Angioma Rubi (nevus rubi, pinta vermelha, bolinha vermelha): O que Você Precisa Saber

Você já notou uma pequena bolinha vermelha ou uma pinta vermelha em sua pele e se perguntou o que poderia ser? Essas marcas, comumente encontradas em adultos e conhecidas por sua cor característica, são chamadas de angioma rubi ou nevus rubi. Elas podem surgir em diversas partes do corpo, como tronco, membros e até no couro cabeludo, e são mais do que uma simples questão estética. Neste artigo, vamos explorar o que é exatamente o angioma rubi, suas causas, sintomas e as melhores práticas para tratamento e cuidado. Aprender sobre esta condição comum é essencial para reconhecer, tratar adequadamente e até prevenir o surgimento dessas pequenas, mas notáveis, manchas vermelhas na pele.

O vídeo do Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato, aborda as bolinhas vermelhas na pele chamadas Nevus Ruby ou angioma rubi. O Nevus rubi é uma protuberância na pele causada pelo acúmulo de sangue em vasinhos, resultando em uma coloração vermelha. Essas pintas são benignas, ou seja, não tem chance de se tornar um câncer. Porém, podem sangrar e se infectar se cutucadas ou raspadas. O angioma rubi geralmente aparece na fase adulta e pode se formar em qualquer parte do corpo. Essas pintas estão relacionadas à genética e são mais comuns em pessoas de pele clara, descendentes de europeus, como italianos e espanhóis. Além disso, o envelhecimento e a diabetes mal controlada aumentam a probabilidade de seu aparecimento. O tratamento do Nevus rubi, que é geralmente realizado por cauterização, é mais por questões estéticas do que por tratar uma doença. As técnicas incluem cauterização elétrica, crio cauterização com nitrogênio líquido, e lasers específicos para tratamento de lesões com sangue. No entanto, tratá-los não evita o surgimento de novas lesões, uma vez que elas estão ligadas à genética. Portanto, cuidados com a pele e evitar o envelhecimento precoce pode reduzir o aparecimento dessas lesões.

Aquelas bolinhas vermelhas na pele te incomodam. Elas sangram, coçam. Saber que é super fácil de resolver. Fica aqui comigo que a gente vai falar sobre o que elas são, como prevenir, como tratar, o que tem que ser feito. Essas pintas vermelhas são o nervoso Ruby. Eu sou o Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato, e eu ajudo pessoas com problemas de circulação a entenderem o seu problema e melhorarem sua qualidade de vida. Você já ouviu falar em Robyn? Hoje nós vamos falar sobre essa condição que é super frequente na nossa população. O Nevus rubi geralmente é um pequeno pontinho vermelho na pele. Ele também é chamado de angioma senil ou angioma rubi. É uma pintinha vermelha que aparece normalmente na fase adulta e pode aparecer em qualquer parte do corpo. Às vezes aparece até no couro cabeludo, que aí é difícil de ver, mas normalmente vai aparecer em tronco e membros. Normalmente acaba aparecendo para o cirurgião vascular quando tem nas pernas, mas pode acontecer em qualquer parte do corpo. Essa mancha vermelha ela fica como uma protuberância na pele de uma papoula. Acúmulo de sangue Acúmulo de sangue mesmo porque tem um enovelado de vasinhos, esses vasinhos. Eles são meio transparentes e acaba dando pra ver o sangue por dentro deles e por isso essa coloração e por isso o nome também. Então o angioma rubi, o Nevus rubi O rubi é por causa da coloração do sangue que está passando por lá. É uma lesão completamente benigna, ou seja, não tem chance nenhuma de virar um câncer. Mas existem outras lesões que podem ser vermelhas também e que podem malignidade. Então a gente tem que tomar cuidado. É bom sempre a avaliação pelo médico, pelo dermatologista, pelo cirurgião vascular. O único risco que você obtém é de sangramento. Então, como é uma papoula? Dependendo da localização, por exemplo, se passa a gilete em cima, pode acabar cortando, tem um risco maior de sangramento, acaba sangrando por mais tempo. Se coçar, passar a unha pode acabar infeccionado e isso pode, então, dependendo da localização, trazer alguns desconfortos e aí o tratamento é necessário. Como é uma lesão benigna, o tratamento não é obrigatório. Tem uma questão mais estética do que tratamento de doença. Mas dependendo da localização, pode incomodar bastante e o tratamento vem bem a calhar. Essa manchinha então ela começa pequenininha, ela vai crescendo aos poucos, pode chegar até mais ou menos meio centímetro, pode subir na pele. Então, por exemplo, no couro cabeludo, ao passar um pente, pode acabar machucando, sangrando e em outro lugar do corpo. Se sangrar. É importante fazer a compressão local. Então, com a mão limpa, apertar o local que está sangrando ou com uma gaze limpa também e apertar e ficar alguns minutinhos apertando até que o sangue coagula e pare de sangrar. É uma lesão genética, ou seja, quem vai apresentar esse tipo de manchinha vermelha são as pessoas que tem isso ou no seu código genético. Normalmente são caucasianos, então pele clara, Normalmente são caucasianos, então pele clara, descendentes de europeus mais frequentemente italianos, espanhóis e uma população que está mais sujeita ao aparecimento. Isso é muito importante porque se a gente faz a retirada ou o tratamento, a cauterização dessas manchas não quer dizer que elas vão voltar, mas quer dizer que se você tem a genética pra isso, outras podem aparecer também. Está muito relacionado com o envelheci mento. Então a gente não vai pegar a criança com Nevus rubi ou pelo menos é extremamente raro o que a gente vai pegar mesmo porque são as pessoas que com o decorrer dos anos, com a idade chegando, vai aparecendo mais dessas manchinhas. Um outro fator de risco é a diabetes, principalmente quem tem a diabetes descontrolar da pode ter uma frequência maior do aparecimento dessas manchas. Por ser uma lesão de pele, frequentemente as pessoas vão direto no dermatologista para tratar. E sim, o dermatologista tem suas ferramentas para o tratamento. Mas o interessante é que o cirurgião vascular, ele é responsável pelo tratamento de vasinhos, varizes é um dos tratamentos de vasinhos, é perfeito para o tratamento desse Nevus rubi. Então vamos falar de todas as opções de tratamento. E aí eu chego nesse tratamento do vascular, o tratamento do Nevus rubi. Ele é feito por cauterização, cauterização, elétrica, então pode ser por um bisturi elétrico que vai lá e queima. Essa área é feita com anestesia local, normalmente é o dermatologista que faz esse pequeno procedimento. Uma outra forma de tratar é com a crio cauterização. O que é isso? É colocar nitrogênio líquido ou alguma outra substância extremamente gelada, -80 graus que vai congelar o tecido. Ao congelar esse tecido, esse tecido morre e acaba fazendo então a cicatrização dessa lesão. E existem E existem os lasers específicos para o tratamento de lesões com sangue e é esse mesmo que o cirurgião vascular usa. Então é um comprimento de onda muito específico que tem afinidade pela hemoglobina do sangue. Então na hora que é disparado o laser esquenta. É essa hemoglobina que vai acabar o calor cauterizando. Essa lesão é bem interessante porque o laser quando disparado ele vai fazer um pop, vai acabar meio que quase explodindo essa lesão de uma forma bem controlada, lógico, e ela acaba sumindo quase que imediatamente. Acaba ocorrendo essa retração imediata. O sangue coagula lá dentro, esquenta, queima a parede e aí o corpo vai reabsorver. E isso com o passar dos dias. É muito importante lembrar que a retirada dessa lesão não vai mudar em nada a genética de quem tem esse Nevus rubi. Então outras lesões podem aparecer. Aquela lá que foi queimada muito provavelmente nunca mais vai voltar. Então, na minha prática diária, o que acontece é muitas vezes as mulheres vêm para um tratamento estético de vasinhos. Aí eu encontro lá um ou outro, vou subir a gente acaba fazendo porque é exatamente o mesmo equipamento. Mas saibam que não precisa ter vasinhos para buscar o cirurgião vascular para fazer o tratamento desse Nevus rubi. Então, o que é possível fazer para evitar esse tipo de lesão? Cuidados com a pele então? Tentar evitar o envelhecimento precoce, algo que envelhece mais cedo e, por exemplo, o sol. Então, o uso do protetor solar pode evitar esse envelhecimento precoce. Com o aparecimento desse tipo de lesão, o acompanhamento médico é muito importante. O dermatologista é o especialista nas lesões de pele. Lembrar que nem todas as lesões vermelhinhas são Nevus rubi, mas quando vão subir é uma lesão super benigna, super tranquila de tratar. Cuidar da pele é um ato de amor próprio. O autocuidado é muito importante no nosso desenvolver mento pessoal. E aí, você tem alguma experiência para compartilhar? Já tirou esse tipo de lesão? Me conta lá embaixo nos comentários que eu quero saber e fica aí que eu vou colocar o próximo melhor vídeo para você assistir. Não esquece de se inscrever no canal.

O que é Angioma Rubi?

Angioma rubi, também conhecido como nevus rubi ou angioma senil, é uma pequena lesão de pele bastante comum, especialmente em adultos. Caracteriza-se por um pontinho vermelho, geralmente aparecendo no tronco, membros ou até no couro cabeludo. Sua coloração vermelha é devido à presença de vasos sanguíneos na lesão.

Causas e Fatores de Risco

A causa exata do angioma rubi é desconhecida, mas acredita-se que tenha um componente genético. Caucasiano, especialmente aqueles com descendência europeia, como italianos e espanhóis, têm maior predisposição. Além disso, está relacionado ao envelhecimento, sendo raro em crianças. Fatores como diabetes mal controlada podem aumentar a frequência dessas manchas.

Sintomas e Identificação

O angioma rubi é geralmente assintomático, mas pode causar desconforto se localizado em áreas propensas a trauma, como o couro cabeludo. Seu tamanho varia, podendo alcançar até meio centímetro e formar uma saliência na pele. Embora seja benigno e não cancerígeno, é importante diferenciá-lo de outras lesões vermelhas que podem ser malignas.

Tratamento e Cuidados

O tratamento do angioma rubi geralmente é procurado por razões estéticas, pois não representa um risco à saúde. Opções incluem:

  • Cauterização Elétrica: Utiliza um bisturi elétrico para queimar a lesão sob anestesia local.
  • Criocauterização: Aplicação de nitrogênio líquido para congelar e destruir a lesão.
  • Terapia a Laser: Um laser específico que tem afinidade pela hemoglobina é usado para aquecer e cauterizar a lesão.

O tratamento é rápido e, na maioria dos casos, as lesões tratadas não voltam a aparecer. No entanto, outras podem surgir devido à predisposição genética.

Prevenção e Autocuidado

Embora não haja uma maneira específica de prevenir o angioma rubi, cuidados com a pele, como o uso regular de protetor solar, podem ajudar a retardar o envelhecimento cutâneo e potencialmente reduzir o aparecimento dessas lesões. Além disso, o autocuidado e o monitoramento regular da pele são essenciais, especialmente se houver um histórico familiar dessa condição.

Consulta Médica

É fundamental consultar um médico, como um dermatologista ou cirurgião vascular, para um diagnóstico adequado e tratamento, se necessário. O profissional irá avaliar a lesão e recomendar o melhor curso de ação.

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