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O que é a Trombose e quais seus riscos?

Trombose
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A trombose é uma doença silenciosa que já matou milhares de pessoas nos últimos anos devido às suas complicações perigosas. Saiba tudo sobre a trombose e tire todas as suas dúvidas ao decorrer desse artigo.

Sumário

O que é a trombose?

A trombose é a formação de um coágulo de sangue, chamado de trombo, no lúmen dos vasos ou artérias sanguíneas que levam ao bloqueio da passagem do fluxo de sangue. Caso esse coágulo se desprenda da parede do vaso ou artéria, não se trata mais de um caso de trombose sim de embolia. Outra situação médica crítica. No entanto, existem alguns tipos diferentes de trombose e como as classificamos.

Quais os tipos de trombose?

A trombose pode ser classificada de acordo com o vaso em que o trombo é formado, em resumo podemos classificar da seguinte maneira:

  • Trombose arterial: quando há formação de um trombo em uma artéria. A presença de trombose arterial implica no bloqueio do fluxo sanguíneo para o coração, para o cérebro, membros e outros órgãos, podendo resultar em um ataque cardíaco, derrame ou gangrena.
  • Trombose venosa: quando há formação de um trombo em uma veia. Quando o coágulo se forma em uma veia calibrosa, gerando reação inflamatória, chamamos de trombose venosa profunda. Vale ressaltar que qualquer veia pode ser acometida, sendo a mais comum a veia da perna como a femoral, ou a ilíaca, braquial e jugular interna.

Mas e quando se trata de um processo de trombose, porém em vasos mais superficiais? Nesses casos utilizamos o termo tromboflebite para designar processos inflamatórios com formação de coágulo nas veias superficiais.

O que causa trombose?

São diversas as causas de uma trombose, sendo as mais comuns:

  • Desordens nos Fatores de Coagulação (Trombofilia)
  • Traumas ou operações cirúrgicas
  • Obesidade
  • Imobilidade e incapacidade de se movimentar (como ficar longos períodos sentado, sedentarismo ou internações longas)
  • Fraturas ósseas
  • Alguns medicamentos
  • Injúrias nas veias das pernas
  • Desordens de origem autoimune

 

Quais os fatores de risco para a trombose?

Além das causas da trombose, existem algumas situações que vão aumentar as chances de desenvolvimento de um coágulo na parede dos vasos ou artérias, sendo as vezes diferentes para cada uma das classificações da trombose. Veja abaixo:

Quais os fatores de risco para trombose venosa?

  • Gravidez: o risco de coágulos durante o período gestacional continua até 6 semanas após o parto.
  • Tabagismo: afeta a coagulação e o fluxo sanguíneo.
  • Controle de natalidade a partir de pílulas anticoncepcionais
  • Histórico prévio de trombose venosa profunda na família, ou no próprio indivíduo
  • Cateter venoso central
  • Pessoas idosas
  • Trombofilia

Eu sou o Dr. Alexandre Amato, Cirurgião Vascular no Instituto Amato, e nesse vídeo falaremos sobre a trombofilia.

o olá sou doutora alexandra matos  cirurgião vascular do instituto amato e  hoje eu vou falar sobre trombofilias  aquelas doenças do sangue e que acabam  levando a trombose antes eu queria pedir  um favor para você para manter o nosso  canal funcionando clique aqui embaixo  para se inscrever e clica no sininho  para gente continuar fazendo esses  vídeos e ajudar todo mundo mas vamos  falar então de trombofilia trombofilia é  a propensão que as pessoas têm a  desenvolver uma trombose essas  trombofilia são podem ser doenças do  sangue ou adquiridas ou genéticas  congênitas que você nasceu com elas  adquiridas é que você realmente adquiriu  durante a vida não tinha antes teve  alguma coisa que acabou desencadeando  essa essa trombofilia então a  trombofilia em se ela é simplesmente o  risco aumentado de desenvolver uma  trombose não necessariamente o quê  o patrão bose ainda ou o que acontece  aqui muitas vezes a trombofilia só é  descoberta depois que aconteceu a a  trombose tão paciente tem uma trombose  vai no cirurgião vascular faz o  tratamento da trombose e aí na  investigação da causa dessa trombose  acaba chegando numa numa trombofilia que  pode ser uma doença do sangue genética  ou não então o quando o caminho é feito  dessa maneira então teve a trombose  depois investiga e acaba chegando a  trombofilia é feito o tratamento  adequado para a trombose já no início é  tão do chile não precisa ser  identificada a imediatamente porque a  própria anticoagulação o tratamento da  trombose já vai estar evitando uma nova  trombose então já tá por consequência  tratando a trombofilia mas aí vem a  questão de vai ser necessário o  tratamento depois do tratamento da  trombose vai ser necessário o tratamento  da trombofilia aí vai depender da  trombofilia existem  é tão bom filias mais leves com filias  mais graves as sombrias mais leves  normalmente não precisam de um  tratamento posterior apenas evitar os  fatores de risco saber o que que tem que  ser feito para evitar um procedimento  médico ou mesmo numa viagem de avião os  da meia elástica elástico pressão para  evitar uma trombose agora nasce  trombofilias mais graves pode ser  necessário o tratamento prolongado para  evitar essa trombose normalmente uma uma  trombose e tem uma trombofilia associada  é ela vai ser tratada por um determinado  período se for um evento trombótico  agora se for mais de um evento  trombótico esse período vai aumentar a  grande questão é quando a gente inverte  a ordem vamos fazer o diagnóstico da  trombofilia antes de ter uma trombose  isso é um problema  e entra em um outro aspecto da medicina  que é o sobre diagnóstico é você ficar  sabendo de mais da sua saúde e acabar às  vezes fazendo um tratamento que não  seria necessário no seu caso então e que  eu tô querendo dizer com isso se você  tem uma trombofilia não é todo mundo que  tem uma trombofilia que vai ter uma  trombose e que vai precisar tratar tem  muita gente sempre por cento da  população tem por exemplo a trombofilia  fator 5 de leiden heterozigoto então não  quer dizer que toda essa população vai  ter trombose então se a gente sai  tratando com anticoagulante todos esses  pacientes é uma porcentagem muito grande  pode ter complicação do tratamento da  anticoagulação de população pode causar  sangramento então não faz sentido a  gente trata alguém que não  necessariamente vá ter uma trombose  então para quem teve a trombose saber se  tem ou não uma  o que é bastante importante agora para  quem não teve nada não teve nenhum  evento muitas vezes saber se tem ou não  uma trombofilia pode ser mais uma pulga  atrás da orelha é uma preocupação a mais  e que pode não desenvolver nada durante  a vida pode ter uma vida completamente  normal mas vai estar sempre preocupado  se souber e não vai poder fazer nada  porque não vai tomar remédio não tem  muitas delas não têm as congênitas real  genéticas principalmente o tratamento  seria uma articulação mais a gente  chegou algo lá alguém que nunca teve uma  trombose ou que tem uma trombofilia leve  então a gente tem que dosar muito bem a  informação que a gente que a gente quer  pelo sobre o nosso corpo e  principalmente o que vai fazer com essa  informação então muitas vezes só saber  ok mas saber ser muito invasivo num  tratamento pode acabar trazendo  consequências graves também  a converse bastante com seu cirurgião  vascular o cirurgião vascular costuma  tratar o paciente que já veio porque  teve a trombose né aquele que tem só a  trombofilia e não teve a trombose ainda  a porta até aí no cirurgião vascular que  sabe é tratar aí é a rotina mas o  hematologista que é o médico do sangue  também pode ajudar bastante o paciente  que não teve a trombose ainda então a  trombofilia é isso a propensão maior a  ter eventos trombóticos hábitos de vida  saudáveis na exercício físico se  movimentar bastante hidratar-se bem usar  elastocompressão tudo isso já ajuda  evita uma trombose e para maior parte  das pessoas muitas vezes sem a  necessidade de uma medicação mas cada  caso é um caso precisa ser avaliado pelo  médico responsável gostou do nosso vídeo  compartilhe  em você e até o próximo a  e aí  e aí  

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Uma em cada dez mortes no hospital ocorre por embolia pulmonar. 500 mil mortes por ano na  Europa por embolia pulmonar, 300 mil mortes por ano nos Estados Unidos.  A embolia pulmonar causa mais mortes do que câncer de mama, Aids, câncer de próstata e  acidentes automobilísticos somados no mundo. Chamei sua atenção? Embolia pulmonar é  importante? A questão é que o que leva à embolia pulmonar é a trombose venosa profunda,  e eu me assustei que eu não tinha feito um vídeo falando da trombose venosa profunda  aqui nesse canal.  Então estou corrigindo esse erro agora!  Vamos falar sobre essa doença que é extremamente preocupante, que todo mundo tem  que se atentar, e realmente quando alguém fala trombose é para se preocupar, não no  intuito de ficar preocupado, perdido, mas de buscar informação, buscar atendimento médico.  Então em primeiro lugar o que é a trombose venosa profunda? Trombose venosa profunda nada  mais é do que sangue coagulação dentro de uma veia e de uma veia específica, uma veia  que está lá no sistema venoso profundo e não no sistema venoso superficial.  Essa separação é importante, porque quando esse sangue coagulação numa veia superficial,  a gente chama de Tromboflebite superficial.  Até essa nomenclatura é diferente para não causar tanto temor.  Então porque a trombose acaba sendo então para as veias profundas, quando a gente fala  trombose geral,  a gente está falando de veia profunda ou de uma trombose arterial, mas este vídeo aqui é  sobre trombose venosa.  Por que tem essa diferenciação?  Por causa do risco de levar a uma embolia pulmonar, uma trombose superficial uma tromboflebite  tem um risco pequeno de levar a uma embolia pulmonar. Agora uma  trombose venosa profunda,  esse risco vai aumentando e quanto mais proximal ao coração essa trombose, maior o  risco. Então se a gente está falando de uma trombose bem distal, lá na planta do pé,  esse risco de embolia é pequeno, mas uma trombose venosa de uma veia iliaca ou uma  veia cava, tem um risco enorme de ter uma embolia pulmonar,  então por isso essa separação. Então o que leva à formação desse coágulo no  sangue é a trombogênese, ou seja, a capacidade de formar um trombo, gerar um trombo.  Isso foi descrito há muito tempo atrás por Virchow como uma tríade, são três fatores  principais. Então o primeiro é a lesão do endotélio, que significa o que um pequeno  trauma nessa parede do vaso.  O segundo que é a alteração no sangue e aumento da coaguabilidade, são as trombofilias  e em terceiro lugar a estase sanguínea.  Então se o sangue ficar parado por muito tempo, ele também aumenta a probabilidade de  formar um trombo, se ele ficar parado, ele vai ele vai coagular e nós temos no nosso  sangue um equilíbrio muito tênue para manter a fluidez desse sangue, esse equilíbrio é  entre os fatores pró-coagulantes e os fatores anticoagulantes.  Sim! Nós temos anticoagulantes naturais no nosso corpo, que aliás se eles diminuírem  muito acaba causando uma trombofilia, acaba gerando uma probabilidade maior de causar um  trombo. Agora do ponto de vista da trombose venosa profunda, a gente tem que pensar o que  ela pode levar, porque a trombose em si ela vai causar uma inflamação naquele local, vai  causar a dor, vai causar um inchaço, a gente pode se preocupar com esses sintomas, mas não  é isso que traz a relevância para trombose, o que traz a relevância são as suas  complicações. Então em primeiro lugar, a embolia, a embolia pulmonar é disparado  a complicação principal que a gente tem que se preocupar, porque ela leva sim a óbito,  ela leva à morte muito frequentemente.  Então em primeiro lugar a gente trata trombose, não por causa da trombose, mas para  evitar a embolia pulmonar. Uma segunda complicação também aguda seriam as flegmasias,  as flegmasias são trombose maciças, são realmente complicações bem graves, mas  felizmente elas são bem raras.  Não é algo que você tem que se preocupar com tanta frequência assim e chegando no  atendimento médico, a gente na maior parte das vezes consegue ajudar, desde que seja com  tempo hábil para isso.  Agora a gente pode pensar na complicação mais tardia da trombose venosa profunda que  seria a síndrome pós-trombótica, então uma pessoa teve uma trombose hoje,  daqui a dez anos pode ter varizes, pode ter insuficiência venosa, tudo decorrente dessa  trombose inicial.  Então tudo o que a gente faz é para evitar a embolia em primeiro lugar, evitar uma flegmasia  também embora mais rara.  Obviamente, a gente vai ter que tratar também os sintomas que podem incomodar, mas também  evitar uma síndrome pós-trombótica no futuro. Cirurgia para trombose venosa não é tão  frequente assim. Existem alguns procedimentos que podem ser feitos, então a  colocação de um filtro de veia cava que tem uma indicação bem restrita.  Não é rotina em nenhum caso, especificamente quem tem a impossibilidade do  tratamento com a anticoagulação, por exemplo, é uma das necessidades de colocar um filtro de  veia cava. Existem outras cirurgias que seriam a retirada desse trombo,  são métodos físicos, por métodos químicos, farmacológicos e esses medicamentos, eles  podem quebrar esse trombo e você pode pensar “Puxa, isso é tão legal, acho que deve funcionar  para todo mundo.” Mas na verdade são cirurgias que têm um risco e que você tem que  colocar na balança o risco benefício.  Então normalmente elas vão evitar aí a grande indicação e evitar aquela síndrome pós  trombose no futuro, então se a gente tira esse trombo, esse trombo, ele não vai causar  uma reação inflamatória muito grande nessa parede do vaso, não vai destruir as válvulas  venosa, de modo que não leva aquela síndrome pós traumática no futuro.  A questão é quem vai se beneficiar disso? Normalmente são as pessoas mais jovens que  têm menos risco cirúrgico e cuja trombose foi muito extensa maciça de forma que a  probabilidade de ter essa síndrome pós-trombótica é muito alta.  Então esse não é um procedimento para evitar uma embolia pulmonar, por exemplo.  Então o tratamento você tem que levar muito, muito, muito a sério, se foi feito o  diagnóstico de trombose,  você tem que tratar rigorosamente e assim existem algumas novidades que são muito boas  por um lado, mas elas atrapalham por outro.  Então eu lembro no meu início de carreira que a gente não tinha muita opção de  medicamento para fazer anticoagulação e os medicamentos que a gente tinha à disposição,  eram medicamentos que necessitavam um rigor e que a gente precisava ficar acompanhando  quase que diariamente a alteração no sangue.  Então eu lembro até que a gente pedir às vezes fax para o paciente, mandar o resultado  do exame para a gente acompanhar semanalmente essa evolução.  A questão é que isso mostrava para o paciente o quanto era necessário e  importante esse controle.  Os medicamentos atuais são os novos anticoagulantes,  eles não precisam desse rigor todo no acompanhamento.  Só que ao retirar esse rigor todo e facilitar a vida do paciente, alguns não levam  tão a sério o tratamento.  Pode esquecer um medicamento, pode esquecer a importância do medicamento, e pode esquecer a  razão pela qual a gente está tratando.  Aí eu volto tudo o que eu falei,  e é por causa da embolia pulmonar.  A gente está tratando a trombose para evitar uma embolia pulmonar e consequentemente  evitar um óbito.  Então por isso é extremamente importante você seguir à risca a orientação do seu  médico, não é para parar com anticoagulante sem a indicação e o acompanhamento médico.  E não é para continuar também sem o rigor de um acompanhamento médico.  Faça consultas periódicas e isso é muito importante.  Agora para fazer o diagnóstico da trombose, a gente precisa de dois sinais principais são  dor e inchaço, o paciente vai se queixar de dor inchaço, só que dor inchaço é extremamente  genérico e frequente, quem nunca teve dor e inchaço nas pernas e não necessariamente isso  foi uma trombose.  Tem, por exemplo, a Síndrome da pedrada, uma lesão muscular fazendo esporte, subindo escada  que também causa dor e inchaço e não é uma trombose.  Então só isso não é o suficiente, a gente tem que usar os critérios de fatores de risco.  Quanto mais fatores de risco, mais chance dessa dor e inchaço ser decorrente de uma  trombose. Então quais são os fatores de risco mais comuns?  Neoplasia, o câncer ou o próprio tratamento para o câncer, a quimioterapia também pode  desencadear trombose. Uma trombose prévia,  quem já teve uma trombose já entra em um grupo de  pessoas que têm uma probabilidade maior de ter trombose. Uma trombofilia, uma doença na  cascata da coagulação do sangue, uma doença do sangue que aumenta a probabilidade de ter  trombose. O uso de anticoncepcionais também aumenta o risco, aumenta um pouquinho, mas  aumenta, uma gravidez aumenta mais ainda o risco de uma trombose.  Esses são fatores comuns existem também, por exemplo, o trauma, um politraumatizado  principalmente, a imobilização de um membro,  então se alguém ficou imobilizado por muito tempo, usando o gesso, usando alguma bota  ortopédica ou uma cadeira de rodas, vai causar essa imobilidade que é um fator de  risco para trombose.  A desidratação, então quem toma pouca água, e às vezes, toma muito pouca água, fica  desidratado, isso também aumenta o risco de trombose.  A idade, passou dos 40 anos já tem um risco maior de ter trombose, varizes que é  extremamente frequente na população também é um fator de risco para trombose, não quer  dizer que quem tem varizes,  todo mundo vai ter trombose, não é isso! É que você vai somando um fator de risco ao outro.  Na verdade, não é nem somar, você vai multiplicar, porque quanto mais fatores você  vai aumentando exponencialmente o risco de desenvolver uma trombose.  Então tendo esses fatores, tendo dor e inchaço, a probabilidade de ser uma trombose  aumenta. Então é necessário uma avaliação médica, muitas vezes com o exame de sangue ou  um exame de imagem para comprovar esse diagnóstico.  Gostou do nosso vídeo! Inscreva-se no nosso canal, compartilhe com seus amigos e até o  próximo!  

Quais os fatores de risco para trombose arterial?

  • Diabetes
  • Pressão e colesterol altos
  • Tabagismo
  • Dieta deficitária
  • Histórico familiar prévio de trombos na artéria
  • Pessoas idosas maiores de 60 anos

Quais os sintomas da trombose?

No geral, cada indivíduo apresenta sintomatologias únicas e o ideal é sempre procurar um profissional médico para ser realizado o diagnóstico. No entanto, existem alguns sintomas que podem ser apresentados no quadro de trombose, sendo eles:
  • Dor nas pernas (geralmente na parte interna das coxas)
  • Sensação de peso nas pernas ao final do dia
  • Aparecimento de varizes
  • Inchaço na perna ou nos braços
  • Dores no peito
  • Fraqueza ou adormecimento em um lado do corpo

Como a trombose pode ser diagnosticada?

Através de alguns exames que podem ser indicados pelo profissional que cuida da sua saúde:
  • Ultrassom: um exame que emite ondas sonoras e é capaz de checar a passagem do fluxo sanguíneo pelas artérias ou veias.
  • Testes de sangue: em busca de entender a capacidade de coagulação do sangue e fragmentos de um coágulo sendo dissolvido
  • Venografia ou Flebografia: um procedimento de radiografia das veias, após a injeção de um corante especial para mostrar como o sangue está fluindo

A trombose tem cura?

O plano de tratamento irá depender de uma série de fatores como: sua idade, a gravidade da sua condição, o quão bem você reage a determinadas terapêuticas. Tendo isso em mente o processo terapêutico da trombose pode ser elencado em alguns pontos:
  • Medicamentos com propriedades anticoagulantes que ajudam a reduzir a viscosidade do fluído sanguíneo e portanto, dissolver o coágulo.
  • Meias elásticas que oferecem compressão nas pernas também são indicadas
  • Medicações que reduzem o colesterol
  • Drogas vasodilatadoras.

Possíveis complicações em detrimento da trombose

Como comentamos acima, a trombose se caracteriza como uma formação de um trombo em uma parede venosa ou arterial. Sendo assim, a complicação mais grave da trombose é a embolia pulmonar, quando o coágulo se desprende da parede do vaso seguindo pela corrente sanguínea. A embolia pulmonar é uma condição que coloca a vida do indivíduo em risco, levando a sintomas de:
  • Falta de ar repentina
  • Dores no peito enquanto respira ou tosse
  • Frequência cardíaca e respiratória aumentadas
  • Tosse com sangue
  • Fraqueza e tontura.

Após o tratamento há chance de recidivas?

Depende do que causou a trombose. Digamos que você foi para o centro cirúrgico realizar uma cirurgia, cirurgia esta que foi a causa da sua trombose. Como sendo uma causa muito específica e sem recorrência, as chances de recidiva desse trombo são baixas. No entanto, se falarmos de alguém que desenvolveu trombose sem nenhum fator agravante, apenas por conta dos seus hábitos ou uma trombofilia, existe uma chance maior de recidiva caso a pessoa não se adapte.

Como prevenir o aparecimento de trombos?

Para prevenir o aparecimento de trombos o primeiro passo é interferir nos fatores de causa ou de risco, ou seja:
  • Parar com o hábito do fumo
  • Beber com moderação
  • Pratique exercícios físicos regularmente
  • Melhore os hábitos alimentares com o objetivo de diminuir o colesterol, a diabetes e a hipertensão.
  • Mantenha vigilância sobre o peso, para não causar uma maior pressão nos vasos e artérias.
E o conselho mais valioso: se movimente! Se precisar longas horas sentado ou deitado, tire 15 minutos a cada 2 horas para se levantar, e se alongar, fazendo com que o sangue circula melhor. Além disso, não cruze as pernas enquanto sentado, para não prejudicar o fluxo do sangue. Enquanto você estiver viajando, mesmo de carro ou de avião tente sempre tirar os 15 minutos. E se não puder se levantar e andar, você também pode fazer alguns exercícios de baixo impacto apenas visando a movimentação das articulações e músculos.

Prof. Dr. Alexandre Amato

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