Vasinhos são puramente estéticas e não precisam ser tratadas

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Vasinhos são puramente estéticas e não precisam ser tratadas

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Os vasinhos tem tratamento e podem ser vistos através da pele como veias azuis ou verdes. 

Os chamados popularmente de vasinhos são as teleangiectasias e veias reticulares que podem ser vistos através da pele como veias azuis ou verdes. Como essas veias podem ser vistas superficialmente aparentam ser o problema. Não são.
Essas veias freqüentemente não são o problema em si, são sinais de um outro problema adjacente, a falha da bomba periférica, principal responsável pelo retorno venoso. Com a falha da musculatura os efeitos disso serão percebidos e com o tempo piorarão.
Não adianta tratar somente a conseqüência, é necessário tratar a causa, no caso a falha da bomba periférica. Por isso a necessidade de exames especializados como ultra-som doppler e pletismografia.
O tratamento correto vai retirar as veias varicosas, mas também fará a bomba periférica trabalhar novamente. Reduzindo a probabilidade de novas veias varicosas, dores, eczema de estase (coceira e descamação: a pele parece seca), lipodermatoesclerose (endurecimento da pele) e úlceras (feridas crônicas).

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Alexandre Amato

O Dr Alexandre Amato é médico, professor de cirurgia vascular da Universidade de Santo Amaro (UNISA), e tem quatro especialidade médicas reconhecidas pelo MEC e respectivas sociedades: cirurgião geral, cirurgião vascular, angiorradiologista e ecografista. Formou-se na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e especializou-se em vários hospitais privados e públicos em São Paulo. Aprofundou-se em cirurgia vascular em Milão, no hospital San Raffaele da Università Vita-Salute. Quando voltou, fez seu doutorado em cirurgia cardiotorácica na Universidade de São Paulo (USP). Fundou a Associação Brasileira de Lipedema para divulgar conhecimento de qualidade às mulheres portadoras de Lipedema.

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