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Perguntas Frequentes - carótida

O paciente será acompanhado no consultório médico. Pode ser necessário um novo ultrassom de carótidas. Semelhante aquele exame feito antes da cirurgia, para verificar o funcionamento correto das carótidas. No geral, os bons resultados permanecem por muito tempo. Uma melhora da qualidade de vida e condições gerais de saúde ocorre ao parar de fumar, iniciar atividades físicas e melhorar a alimentação. Assim é possível evitar a progressão da doença.
Bibliografia

Depois da cirurgia pode ocorrer um pequeno hematoma na ferida, por isso o dreno. Esse hematoma pode precisar de algumas semanas para resolver. Algumas vezes pode ser necessário transfusão de sangue. É provavel que no local da cirurgia ocorra algumas áreas de sensibilidade diminuida por um período de alguns meses, mas que raramente não melhoram. É possível que um lado da boca ou lingua fique torto por um período, mas é muito raro que seja um efeito permanente. Durante a cirurgia há o risco de um derrame (menor) e um risco menor ainda de óbito.

Ao acordar, o paciente se encontrará com cateter no braço (acesso venoso e arterial), por onde receberá medicamentos e liquidos necessários para sua recuperação. Ficará 24 horas em unidade de terapia intensiva (UTI), principalmente para um monitoramento adequado que não se consegue no quarto.
Assim que passa o efeito da anestesia, poderá beber liquidos. O local da cirurgia não deve ficar dolorido, pois medicamentos analgésicos são suficientes para controlar a dor. No dia seguinte a alimentação será normal e poderá se levantar da cama. Terá alta da UTI.

Depois da anestesia é feito um corte no pescoço, na altura da carótida, fechando temporariamente a circulação cerebral desse lado e retirando-se essa placa aterosclerotica que está obstruindo a artéria. Existem diversas técnicas para isso, sendo que poucas vezes pode ser necessário um remendo com veia, que seria retirada da veia safena na coxa. É colocado um dreno na ferida operatória. E a ferida operatória é fechada com pontos cirurgicos e curativo.
Bibliografia

A anestesia para cirurgia de carótida pode ser ou geral, ou local. Ambas possuem vantagens e desvantagens, devendo ser personalizada a escolha para cada caso.

Então o diagnóstico já está feito e a cirurgia já está indicada.
Em primeiro lugar, não fique estressado, calma e tranquilidade são importantes.
Uma avaliação clínica do risco cirúrgico deverá ser realizada pelo cardiologista.
Alguns exames poderão ser, solicitados, tais como como eletrocardiograma, exames laboratoriais de sangue e raio X de tórax.
Nesse meio tempo, aparecerão muitas dúvidas, que poderão ser sanadas com seu médico no retorno.

Uma das complicações mais graves da cirurgia de carótida é o derrame (AVC). É uma complicação temida e portanto existem diversas manobras e técnicas para evitá-la. Apesar disso, ainda há um risco pequeno de derrame, mas esse risco, quando a cirurgia está indicada, é menor do que o risco de não operar.

 

Bibliografia

Todos os dias muitas pessoas sofrem de derrame ou início de derrame, e essas pessoas estarão sujeitas a um risco muito maior de um segundo episódio, muitas vezes mais grave ou mesmo fatal.

Essa é uma decisão médica especializada, com participação do paciente. Somente o profissional apto a realizar ambos os procedimentos, ou seja, o cirurgião vascular com formação endovascular, pode determinar qual é o procedimento de menor risco em cada caso. Somente o profissional apto a realizar  as duas técnicas conhece o problema por todos ângulos e pode optar pela melhor alternativa Converse com seu médico, entenda os riscos associados a cada procedimento, e entenda os motivos para a indicação de um ou outro procedimento.

Para corrigir essa estenose da carótida existem duas técnicas cirúrgicas. A cirurgia convencional chamada de endarterectomia carotídea, na qual o cirurgião retira a placa que está causando a diminuição do fluxo sangüíneo para o cérebro e a angioplastia com stent, cirurgia  endovascular, que consiste na colocação de um de um "anel" dentro da arteria, através de um cateter que vai até o local por dentro dos vasos e por dilatação, permite que o fluxo sangüíneo volte a passar.

O tratamento varia de acordo com a causa do AIT identificada pela anamnese, exame clínico e exames subsidiários. Os fumantes obviamente devem parar de fumar. Os hipertensos devem controlar a pressão alta. Os que apresentam glicose ou colesterol alto também devem controlá-los. A dieta saudável é o primeiro passo, mas muitas vezes a associação de medicamentos se faz necessária.

Somente o médico especialista pode identificar os exames necessários para cada caso, mas dentre os exames que podem ser solicitados estão o indolor ecodoppler (ultrassom com doppler / duplex) de carótidas e vertebrais, o eletrocardiograma (ECG), exames laboratoriais de controle de colesterol e glicemia.
Bibliografia
 

O  ataque isquêmico transitório por definição não causa danos permanentes, mas quem apresentou um AIT tem maior probabilidade de apresentar um Acidente Vascular Cerebral (AVC, derrame): 10% no ano seguinte do AIT e cerca de 5% em cada ano subseqüente. Por isso há necessidade de investigar a causa do AIT, para se  prevenir  de um futuro AVC. O AIT deve ser considerado como um alerta.
 
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Freqüentemente ocorrem por estreitamento (estenose, obstrução) ou oclusão dos principais vasos que irrigam o cérebro (artérias carótidas e vertebrais). O problema começa com o endurecimento das artérias (aterosclerose), causada pelo fumo, pressão alta, colesterol alto e diabetes. No AIT os sintomas são momentâneos e variam de acordo com o vaso ocluído e com o local do cérebro que deixou de ser irrigado.
 

Os ataques isquêmicos transitórios (AIT, "início de derrame") cursam com sintomas parecidos com o acidente vascular cerebral (AVC, "derrame"), mas são de duração curta (menos de 1 hora). Pode ocorrer perda repentina da força muscular, perda de sensibilidade ou formigamento de um braço ou perna ou todo um lado do corpo. Também pode haver dificuldade de comunicação, tonturas, alteração na memória e perda subita e momentânea da visão, uma cegueira transitória, também conhecida como amaurose fugaz.