avançada - qua, 12/11/2019 - 16:49

Como é o pós operatório da cirurgia de Lipedema? Dr Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato explica o essencial para quem sofre dessa doença.

 

-- transcrição -- Olá, sou Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato, e hoje eu vou falar sobre o pós operatório na cirurgia de lipedema que é a lipoaspiração das pernas e membros. E começando falando que a gente faz a cirurgia com as duas equipes: a equipe de cirurgia vascular junto com a equipe de cirurgia plástica. Nós entendemos que é um procedimento que quando feito pelas duas equipes visa tanto a proteção do sistema linfático quanto também a resolução do problema da doença da gordura. Sempre buscando também um resultado estético. A questão é que muitas vezes a cirurgia ao buscar a resolução dos sintomas inflamatórios pode não ter o resultado estético desejado. Não estou falando que vai ficar feio, não é isso. Estou falando que a busca por um resultado estético às vezes entra em conflito com a busca pelo resultado da melhora sintomática porque as áreas a serem tratadas são diferentes. Então existem várias estratégias para o tratamento do lipedema com relação às áreas escolhidas para serem tratadas. Isso deve ser feito seguindo os protocolos. Existem os protocolos de áreas a serem tratadas. Óbvio que não só com a anuência mas levando em consideração o que o paciente deseja, mas isso tem que ser bem conversado porque há áreas onde pode haver uma melhora estética pode não trazer nenhum benefício sintomático. Bom, feito a cirurgia. A cirurgia feita com anestesia local e sedação, não vai ficar internada. É um procedimento de hospital dia. Deve ser utilizado malha de compressão, meia elástica para manter essa compressão na superfície da pele e evitar a formação de seromas. Então essa meia elástica essa elastocompressão vai ter que ser usada nos dias subsequentes da cirurgia. Obviamente, a cada dia que passa essa necessidade diminui mas logo após a cirurgia, então a primeira semana é essencial. Na segunda semana já pode diminuir um pouquinho o tempo de uso e assim sequencialmente. Então uso da elastocompressão é extremamente importante. Ela deve ser escolhida e adquirida antes da cirurgia e a formação de hematomas em pacientes com lipedema pode ocorrer mesmo com o uso da elasto compressão. Quem tem lipedema já sabe que tem uma aumento da formação de roxos na perna, muito frequentemente. Essa elastocompressão ajuda a diminuir isso mas também não elimina por completo, de modo que pode ser necessário passar cremes para evitar a formação e/ou acelerar a absorção desses hematomas. Outra coisa, são as compressas mornas que podem ajudar bastante pra também diminuir o risco de formação de um trombo. É necessário ter deambulação precoce: então não é pra ficar deitada o tempo todo, deve se movimentar. Isso faz parte da recuperação da cirurgia. Se porventura for programado um segundo procedimento, esse segundo procedimento ele pode ser feito a partir de um mês do primeiro procedimento então é necessário que seja feito nesse momento? Não, pode ser feito depois. Mas diminui o tempo de recuperação se for fazer com esse prazo então faz a cirurgia a primeira cirurgia. Se porventura for fazer uma segunda sessão de lipoaspiração essa pode ser feita um mês após a primeira e assim se tiver outras também pode ser pensado dessa maneira. Com relação à cruroplastia, que é a redução da quantidade de pele. É um procedimento que não vai ser feito nunca no primeiro evento. Até pode ser feito juntamente com alguma outra sessão mas nunca com a primeira. E pode ser um procedimento realizado de forma separada. Isso tudo vai ser avaliado juntamente com o cirurgião plástico e discutir o melhor momento e a necessidade. A gente nunca sugere a realização de vários procedimentos junto, por exemplo, a história do "Já que"... Já que vamos fazer a lipoaspiração vamos fazer também mama, fazer também uma blefaro, a associação de procedimentos aumenta o risco. Então sempre que possível fazer um procedimento só. Isso diminui o risco aumenta a chance de sucesso. Com relação ao uso de medicação no pós operatório, vai se passado medicação anti-inflamatória, medicação analgésica, todos com o intuito de controlar uma possível e eventual dor. É necessário fazer o tratamento clínico para o lipedema que vai ser discutido em consulta, que além de diminuir a reação inflamatória ao tratamento cirúrgico também evita e ajuda a evitar a progressão da doença. Então tudo isso vai ser discutido em consulta com o seu médico. Se tiver alguma dúvida estamos aqui à disposição para responder. Você gostou do nosso vídeo? compartilhe! assine nosso canal! Clique aqui no sininho e até a próxima!

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Anquilose: rigidez de uma articulação

Amato - Instituto de Medicina Avançada - seg, 12/02/2019 - 11:41

A rigidez de uma articulação pode ser causa de problemas vasculares. Dr Alexandre Amato, cirurgião vascular do instituto amato (www.amato.com.br) explica a anquilose tibio tarsica que impede o bombeamento venoso.
 

-- transcrição -- Olá, sou Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato, e hoje eu vou falar sobre anquilose tibio társica que é uma limitação da articulação do pé. Na movimentação da articulação do pé. Essa anquilose limita a angulação dessa articulação de modo que pode haver uma falha e uma diminuição da eficácia da bomba da panturrilha da musculatura da panturrilha para bombear o sangue de volta para cima. Então essa articulação ela é crucial ela é extremamente importante para ter essa bomba funcionando e o sistema circulatório também. Então para quem tem essa limitação e essa limitação pode acontecer por feridas, úlceras ou mesmo o uso por muito tempo... Prolongado de salto alto, o próprio salto alto limita essa articulação ou a idade pode ter uma certa limitação e vai perdendo gradativamente a eficácia dessa bomba. Até o momento que esse é associado a uma doença venosa isso pode aparecer de uma forma muito pior como uma úlcera venosa ou uma dermatite ocre ou algo mais grave. Então não só exercitar a panturrilha para manter a musculatura forte e eficaz mas também liberar essa articulação. Então o exercício passivo é alguém empurrando o pé para trás e puxando para frente aumentando essa amplitude de movimento ou o exercício numa escada de levantar e abaixar os pés. Tudo isso vai recuperando essa amplitude de movimento. Como existem vários exercícios diferentes para retomar essa articulação é necessário buscar um educador físico que vai te ajudar nessa liberação da articulação principalmente para quem não tem doença. O educador físico pode ajudar bastante. Mas para quem já tem um comprometimento significativo com sintoma, comprometimento talvez associado com uma insuficiência venosa. O fisioterapeuta também pode ajudar bastante então é necessário fazer um acompanhamento multiprofissional nesses casos para ter um melhor resultado. Gostou do nosso vídeo? Assine nosso canal! Compartilhe! Clique aqui no Sininho, e até o próximo.

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CLACS: Criolaser e Crioesclero no tratamento dos vasinhos

Amato - Instituto de Medicina Avançada - sex, 11/29/2019 - 12:07
Clacs

Clacs

Laser e aplicação no mesmo procedimento para aumentar as chances de sucesso no tratamento de vasinhos e também para diminuir o desconforto. Dr Alexandre Amato, cirurgião vascular do instituto Amato (www.amato.com.br) fala sobre essa técnica que melhora os resultados e tem sido cada vez mais utilizada.

 

 

-- transcrição -- Olá, sou Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato, e hoje vou falar sobre uma técnica de tratamento de vasinhos que CLACs, O CLACs nada mais é do que uma associação de técnicas o crio laser associado a crio escleroterapia. Então são duas técnicas que atuam no vasinho de maneiras diferentes potencializando o efeito esclerótico de cada uma dessas técnicas. Então crio laser significa um laser disparado de forma transdérmico ou seja acima da pele não por dentro da veia guiado pela fleboscópio. É um aparelho que vai mostrar para a gente onde estão as veias dos doentes. Com ar gelado, bem gelado então eu crio o crio de frio esse frio ele vai causar uma analgesia nessa região ou seja não vai sentir dor e ainda vai proteger a pele de algum dado da temperatura mais alta que o laser vai causar. Então criei o laser. Ele atua causando um aumento da temperatura do sangue dentro do vaso e esse aumento da temperatura vai queimar o vaso por dentro causando o fechamento desse vasinhos. Só que além disso a gente acrescenta então a crio escleroterapia então escleroterapia o nome significa o endurecimento do vaso mas na verdade a gente injeta uma substância. Existem várias substâncias esclerosantes. Essa substância vai causar então uma destruição dessa primeira camada de células do vaso levando a uma esclerose, uma fibrose e um desaparecimento desse vaso. Agora porque que o crio-escleroterapia. Porque quando a gente faz isso com a técnica da glicose e a glicose numa temperatura bem baixa ela muda a consistência e ela fica muito mais eficaz porque ela vai atuar não só pela hiper osmolaridade. A alta concentração da glicose mas também pelo frio. Além de diminuir a sensibilidade dolorosa então o CLACs é crio laser associado à crio glicose. São duas técnicas só o crio o gelo já vai diminuir bastante a sensibilidade à dor. Mas a gente ainda pode associar a técnica de Annox que é a sedação consciente pra diminuir mais ainda a sensibilidade dolorosa. Então a gente fazendo dessa maneira diminui a dor aumenta a possibilidade de resultado e como o laser e a glicose são técnicas que têm baixa probabilidade de mancha. Veja, não estou falando zero probabilidade de mancha mas tem muito menos chance de manchar do que outras técnicas. A gente atinge uma eficácia maior com menos risco de manchas. Então o CLACs é isso: laser glicose e a gente ainda pode colocar na sopa de letrinhas aí com a técnica Annox para diminuir mais ainda a sensibilidade à dor. Gostou desse vídeo? Curta! Assine nosso canal! Compartilhe! Clica no Sininho aqui embaixo e até o próximo.

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Microcirurgia de varizes ou CLaCs? Qual o melhor para tratar varizes e vasinhos?

Amato - Instituto de Medicina Avançada - qua, 11/20/2019 - 10:36
A microcirurgia e o CLaCs são excelentes técnicas para tratar varizes sem insuficiencia de grandes vasos. Mas qual é o melhor? Quais são as vantagens e desvantagens de cada método? Fugir da microcirurgia por causa da anestesia? Mas é anestesia local com sedação, sem raqui. Dr Alexandre Amato, cirurgião vascular do instituto Amato (www.amato.com.br) explica quais as melhores alternativas para você. -- transcrição --       Olá. Sou Doutor Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato, e hoje vou falar sobre o tratamento estético da classificação 1 e 2 ou seja os vasinhos reticulares e algumas veias varicosas menores que têm várias possibilidades e uma dúvida que surge quando a gente se oferece duas boas opções o que selecionar? Então nessa fase da doença o tratamento dos vasinhos e das reticulares. Nós temos a micro cirurgia seguida das aplicações e a técnica de CLaCs ou crio laser com crio escleroterapia do outro lado. Muitas vezes eu ofereço essas duas opções o paciente fica com dúvidas: o que eu vou fazer? Primeiro quero tirar esse peso da consciência: as duas opções são muito boas e o resultado é muito bom. Uma técnica pode ser embora o resultado seja bom pode não ser mais adequado ao seu estilo de vida, ou da maneira como quer resolver o problema. Então vamos lá. Vou falar da micro cirurgia seguida de aplicação. É uma técnica que quando feita de forma minimamente invasiva é feita com sedação e anestesia local. Não há necessidade de raquianestesia, não há necessidade de anestesia geral, de forma que são feitos pequenos furinhos que não é necessário ponto e essas veias são retiradas através desses furinhos. É um evento cirúrgico então há a necessidade de ir para o hospital dia. Interna-se. Faz o procedimento e vai embora. Então se marcado para as 9 horas da manhã ao meio dia, uma hora já está indo embora para casa. É um procedimento relativamente simples e aproveitando a sedação é feito também a escleroterapia, ou seja, é injetado substância dentro da veia para que ela esclerose e acabe sumindo. A questão é embora a micro cirurgia, a retirada dessas veias, seja um procedimento pontual em que essas áreas são retiradas não voltam mais a escleroterapia realizada nesse procedimento não necessariamente vai fazer sumir todos os vasinhos superficiais podendo ser necessário a realização de escleroterapia no pós tratamento, após um mês quando saiu todos os hematomas. Então a micro cirurgia seguida da aplicação normalmente é um evento cirúrgico. Esse evento normalmente o convênio deve cobrir. É realizado a micro cirurgia + escleroterapia o paciente volta já tem uma melhora estética e da doença muito grande e depois pode ser necessário realizar outras sessões para o tratamento. Que pode ser sessão com laser, sessão com escleroterapia. Falando do outro procedimento seria o CLaCs criolaser com a escleroterapia, é um procedimento que também consegue tratar tantos desses vasinhos superficiais quantos as veias reticulares, que são as veias nutridoras as veias maiores que passam por trás. Só que é necessário algumas sessões para que isso ocorra. A gente tenta concentrar todo o tratamento em três sessões mas muitas vezes pode ser necessário outras sessões. O que vai variar é a quantidade de disparos. Então uma sessão pode ter poucos disparos como 100 disparos ou pode ter uma sessão muito grande com 1.000 mil disparos. Esses disparos  vão causar a lesão do vaso tanto superficial quanto esses maiores causando então a esclerose e o fechamento desses vasos. A diferença é que no CLaCs o procedimento ele tem que ser repetido normalmente a cada três semanas a gente repete até que obtenha o resultado final com o fechamento dessas veias. Não é um procedimento que vem,  faz e a veia já  foi embora mas, por outro lado, é um procedimento em que não é necessária anestesia local. Ultimamente eu tenho feito com sedação consciente. É uma técnica que a baixa significativamente a sensibilidade à dor ,embora não seja necessário. Dá para fazer sem essa sedação também, mas, é extremamente confortável e não há mudança nenhuma nos cuidados na vida normal. Então vem faz o tratamento com o laser, levanta e vai embora. Não há cuidados maiores que não seja evitar o sol e fazer uma academia no mesmo dia. Então a micro cirurgia é um procedimento que vai ser necessário os cuidados pós operatórios com o uso da meia elástica. Há um repouso relativo. Ou seja não vai ficar na cama o tempo todo vai se movimentar. Mas geralmente eu peço um afastamento de alguns dias para se recuperar. Do outro lado o laser não há esse período de recuperação. Já volta às atividades normais no dia seguinte. Então veja, o resultado final é muito parecido principalmente quando a gente usa as técnicas mais avançadas mas a maneira de chegar lá é um pouquinho diferente. Não sofra com essa decisão. Discuta com seu cirurgião vascular as possibilidades. Entenda se quando ele está fazendo uma micro cirurgia ele está fazendo com sedação e anestesia local que é uma diferença brutal na recuperação pós anestésica ou pós cirúrgica imediata. Entenda qual o laser que ele está fazendo também porque existem vários tipos de laser diferente e a geração mais nova dos equipamentos é muito mais efetiva para o tratamento dessas veias maiores. Os lasers mais antigos eles doem mais, incomodam mais, e podem não ser tão efetivos. Bom, resumindo, é necessário conversar com o seu cirurgião vascular para ver o que ele tem à disposição. Quais as técnicas que ele te oferece e não sofra com essa decisão entenda o que encaixa melhor na sua vida e vá em frente. Siga o seu sonho de ter uma perna bonita. 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Quanto custa uma cirurgia de varizes?

Amato - Instituto de Medicina Avançada - seg, 11/18/2019 - 10:35

Quanto custa uma cirurgia de varizes?

Em R$, quanto custa cirurgia de varizes? Porque tanta diferença? O que influencia no valor? Dr Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato explica quais são os fatores que influenciam no valor da cirurgia, e porque tanta diferença.  

 

-- transcrição --

 

  Olá sou doutor Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato, e hoje vou responder uma pergunta que é muito frequente quanto custa uma cirurgia de varizes? As pessoas podem achar que é simples essa essa pergunta, e a resposta mais simples ainda, e como depende de vários fatores, a gente não pode precificar de uma maneira tão simples assim. É óbvio: o valor de uma equipe é diferente do valor de outra equipe, o valor de um hospital é diferente do valor de outro hospital, mas tem outras variáveis que influenciam no valor ainda! Então vamos lá. O preço pode custar zero: como no sistema único de Saúde, no SUS.  Até qualquer valor que você possa imaginar. Então por que isso? Então no SUS já está tudo padronizado o procedimento realizado provavelmente vai ser a técnica tradicional, a técnica de stripping mas quando a gente começa a ver as diferentes técnicas disponíveis a gente entende essa variação. Então vamos lá: O primeiro fator que influencia é a técnica utilizada. Quando é realizada a técnica tradicional a técnica de stripping. É uma técnica que precisa de um fio de aço. Chama se fleboextrator. Esse fio de aço ele tem um custo. Não é um custo tão elevado mas tem esse custo, existem os fleboextratores que são descartáveis e existem os fleboextratores  que não são descartáveis. Então quando a gente utiliza um equipamento que não é descartável acaba diminuindo o custo. E normalmente é isso que é oferecido nos pacotes mais simples. No sistema único de saúde. É feita a técnica de stripping, em que arranca essa veia fora e o problema teoricamente aí pode se resolver. Agora quando a gente começa a falar das técnicas mais modernas como as termoablações,  o laser, a radiofrequência. A gente precisa de equipamentos mais especializados como o ultrassom. Então é necessária a realização do ultrassom no intra operatório para guiar o laser para guiar radiofrequência. O primeiro que isso aumenta a segurança da cirurgia, fazendo com que a gente retire as veias que realmente  necessitam ser retiradas. Quando a gente está falando de uma técnica tradicional stripping, sem o ultrassom, a gente não tem esse guia. Então quando a gente volta para as cirurgias de termoablação, o ultrassom é necessário. No caso do laser o gerador de laser é um equipamento caro que necessita ser utilizado e no caso da Rádio Frequência é um aparelho gerador dessa radiofrequência. No caso do laser a gente usa uma fibra ótica para levar essa energia luminosa até dentro da veia. Essa fibra ótica é descartável. Então certifique se que o seu médico está utilizando fibra ótica descartável mas isso também tem um custo que acaba entrando na conta final. Quando a gente está falando da rádio frequência essa radiofrequência também utiliza cateteres. Esses cateteres são caros e necessitam entrar na conta. Quando a gente está falando do laser a fibra ótica pode ser utilizada para tratar diversos tipos de veias inclusive safena e veias perfurantes. No caso da rádio frequência para tratar uma safena é necessário um tipo de cateter, para tratar uma veia perfurante, é necessário outro tipo de cateter então nessa explanação você já entendeu que depende também de uma outra variável que é a doença. Então como a doença se apresenta, pode necessitar de um tipo de tratamento ou de outro tipo de tratamento ou se você opta por fazer uma radiofrequência pode ser necessário mais de um cateter para uma cirurgia. E tudo isso entra na conta final. Também tem a equipe cirúrgica: a equipe cirúrgica consiste no cirurgião, no primeiro auxiliar, no segundo auxiliar, na instrumentadora e no anestesista. Essa equipe inteira vai prover para você a segurança necessária para o tratamento das varizes. Vai ter um custo e esse custo não varia de hospital, para hospital em que a equipe vai mas varia sim de equipe para equipe. Então pode haver uma equipe que é mais barata do que outra, pode haver uma equipe que não utiliza um auxiliar, ou um segundo auxiliar ou mesmo pode operar sem uma instrumentadora. Mas entenda que uma equipe ampla traz segurança para você e traz conforto também no pós operatório. Então mais uma variável que influencia no valor: a equipe, o material, e o centro cirúrgico. Nós temos hospitais gerais que são preparados para realizar cirurgias grandes e manter os pacientes cuidados para a maior quantidade de doenças disponíveis então a gente normalmente já está acostumado com esses hospitais gerais que trata de tudo. Então você entra no pronto socorro trata desde uma apendicite. Uma cirurgia de varizes. Até um trauma, ou um acidente de automóvel. Esses hospitais eles carregam uma infra estrutura muito grande. Aparelhos de tomografia, aparelho de ressonância magnética, um funcionamento 24 horas com equipe ampla de intensivista de pronto socorrista. Toda essa equipe ampla traz um custo para o Hospital Geral muito maior do que um hospital-dia. Essa diferença também é muito grande. Então eu vejo hoje em dia muitos hospitais gerais oferecendo um serviço de hospital dia. Eles vendem a ideia de que o paciente entra no mesmo dia faz a cirurgia e vai embora no mesmo dia. E chama isso de hospital dia. Mas não é! Um Hospital dia é um hospital separado de um hospital geral onde a estrutura, a infra estrutura é selecionada a dedo para o que é necessário para o tratamento do que eles se propõem a tratar. Então não há necessidade de alguns equipamentos que trazem um custo muito elevado para o Hospital Geral. Vou dar um exemplo bem simples mas é a mais pura verdade. Um hospital geral tem que ter um equipamento de ressonância magnética que ocupa uma sala gigantesca, é um equipamento caríssimo com manutenção caríssima e que acaba funcionando 24 horas porque o Hospital Geral tem um pronto socorro que funciona 24 horas. Um hospital dia não precisa de uma ressonância magnética! Não tem necessidade.  Não tem razão para existir um equipamento desse no hospital dia. Então se não há necessidade de ter esse equipamento, de pagar a manutenção desse equipamento, de pagar os funcionários para funcionar 24 horas um equipamento desse. O custo acaba baixando. Então ao buscar um hospital-dia de verdade não um hospital-dia que seja um serviço dentro de um hospital geral também há uma diminuição de custo. Então, agora você já entendeu os três fatores principais que influenciam no valor de uma cirurgia. Eu posso falar que aqui no Instituto Amato nós temos o nosso hospital-dia oferecendo ampla segurança, amplo possibilidade de tratamento cirúrgico das mais diversas doenças e no caso da cirurgia venosas, da cirurgia vascular. Nós oferecemos com o tratamento com laser, com ultrassom, todo o equipamento necessário para a realização da termoablações mais modernas e minimamente invasivas para o paciente num custo muito inferior ao que possa imaginar. Então entre em contato. Mas lembre-se que é necessário passar em consulta para avaliação da sua doença antes de fazer uma estimativa. Gostou do nosso vídeo? Assine nosso canal. Clique no Sininho e receba as notificações. Até a próxima!Tags: amatotvvideoVascular 0 Sem avaliações
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Endometriose na reprodução assistida

Amato - Instituto de Medicina Avançada - seg, 11/18/2019 - 10:30

Endometriose na reprodução assistida

Dificuldade para ter um bebê? Sabia que a endometriose interfere na reprodução humana? Dra Juliana Amato, ginecologista do Instituto Amato (www.amato.com.br) fala sobre a endometriose e tratamento de reprodução assistida.   -- transcrição --     Olá meu nome é Juliana Amato sou ginecologista e obstetra do Instituto Amato e hoje a gente vai conversar um pouquinho sobre a endometriose tratamento de reprodução assistida. Então a endometriose é uma doença inflamatória e ela ocorre pela presença de tecido de endométrio fora do útero o que pode ocorrer no intestino e cavidade abdominal, bexiga, ovários e está associado com baixa fertilidade. É mais comum em pacientes a partir dos 32 anos. O principal sintoma de endometriose é dor: dor pélvica, dor abdominal, principalmente no período pré menstrual e menstrual. Pode estar associado com dor à evacuação e também com dor à micção. Em casos mais graves pode estar associado até a um sangramento na hora da micção. As pacientes com a endometriose, dependendo do grau de endometriose elas têm uma dificuldade de engravidar. São pacientes que já vêm com diagnóstico de endometriose com uma dificuldade de engravidar há anos. O mais indicado é que se faça uma fertilização in vitro (FIV).  Antes de fazer essa fertilização é preciso uma avaliação da cavidade abdominal dessa paciente. Ou seja uma videolaparoscopia se for uma endometriose profunda muitas vezes é indicado fazer uma videolaparoscopia antes para retirar aqueles focos de endometriose. Diminuir esse processo inflamatório abdominal, para melhorar a implantação desse embrião quando for fazer uma fertilização in vitro (FIV). Muitas vezes se uma endometriose mais leve. Não precisa fazer uma cirurgia anterior mas quem decide isso é o médico que está acompanhando. E Porque é uma fertilização in vitro? Porque já se faz o embrião em laboratório coloca-se ele pronto dentro do útero, quebrando ou passando várias fases que poderiam ser prejudicadas pelo processo inflamatório da doença. Se você gostou do nosso vídeo Inscreva-se no nosso canal,  de o seu like, ative a Sininho de notificação para receber mais vídeos. Obrigada.Tags: clínica de infertilidadevideoamatotv 0 Sem avaliações
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Vasinhos no tornozelo: Coroa flebectasica!

Amato - Instituto de Medicina Avançada - qua, 11/06/2019 - 12:44
Tem vasinhos e varizes no tornozelo? Sabia que pode ser indicativo de um problema maior? Dr Alexandre Amato, cirurgião vascular do instituto Amato (www.amato.com.br) fala sobre esse problema que atinge milhares de pessoas. Muitas vezes procuram o médico por uma questão estética, e acabam descobrindo um problema maior por trás disso.  

  -- transcrição ---     Olá Dr. Alexandre Amato cirurgião vascular do Instituto Amato e hoje eu venho falar sobre os vasinhos que ficam no tornozelo nessa região e que incomodam esteticamente. Esses vasinhos podem ser teleangiectasias, reticulares, são os vasinhos que aparecem superficialmente e trazem incômodo estético e possuem vários tipos de tratamento: entre eles a escleroterapia, Laser, espuma. Então várias técnicas que podem ser utilizadas mas essa é uma área normalmente bem sensível. Então eu sugiro que faça também com a técnica Annox que é uma sedação consciente onde há uma diminuição de toda a sensibilidade à dor mas eu estou aqui hoje para falar outro aspecto dessa dessa doença. A coroa flebectásica  muitas vezes ela pode ter só esse comprometimento estético pode significar somente isso. Mas ela pode ser também uma dica. Uma dica de que há um problema pra cima esse problema pra cima seria uma insuficiência venosa. Uma insuficiência em um sistema superficial como a safena,  magna por exemplo que poderia trazer esse aparecimento desses vasinhos nessa região. Por isso é muito importante antes de fazer o tratamento estético desses vasinhos fazer uma investigação. Uma investigação se não há uma insuficiência venosa crônica ou se não há uma doença venosa profunda também que esteja causando esses problemas. Então busque o cirurgião vascular que é o médico apropriado para ajudar nesse sentido. Gostou dos nossos vídeos? Curta! Assine nosso canal. Compartilhe! Assim aqui o sininho aqui embaixo para receber as notificações e até o próximo.Tags: Vascularvarizes 5 Average: 5 (1 vote)
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Cuidados com o pé diabético. O que fazer para evitar complicações.

Amato - Instituto de Medicina Avançada - seg, 11/04/2019 - 11:49
pé diabético

pé diabético

Tem diabetes? Aprenda a cuidar dos seus pés para evitar problemas como amputação. O Dr Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato, dá as melhores dicas para evitar ter problemas no futuro com seus pés. Essas dicas são para quem tem pé diabético, mas outras doenças e situações que necessitam de cuidados especiais também podem se beneficiar.  

  --- transcrição ---       Olá sou Dr. Alexandre Amato cirurgião vascular do Instituto Amato e hoje estou aqui nessa obra de arte. Pedestre do artista plástico Eduardo Srur para lembrar as necessidades que a gente tem de cuidar do pé principalmente no pé diabético. Então, o pé diabético uma situação onde pequenas feridas podem se desenvolver infecções bem grandes. Obviamente todos esses cuidados valem não só para quem tem pé diabético mas também para quem tem alguma infecção alguma fragilidade, linfedema, erisipela. Todos esses cuidados então valem para quem tem algum problema de fragilidade nos pés. Então vamos lá. A primeira dica é lavar bem os pés e secá-los após lavar. Então é sempre importante deixá-los bem secos para evitar que algum fungo se aproveite dessa umidade instalando se nesse local. Segunda  dica é manter as unhas bem aparadas evitando machucar ao cortá-las. A terceira dica seria usar as meias viradas quando costura para fora a costura. Você pode pensar muito molinha não pode machucar mas para quem tem o pé diabético que é uma situação em que há uma diminuição da sensibilidade dos pés a pessoa não sente, então essa postura pode ficar raspando por muito tempo no mesmo local acaba e acaba formando uma ferida mais tarde no final do dia. Isso sem sentir nada, então, uma dica seria virar essa postura para fora. Outra dica é o uso de sapatos apropriados. No caso de diabetes existem sapatos próprios sem costura por dentro e extremamente acolchoados. Então existem várias marcas no mercado. Procure algum sapato que proteja os pés de forma que não forme feridas. Outra dica é a troca frequente das meias e intercalar o uso de sapatos para evitar a proliferação de fungos dentro deles. Esses fungos podem acabar desencadeando infecções nos pés. Mais uma dica seria: todos os dias inspecionar os pés fazer um diagnóstico, olhar os próprios pés com cuidado procurando pequenas feridinhas, essas pequenas feridinhas podem acabar no final de um longo dia ficando maiores e infeccionadas, então pequenas queridinhas têm que ser cuidadas desde cedo lavando muito bem, podendo ser com água e sabonete mantendo bem limpa o mesmo, e seco. No caso do pé diabético também é importante tomar cuidado com a temperatura. Então ao entrar numa água quente, por exemplo, numa banheira alguma coisa sem tomar muito cuidado e sentir a temperatura com o dorso da mão antes, exatamente por causa da diminuição da sensibilidade dos pés, a pessoa pode não ter essa noção de que está muito quente e  acaba tendo uma queimadura. Então sinta a temperatura da água antes com o dorso da mão com o cotovelo antes de entrar numa banheira quente. Não precisa ser frio obviamente tem que ser uma água morna mas evite o uso os excessos de temperatura: tanto ou muito frio quanto muito quente. O Morno seria o ideal. Muito cuidado também ao andar descalço exatamente pela falta de sensibilidade nos pés. Pode não sentir pequenas pedrinhas, pequenas machucadinhos que  numa pessoa que tenha uma sensibilidade normal pode não desencadear nada, mas em pessoas com mais essa diminuição da sensibilidade pode acabar crescendo e virando um problema muito maior. Então não ande descalço. Evite chinelos de dedo que também pode propiciar o tropeço e acabar machucando mais ainda. Busque calçados confortáveis e protegidos tomando todos esses cuidados é capaz de você evitar uma grande infecção no pé diabético e evitando um problema muito maior. Se você gostou do nosso vídeo curta nosso canal. Assine. Compartilhe. Clica no Sininho aqui embaixo que é assim você vai receber as novidades. Até a próxima.Tags: diabetespé diabéticoVascular 0 Sem avaliações
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