Erisipela: causas da infecção dos vasos linfáticos

erisipela - Erisipela
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A erisipela é uma infecção da pele que causa feridas vermelhas, inflamadas e dolorosas, geralmente nas pernas, rosto ou braços, mas pode aparecer em qualquer parte do corpo. É mais comum em pessoas com mais de 50 anos, obesas ou diabéticas. Pode ser causada por uma bactéria específica ou por celulites. A prevenção inclui combater as micoses interdigitais, cuidar da higiene dos pés, tratar ferimentos ou arranhões e pequenas infecções na pele. Se você tiver sinais ou sintomas de erisipela, é importante procurar orientação médica imediata, pois pode levar a complicações como linfedema. A erisipela é uma doença infecciosa e não contagiosa. Entenda mais sobre as causas, diagnósticos diferenciais, possíveis complicações, tratamentos e prevenção neste artigo.

A erisipela é uma infecção generalizada da pele causada geralmente por uma bactéria chamada Streptcoccus pyogenes, mas também pode ser causada por outras bactérias, como Staphylococcus aureus, que são comuns em infecções bacterianas. É mais comum em pessoas com mais de 50 anos, obesas ou diabéticas. O tratamento da erisipela é feito via oral, com o uso de antibióticos para combater a infecção. É importante procurar orientação médica imediatamente se você apresentar sinais ou sintomas de erisipela, pois a doença pode levar a complicações graves.

Erisipela é infecção cutânea causada geralmente pela bactéria Streptcoccus.

O Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Amato Duo, fala sobre erisipela em um vídeo. Ele explica que erisipela é uma infecção extremamente comum que causa vermelhidão na perna devido a uma bactéria localizada no tecido subcutâneo e derme em membro inferior. Ele também menciona que a erisipela é causada por uma bactéria específica, mas também pode ser causada por outras bactérias menos graves chamadas celulite. Ele menciona que erisipela precisa de uma “porta de entrada” geralmente é feridas no pé, como micose. Ele explica que os pacientes com erisipela geralmente apresentam sinais sistêmicos de infecção, como febre, calafrios e infecção mostrada no sangue. Ele enfatiza a importância de tratar a erisipela rapidamente e com antibióticos indicados pelo médico, e não esperar para consultar um cirurgião vascular e iniciar o tratamento o mais cedo possível para minimizar danos no sistema linfático. Ele finaliza pedindo para que as pessoas procurem seu médico o mais rápido possível se suspeitarem de erisipela.

 

 

A erisipela é uma infecção da camada superficial da pele que provoca feridas vermelhas, inflamadas e dolorosas, e se desenvolve principalmente nas pernas, rosto ou braços, apesar de poder surgir em qualquer parte do corpo. Esta doença é mais frequente em pessoas com mais de 50 anos de idade, obesos ou diabéticos. Pode ser causada por uma bactéria específica (Streptcoccus pyogenes), ou por celulites. Assista ao vídeo e veja mais detalhes com o Dr. Alexandre Amato (108651).

Você sabe o que é erisipela? 

Trata-se de uma infecção cutânea causada geralmente pela bactéria Streptcoccus. Ela e outras linfangites (inflamações de um ou mais vasos linfáticos) são doenças circulatórias que têm quadros clínicos semelhantes, com febre alta, vermelhidão e inchaço da perna, e podem ter em comum a mesma forma de contágio, a partir de uma lesão ou ferimento na pele. A prevenção consiste no combate às micoses interdigitais (lesões cutâneas entre os dedos), cuidados especiais na higiene dos pés, tratamento de pequenos traumatismos ou arranhões e de pequenas infecções da pele. Uma vez instalada a enfermidade, a pessoa deve procurar orientação medida imediata. Apenas uma crise já pode levar ao linfedema, que é o acúmulo do fluido linfático em determinada região do corpo.

A erisipela é uma doença infecciosa e não contagiosa, caracterizada por feridas avermelhadas, inflamadas e dolorosas na pele, especialmente nos membros inferiores como pernas e pés.
 
O nome pode até não ser muito comum, mas a erisipela é mais uma integrante do grupo das dermatoses infecciosas existentes e também pode ser atendida, popularmente, por zipra, esipra, zipla, mal-da-praia, vermelhão, entre outros nomes.
 
A doença não possui uma frequência exata para aparecer no organismo, podendo aparecer apenas uma ou várias vezes durante o ano todo ou, ainda, perdurar por toda a vida; mas sabe-se que após a primeira erisipela, a chance de outras virem é maior.
 
Se não tratada corretamente, a erisipela pode avançar tornando-se uma forma mais grave, a erisipela bolhosa, causando bolhas que possuem cerca de 10cm de comprimento e que contém um líquido que pode ser transparente, amarelo ou marrom. Se ocorrer surtos repetidos da doença, o linfedema que ela causa pode evoluir para elefantíase. Tardiamente a erisipela causa o linfedema.
 
Pelos seus sintomas serem muito parecidos com os de outra infecção de pele chamada celulite (que não é aquela irregularidade estética na pele que incomoda tanto as mulheres – celulite estética sugiro ler sobre lipedema), muitas pessoas confundem uma doença com a outra. Porém, é válido saber que elas não são a mesma coisa, uma vez que a erisipela atinge as camadas mais externas da derme e a celulite atinge as camadas mais profundas, inclusive o tecido gorduroso, localizado na hipoderme.
Erisipela ≠ Celulite ≠ celulite estética

A palavra erisipela (não erizipela) vem do grego erysípelas.atos (ἐρυσίπελας, pele vermelha); pelo latim erysipelas.atis, também chamada popularmente zipra, esipra ou zipla.

Os alimentos antiinflamatórios podem ajudar a acalmar a inflamação proveniente da erisipela

 

*Não é erizipela heim pessoal

Erisipela
Fonte: L de Salles Valiati, NC de Corrêa, JGB Geist. Erisipela e Celulite. BVSalud. 2018

Causa da erisipela

Normalmente encontramos uma porta de entrada para a bactéria causadora da erisipela o Streptococos. Essa porta de entrada pode ser uma pequena ferida, uma fissura ou mesmo uma picada de inseto. A bactéria oportunista entra pela lesão e causa infecção na região. Por vezes a lesão inicial é causada por um fungo, mas depois a bactéria entra e causa o estrago.

Diagnóstico diferencial de erisipela

O diagnóstico da doença é frequentemente feito por um cirurgião vascular, por ser doença que acomete o sistema linfático. Para outras dermatoses, o dermatologista saberá te indicar corretamente qual o tipo de tratamento para o seu caso.
Normalmente, por não ter necessidade, o especialista não pede nenhum exame além do clínico que ele mesmo faz. Porém, há alguns que solicitam um exame de sangue, ou até mesmo da pele, para confirmar qual é o tipo de bactéria causadora da doença.
 

Possíveis complicações da erisipela

Toda erisipela diagnosticada necessita de um tratamento, caso contrário, algumas complicações podem acontecer. No caso da erisipela, elas são:
  • Abscesso (acúmulo de pús);
  • Surgimento de coágulos de sangue (trombose venosa);
  • Gangrena (isquemia e morte do tecido);
  • Envenenamento sanguíneo, que acontece quando a infecção ultrapassa a corrente sanguínea (sepse), também chamada de infecção generalizada;
  • Infecção de válvulas sanguíneas;
  • Infecções de articulações e ossos;
  • Se a infecção estiver presente próximo aos olhos, é provável que ela atinja o cérebro.

No caso de suspeita de erisipela, vá a um pronto socorro ou ao cirurgião vascular mais rápido.

Linfangite

 

O Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Amato Duo, fala sobre linfangite em um vídeo. Ele explica que linfangite é uma inflamação do sistema linfático, que é um dos três sistemas vasculares principais no corpo, junto com o sistema arterial e venoso. Ele menciona que o sistema linfático é responsável por trazer de volta as substâncias não utilizadas pelas células para a circulação. Ele menciona que o sistema linfático é frágil e precisa da ajuda do corpo, como a respiração, para funcionar. Ele explica que quando há um represamento na linfa ou alguma doença, como erisipela, pode ocorrer uma inflamação do sistema linfático, o que impede ou lentifica o retorno linfático. Ele menciona que linfangite deve ser tratada, e não necessariamente com antibióticos, se não houver uma infecção associada e deve-se seguir as orientações do cirurgião vascular, como o uso de elastocompressão, repouso com a perna para cima para melhorar a drenagem linfática. Ele finaliza pedindo para que as pessoas sigam as orientações do seu cirurgião vascular à risca no tratamento da linfangite.

Tratamentos possíveis da erisipela

Sempre procure seu médico para indicar o melhor tratamento. Não faça auto medicação. Existem alguns modos de se fazer o tratamento para a erisipela
 
Tratamento caseiro acompanhado pelo médico
Ao constatar a doença, você deve:
  • Repousar na maior parte do dia com o local da infecção em uma posição mais elevada do que o seu corpo;
  • Repouso relativo: Revezar com o repouso algumas caminhadas pela casa;
  • Beber bastante líquido;
  • Fazer compressas com água gelada sobre as feridas.

Medicamentos

Os medicamentos prescritos pelo seu cirurgião vascular normalmente são para uma semana, mais ou menos. Entre eles estão:
  • Penicilina (o mais utilizado em casos de erisipela);
  • Ampicilina;
  • Cefalexina;
  • Amoxicilina, frequentemente com clavulanato;
  • Cefradina;
  • Ciprofloxacino.
Para quem tem alergia a penicilina, os medicamentos geralmente usados são:
  • Eritromicina;
  • Claritromicina;
  • Clindamicina.
No caso da erisipela bolhosa, caso mais grave da doença, os medicamentos podem ser aplicados através das veias, internado em um hospital.
 

Cirurgia

Cirurgias para o tratamento da erisipela só são requeridas em casos extremos da doença: quando ela se desenvolve no organismo de uma forma muito rápida e mata vários tecidos saudáveis do corpo. São casos gravíssimos que requerem cuidados intensivos do cirurgião. O procedimento da cirurgia, muito provavelmente, será a retirada desse tecido morto, o chamado desbridamento. As pessoas mais sujeitas a esses quadros graves são os imunodeprimidos.
 
Atenção!
NUNCA se automedique ou interrompa o uso de um medicamento sem antes consultar um médico. Somente ele poderá dizer qual medicamento, dosagem e duração do tratamento é o mais indicado para o seu caso em específico.
 

Como se prevenir da erisipela

Por mais que a doença não possa ser sempre prevenida, temos que diminuir suas chances. Você pode seguir algumas dicas para evitá-la:
  • Como em toda infecção, lave as mãos constantemente para evitar a proliferação da bactéria;
  • Mantenha sempre as feridas limpas;
  • Não ande descalço e troque de meias todos os dias, dando preferência às de algodão;
  • Se você tiver pé-de-atleta, ou outra infecção fúngica, trate-o;
  • Use hidratantes para evitar que sua pele fique seca e acabe tendo fissuras;
  • Tente não coçar a sua pele com muita frequência, e sem violência;
  • Tenha certeza de que você não tem nenhuma outra doença de pele, como psoríase e eczema.
  • Siga as orientações de cuidados para o pé diabético, mesmo não tendo diabetes. Os cuidados visam manter os pés sem lesões, que é essencial para prevenir a erisipela.

A erisipela é uma infecção da pele causada por bactérias Neste vídeo, o Dr. Alexandre Amato explica as causas e sintomas da Erisipela, bem como como tratá-la. Ele também fornece algumas dicas úteis para evitar esta condição. Veja o vídeo indicado do momento: https://bio.amato.io/indicado #institutoamato Este vídeo é sobre Erisipelas e celulite infecciosa Erisipela é uma infecção bacteriana da pele que mais freqüentemente afeta as pernas. É causada pela bactéria Streptococcus. A infecção pode ocorrer após um corte ou raspagem na pele, ou a partir de uma picada de inseto. Os sintomas incluem febre, calafrios, dor de cabeça e gânglios linfáticos inchados.

Aqui coloco um video sobre os cuidados com os pés do paciente diabético. Mas são cuidados semelhantes para prevenção da erisipela.

Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Amato Duo, está discutindo a importância de cuidar dos pés, especialmente no caso de pés diabéticos. Ele menciona que pequenas feridas podem se desenvolver em infecções graves. Ele dá algumas dicas para cuidar dos pés: lavar e secar bem os pés, manter as unhas aparadas, usar meias viradas para fora, usar sapatos apropriados, trocar frequentemente as meias e intercalar o uso de sapatos, e inspecionar os pés diariamente. Ele também menciona que é importante tomar cuidado com a temperatura ao entrar em água quente.

Fatores de risco para erisipela

As pessoas mais propensas a contraírem a erisipela são:
 
  • Crianças com idade entre 2 e 6 anos;
  • Adultos com mais de 60 anos;
  • Pessoas com excesso de peso;
  • Portadores de diabetes não compensado;
  • Pessoas que apresentam diminuição no número de linfáticos, como portadores de linfedema ou recém saídos de mastectomia;
  • Pessoas com insuficiência venosa nos membros inferiores;
  • Pessoas cardiopatas e nefropatas com inchaço nas pernas;
  • Pessoas imunossuprimidas (AIDS ou outras doenças) ou com doenças crônicas debilitantes.
Se alguém que você conhece está nesse grupo de risco e apresenta os sintomas da doença, que estão a seguir, recomende-a a ir a um médico. Ah, e também não se preocupe com você, caso fique em contato direto com essa pessoa, pois a doença não é contagiosa.
Erisipela
Fonte: M Moreno, E Malavé. Erisipela. Revista Médico Científica, 2007 - revistamedicocientifica.org

Sinais e sintomas da erisipela

Além das lesões avermelhadas outros principais sintomas da doença são:
 
  • Pequenas ou grandes bolhas na pele;
  • Febre;
  • Náuseas e vômito;
  • Calafrios e tremores;
  • Mal estar;
  • Dor de cabeça.
No caso da erisipela bolhosa, as bolhas possuem cerca de 10cm de comprimento e contém um líquido que pode ser transparente, amarelo ou marrom. Além disso, caso o ferimento seja nas pernas ou nos pés, ínguas (caroço que fica sob a pele e dói quando é apalpado) na virilha podem aparecer e a temperatura local pode aumentar.

Risco de morte

Embora a erisipela seja na maioria das vezes eficazmente tratada com antibióticos orais, com taxa de mortalidade inferior a 1% nos casos adequadamente tratados, a doença pode ser fatal em situações de diagnóstico tardio, tratamento inadequado ou em pacientes de risco  . Em indivíduos muito jovens, idosos ou imunocomprometidos, a bactéria pode invadir a corrente sanguínea e evoluir para sepse, choque séptico e falência de múltiplos órgãos  .

Casos de erisipela bolhosa ou necrotizante — caracterizados pela formação de bolhas extensas e destruição de tecidos subcutâneos, músculos e gordura — exigem internação imediata e antibioticoterapia venosa; sem intervenção adequada, esses quadros apresentam mortalidade significativamente maior, estimada em até 10%  . O reconhecimento precoce dos sinais de agravamento (febre alta persistente, bolhas, dor intensa e alterações do estado geral) e o encaminhamento urgente para avaliação hospitalar são essenciais para reduzir o risco de desfecho fatal.

Erisipela × Celulite (infecciosa): qual é a diferença?

Erisipela e celulite infecciosa (não confundir com a celulite estética) são infecções bacterianas da pele frequentemente confundidas. Ambas causam vermelhidão, dor e inchaço — mas a profundidade do acometimento, o agente bacteriano predominante e o tratamento têm particularidades importantes. A tabela abaixo resume as diferenças que orientam o diagnóstico.

Característica Erisipela Celulite infecciosa
Camada da pele afetada Derme superficial e vasos linfáticos Derme profunda e tecido subcutâneo
Bactéria mais comum Streptococcus pyogenes (estreptococo beta-hemolítico do grupo A) Staphylococcus aureus + Streptococcus
Aparência da lesão Borda elevada, bem delimitada, vermelho intenso (placa em “mapa”) Borda mal definida, infiltração difusa, vermelhidão menos intensa
Localização frequente Pernas (mais comum) e face Pernas, braços e qualquer área traumatizada
Início dos sintomas Súbito (horas), com febre alta e calafrios precedendo a lesão Mais gradual (dias), sintomas sistêmicos podem ser leves
Tratamento de escolha Penicilina ou amoxicilina (cobrem estreptococo) Cefalosporinas ou clindamicina (cobrem também estafilococo)
Risco de recorrência Alto, especialmente com porta de entrada não tratada (frieiras, micoses) Moderado
Urgência Avaliação médica em 24h (antibiótico precoce previne complicações) Avaliação em 24-48h; emergência se houver febre alta, hipotensão ou progressão rápida

Importante: a distinção clínica entre erisipela e celulite nem sempre é simples — em muitos casos há sobreposição. O essencial é iniciar antibioticoterapia precoce, identificar e tratar a porta de entrada (micoses interdigitais, ferimentos), e prevenir recorrências com cuidados de pele e meias de compressão quando há linfedema associado.

Erisipela tem cura?

Sim, a erisipela tem cura. Quando tratada precocemente com o antibiótico correto (geralmente penicilina, amoxicilina ou clindamicina, por 10 a 14 dias), a infecção responde rapidamente — a febre cede em 48 horas e a lesão regride em 5 a 10 dias. O grande desafio não é curar o episódio agudo, mas evitar a recorrência. Pacientes com porta de entrada não tratada (micose interdigital, frieiras, úlceras, edema crônico de pernas) podem ter múltiplos episódios ao longo da vida, levando a fibrose linfática progressiva e linfedema permanente. Por isso, a verdadeira “cura” da erisipela inclui:

  • Antibioticoterapia adequada e completa (não interromper antes do prazo)
  • Tratamento da porta de entrada (antifúngico para micose, hidratação, cuidado com fissuras)
  • Compressão elástica em pacientes com edema persistente
  • Profilaxia com antibiótico em casos de recorrência (penicilina benzatina mensal, em alguns protocolos)
  • Acompanhamento com cirurgião vascular se houver linfedema associado

Anatomia

Sistema linfático

Código

A46

Sinônimos

zipra, esipra, zipla, linfangite estreptocócica, Ignis sacer, sagrado fogo, fogo de Santo Antônio

SBACVRJ

Amato, MCM. Manual do Médico Generalista na Era do Conhecimento. 2a edição

Amato, ACM. Cirurgia Vascular: O que você não pode ignorar. Amato Duo. 2017

Playlist
  • Erisipela e a Má Circulação Linfática: A Ciência das bactérias9:24
  • Erisipela: A infecção que causa vermelhidão na pele. Celulite infecciosa.2:39
  • Qual a Diferença Entre Lipedema e Linfedema?7:20
  • Linfedema: Inchaço das pernas3:02

Sobre o autor

Prof. Dr. Alexandre Amato — cirurgião vascular, endovascular e ecografista (CRM-SP 108651). Doutor em Ciências pela USP, MBA em Gestão em Saúde pela FGV, ex-professor de Cirurgia Vascular da UNISA. Membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV) e do Colégio Brasileiro de Cirurgiões. Atua no Amato Duo em São Paulo, com experiência no manejo de erisipela recorrente e linfedema secundário.

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