Classificação de gravidade para varizes. Onde vc está?

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Clique no video e veja a sua classificação. Sabendo a classificação é possível saber o melhor tratamento. Dr Alexandre Amato, cirurgião vascular do instituto amato (www.amato.com.br), explica como os cirurgiões vasculares usam essa classificação. #nopainnovein
 
Classificação de gravidade para varizes. Onde vc está?

 
— transcrição —
 
Olá sou Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato, e hoje vou falar sobre a classificação de gravidade para varizes que é a classificação de CEAP. O C significa Clínico, o E de etiológico,  o P de fisiopatológico em inglês, e o A  de anatômico. Então classificação de CEAP, a gente usa para classificar o paciente na sua gravidade da sua doença e assim a gente consegue indicar o melhor tratamento. Então quando eu falo de CEAP 1 2 até 6 eu estou falando da classificação C que é a classificação clínica então a classificação C 1 ou CEAP 1 seria aquele paciente que tem as teleangiectasias, aqueles vasinhos bem fininhos nas pernas e esses vasinhos incomodam esteticamente. A classificação se CEAP 2 são as veias varicosas aquelas veias maiores podem ficar do tamanho de um dedo às vezes um pouquinho menor às vezes um pouquinho maior. São veias dilatadas e tortuosas visíveis a olho nu. Então a classificação 2. A aparência das veias não importa desde que elas já sejam maiores do que os vasinhos. Na classificação CEAP 3 ou C3 já tem inchaço então o edema é importante para colocar o paciente na classificação do CEAP 3 e na presença ou não de varizes então pode haver uma insuficiência venosa crônica , uma insuficiencia  venosa profunda algo que acaba colocando o paciente nessa classificação. A classificação CEAP 4 é aquele paciente que já tem os danos na pele por causa da insuficiência venosa então ele pode apresentar manchas na pele a hipercromia, lipodermatoesclerose,  que é essa pele mais endurecida parece um couro, pequenas manchas brancas como atrofia Alba, perda de pêlos eczema que leva coceira e várias outras lesões de pele. A classificação CEAP C5 é aquele paciente que já teve uma úlcera e conseguiu cicatrizar. Então ninguém que está na classificação CEAP 4 vai direto para CEAP 5 acaba indo pro CEAP 6 que é a úlcera venosa. A presença de feridas de longa duração passa a se chamar úlcera. As úlceras varicosas, úlceras venosas, úlcera hipertensão venosa. Elas são grandes feridas, muitas vezes não dói. Quando dói alguma coisa está associada com uma infecção ou uma doença arterial. Essas úlceras então a classificação de CEAP C6 é o paciente que consegue tratar uma úlcera CEAP C6 ele volta para uma classificação C5. Então quando a gente consegue classificar o paciente de C1 a C6, a gente consegue dizer qual que é o melhor tratamento para o caso. Então CEAP C1 o tratamento mais voltado para a estética, tratamento C2 será a micro cirurgia ou o tratamento estético, o tratamento do C3 a gente começa a ter que ser um pouquinho mais invasivo para diminuir a insuficiência venosa. Tratamento no CEAP C4 tem que ser mais invasivo. A gente tem que resolver o problema, porque o próximo passo é úlcera  venosa. O tratamento do C5, na verdade é a prevenção da abertura de uma nova úlcera e o tratamento de C6 que é a úlcera aberta. Existem várias técnicas mas sempre visando o fechamento da úlcera para depois o tratamento da insuficiência venosa. Gostou dos nossos vídeos? Assine nosso canal. Clica no Sininho aqui pra receber todas as notificações! E aguarde o nosso próximo vídeo. Até a próxima.

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Alexandre Amato

O Dr Alexandre Amato é médico, professor de cirurgia vascular da Universidade de Santo Amaro (UNISA), e tem quatro especialidade médicas reconhecidas pelo MEC e respectivas sociedades: cirurgião geral, cirurgião vascular, angiorradiologista e ecografista. Formou-se na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e especializou-se em vários hospitais privados e públicos em São Paulo. Aprofundou-se em cirurgia vascular em Milão, no hospital San Raffaele da Università Vita-Salute. Quando voltou, fez seu doutorado em cirurgia cardiotorácica na Universidade de São Paulo (USP). Fundou a Associação Brasileira de Lipedema para divulgar conhecimento de qualidade às mulheres portadoras de Lipedema.