Portocath (Port-a-cath®)

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Cateter para quimioterapia
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O tratamento oncológico é um momento muito difícil para os pacientes e familiares. 

tratamento oncológico é um momento muito difícil para os pacientes e familiares. Por isso, todos procedimentos que tornem esse período mais confortável são bem-vindos. As picadas de agulhas para infusão de medicações e coletas de exames são desconfortáveis para qualquer pessoa, e para quem já está fragilizado é ainda mais doloroso. O cateter de portocath é um desses procedimentos, que evita múltiplas punções.

O cateter possui um pequeno reservatório, que serve para infundir medicamentos facilmente, diminuindo dor e riscos de perda de veias.

O cateter permite a infusão de medicamentos de quimioterapia e também facilita a introdução de fluídos, dieta parenteral e hemoderivados, além de auxiliar na coleta de exames, evitando o sofrimento com tantas picadas em um momento tão crítico.

Apesar de parecer estranho ter um cateter implantado no corpo, o portocath pode tornar o tratamento mais confortável e eficiente, e, após um discreto “estranhamento”, acaba-se acostumando com ele.

O cateter não é grande (existem vários tamanhos), mas pode ficar saliente na pele dependendo de onde ‘implantado. Por isso, áreas estratégicas são escolhidas para que não incomode. O procedimento costuma ser simples e rápido, quando guiado por tecnologias modernas e feitos por mãos habilidosas do cirurgião vascular habilitado pela técnica de Acesso Venoso Central. Além disso, algumas quimioterapias podem causar lesões na pele e irritar as veias dos braços por serem veias mais finas. Com o cateter, é possível saber exatamente onde deve ser realizada a punção, causando menos dor e não precisando contar com a sorte para achar a veia. Como ele é implantado em uma veia de calibre maior, as chances de complicações durante o tratamento são menores. A agulha pode permanecer no portocath por diversos dias, sem prejuizo para o cateter.

Quando não utilizado com frequência, o cateter precisa de manutenção periódica: ser lavado com soro, procedimento simples e indolor, pelo menos uma vez por mês, para não correr o risco de ocluir.

O cateter permanece no paciente durante todo o tratamento quimioterápico e algum tempo após esse período, assim ele já está pronto caso ocorra alguma reincidência do câncer. Quando o cateter não é mais necessário, ele pode ser facilmente retirado, num procedimento extremamente gratificante para o paciente e para o médico, pois significa a vitória.

 

Agende colocação do cateter com equipe experiente

O Dr Alexandre Amato e equipe já publicaram capítulos sobre o implante de portocath: Cateter de Trajeto Subcutâneo. In: Procedimentos Médicos Técnica e Tática. 2 edição.

Veja sobre o Permcath, cateter para hemodiálise.

 

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Alexandre Amato

O Dr Alexandre Amato é médico, professor de cirurgia vascular da Universidade de Santo Amaro (UNISA), e tem quatro especialidade médicas reconhecidas pelo MEC e respectivas sociedades: cirurgião geral, cirurgião vascular, angiorradiologista e ecografista. Formou-se na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e especializou-se em vários hospitais privados e públicos em São Paulo. Aprofundou-se em cirurgia vascular em Milão, no hospital San Raffaele da Università Vita-Salute. Quando voltou, fez seu doutorado em cirurgia cardiotorácica na Universidade de São Paulo (USP). Fundou a Associação Brasileira de Lipedema para divulgar conhecimento de qualidade às mulheres portadoras de Lipedema.