O que é Úlcera Venosa?

úlcera venosa - Veia

úlcera venosa, também conhecida como úlcera varicosa, representa um estágio avançado da insuficiência venosa. Doença crônica é caracterizada pela abertura de uma ferida na parte inferior da perna, geralmente na região dos tornozelos, a condição acomete cerca de 1% da população brasileira. Contudo, a incidência da doença tende a aumentar conforme o avanço da idade, atingindo aproximadamente 4% dos idosos acima dos 65 anos.

Sumário

Como surge a úlcera venosa?

Conforme pontuamos anteriormente, a úlcera venosa é uma doença crônica, causada pela má circulação sanguínea. Na prática, ela acontece por causa da dificuldade do retorno do sangue dos membros inferiores ao coração. Isso, por sua vez, faz com que haja um acúmulo de sangue nas veias, que podem causar inclusive o rompimento dos vasos sanguíneos. 

No vídeo, o Dr. Alexandre Amato, um cirurgião vascular do Instituto Amato, discute os cuidados necessários para úlceras venosas. Ele começa explicando que as úlceras são feridas de longa duração e que as venosas são as mais comuns. O paciente deve manter a úlcera limpa para evitar infecções, já que as úlceras podem estar infectadas e precisarem de tratamento com antibióticos, ou estar limpas mas ainda assim suscetíveis a infecções.

A limpeza pode ser feita em casa com uma seringa, preferencialmente de 20ml, e uma agulha de 20 por 12 para realizar o desbridamento mecânico usando soro sob alta pressão para remover tecidos mortos. Se essa abordagem não for prática, a limpeza também pode ser feita com um chuveiro, permitindo que a água corrente limpe a ferida. Caso algum sabonete neutro seja utilizado, é importante enxaguar completamente para remover qualquer resíduo.

Ele finaliza ressaltando a importância de tirar todas as dúvidas com o cirurgião vascular e incentiva os espectadores a apoiarem o conteúdo em suas redes sociais se acharem útil.

Olá.  Sou doutor Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato.  E hoje eu vou falar sobre os cuidados locais com relação a úlceras venosas.  Primeiro, úlceras são feridas de longa duração, de várias causas; as venosas simplesmente  são as mais frequentes.  As orientações podem variar de paciente pra paciente e também de médico pra médico.  Mas basicamente com relação a úlcera venosa, o que que o paciente tem que fazer de cuidados  locais.  É manter a úlcera limpa, ela tem que ficar muito, muito, muito limpa pra evitar uma infecção.  Então nós temos as úlceras infectadas, que são as que já estão com bactérias,  já tem que, precisam de tratamento com antibiótico;  e nós temos as úlceras que estão limpas,  apesar de abertas, expostas ao meio exterior, elas estão sujeitas à infecção e o paciente  tem que ter o cuidado próprio, cuidado local, pra evitar essa infecção.  Então como que se faz, mantendo muito limpa essa ferida.  Normalmente, a úlcera venosa não dói, quando ela dói, ela tem outro problema, pode tá  infectada ou pode ser uma úlcera mista ou de outra causa.  A úlcera venosa então normalmente por não ter uma questão dor muito forte, ela permite  que seja feita uma limpeza adequada.  Então, a limpeza sugerida em casa, é com uma seringa, aqui eu estou com uma seringa  de dez ml, mas o ideal é uma seringa de vinte ml, e uma agulha vinte por doze, a gente faz  o desbridamento mecânico com a colocação de soro sob alta pressão.  Essa alta pressão do soro vai retirar o tecido morto, limpando essa ferida.  Essa é uma maneira de fazer a limpeza da úlcera.  Então com soro fisiológico injetado sob alta pressão nessa ferida, limpando da fibrina  e tirando esse tecido inadequado.  Agora, isso pode não ser fácil, pode não ser prático e uma maneira bem simples, pode  não ser a melhor de todas, mas pode ser feita é a limpeza com chuveirinho, o próprio chuveiro  de tomar banho, coloca água corrente em cima da ferida e deixa a água corrente limpar  bastante essa ferida.  E se for usar algum material, algum sabonete neutro pra limpeza, depois passar bastante  água pra retirar qualquer resíduo que tenha sobrado.  Então essa é a maneira de fazer a limpeza, os cuidados locais com as úlceras venosas,  tire todas as suas dúvidas com o seu cirurgião vascular.  Se você curtiu esse vídeo, vá nas nossas mídias sociais e dê uma curtida.  Muito obrigado.

Kit Úlcera Panturrilha 3/4 Perna Direita Jobst Ulcer Care BSN 40mmHg com Zíper para Tratamento Venoso G
Kit 5 Curativo Hidrocoloide 10x10cm Trata Úlceras Feridas Queimadura - Kangli Derm G1318
Kit Dermaex oleo de girassol feridas escaras 3x200mL
Curativo Bota de Unna Curatec 10,2cmX9,14m- Kit c/05 unidades
Kit Úlcera Panturrilha 3/4 Perna Direita Jobst Ulcer Care BSN 40mmHg com Zíper para Tratamento Venoso G
Kit 5 Curativo Hidrocoloide 10x10cm Trata Úlceras Feridas Queimadura - Kangli Derm G1318
Kit Dermaex oleo de girassol feridas escaras 3x200mL
Curativo Bota de Unna Curatec 10,2cmX9,14m- Kit c/05 unidades
R$ 549,90
R$ 59,90
R$ 39,99
R$ 279,90
-
-
-
-
Kit Úlcera Panturrilha 3/4 Perna Direita Jobst Ulcer Care BSN 40mmHg com Zíper para Tratamento Venoso G
Kit Úlcera Panturrilha 3/4 Perna Direita Jobst Ulcer Care BSN 40mmHg com Zíper para Tratamento Venoso G
R$ 549,90
-
Kit 5 Curativo Hidrocoloide 10x10cm Trata Úlceras Feridas Queimadura - Kangli Derm G1318
Kit 5 Curativo Hidrocoloide 10x10cm Trata Úlceras Feridas Queimadura - Kangli Derm G1318
R$ 59,90
-
Kit Dermaex oleo de girassol feridas escaras 3x200mL
Kit Dermaex oleo de girassol feridas escaras 3x200mL
R$ 39,99
-
Curativo Bota de Unna Curatec 10,2cmX9,14m- Kit c/05 unidades
Curativo Bota de Unna Curatec 10,2cmX9,14m- Kit c/05 unidades
R$ 279,90
-

Com o rompimento, os componentes do sangue causam uma inflamação na pele, que pode culminar na abertura de feridas de difícil cicatrização. Com relação à ferida, ela pode ser indolor, pouco ou bastante dolorida, conforme o seu estágio. Contudo, pode aumentar de tamanho e profundidade caso não seja tratada rapidamente e apresentar outras complicações como apresentação de secreção purulenta, mau cheiro, inchaço, vermelhidão e calor local.

Principais sintomas

Em outra oportunidade, falamos aqui no blog sobre a Dermatite Ocre, condição também provocada pelo mau funcionamento das veias. De acordo com o que explicamos, a Dermatite Ocre é causada por varizes do estágio 4, ou seja, varizes avançadas. 

Se fôssemos definir um estágio para a úlcera venosa, a doença seria então classificada como estágio 6, ou seja, gravíssima. Até mesmo porque ela é precedida pela Dermatite Ocre e os seus sintomas, que incluem:

  • Inchaço e vermelhidão na parte inferior das pernas;
  • Coceira;
  • Descamação, rigidez e atrofia da pele;
  • Rigidez muscular;
  • Aparecimento de manchas amarronzadas ou arroxeadas no local;
  • Surgimento de feridas com a presença ou não de pus.

No vídeo, o Dr. Alexandre Amato, um cirurgião vascular do Instituto Amato, discute a dermatite ocre, uma complicação das varizes. Ele esclarece que a dermatite ocre resulta em manchas na perna provenientes de hipertensão venosa prolongada, geralmente ocorrendo na metade final da doença.

Estas manchas escuras, normalmente vistas abaixo do joelho e nos tornozelos, podem ser o único sintoma da doença e pode levar as pessoas a procurarem tratamento. No entanto, o Dr. Amato salienta que antes de tratar as manchas, é vital tratar a causa subjacente, a insuficiência venosa, para prevenir a piora ou o retorno das manchas. A causa pode ser uma veia saudável doente, insuficiência do sistema venoso profundo ou uma condição decorrente de tromboflebite.

Os tratamentos para as manchas da dermatite ocre podem variar desde medicação tópica, cremes, peelings até o uso de luz intensa pulsada ou laser para quebrar o pigmento. Depois de tratar a causa, uma melhora significativa no aparecimento das manchas pode ser observada, entretanto, para eliminar completamente as manchas é necessário um tratamento clínico adicional.

O médico encerra o vídeo incentivando os espectadores a curtirem, compartilharem e se inscreverem em seu canal para recebimento de futuras atualizações.

Olá sou o Dr. Alexandre Amato cirurgião vascular do Instituto Amato e hoje vou falar sobre uma das complicações das varizes que é a dermatite ocre. A dermatite ocre nada mais é do que manchas nas pernas decorrente da hipertensão venosa por um longo período. Então não é uma complicação que aparece no início da doença mas sim do meio para o final. A dermatite ocre muitas vezes incomoda esteticamente porque são manchas escuras que aparecem normalmente abaixo do joelho no tornozelo e muitas vezes por ser uma única apresentação da doença. Essa pessoa pode ser a causa da consulta então vai buscar o tratamento da Mancha na perna. Em primeiro lugar tem que descartar as outras causas de manchas na pele. Existem desde medicações e outras doenças mas sendo a insuficiência venosa a causa principal. O que tem que ser feito inicialmente é o tratamento da causa. Não adianta tratar a mancha e deixar a causa agindo senão primeiro o que vai piorar com o tempo. Se você faz o tratamento da Mancha e deixa a causa lá a mancha vai voltar muitas vezes volta pior. Então o tratamento da causa da insuficiência venosa muitas vezes se tratar uma safena doente. Tratar uma insuficiência do sistema venoso profundo possivelmente decorrente de uma tromboflebite ou alguma coisa desse tipo. Então tratar a causa com um cirurgião vascular antes e depois tratar a mancha. Sim existe tratamento para a mancha da dermatite ocre. São vários desde o tratamento clínico com medicações tratamento tópico creme, peelings. O tratamento com luz intensa pulsada um equipamento que emite uma luz muito forte e ajuda a quebrar esse pigmento e até o último grau do tratamento que é o uso do laser. Então existe um equipamento de laser apropriado para a quebra desse desse pigmento. Então existem vários tratamentos. Existe uma sequência a ser seguida muitas vezes com o tratamento da causa. Já ocorre uma melhora significativa dessa mancha pelo menos aparentemente uma pequena melhora pode ajudar pode ser o suficiente para deixar o paciente feliz e depois para terminar é necessário fazer um tratamento clínico da Mancha com a causa já tratada. Gosta dos nossos vídeos. Curta compartilhe em nosso canal assine as notificações clicando no Sininho ali embaixo. Se você já tiver inscrito no canal que você vai receber os nossos vídeos assim que eles forem publicados. Muito obrigado. Até a próxima.

De acordo com a SBACVSP (Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular – Regional São Paulo), a úlcera varicosa não é uma doença fatal e, assim sendo, não causa riscos de morte ao paciente. Todavia, é uma condição que afeta consideravelmente a sua qualidade de vida, impedindo inclusive a realização de atividades rotineiras. 

Tratamentos para úlcera venosa

A úlcera venosa tem cura, mas, por ser uma doença crônica e vascular, é uma condição recorrente se não tratar a origem do problema. O tratamento para o problema é feito por um angiologista, médico especializado que cuida de patologias relacionadas aos vasos sanguíneos e linfáticos.

O tratamento tem como finalidade melhorar a circulação sanguínea, aliviar a dor e o inchaço, promover a cicatrização da ferida aberta e evitar o surgimento de novas úlceras. Para que isso seja possível, o profissional pode recomendar os seguintes procedimentos:

Terapia compressiva

Tratamento não invasivo, consiste no uso de meias de compressão para estimular a circulação local, diminuindo o inchaço, a dor e os riscos de a ferida infeccionar. Graças à melhora circulatória, a terapia compressiva também evita o surgimento de novas úlceras.

No vídeo, o Dr. Alexandre Amato, um cirurgião vascular do Instituto Amato, aborda o uso de meias elásticas, que podem ser prescritas por diversas razões, tais como prevenção de inchaço, tratamento de inchaço, profilaxia de trombose venosa, e tratamento de insuficiência venosa.

A primeira forma que ele descreve é o uso profilático. Este tipo de uso é destinado a prevenir o inchaço, trombose venosa, e a progressão da insuficiência venosa. Essas meias geralmente têm compressões menores, e seu uso pode variar dependendo da avaliação do especialista.

O uso terapêutico das meias, por sua vez, envolve o tratamento de uma condição existente. Exigindo compressões mais fortes, este uso é mais rigoroso e a meia deve ser usada continuamente ao longo do dia para tratamento eficaz. Se houver dificuldade no uso, é aconselhável trazer a questão ao médico.

Outro uso discutido é o intra e pós-operatório que visa prevenir a trombose venosa. Durante a cirurgia, as meias ajudam no retorno venoso. Na fase pós-operatória, as meias podem ajudar a reduzir o risco de trombose após um procedimento.

Em todos os casos, o uso das meias deve ser confortável e qualquer problema que surja deve ser trazido à atenção do médico. O vídeo termina com um convite aos espectadores para se inscreverem no canal.

Olá! Sou o Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato, e hoje eu vou falar sobre um assunto que eu vejo que é um problema frequente aqui no consultório, uma coisa que eu queria falar há muito tempo, que são os diferentes usos da meia elástica. Então às vezes uma indicação médica de uso da meia elástica, a pessoa pode não perceber a razão pela qual ela está usando. E o uso da meia elástica, existem vários. Ela tem várias funções usadas para maneiras diferentes, pode ser para prevenir o inchaço, pode ser para tratar um inchaço, pode ser para profilaxia de trombose venosa, pode ser para um tratamento de uma insuficiência venosa e cada uma dessas indicações, tem uma forma de uso, uma razão de uso e um meio diferente. Então vamos lá, o uso mais frequente é o uso profilático, o uso da meia elástica profilática. Então o quer dizer isso? O uso profilático é para evitar a progressão de alguma coisa, de alguma doença, pode ser da insuficiência venosa, pode ser profilaxia de uma trombose venosa profunda, pode ser a profilaxia, prevenção de um inchaço. Então uso profilático é para aquele paciente que tem o risco de desenvolver alguma coisa e não necessariamente para aquele paciente que tem alguma coisa no momento. Então o uso profilático, ele normalmente, ele com compressões menores, o uso é um pouquinho mais relaxado, ele não é necessário tão rigoroso. O uso profilático é para evitar alguma coisa lá na frente. Então seguindo a orientação do seu médico sempre, do seu cirurgião vascular que vai indicar o melhor uso, ele pode ser um pouquinho mais relaxado, o paciente coloca de manhã e fica até o momento em que ele consegue. Em alguns momentos de bastante exercício, de bastante movimentação, pode não ser necessário o uso. Obviamente, isso vai variar de acordo com cada caso e por isso é necessária a avaliação do especialista. Um outro uso é o uso terapêutico, então o terapêutico quer dizer o que? Quer dizer que está tratando alguma coisa, se está tratando alguma coisa, a pessoa tem a doença nesse momento, tem um problema, e o uso terapêutico serve ou para evitar a progressão, a piora dessa doença que ele já tem ou para evitar alguma complicação. Então uso terapêutico, ele normalmente são compressões um pouco maiores, ele é mais rigoroso. Então se você tem o problema, você tem que ser mais rigoroso nesse tratamento, que faz parte do pacote inteiro do tratamento. Então no uso terapêutico, se o médico indica, tem que usar de manhã até à noite, tem que usar de manhã até à noite, não tem muito o que discutir. Tá difícil, estou com dificuldade, traz esse problema para o seu cirurgião vascular que ele vai tentar adequar o tratamento à terapêutica ao seu caso. Veja se a meia está adequada, se a medida está adequada, a gente tem vídeo explicando sobre isso. Tenho a certeza de que você está fazendo tudo certinho, para o tratamento da sua doença. Normalmente, quem faz uso terapêutico, tem que chegar ao final do dia e falar puxa, que confortável o uso dessa meia, que gostoso uso dessa meia. Estou percebendo o benefício que ela está me trazendo. Se você não tiver chegando nesse ponto, alguma coisa pode estar errado e é melhor você conversar com o seu médico. Uma outra razão para o uso da meia elástica é o uso intra ou pós-operatório para profilaxia, para prevenção da trombose. Então isso é uma meio de uso, Vão falar então do intra-operatório. No intra-operatório, normalmente não é o cirurgião vascular que vai indicar, porque a gente está operando a perna, não dá para colocar meia elástica naquele momento. Então uso o intra operatório, normalmente são outros cirurgiões que fazem qualquer outro procedimento e fazem uso intra operatório para evitar uma trombose. Então ele é um meio mecânico para diminuir o risco de uma trombose cirúrgica, é super válido, não vai fazer mal nenhum, ajuda nesse retorno venoso, enquanto o paciente está em anestesia, quando ele está sem se movimentar. Agora uso o pós-operatório para a profilaxia, então ele pode ser indicado por outros cirurgiões, mas também pelo cirurgião vascular, a gente usa bastante. Essa compressão pós operatória, ela é muito importante, se o cirurgião está te passando isso, é porque você fez um procedimento. Você tem o risco de desenvolver uma trombose e o uso da meia vai melhorar o retorno venoso, diminuindo esse risco de trombose. Mas veja, um uso profilático, um uso pós operatório que é para evitar uma complicação, ele não pode causar, desencadear um outro problema. Se você está usando, tá com dor, tá incomodando, essa medida está causando alguma coisa lá, pode ser um garrote, pode ser uma compressão inadequada em algum ponto e essa compressão inadequada pode acabar causando uma ferida, ou alguma coisa assim. Então no pós-operatório, a meia tem que ser de uso confortável, rigoroso no período de uso, mas se tiver qualquer probleminha, por favor entre em contato com seu cirurgião que eu tenho certeza que ele vai querer te ajudar, para que você tenha o melhor pós operatório possível. Gostou do nosso vídeo! Inscreva-se no nosso canal, clique no sininho e até o próximo!

Limpeza da úlcera venosa

Além da terapia compressiva, a limpeza do ferimento também faz parte do tratamento. É preciso remover o tecido morto da úlcera varicosa com o auxílio de substâncias específicas para esse fim. Geralmente esse procedimento é feito com a aplicação de soro fisiológico no local para limpar e desinfetar a pele. 

Posteriormente, são aplicadas substâncias como hidrogel ou alginato de cálcio, que promovem uma cobertura capaz de cicatrizar feridas superficiais ou profundas, infeccionadas ou não e com ou sem necrose. Após a aplicação dos medicamentos, a ferida é protegida por um curativo.

No vídeo, o Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato, fala sobre úlceras venosas. Ele aborda os seguintes tópicos:

1. Explica que úlceras venosas são feridas desencadeadas por insuficiência venosa crônica, refluxo nas safenas ou problemas no sistema venoso profundo.

2. Descreve as características das úlceras venosas, que geralmente aparecem na parte interna da perna, têm bordas irregulares e podem variar em tamanho. Elas normalmente não causam muita dor, a menos que haja infecção ou problemas arteriais associados.

3. Salienta que o tratamento das úlceras venosas envolve tratar a causa subjacente da insuficiência venosa ou refluxo, que deve ser realizado por um cirurgião vascular.

4. Explica a importância dos cuidados locais, incluindo o desbridamento, que é a remoção de tecido morto, fibrina e áreas necróticas para permitir que a úlcera cicatrize.

5. Discute a diferença entre uma ferida infectada e uma ferida colonizada, enfatizando a necessidade de antibióticos sistêmicos para infecções.

6. Fala sobre os diferentes tipos de desbridamento, incluindo o desbridamento cirúrgico, químico e mecânico.

7. Destaca a importância da higiene na limpeza das úlceras venosas e menciona que manter a perna elevada pode melhorar o retorno venoso.

8. Adverte contra o uso excessivo de antissépticos, pois podem prejudicar a cicatrização, e recomenda que o uso de antibióticos seja prescrito pelo médico.

9. Explica como fazer curativos de forma a evitar que a gaze grude na úlcera e destaca a importância de não colocar adesivos diretamente na pele danificada.

10. Menciona a possibilidade de usar meias elásticas conforme indicado pelo cirurgião vascular e incentiva os espectadores a se inscreverem no canal e compartilharem o vídeo.

O vídeo fornece informações detalhadas sobre o tratamento e os cuidados com úlceras venosas, destacando a importância de uma abordagem médica adequada e cuidados locais apropriados.

Olá! Sou Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato e hoje eu vou falar sobre o úlcera venosa. Vou falar sobre os cuidados locais nas úlceras venosas são aquelas feridas desencadeadas por muito tempo de insuficiência venosa, de refluxo nas safenas ou no sistema venoso profundo que pode acontecer muito tempo depois de uma trombose ou pode acontecer também de forma primária por uma questão genética. As úlceras venosas, elas costumam ocorrer na face medial, ou seja, na parte de dentro da perna, elas têm bordas irregulares e podem ser pequenas, grandes. Elas não costumam doer muito quando, quando dói tem alguma coisa associada ou infecção ou uma doença arterial associada. Essas feridas, elas são de tratamento vascular. É necessário fazer o tratamento da causa da ferida, então aquela insuficiência venosa ou refluxo tem que ser tratado pelo cirurgião vascular. Mas a gente também tem que se preocupar com os cuidados locais que é isso que eu vou ensinar hoje. A úlcera venosa, ela é diferente das úlceras arteriais, as úlceras arteriais, elas têm normalmente uma borda mais bem delimitada. Existe áreas isquêmicas ou áreas de tecido morto. Não tem o tecido vermelhinho ou O sangramento e essas úlceras arteriais elas costumam ser bem doloridas, porque a isquemia, a falta de sangue e a falta de oxigênio no tecido realmente traz muita dor. Então nas úlceras venenosas a gente pode ter o tecido de granulação que é esse tecido vermelhinho que fica no meio da ferida. A gente pode ter fibrina que é um tecido branquinho e a gente pode ter áreas necrótricas, típicas de tecido desse desvitalizado, ou seja, tecido morto. Essas áreas pretas aqui de tecido morto, elas não têm como recuperar, não tem como o tecido voltar a viver. Então a gente precisa de alguma forma retirar isso, a fibrina também dificulta bastante a cicatrização. Agora também pode haver a infecção, a área de infecção pode ter saída de pus, pode ter um tecido mais amarelado ou mais esverdeado que é onde nascem as bactérias. Essa infecção pode trazer um odor pútrido, pode trazer um mau cheiro e isso é bem evidente. Essa infecção aqui pode sim trazer dor. Agora existe uma diferença muito grande entre uma ferida infectada de uma ferida colonizada. O que é isso? Se a gente pegar qualquer tecido nosso e colocar em uma Placa de Petri para ver se vai nascer a bactéria, vai nascer sempre. A gente vive cheio de bactéria em nossa pele, isso se chama colonização. Então se a gente pegar e passar um cotonete aqui e avaliar se está nascendo bactéria, sempre vai nascer, mesmo que esteja ou não esteja infectado. Então só o exame de cultura dessa ferida não é o suficiente para dizer se está não está infectada. Por isso é importante que você passa no cirurgião vascular para avaliar sua ferida e o uso de cremes, pomadas com antibiótico, não é o suficiente para tratar uma infecção e a colonização por si só não é um problema. Quando está infectada é necessário antibiótico sistêmico ou via oral ou via endovenosa, mas é necessário antibiótico mais potente. Então o uso de cremes ou pomadas com antibiótico aqui superficial, a maior parte das vezes ela vai servir somente para não grudar o curativo. Agora todo o tecido desvitalizado, fibrina, infecção, a gente precisa retirar para que a úlcera consiga se fechar. Então enquanto tiver isso aqui a gente não consegue fechar uma úlcera. E esse procedimento se chama desbridamento. Então existem vários tipos de desbridamento, desbridamento químico que a gente vai fazer com uma pomada bem específica, um creme bem específico. Existe o desbridamento mecânico em que eu posso jogar um jato de soro de alta intensidade aqui para retirar se ele se tecido morto ou eu posso fazer a retirada cirúrgica que eu vou mostrar para vocês. Então o desbridamento cirúrgico a gente vai retirar esse tecido desvitalizado é um procedimento feito com anestesia em centro cirúrgico que pode ser dolorido é um procedimento bem cuidadoso. É possível fazer também em regime ambulatorial, principalmente nas feridas que não doem tanto assim. A gente tem que retirar todo o tecido morto tecido desvitalizado, necrose com fibrina e o objetivo é chegar no tecido de granulação que é esse tecido vermelhinho aqui embaixo esse tecido vermelhinho é aquele que tem a chance de cicatrizar, é o tecido que pode cicatrizar. Quando a gente chega nesse tecido de granulação, aí a gente pode fazer o curativo porque a gente permite dessa forma que o corpo se regenere. O procedimento de desbridamento cirúrgico ele é feito pelo cirurgião vascular. O procedimento de desbridamento químico que é a pomada ou creme é feito pelo próprio paciente em casa na maioria das vezes. Agora existe o desbridamento mecânico que pode ser feito com um jato de soro em alta intensidade que também pode ser feito pelo próprio paciente. As feridas devem ser sempre muito bem limpas, então a higiene é essencial para cuidar de uma úlcera venosa. Essa higiene deve ser feita com ou soro fisiológico então, bastante soro fisiológico ou um jato de água corrente que pode conseguir isso com um chuveirinho no próprio banheiro. Deixar a água correr, essa água corrente pode ajudar a fazer se esse desligamento mecânico e essa higiene, ela é essencial. Sem essa higiene a infecção volta e a úlcera não se fecha. Obviamente sendo uma lesão venosa, assim como já falei em vários outros vídeos de doença venosa, a gente tem que manter a perna elevada que o retorno venoso vai ser melhor e ajuda na cicatrização. O uso de antissépticos pode ser tentador no tratamento da úlcera venosa, o problema dos antisséptico é que realmente eles matam as bactérias que estão nessa região, mas eles matam também as células que são necessárias para a cicatrização. Então você vai ter uma ferida limpinha, mas que não cicatriza. Então o uso dos antibióticos tem que ser indicado pelo médico, existem alguns momentos em que sim pode ser necessário, mas se perdurar muito tempo, se mantiver isso indefinidamente, isso também vai atrapalhar a cicatrização da úlcera. Uma das coisas importantes ao se fazer um curativo é evitar que a gaze grude nesse tecido de granulação. Então a gente usa algumas substâncias que vão fazer o desbridamento químico ou podem ajudar com a cicatrização. Mas o mais importante de tudo é que evite que a gaze grude na úlcera. Um dos erros muitos comuns é fazer o curativo e colocar a fita na própria pele. Só que essa pele, ela já é muito danificada, é uma pele frágil, a gente não pode colocar um adesivo na pele. A gente precisa usar uma faixa para fazer esse curativo de forma que não machuque a pele, a gente coloca a gaze da maneira que o médico indicou, com a substância que o médico indicou e vai fazer o curativo firmando, ele com uma faixa que pode ser frouxa, não precisa ser muito apertada. E aí sim, colocar a fita pra segurar esse curativo. Aqui a gente fez um curativo que vai permitir a retirada segura depois, então um curativo feito dessa maneira a gente evita que novas bactérias venham até a úlcera causando uma colonização de outra bactéria ou mesmo uma infecção. Então é importante ocluir a úlcera no tratamento, nos seus cuidados locais. É possível usar uma meia elástica se for indicada pelo seu cirurgião vascular por cima desse curativo. Existem outras meias que são adequadas para aquelas pessoas que possuem a úlcera, eu já falei sobre isso em outros vídeos que eu vou colocar aqui para vocês acessarem. Gostou desse vídeo? Inscreva-se no nosso canal ali embaixo, compartilhe com seus amigos e até o próximo!

Elevação das pernas

Deitar-se com as pernas elevadas a um nível superior ao do corpo também é uma das formas de tratamento para a úlcera varicosa. Prático, simples e funcional, ele consiste em apoiar as pernas sobre travesseiros ou almofadas, para facilitar o retorno do sangue das pernas para o coração.

No vídeo, o Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato, explica a posição de Trendelenburg, uma técnica simples que pode ser útil para pessoas com insuficiência venosa ou linfática. A posição envolve a elevação dos membros inferiores acima do nível do coração para facilitar o retorno venoso e arterial, favorecido pela força da gravidade.

Ele indica que a posição de Trendelenburg pode ser especialmente útil para pacientes que sofrem de inchaço nas pernas no final do dia. Ao dormir com as pernas elevadas, a pessoa pode acordar com as pernas sem inchaço.

Dr. Amato enfatiza a importância de levantar toda a perna de maneira uniforme, ao invés de apenas colocar um travesseiro sob a panturrilha, pois isso pode realmente obstruir o retorno venoso e linfático. Ele sugere colocar um travesseiro ou um calço sob o colchão se usar uma cama padrão.

No entanto, Dr. Amato salienta que essas orientações devem ser seguidas conforme as indicações de um cirurgião vascular. A posição de Trendelenburg também é altamente recomendada no pós-operatório da cirurgia de varizes.

Finalmente, ele menciona que não é necessário usar meias elásticas à noite se a pessoa dormir na posição de Trendelenburg, pois ambas as técnicas têm funções semelhantes. Da mesma forma, a meia elástica é útil durante o dia quando a pessoa não pode permanecer na posição de Trendelenburg.

O vídeo conclui com o médico incentivando os espectadores a se inscreverem em seu canal e compartilharem o vídeo com os amigos.

o Olá sou o Doutor Alexandre Amato cirurgião vascular do Instituto Amato e hoje eu vou falar sobre a posição de trendelenburg prometo que não é um vídeo técnico essa um vídeo muito prático e que vale para todo mundo com insuficiência venosa insuficiência linfática tem uma posição de trendelenburg foi descrita muito tempo atrás Como a posição em que a gente levanta os membros inferiores Então os membros inferiores ficam acima do coração quando a gente levanta os membros inferiores acima do coração então é aquela história levanta as pernas quando tem varizes é exatamente isso né não necessariamente a posição de trendelenburg que ela foi descrita com o paciente deitado com a perna para cima mas ao e levaram os membros a gente facilita o retorno venoso tem quantas artérias levam o sangue para inferir As veias trazem o sangue de volta para o coração quando a gente levanta as pernas a gente tem um fatura mais que facilita esse retorno que a força da gravidade a força da gravidade para ajudar a trazer esse sangue de volta para o meu coração facilitando o retorno venoso Então qual que é a utilidade da posição de trendelenburg Então ela foi descrita como um dos um e-mail de tratamento da trombose venosa facilitando o retorno venoso mas também das varizes e de problemas linfáticos estão no dia a dia né com aliás na noite a noite né Eu como que faz a noite a noite é o momento em que não precisa usar meia elástica exatamente Por quê Tá deitado e ao deitar a gente coloca a perna mais para cima facilita o retorno venoso mas para alguns pacientes a gente tem que facilitar um pouquinho mais que a gente tem que levantar o pé da cama em torno de 15 a 20 centímetros assim a gente melhora a drenagem venosa e linfática Então são os pacientes que chegam com inchaço no final do dia dormem com a perna levantada no dia seguinte vão e a perna sequinha sem inchaço nenhum como que a gente levanta o pé da cama não antigamente a gente falava para colocar lista telefônica no pé da cama né mas isso aí até de nota minha idade como é que a gente faz hoje em dia se for uma cama box o ideal é levantar o colchão e colocar um travesseiro algum algum calça embaixo do colchão porque assim Levanta a perna inteira agora se for uma cama normal Pode colocar um calço embaixo do pé da cama o que é importante não colocar um travesseiro embaixo da panturrilha são muito comum as pessoas fazerem mas ao colocar o travesseiro embaixo da panturrilha você dobra a panturrilha comprime a panturrilha muitas vezes dificultando e diminuindo o retorno venoso e linfático então importante é que esse levante a perna de forma retilínea de forma Total a perna inteira tem que estar levantada Oi gente a panturrilha com travesseiro apertando a panturrilha Essa é a posição de trendelenburg tanto para tratamento Clínico de varizes de doenças linfáticas e mesmo prevenção de trombose é uma medida fácil de ser tomada qualquer um pode fazer mas siga as orientações do seu cirurgião vascular a posição de trendelenburg ela é muito necessário no pós-operatório da cirurgia de varizes e existem outros momentos também como pode ser feita a noite Essa é uma das razões para que não seja necessário o uso da meia elástica à noite então muitas pessoas perguntam a tenho que usar meia elástica para dormir se tiver na posição de trendelenburg e não faz sentido porque a meia elástica que vai comprimir o sistema venoso melhorando o retorno do sangue vai fazer a mesma coisa do que a posição de trendelenburg então um acaba substituindo a outra mas como no dia a dia quando a gente tá acordado não é possível fazer a posição de e a meia elástica atua nesse nesse momento tem um novamente e siga as orientações do seu cirurgião vascular gostou do nosso vídeo inscreva-se no nosso canal compartilhe com suas amigas e até o próximo E aí E aí E aí [Aplausos] [Música]

Uso de medicamentos específicos para úlcera venosa

Em alguns casos, o angiologista poderá prescrever medicamentos orais para estimular a circulação sanguínea e ajudar no fechamento da ferida. Ainda, podem ser prescritos analgésicos para aliviar a dor.

Casos em que a cirurgia vascular é necessária

Em casos de úlceras venosas graves e recorrentes, o profissional de saúde pode recomendar tratamentos mais agressivos ou invasivos para sanar o problema e devolver a qualidade de vida ao paciente. Nesse caso, os mais indicados são:

Vale a pena destacar que os procedimentos buscam atuar na causa da úlcera venosa, ou seja, nas varizes. Por isso, eles diminuem em até 90% as chances de recidiva e promovem resultados mais rápidos dos que os tratamentos não invasivos. 

Apesar de causarem receio em muitos pacientes, tratam-se de procedimentos simples, indolores e de fácil recuperação. Eles são realizados com o uso de anestesia local ou raquianestesia, que inibe a sensibilidade dos membros inferiores. O pós-cirúrgico é bem tranquilo e inclui repouso durante as primeiras 48 horas da cirurgia e práticas como caminhar para evitar trombose, limpeza das feridas cirúrgicas, alimentação leve e equilibrada.

Tratamento e cirurgia de úlcera venosa no Instituto Amato

Conforme apresentamos ao longo deste artigo, a úlcera varicosa tem tratamento e até cura. Ela demanda acompanhamento multidisciplinar de saúde, como consultas regulares a especialidades como angiologia, cardiologia e cirurgia vascular. 

Nesse sentido, o Instituto Amato surge como grande aliado da sua saúde e bem-estar. Há quase 40 anos no mercado, a clínica reúne em um único lugar várias especialidades médicas para que você tenha um tratamento humanizado, assertivo e com excelentes resultados. 

Além dos consultórios médicos, o Instituto Amato conta ainda como um centro de medicina avançada, o Hospital Dia. Trata-se, na verdade, de um centro cirúrgico próprio, equipado com equipamentos de altíssima tecnologia e especializado em procedimentos minimamente invasivos, em que o paciente recebe alta no mesmo dia.

No Hospital Dia, o paciente recebe todos os cuidados pós-cirúrgicos necessários durante um período não superior a 12 horas, em uma modalidade mais conhecida como internação parcial. Após esse período, ele recebe alta, mas continua sendo devidamente acompanhado pela equipe médica especializada. 

Desconfiado que tem úlcera venosa ou não sabe mais o que fazer para tratar o problema? Entre em contato com o Instituto Amato, marque a sua consulta e descubra os melhores tratamentos para melhorar a sua circulação sanguínea, recuperar a sua autoestima e qualidade de vida.

Prof. Dr. Alexandre Amato

>
Rolar para cima
error: Alert: Content selection is disabled!!