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O melhor e maior guia de alimentos antiinflamatórios

Conteúdo sobre alimentos antiinflamatórios:

O que são alimentos antiinflamatórios?

Os alimentos anti-inflamatórios,  atuam reduzindo a produção de substâncias no corpo que estimulam a inflamação. Além disso, esses alimentos ajudam a fortalecer o sistema imune, tornando o organismo mais resistente contra gripes, resfriados e outras doenças.

Um alimento antiinflamatório deve:

  1. Em primeiro lugar não induzir resposta inflamatória no corpo
  2. Em segundo lugar pode combater a resposta inflamatória causada por outros gatilhos

Quais são alimentos pró inflamatórios?

Alimentos pró inflamatórios são aqueles que induzem ou desencadeiam a inflamação sistêmica.

Você quer uma lista de alimentos antiinflamatóriosSeguindo a dieta antiinflamatória estratégica, você criará a sua própria lista de alimentos antiinflamatórios personalizada. Essa é a melhor maneira de identificar quais são os alimentos que para você são pró inflamatórios e quais são realmente anti-inflamatórios. Você pode seguir as orientações genéricas abaixo que ajudam a maioria das pessoas, mas fique ciente que algo que você está comendo, e que para a maioria das pessoas pode não fazer mal, no seu caso pode ser pró inflamatório.  

Exemplos de alimentos frequentemente pró inflamatórios:

  • Gorduras e óleos
    • Manteiga
    • Toucinho, torresmo, banha
    • Margarina
  • Grãos
    • Todos grãos refinados (pão branco, massa branca, arroz branco)
    • Todos grãos processados (bolachas, biscoitos, bolos, cereais, crackers, etc)
  • Outros
    • Bacon
    • Carne (cortes gordurosos, grelhados, defumados)
    • Laticínios gordurosos
    • Alimentos altamente gordurosos
    • e muito mais:

Quais são os alimentos anti inflamatórios?

Alimentos anti inflamatórios são aqueles que previnem a inflamação sistêmica. Alimentos anti-inflamatórios são aqueles que nosso corpo aceita sem desencadear nenhum processo de fagocitose pelo nosso sistema imune. Uma dieta consistindo em grande variedade de plantas, acompanhada de moderada quantidade de grãos integrais, proteínas magras, e gorduras saudáveis é o padrão a ser seguido. E como alimentos anti-inflamatórios nós temos mirtilo, óleo de peixe, óleos vegetais, alho, linhaça, chia, todos esses alimentos vão ajudar a diminuir o processo inflamatório. Incentivamos o uso de alimentos frescos preparados de forma saudável. Azeite de oliva extra virgem.
Vinho tinto ocasional para manter a vida social.

O que é a inflamação sistêmica?

Está se tornando cada vez mais claro que a inflamação crônica é a causa ou fator de piora de muitas doenças graves – incluindo doenças cardíacas, aterosclerose, diabetes tipo 2, obesidade, alguns cânceres (pancreático, coloretal, gástrico, esofágico, mamas, endométrio e ovário), artrite reumatoide, doença de Crohn, colite ulcerativa, pancreatite e doença de Alzheimer (veja mais). Todos conhecemos a inflamação aguda na superfície do corpo como dor, calor, inchaço e vermelhidão local. Imediatamente a identificamos e buscamos tratamento. É visível e pode ser dolorosa, e, assim, demanda atenção. Sabemos que tem algo errado conosco. Mas a inflamação é a resposta do nosso corpo à alguma injúria, e não o problema em si. A inflamação é a resposta do organismo para resolver algum problema. Sendo assim, a inflamação é o pilar da resposta de cura, trazendo mais nutrição e mais atividade imunológica para o local de lesão ou infecção. É com a inflamação que o corpo resiste e luta contra algo que o esteja agredindo. Quando você nota que um corte na mão ficou vermelho, inchado e doloroso, é a inflamação aguda ocorrendo, reação de defesa do corpo.
Porém, com a inflamação crônica de baixo grau, não há dor, rubor ou calor localizado e assim, poucos pensam nela. Inclusive não é amplamente reconhecida na comunidade médica, pois, muitas vezes, exames de laboratório e de imagem estão negativos e não apontam nenhuma “doença”. Estamos na era de necessidade de provas documentais, a anamnese e exame físico foram colocados em segundo plano, assim, vemos pessoas sintomáticas sendo classificadas como sadias, e sem orientação para melhorar os sintomas que a aflige. Também não gosto de classificar como “doença”, pois remete a um problema interno, e não a resposta a um problema externo. Quando há sintoma, precisamos identificar o problema e tentar aliviá-lo. A inflamação crônica acomete o corpo por inteiro: é uma inflamação sistêmica que pode trazer outros malefícios. Quando a inflamação persiste, não cessa, danifica o corpo e provoca diversas doenças. Estresse, falta de exercício, predisposição genética e exposição a toxinas (como o fumo de tabaco), todos podem contribuir para a gênese da inflamação crônica. Mas, as escolhas alimentares também desempenham um papel importante, e é aí que também devemos agir. A aprendizagem de como alimentos específicos influenciam o processo inflamatório é uma boa estratégia para conter e reduzir os riscos de doença a longo prazo.
A inflamação crônica de baixo grau pode ocorrer quando ficamos expostos a toxinas que nosso corpo não consegue metabolizar. Os alimentos pró-inflamatórios podem gerar o complexo antígeno-anticorpo que são entendidos pelo nosso sistema imune como agressão a nosso corpo, como “toxinas” que devem ser removidas. Como combater esses alimentos que podem desencadear em algumas pessoas um processo inflamatório sistêmico? Identificando e removendo os alimentos pró inflamatórios por uma dieta anti-inflamatória. Não há uma resposta pronta, ou uma dieta de prateleira que funciona em todos os casos. 

Quais são as dietas antiinflamatórias?

Existem basicamente três maneiras de se fazer uma dieta antiinflamatória.

  1. Dieta com lista de alimentos proibidos e alimentos permitidos. São as dietas prontas pré definidas.
  2. Dieta antiinflamatória estratégica, onde você identifica quais são os alimentos pró inflamatórios e anti inflamatórios para você. O cirurgião vascular Dr. Alexandre Amato escreveu excelente livro sobre o assunto.
  3. Realizar exame de intolerância alimentar para ajudar a identificar os alimentos pró e anti inflamatórios no seu caso, e, assim retirá-los de sua alimentação.

Quais são os sinais de que você tem intolerância alimentar?

Sentir-se ansioso, cansado ou mesmo sofrendo de dor nas articulações é frequentemente considerado parte do estresse da vida moderna.
Mas podem ser indicadores de intolerância alimentar, e simplesmente cortar algo da sua dieta, pode melhorar a sua saúde e bem-estar. 
Veja agora os seis sintomas mais comuns que mostram que seu corpo está reagindo a um determinado alimento que você consome.
As intolerâncias alimentares, muitas vezes confundidas com alergias, são completamente diferentes.
Os sintomas podem levar até 72 horas para aparecerem e a gravidade pode variar de pessoa para pessoa.

Quais dietas antiinflamatórias existem?

Dieta antiinflamatória serve para tratar quais doenças?

Todas as doenças que possuem caráter inflamatório podem se beneficiar das dietas antiinflamatórias.

Tenho alergia ou intolerância alimentar?

Muitas pessoas confundem alergia alimentar com intolerância alimentar. Os sintomas das duas condições são semelhantes, mas elas não são iguais e é importante conhecer as diferenças entre as duas. Geralmente, ambas as condições envolvem o trato digestivo, com sintomas desconfortáveis como distensão abdominal e cólicas, e podem deixar você infeliz. Mas, se você tem uma alergia alimentar, sua reação pode ser fatal. Como uma reação alérgica aos alimentos pode ser muito grave, é importante saber se sua reação foi causada por intolerância ou por uma alergia, a fim de decidir o tratamento adequado.

Quais são os testes de intolerância alimentar?

  1. Teste sanguíneo: Ao testar a sensibilidade alimentar, o sangue extraído é exposto a vários tipos de alimentos e componentes. O grau de ligação do anticorpo da imunoglobulina G (IgG) a cada alimento é medido e, com isso, os resultados são especificados de acordo com cada variação. É possível especificar até quais alimentos de uma determinada categoria reagem ao teste, como laticínios e derivados de castanhas. O teste também já pode ser feito por fios de cabelos.
  2. Teste da dieta de eliminação: Com acompanhamento nutricional constante, esse tipo de teste sugere que o paciente deixe de comer alguns alimentos específicos por um tempo e, durante um teste cego ou sem saber, esses itens sejam consumidos novamente, mas dessa vez sob análise de um nutricionista. Os efeitos de sensibilidade e reação são registrados, em especial para quem possui doença celíaca.
  3. Teste citotóxico: Baseado nas células do corpo, o princípio desse teste de intolerância alimentar é o mesmo do sanguíneo – por meio da retirada do líquido vermelho da veia do paciente. Porém, ao invés de reagir com os anticorpos imunes do corpo, ele foca nos glóbulos brancos, que podem encolher e mudar do estado sólido para líquido durante a análise laboratorial. Apesar de ser usado em alguns laboratórios, os cientistas alegam que ele não é tão preciso quanto o teste sanguíneo.

Nós somos o que comemos.

A imunidade pode ser afetada pela nossa alimentação. Veja os superalimentos que podem nos ajudar a melhorar nossa saúde. A dieta rica em proteína também pode ser uma boa alternativa dependendo do seu objetivo.

Como posso aprender mais sobre dieta antiinflamatória e os alimentos antiinflamatórios?

O Dr. Alexandre Amato escreveu um livro sobre a “Dieta Antiinflamatória Estratégica” que aborda todos os princípios importantes e a forma de se realizar a dieta corretamente para resultados excelentes.

O livro ensina também a fazer um diário para identificar os alimentos que para você são pró inflamatórios.

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