Tromboflebite superficial

Imagem de pernas de boneca de plástico com pesos suspensos nos tornozelos, mostrando veias varicosas e sensação de peso nas pernas. Esta imagem ilustra o conceito de tromboflebite superficial, que é a inflamação das veias superficiais das pernas. Use esta imagem para ajudar no SEO do seu post sobre tromboflebite superficial.

A tromboflebite superficial de membros inferiores é uma condição que exige atenção e tratamento imediato, pois pode levar a complicações graves como a trombose venosa profunda e a embolia pulmonar. Com a possibilidade de estar associada a várias doenças, como varizes, trombofilia e câncer, é fundamental que o médico especialista investigue a causa da condição para um tratamento adequado. Existem diversos tratamentos possíveis, que devem ser escolhidos em conjunto com o cirurgião vascular, desde o clínico até o cirúrgico, dependendo da localização, extensão e causa da tromboflebite superficial. Além disso, a prevenção é essencial, com a utilização de meias elásticas, movimentação e anticoagulação profilática, para evitar a formação de coágulos sanguíneos e complicações graves. Este artigo fornece informações completas sobre a tromboflebite superficial de membros inferiores, desde a anatomia até as possíveis complicações e tratamentos.

Sumário

O vídeo apresentado pelo Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato, fala sobre a tromboflebite superficial, uma doença que pode ser confundida com a trombose venosa profunda. A tromboflebite superficial é a coagulação do sangue dentro de uma veia superficial, causando um endurecimento, vermelhidão e dor no trajeto da veia. Embora não seja tão grave quanto a trombose venosa profunda, a tromboflebite superficial pode ser precursora dessa doença e da embolia pulmonar. O tratamento deve ser realizado por um médico especializado, como o cirurgião vascular, e é importante investigar outras causas da tromboflebite, como trombofilias e neoplasias. O diagnóstico e tratamento adequados podem ajudar a identificar outras doenças e evitar complicações graves.

Olá, sou o dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato e hoje nós vamos falar sobre a tromboflebite superficial, uma doença que frequentemente é confundida com a trombose venosa profunda. A tromboflebite superficial não deixa de ser uma trombose, é sangue coagulado dentro de uma veia. Só que essa veia não é uma veia profunda, como na trombose venosa, é uma veia superficial, por isso, ela causa no local um endurecimento da veia, um vermelhão tipo um vergão e uma dor no trajeto dessa veia. Muitas vezes, ao palpar parece um cordão endurecido. Essa tromboflebite superficial pode acontecer tanto em membros superiores quanto em membros inferiores e pode estar associada à trombose venosa profunda, à embolia pulmonar e a varizes. Então a tromboflebite superficial não é tão grave quanto a trombose venosa profunda, mas pode ser a precursora da trombose venosa profunda e da sua grave consequência, que é a embolia pulmonar. O tratamento portanto deve ser feito por médico especializado, que é o cirurgião vascular e deve ser feita a investigação de outras causas da tromboflebite. Muito frequentemente nós temos trombofilias, que são as doenças da cascata da coagulação, que alteram a coagulação sanguínea, predispondo à formação de coágulos e isso deve ser investigado, mas tem outra causa também que deve ser rastreada, que são as neoplasias, os cânceres. Então a neoplasia pode ser um fator de desencadeamento da tromboflebite superficial. Apesar de ser uma doença relativamente tranquila, ela deve ser bem diagnosticada, deve ser bem tratada e isso desencadeia também um rastreamento de outras doenças. Gostou deste vídeo? Acesse nossos outros vídeos no nosso canal e curta.

A tromboflebite superficial de membros inferiores é uma condição que exige atenção e tratamento imediato, pois pode levar a complicações graves como a trombose venosa profunda e a embolia pulmonar. Essa condição pode estar associada a várias doenças, como varizes, trombofilia e câncer, e apresenta diversos tratamentos possíveis, que devem ser escolhidos em conjunto com um médico especialista. O tratamento pode envolver medicação, elastocompressão e até cirurgia, dependendo da causa, localização e extensão da tromboflebite. A prevenção também é essencial, por meio de medidas como a utilização de meias elásticas, movimentação e anticoagulação profilática. A tromboflebite superficial apresenta sinais e sintomas característicos, como dor em trajeto venoso e endurecimento de veia superficial, sendo fundamental buscar ajuda médica para um diagnóstico e tratamento adequados. Este artigo aborda de forma completa a tromboflebite superficial de membros inferiores, apresentando informações importantes sobre sua anatomia, causas, diagnóstico, tratamento, prevenção e possíveis complicações.

A Tromboflebite superficial deve ser tratada pois pode causar:

A tromboflebite superficial é uma condição que deve ser tratada com urgência, pois pode causar complicações graves, como a trombose venosa profunda (TVP) e a embolia pulmonar. A TVP é uma condição em que um coágulo de sangue se forma em uma veia profunda do corpo, o que pode levar a dor, inchaço e vermelhidão na região afetada. Já a embolia pulmonar ocorre quando um coágulo se solta e viaja até os pulmões, causando dificuldade respiratória, dor no peito e até mesmo a morte. Além disso, a tromboflebite superficial também pode causar dor e inflamação local, o que pode afetar significativamente a qualidade de vida do paciente. Por isso, é importante procurar tratamento médico imediatamente ao detectar qualquer sintoma relacionado à tromboflebite superficial.

Pode estar associada a várias doenças como:

A tromboflebite superficial de membros inferiores pode estar associada a várias doenças, como as varizes, que são um fator de risco para seu desenvolvimento. Além disso, a presença de trombofilias, ou seja, doenças do sangue que causam coagulação exagerada, como o Fator V Leiden e o G2010A, também podem estar associadas ao aparecimento de tromboflebite superficial. Por fim, as neoplasias, como o câncer, também podem ser uma causa de tromboflebite superficial. É importante que o médico investigue as possíveis causas da doença, durante ou após o tratamento, para garantir a saúde do paciente.

Têm vários tratamentos possíveis, e a escolha deve ser feita junto com seu vascular:

Existem vários tratamentos para a tromboflebite superficial de membros inferiores, e a escolha do melhor procedimento deve ser feita em conjunto com o cirurgião vascular. As opções incluem tratamento clínico/medicamentoso com uso de anti-inflamatórios e anticoagulantes, além do uso de meias elásticas de compressão, que ajudam na redução do edema e da dor local. Em casos mais graves, pode ser necessária a cirurgia para a retirada do trombo e correção de possíveis varizes, por exemplo. É importante ressaltar que a escolha do tratamento adequado dependerá de diversos fatores, como localização e extensão da tromboflebite, além da investigação da causa subjacente da doença. Portanto, é fundamental procurar um profissional de saúde capacitado para avaliar e indicar o melhor tratamento para cada caso específico.

  • Clínico/Medicamentoso
  • Elastocompressão
  • Cirurgia

O tratamento da tromboflebite superficial é urgente?

  • Sim, O inicio do tratamento deve ser imediato para evitar as complicações.

A tromboflebite superficial de membros inferiores, também chamada de trombose venosa superficial é a presença de trombo dentro de uma veia superficial, o que provoca uma reação inflamatória na parede do vaso e ao redor. Os sintomas são um cordão palpável, endurecido, avermelhado, quente e doloroso no trajeto de uma veia superficial. Um “vergão” vermelho e dolorido no membro. Pode ocorrer em veias sadias previamente ou mesmo em veias varicosas. Sabe-se que as varizes são fator de risco para a tromboflebite superficial. Outros fatores de risco são as trombofilias, ou seja doenças do sangue que causam coagulação exagerada (Fator V Leiden, G2010A, etc) e as neoplasias. Por isso a investigação da causa se faz necessária, durante ou após o tratamento. A tromboflebite superficial pode estar associada a trombose venosa profunda e a embolia pulmonar, ou seja, não é uma doença sem riscos e deve ser cuidada como tal. Existem vários tratamentos, desde o clínico com medicação e meias elásticas, até o cirúrgico. Mas a indicação depende de muitos fatores como localização, extensão, causa e outros. O médico capacitado para indicar o melhor procedimento em cada caso é o cirurgião vascular.

Anatomia:

O sistema venoso superficial é composto por veias que se encontram logo abaixo da pele. Essas veias são responsáveis por drenar o sangue dos tecidos superficiais do corpo, como a pele e o tecido subcutâneo. As veias superficiais são mais numerosas e menos calibrosas do que as veias profundas, e muitas vezes estão associadas às varizes. A tromboflebite superficial ocorre quando há formação de um coágulo dentro de uma dessas veias superficiais, o que pode levar à inflamação e outros sintomas dolorosos. É importante tratar essa condição prontamente para evitar complicações graves, como a trombose venosa profunda e a embolia pulmonar.

Causa:

A tromboflebite superficial de membros inferiores pode ter diversas causas, como trombose venosa, coagulação e obstrução sanguínea intravenosa. O acúmulo de sangue em veias varicosas e outras condições que afetam o fluxo sanguíneo também podem contribuir para a formação de um trombo. Além disso, doenças do sangue que causam coagulação exagerada, como o Fator V Leiden e o G2010A, e as neoplasias também são fatores de risco para a tromboflebite superficial. Por isso, é importante investigar a causa da condição para um tratamento adequado e evitar complicações mais graves, como a trombose venosa profunda e a embolia pulmonar. O cirurgião vascular é o profissional indicado para orientar sobre o melhor tratamento, considerando os fatores envolvidos em cada caso.

Diagnóstico diferencial:

O diagnóstico diferencial da tromboflebite superficial inclui outras condições que também podem apresentar sintomas semelhantes. A trombose venosa profunda é uma dessas condições e é caracterizada por um coágulo sanguíneo em uma veia profunda. A celulite é outra condição que pode ser confundida com a tromboflebite superficial, mas é uma infecção bacteriana da pele e tecidos subcutâneos que causa vermelhidão, inchaço e dor. A erisipela é uma outra infecção cutânea que pode se confundir com a tromboflebite, porém é caracterizada por inchaço, vermelhidão e dor intensa, além de febre e mal-estar geral. O diagnóstico preciso é importante para a escolha do tratamento adequado, por isso é essencial buscar ajuda médica para o correto diagnóstico e tratamento da tromboflebite superficial.

Possíveis complicações:

A tromboflebite superficial pode causar complicações graves, como a trombose venosa profunda (TVP) e a embolia pulmonar. A TVP é uma condição em que um coágulo sanguíneo se forma em uma veia profunda, geralmente nas pernas, o que pode causar inchaço, dor e vermelhidão. Já a embolia pulmonar ocorre quando um coágulo se desprende e viaja através da corrente sanguínea até os pulmões, onde pode bloquear o fluxo de sangue e causar falta de ar, dor torácica e até mesmo morte. Por isso, é importante tratar a tromboflebite superficial de forma adequada e imediata, a fim de prevenir essas complicações. O médico vascular é o profissional capacitado para avaliar a situação e indicar o melhor tratamento para cada caso.

Possíveis tratamentos:

O tratamento da tromboflebite superficial pode envolver várias opções, como terapia sintomática para controlar a dor e inflamação local, uso de anticoagulantes para prevenir a formação de coágulos sanguíneos e elastocompressão, com o objetivo de melhorar o fluxo sanguíneo e reduzir o risco de complicações. Compressas mornas também podem ser usadas para aliviar os sintomas. É importante destacar que a escolha do tratamento deve ser feita em conjunto com o cirurgião vascular, levando em conta fatores como localização, extensão e causa da tromboflebite superficial. Além disso, é fundamental evitar a automedicação e procurar sempre orientação médica para o tratamento adequado da condição.

Prevenção primária:

A prevenção primária da tromboflebite superficial é essencial para diminuir os fatores de risco que podem desencadear a doença. As medidas preventivas incluem a utilização de meias elásticas, especialmente em pacientes que passam longos períodos em posição sentada ou em pé. Outra medida importante é a movimentação, ou seja, evitar períodos prolongados sem movimentar as pernas. Alguns pacientes, principalmente aqueles com fatores de risco significativos, podem necessitar de anticoagulação profilática, com o objetivo de prevenir a formação de coágulos sanguíneos. É importante salientar que a prevenção da tromboflebite superficial é fundamental para evitar complicações mais graves, como a trombose venosa profunda e a embolia pulmonar. Cada caso deve ser avaliado individualmente pelo médico vascular, que poderá orientar e prescrever a melhor medida preventiva para cada paciente.

Sinais e sintomas:

A tromboflebite superficial de membros inferiores é uma condição que apresenta sinais e sintomas característicos, tais como dor em trajeto venoso, endurecimento de veia superficial e vermelhão no local afetado. Além disso, a presença de um “vergão” vermelho e dolorido no membro também é comum. É importante destacar que, se não tratada, a tromboflebite superficial pode evoluir para complicações graves, como trombose venosa profunda e embolia pulmonar. Por isso, é fundamental que o paciente procure um médico especialista para o diagnóstico e tratamento adequados, evitando possíveis complicações.

Evolução Natural:

A tromboflebite superficial é uma doença que pode apresentar duas evoluções: resolução espontânea ou progressão para trombose venosa profunda (TVP) ou embolia pulmonar. É importante destacar que mesmo com resolução espontânea, a tromboflebite superficial não deve ser negligenciada, uma vez que pode estar associada a doenças como varizes, trombofilia e câncer. Por isso, é fundamental realizar uma investigação completa da causa, durante ou após o tratamento. Em casos de progressão para TVP, o risco de embolia pulmonar é elevado, o que pode levar a complicações graves. Por isso, a prevenção e o tratamento precoces são fundamentais para evitar as complicações da tromboflebite superficial.

Código:

I 80

 

O vídeo é uma explicação do cirurgião vascular Alexandre Amato sobre a flebite, que é uma inflamação aguda da parede das veias, podendo ocorrer com ou sem trombose. A inflamação pode ser causada por lesão local, colocação de um cateter ou por medicamentos lesivos à parede da veia. A flebite é comum e pode acontecer com qualquer pessoa, tendo maior probabilidade de ocorrer em pacientes com diabetes e em procedimentos que usam cateteres mais longos. Para evitar a inflamação, é importante buscar veias maiores e ter mobilização precoce. Se já ocorreu a flebite, é necessário diminuir a inflamação e considerar a retirada do cateter. A compressa morna é a técnica mais eficaz para diminuir a inflamação.

Olá, sou doutor Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato e hoje vou falar sobre a flebite. Tenho certeza que todo mundo já ouviu falar aqui de flebite ou já teve ou já ouviu alguém que teve ou já aconteceu em alguém próximo. Flebite deve ter passado na sua frente de alguma forma por ser um assunto extremamente comum e importante pensei em fazer esse vídeo aqui de forma que eu posso ajudar você e sua família, seus amigos. Então pega o link lá em cima e encaminha pra quem você acha que vai se beneficiar dessa informação e vamos lá, inscreva-se no nosso canal, compartilha, clica no sininho pra receber as notificações e vamos falar sobre essa situação que é extremamente comum chamada flebite. Então eu vou falar um pouquinho da história da cateterização das veias lá começou no século quinze, bem interessante na época usava-se pena né? A pena de aves pra conseguir tirar o sangue, pra conseguir colocar alguma substância, o sangue. Obviamente era tudo muito primitivo, tem até cena de filme bem interessante mostrando em mil oitocentos e noventa como que era feito a transfusão sanguínea, era bem primitivo. Então, você pode imaginar que uma agulha dessa época ia causar um dano enorme, né? Um dano endotelial absurdo, causar trombose numa transfusão de sangue nessa época, imagina, se você pegasse um sangue de um grupo diferente do que você tava inserindo, você podia matar a pessoa porque causava a coagulação instantânea, só que não se sabia de nada disso na época. Então, os pioneiros foram realmente muito corajosos, tenho certeza que muita gente sofreu por causa disso. No desespero de tentar tratar alguma outra doença. Eu vejo muito frequentemente as pessoas ah tem uma flebite tem que tomar antibiótico, mas não é. A flebite ela é a inflamação aguda da parede do vaso, ela é a inflamação e não necessariamente a infecção. Pode ter infecção? Pode, mas a o que é importante pra que seja caracterizado como flebite é que seja inflamação da parede do vaso. Essa inflamação pode vir ou não acompanhada de uma trombose e ela pode acontecer por vários fatores. Acontecer por uma lesão local, colocação de um cateter, uma punção de uma de uma veia ou por um medicamento muito lesivo pra parede da veia que pode acabar desencadeando então uma inflamação asséptica, ou seja, uma inflamação sem o crescimento de alguma bactéria naquela região. Essa ela pode acontecer pela coleta de sangue ou pegando uma veia pra tomar algum medicamento, pode ser por causa da lesão da agulha, lesão do téflon, do cateter entrando na veia que pode descascar aquela primeira camada de célula e aí naquela região causa a inflamação ou pode ser o próprio medicamento, existem vários medicamentos que ou eles tem um PH muito alto ou um PH muito baixo e isso acaba danificando essas células que não estão preparadas pra esse PH ou podem ser substâncias muito assim hiperosmolares ou hiposmolares, né? Muito concentrado ou pouco concentrado que também acaba arrancando ou colocando água demais dentro da célula fazendo a célula morrer e isso também desencadeia uma inflamação. Aí você pode tá pensando, puxa vida, então não pode tomar medicamento na veia. Na verdade existem estratégias pra evitar que isso aconteça. Se a medicação ela é hiperosmolar ou hipoosmolar ou muito PH ou um PH muito baixo, alto, a gente pode diluir bastante essa substância de forma que ao entrar na veia não cause nada, então o que não pode é injetar muito rápido ou injetar muito concentrado. Agora existem substâncias que tem o efeito assim é de matar a célula mesmo, né? Bem interessante por exemplo o polidocanol que é uma substância que a gente usa pra fazer a escleroterapia que a gente vai tratar ou melhor fechar as veias. O polidocanol ele vai causar apoptose celular, ele vai destruir a célula mesmo. Lá no passado, o polidocanal era utilizado como anestésico. Ele tem um efeito anestésico fraco, mas perceberam que quando acertava uma veia injetava na veia, ele mais destruía a veia e causava uma flebite e acabava fechando essa veia por causa da flebite que realmente era um bom anestésico. Então, ele parou de ser usado como anestésico e ele passou a ser utilizado hoje em dia pra tratar varizes, pra fazer escleroterapia de vasinhos. Agora se você parar pra pensar o procedimento mais realizado dentro de um hospital é a punção de uma veia. Se você entrar num pronto-socorro antes de saber o que está acontecendo o pessoal já está pegando sua veia. Qual é o procedimento mais realizado no mundo sem sombra de dúvidas. E se eu parar pra pensar que é o procedimento mais realizado no mundo e tem quatro por cento de formação de uma flebite, de uma flebite grave é muita gente, principalmente quando a gente tá falando aí dos cateteres, aí a colocação de um cateter mais longo, que é central, quatro por cento é muita gente que tá sujeita a formação de uma agora se a gente pensa nas mais leves, em torno de trinta por cento vai ter. É muito frequente alguém pegar uma veinha pra tomar um remédio no no pronto-socorro e depois fica com um incômodo local e esse incômodo é uma da veia é essa inflamação por flebite uma leve. Então quais são os sintomas de uma flebite? Então vai ser no local em que foi feito algum procedimento como uma punção de uma veia. O que que vai ter? Pode ter dor local que vai ter inflamação a inflamação causa dor, rubor, tumor, calor, então aumento de temperatura, um vermelhão, mais endurecido, né? Mas também acabar levando a formação de uma trombose naquele local. Às vezes, forma um vergão vermelho nessa veia, dependendo de qual veia pegou, essa veia pode ficar, você palpa essa veia como se fosse um cordão esticado, doloroso, quente no local com esse vergão vermelho. Agora, com relação a trombose é até interessante, né, porque no passado tinha a distinção de uma flebotrombose, uma tromboflebite. Na verdade o que que veio antes foi a inflamação que depois levou a trombose ou a trombose que levou a inflamação? Hoje essa distinção deixou de ser tão relevante porque o mais importante é a gente saber o que tem que ser feito no tratamento. Exatamente porque a trombose vai acontecer por causa daquela tríade Virchow de que eu já falei aqui no canal, são os três fatores principais, né? Lesão endotelial, trombofilia, mudança da crase sanguínea, alteração pró-coagulante do sangue e a estase sanguínea. Então, quando a gente coloca um cateter, esse cateter vai vai lesar a parede do vaso, isso é é fato, vai acontecer, sempre acontece, porque senão, como é que a agulha vai entrar dentro de um vaso, não tem como entrar sem causar algum tipo de lesão. Agora, tem algumas agulhas que vão causar mais lesão, outras que vão causar menos. E aí entra o material utilizado, a técnica utilizada, como que a enfermeira uma agulha, veja, a agulha tem um corte, se você tenta uma vez passar essa agulha e não conseguiu, tira e vai passar a segunda, ela já tem um corte menor. Se você troca a agulha, você vai pegar uma agulha com corte melhor, tem mais chance de ser menos lesiva. Então, a gente tem que buscar a técnica menos lesiva possível. Algumas medicações ao serem injetadas, pode aumentar a irritação local, como já disse e aumentar a a os fatores pro coagulantes e aí também vai acabar ocasionando uma probabilidade maior de uma trombose naquela região. Então, vamos falar dos fatores de risco de de piora, né? A chance maior, aumenta o a probabilidade de você ter uma flebite. Tem alguns trabalhos que mostraram que tem quem tem diabetes tem uma probabilidade maior, isso assim, não se provou ainda. Agora, o que a gente sabe é que quanto maior o cateter, maior o a probabilidade, por quê? Porque o cateter vai entrando e vai ficar cutucando lá a parede do vaso que é exatamente aonde se você tirar um, dá uma descascadinha, né? Você vai expor as células de baixo que tem o fator tissular que é o fator que inicia toda a cascata da coagulação e vai ficar inflamando, né? Mesma coisa, qualquer coisa que você coloca uma pedrinha no seu tênis, vê comé que fica no dia no final do dia, vai ficar o se você não fez uma ferida, vai ficar uma inflamação enorme na local. É a mesma coisa com a veia, né? Você coloca o cateter lá dentro, o cateter fica cutucando essa veia, vai ter uma lesão, vai ter uma inflamação em algum momento. Agora, o que que você pode fazer pra evitar uma flebite? Primeiro que quem tem que tomar os cuidados principais são os enfermeiros que vão acessar essa veia ou os cirurgiões que vão pegar uma veia central e aí a gente vai tomar os devidos cuidados. Agora o que você como paciente pode fazer? Eu vejo muita gente pegando veia no dorso da mão, ah porque essa veia é muito fácil. Sim, ela é fácil, mas quanto mais fininha a veia, mais apertado pra passar o cateter e mais chance de você causar uma lesão endotelial. Buscar veias maiores, muitas vezes diminui a chance de uma deixa o profissional te examinar, escolher a melhor veia, às vezes buscar uma veia mais alta, maior, pode ser um pouquinho mais incômodo, mas tem uma chance menor de ter algum problema como esse. E a mobilização precoce, né, depois que pegou a veia, num ficar rígido, né, parado ali, que senão você entra naquela outra pilar da tríade de Virchow, né, que é a estase sanguínea. Se você passou um cateter numa veia e fica com o membro estatelado, parado ali, não vai ter circulação sanguínea, o sangue parado é a estase venosa que também é um fator de risco pra trombose. Então, a movimentação é importante, desde que, obviamente, o profissional de saúde que pegou a sua veia te autorize a fazer isso. Os cuidados locais, a higiene local pra evitar uma infecção, a troca quando necessário, tudo isso vai ser orientado pelo seu profissional de saúde. Agora, se já teve a flebite, né? O que fazer? Então, em primeiro lugar, considerar a retirada desse cateter, né? Se tá com a flebite ali, deixar o cateter, só pedir pra ter uma trombose daqui a pouco. Então, é melhor trocar de veia se ainda for necessário o uso desse cateter do que ficar com o cateter lá. Mas tem algumas situações, pessoas onde é extremamente difícil pegar um acesso venoso, onde às vezes a gente tem que correr o risco, né? E isso, obviamente, tem que ser conversado com o paciente. Mas, vamos supor que você fez uma cirurgia e teve uma flebite depois, o que que tem que fazer? Ah, tem que tomar antibiótico? Como eu disse, flebite não é necessariamente uma infecção, às vezes pode ter uma infecção associada e o antibiótico vai ser necessário, mas aí o médico que vai avaliar e indicar. O que a gente tem que fazer é diminuir a inflamação e como que a gente diminui a inflamação? O mais eficaz, mais simples, fazer compressa morna. Eu tenho um vídeo inteiro aqui falando de como fazer compressa morna. Eu já vi gente falando que tem que intercalar compressa morna com compressa fria, que é compressa fria iria diminuir o inchaço e diminuir o edema enquanto compressa morna aí é combater a inflamação, mas eu acho que a gente tem que ser prático, tem que ser resolutivo. O problema é a inflamação, o tratamento da inflamação ou não medicamentoso, o que você pode fazer que tá mais acessível é a compressa morna, compressa morna você vai colocar uma bolsa de água morna ou aqueles aquecedores eh tem várias formas de fazer isso, né? No meu vídeo eu explico bem todas essas possibilidades e fazer isso várias vezes ao dia, três, quatro vezes ao dia, até que a inflamação ceda, que fique menos enrijecido e acaba entrando numa fase de resolução. Então, o que é mais importante, concluindo, se você tiver com cateter ou tiver pego uma veia, por alguma razão que seja, avise o profissional de saúde que tá te acompanhando, se você tiver dor, se tiver inchaço, tiver vermelhão, essa é uma informação muito importante pra gente acompanhar a evolução desse cateter e esteja disposto a trocar casos tenha a possibilidade de uma flebite. É muito melhor a gente evitar uma flebite grave do que deixar uma flebite leve evoluir pra uma flebite grave. Gostou desse vídeo? Inscreva-se no nosso canal, clica no sininho pra receber as notificações dos nossos próximos vídeos e fica aí que eu vou colocar o próximo melhor vídeo pra você assistir!

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