Como fazer a dieta do Mediterrâneo

dieta do Mediterrâneo - Vinho

Prepare-se para embarcar em uma jornada de saúde e bem-estar com a dieta do Mediterrâneo! Conhecida como a “dieta dos deuses”, essa alimentação baseada em frutas, legumes, cereais, sementes, peixes e outros alimentos facilmente encontrados na natureza tem transformado a vida de milhares de pessoas ao redor do mundo. Com uma expectativa de vida maior, uma rotina mais saudável e baixa incidência de doenças, essa dieta é mais do que um simples cardápio a seguir, é um estilo de vida. Descubra como incorporar os alimentos naturais e evitar os industrializados para ter uma vida mais saudável e equilibrada.

Sumário

O vídeo apresentado pelo Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato, discute os benefícios da dieta mediterrânea na saúde vascular e na redução da inflamação crônica. Ele aborda como essa inflamação pode danificar tecidos e está relacionada a problemas como obesidade, aterosclerose e diabetes tipo 2. O Dr. Amato destaca que a dieta mediterrânea é uma das mais estudadas e eficazes, podendo prevenir até 30% das mortes cardiovasculares. Ele explica que essa dieta não é apenas um conjunto de receitas, mas um estilo de vida adotado em países como França, Espanha, Itália e Grécia, enfatizando a importância de alimentos naturais, como peixes gordurosos, frutas, legumes e azeite de oliva, e a redução do consumo de carnes vermelhas e alimentos processados. Além disso, discute o papel das células de gordura na inflamação e saúde vascular. O vídeo termina incentivando a adoção da dieta mediterrânea como uma abordagem eficaz para a perda de peso, melhoria da função arterial e redução da inflamação, e sugere assistir a outro vídeo do canal para mais informações.

Hoje nós vamos falar como a dieta mediterrânea pode ser uma aliada da sua saúde vascular e como pode ajudar a diminuir a inflamação no seu corpo. Aquela inflamação que fica lá crônica sob clínica por longos períodos e acaba danificando muitos dos nossos tecidos. Eu sou o Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato. Ajudo pessoas com problemas de circulação a entenderem o seu problema e ensinam formas de prevenir essas doenças. Com certeza você já ouviu falar que a obesidade é um problema em crescimento e é um problema que acaba acarretando aterosclerose, diabetes tipo dois e várias outras doenças que são correlacionam nadas. A inflamação e a dano na parede arterial e a obesidade também está relacionada diretamente com essa inflamação sob clínica. Agora, por que a dieta mediterrânea? O que ela tem a ver com tudo isso? É porque é uma das dietas mais estudadas no mundo e os resultados dela são realmente impressionantes. Junto com uma outra dieta chamada Dieta de baixo, se for interessante. Comentem abaixo. Eu quero saber que aí eu posso fazer um outro vídeo sobre isso. Agora é meio que óbvio que a nossa saúde depende do que a gente come. A gente é o que a gente come, a gente é o que a gente absorve ao comer. Agora tem trabalho que estima que 30% das mortes cardiovasculares de origem cardiovascular, então, seria infarto, derrame, aterosclerose e então essas mortes 30% dessas mortes poderiam ser evitadas se o mundo inteiro de repente assim mudasse para uma dieta mediterrânea. Tem trabalho mostrando até que diminui o risco de câncer de próstata, sendo que pode mesmo até reverter uma síndrome metabólica. Agora, a dieta mediterrânea ela é mais do que uma dieta com um monte de receita para você seguir. É quase que um estilo de vida e o estilo de vida daquela área do mar Mediterrâneo que engloba França, Espanha, Itália, Grécia. Ali, naquela região que foi bastante estudada, provavelmente com um clima parecido com o mesmo tipo de alimentação e estilo de vida e que mostrou ser extremamente benéfico do ponto de vista cardiovascular. Agora eu estava falando da obesidade. Os adipócitos são as células de gordura que armazenam a gordura e armazenando gordura armazena energia. Só que as pessoas pensam de uma forma muito fechada, Então é só tirar essa célula de gordura que eu emagreço e cabou. Só que as células de gordura, esses adipócitos, eles são órgãos endócrinos. Eles produzem um monte de hormônio e substâncias, entre eles a leptina, a de conexão fina e várias outras toxinas, inflamatórias ou não. E essas toxinas vão influenciar diretamente na sua inflamação crônica sistêmica e na função vascular, principalmente aquela gordura visceral, aquela gordura que está dentro do abdômen. Ela está mais correlacionada com a inflamação e com os processos a ter orgânicos, ou seja, o processo de formação da aterosclerose e da deposição de placa nas artérias. A dieta mediterrânea é uma dieta que serve pra todo mundo. É uma dieta para aquela pessoa que não quer errar. Então, ao invés de seguir aquela dieta super customizada para sua saúde, ela quer buscar um hábito de vida mais amplo e que tem maiores chances de dar certo. Então, a dieta mediterrânea é uma boa escolha, principalmente se for mais pro lado do low carb, diminuir a quantidade de ingesta de carboidratos e uma dieta mais focada em alimentos naturais encontrados ali naquela região que eu falei. Então peixes diminuir carne vermelha. O problema não é a carne vermelha, mas o excesso de carne vermelha, grão, semente, antes legumes, cereais, frutas. Todos esses alimentos naturais fazem parte da dieta mediterrânea. Agora, o que é importante é que não entra nenhum produto industrializado, então abrir o saquinho para comer isso não faz parte da dieta mediterrânea. E essa dieta tem mostrado em vários estudos a resultados animadores para diminuir a inter leucina seis, que é uma toxina inflamatória e um marcador de inflamação, que é a proteína ser reativa. Então, como fazer essa dieta? Em primeiro lugar, aumente a ingesta de peixe, mas não pode ser qualquer peixe. São os peixes mais gordurosos, principalmente de água fria, os peixes ricos em ômega três. Um exemplo são as sardinhas. Como eu disse, não utilizar industrializados são os alimentos que abre saquinho, mas também refrigerantes, salsicha, carnes processadas, comida pronta, linguiça, Tudo isso faz parte dos alimentos processados e principalmente os ultraprocessados. Realmente, frutas e verduras, entre elas o abacate, que é rica em gorduras saudáveis. Mas não só isso. Tomate, esse legumes, tudo isso faz parte da dieta mediterrânea. O azeite de oliva. Por si só, ele já é quase que um medicamento. Ele ajuda também a diminuir a inflamação. O azeite de oliva extra virgem buscar sempre uma acidez aí menor do que 0,5. Esses azeites. Eles vão combater o stress oxidativo e faz parte. Além de ser extremamente saboroso da dieta mediterrânea, como as oleaginosas. Então nozes, castanhas, castanha do pará, todas elas são muito saudáveis, mas tem que lembrar que elas são extremamente calóricas, então tem que ser porções pequenas. O vinho tinto discutível porque ele tem. Por um lado tem os polifenóis, tem o resveratrol, que é extremamente saudável para a nossa saúde cardiovascular, mas por outro lado, também tem o álcool e o álcool pode ser danoso. Agora, se eu olhar para o álcool só do ponto de vista cardiovascular, em pequenas doses, ele pode ter um efeito, um efeito vasodilatador, que pode até ser benéfico. Então, o vinho tinto, numa quantidade bem pequena e diariamente faz parte da dieta mediterrânea. O uso de laticínios. Então leites, queijos, manteiga, evitar margarina. Agora os queijos buscar os queijos com a cura mais longa e mais tempo para produzir. Esses laticínios também fazem parte da dieta mediterrânea. E os grãos integrais aí, por exemplo, também o feijão, grão de bico, todos eles fazem parte da dieta. Então, a internet ensina Cesca que ela se toxina inflamatória. Ela está relacionada com a obesidade, está relacionada com a diabetes, diabetes tipo dois. Assim, eu digo que quem tem diabetes tem doença vascular, tem a telepatia. Então a dieta mediterrânea ajuda a diminuir essa toxina inflamatória, ajuda a diminuir também a dipirona actina, que também é responsável pela inflamação e ajuda também a aumentar a secreção da dipirona retina, que ajuda a combater a inflamação. Pânico Tina é uma proteína que ajuda a combater a inflamação e tem propriedades vaso protetora e é produzida pelos adipócitos por aquelas células de gordura. Então a dieta mediterrânea ela pode ser uma estratégia eficaz e simples para você perder peso. Mas não só perder peso também ajuda no combate às doenças vasculares, a prevenir a doença vascular, a melhorar a função das artérias e também diminuir a inflamação. Inclua mais azeite na sua alimentação. Meia colher de sopa é o ideal. Espero que esse vídeo tenha ajudado. Um Curta compartilhe Inscreva se no nosso canal. E fica aí que eu vou colocar o próximo melhor vídeo para você assistir.

A dieta do Mediterrâneo, também conhecida como dieta mediterrânea, é mais do que um cardápio a seguir por alguns dias. É um estilo de vida e um jeito de se alimentar tendo como base os alimentos facilmente encontrados na natureza como frutas, legumes, cereais, sementes, peixes e outros.

Esse cardápio é típico dos moradores da região do mar Mediterrâneo, incluindo o sul de países como França, Itália, Espanha e Grécia. Por causa da alimentação natural, essas pessoas têm uma expectativa de vida maior, uma rotina mais saudável e com baixa incidência de doenças.

Comida de verdade: a base da dieta do Mediterrâneo

Quando falamos em comida de verdade, estamos falando de alimentos naturais, livres de processos industriais. Ou seja, são aqueles encontrados na natureza, que não têm embalagem. Por exemplo: frutas, legumes, verduras, peixes, ovos, sementes, mel, grãos integrais e carnes magras.

Esses devem ser a base de um cardápio inspirado em uma dieta mediterrânea. Contudo, é possível acrescentar outros alimentos que, apesar de naturais, ainda passam por algum processo industrial como o leite e seus derivados e o azeite, por exemplo.

O que deve ser prontamente evitado, ou ao menos reduzido para quem está começando, são os alimentos industrializados. São itens que passam por diversos processos de fabricação, com acréscimo de substâncias pouco saudáveis como corantes e conservantes, e acabam perdendo também ingredientes positivos dos alimentos como as fibras e demais nutrientes.

Com o passar do tempo, e com a ingestão contínua de uma alimentação baseada em produtos industrializados, o corpo acaba sofrendo as consequências, ficando doente frequentemente, com menos disposição física e mental.

Como fazer a dieta do Mediterrâneo:

Se você pensa que fazer a dieta do Mediterrâneo é algo chato ou trabalhoso, está enganado. No começo, é possível que você sinta um pouco de dificuldade, porém com o passar do tempo e percepção dos benefícios, você verá o quanto vale a pena. Veja como funciona.

Prefira comer alimentos naturais

Como dissemos, os alimentos frescos e naturais devem ser a principal alimentação de quem segue a dieta mediterrânea. Então, sempre que tiver a opção de ingerir um alimento natural, dê preferência a ele. Coma mais ovos, carne de ave, peixe, frutas, legumes, verduras, cereais integrais, azeite e sementes.

Evite o consumo de industrializados

Reduza ao máximo o consumo de industrializados, embutidos e processados. No começo, pode ser um pouco difícil devido às inúmeras ofertas que temos disponíveis e também ao paladar já acostumado a esses alimentos, mas, com a prática e um olhar mais atento você saberá fazer escolhas melhores.

Exemplos: comidas prontas, congelados, linguiças, salame, salsichas, bebidas energéticas, refrigerantes, temperos prontos etc.

Inclua gorduras boas no seu cardápio

Por algum tempo, as gorduras boas eram consideradas ruins para o organismo. Com o avanço dos estudos na área, o que foi percebido é que essas gorduras boas fazem bem ao nosso corpo, especialmente para o nosso cérebro.

Inclua na sua dieta: abacate, azeitona e azeite de oliva.

Reduza o consumo de carne vermelha

A carne vermelha não deve ser eliminada, mas precisa ser consumida com moderação. Uma vez por semana é o suficiente e dando preferência aos cortes magros. Nos outros dias, coma mais ovos, carne branca e peixes.

Água e vinho para acompanhar as refeições

A água é o líquido principal da dieta mediterrânea e pode ser ingerida à vontade. O vinho, apesar do teor alcoólico, também pode ser consumido, desde que em pequena quantidade. O vinho contém polifenóis, ricos em antioxidantes que combatem inflamações e doenças como o câncer.

Neste vídeo, o cirurgião vascular Dr. Alexandre Amato fala sobre o resveratrol, uma substância que tem sido associada ao aumento da longevidade em estudos com ratos. Ele explica que o resveratrol é encontrado principalmente na casca e semente da uva escura e é produzido pela planta como uma forma de se proteger contra a radiação, fungos e outros germes. Ele também menciona que o resveratrol também é encontrado em outros alimentos, como amendoim, cacau e hortaliças azedas. O Dr. Amato menciona que espera-se que haja mais estudos sobre os benefícios do resveratrol no futuro.

Olá, sou doutor Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato e hoje vou falar sobre uma das substâncias mais interessantes que eu estudei. Então nessa sequência de vídeos que eu tô fazendo sobre a relação da circulação, a relação da saúde vascular com alguns alimentos com algumas substâncias naturais. O resveratrol tem um pedacinho assim bem interessante aí dessa história toda que vale a pena você assistir, vale a pena você compartilhar com seus entes queridos porque realmente isso aí pode ser algo que vai crescer muito no futuro. Recentemente o resveratrol foi implicado no aumento da longevidade em um estudo com ratos, então colegas fizeram um estudo onde eles colocaram o resveratrol na alimentação desses ratinhos e eles viviam entre trinta a cinquenta por cento a mais do que o outro grupo. Foi quase um efeito semelhante do que a restrição calórica, que já tinha sido demonstrada anteriormente. Então, o resveratrol é uma substância bem interessante, pode esperar que vai sair muita coisa sobre isso nos próximos anos. Mas eu vou adiantar o futuro e vou trazer muita coisa aqui pra esse vídeo. Então, se você ficar comigo até o final, você vai saber aonde que isso pode te ajudar. O resveratrol começou a ganhar popularidade lá em 1992 na década de noventa, principalmente porque ele explicava uma coisa que era o paradoxo francês. Por que os franceses viviam mais quando comparado com outras populações. A diferença é que eles vinham estava na alimentação, no vinho, né? Mas o vinho tem álcool, será que é o álcool que tá melhorando isso? E na verdade foram rastreando e chegaram nessa substância que está presente na uva, que é o resveratrol. Então, o resveratrol, ele tá presente na casca da uva e na semente, é uma substância que a uva produz pra se proteger, pra se proteger da radiação, pra se proteger de ataque de fungo e de outras germes, né? Então o resveratrol, ele tá muito mais presente na uva escura, a uva clara não tem o resveratrol ou tem uma quantidade ínfima. O fato dela tá na casca não na polpa, na casca e na semente é porque são as áreas mais suscetíveis a mutação, por exemplo causa da radiação solar. Então essas uvas elas produzem o resveratrol pra se proteger. Mas o resveratrol também é encontrado em outros alimentos. Por exemplo na casca do amendoim. Tem relato também no cacau. Agora tem um outro estudo brasileiro que mostra que a hortaliça azeda tem cem vezes mais resveratrol do que a uva. Isso é bem interessante e pode trazer alguma coisa aí pra gente. Agora se o resveratrol está na uva, na uva escura, a gente vai encontrar também no vinho, principalmente o vinho tinto, lógico, porque no vinho branco é retirada a casca pra ser produzido, então retira exatamente aonde o resveratrol tá acumulado. O resveratrol nada mais é do que um polifenol, já falei bastante aqui de polifenol, tem várias outras frutas, alimentos, existem os polifenois, então é um grupo de substâncias, mas esse específico, ele capaz de influenciar em alguns alvos vasculares. Então, quando a gente tá falando de doenças vasculares, a gente tem que entender aonde que essa substância vai agir, aonde o mecanismo de ação dela pode existir. Então, o resveratrol vai influenciar no ANPK, vai influenciar na sirtuína 1, vai influenciar no fator NRF 2 e também no receptor de estrogênio. Receptor de estrogênio ele é amplamente distribuído nos nossos vasos, vide a influência dos hormônios na geração das varizes, por exemplo. E o resveratrol é capaz de se conectar exatamente nesse receptor. A forma exata como ele funciona ou como ele age, ainda precisa ser melhor desvendado. O resveratrol aumenta e ativa a sirtuína 1 que vai aumentar a concentração daquele NADH que eu falo várias vezes também aqui que é parte da nossa energia fundamental. O fator NRF 2, ele é estimulado pelo resveratrol que vai fazer o fígado produzir a glutationa que é um dos antioxidantes assim mais potentes que a gente tem no nosso corpo. O fator NRF 2, ele é aumentado pelo resveratrol, aumentando a concentração e a produção de glutationa pelo fígado que é um dos nossos antioxidantes mais potentes. E lá no AMPK ele vai agir causando a fosforilação do AMPK. Então todos esses mecanismos vão agir de uma forma ou de outra na saúde vascular. Então a gente vai encontrar o resveratrol nessas uvas… Qual uva que a gente pode escolher? As uvas menores, as uvas orgânicas, elas vão ter uma concentração maior de resveratrol, mas a gente tem que lembrar que a uva também tem bastante açúcar, então a uva em si, ela vai aumentar rapidamente a sua glicemia. Então, às vezes não é a melhor fonte a uva. Você vai comer a uva pensando no resveratrol, mas vai tá aumentando a sua glicemia por outro lado. Ah, então, vou tomar vinho. Vinho resolve. Sim, mas o o vinho vai ter o álcool junto e uma taça de vinho, o álcool não vai ser suficiente pra fazer mal, também vai ter muito pouco resveratrol. Então, a fonte pode não tá aí. Mas quando a gente tá falando de vinho, se você quer o vinho que tenha maior concentração de resveratrol, você vai encontrar nas uvas tannat, essas uvas tem uma concentração maior. A segunda escolha seria ccabernet sauvignon O suco de uva, o suco de uva é uma concentração grande de açúcar, ele pode ser bom pra atividade física, vai aumentar a glicemia rápido demais. Então tomar muito cuidado com o suco de uva como fonte de de resveratrol. Existem várias moléculas de resveratrol, as moléculas, elas possuem isômeros, né? Elas são semelhantes entre si, mas não são idênticas, como a nossa mão, por exemplo. São isômeros, né? A esquerda e a direita, a gente tem os cinco dedos que são iguais, mas tenta colocar uma luva da mão esquerda na mão direita. Não vai dar certo, porque elas são isômeros. É a mesma coisa com a molécula do resveratrol. Existe a molécula cis, existe a molécula trans. A tem o maior efeito benéfico é a molécula trans, é o transresveratrol, então o transresveratrol, o resveratrol vai ter um efeito pra reduzir esse estresse oxidativo e tem uma capacidade fraca direta de eliminar os radicais livres, então provavelmente ela atua de uma forma indireta, mas atua também na regulação dos genes, então tem uma ampla possibilidade de mecanismos aí onde que o resveratrol vai atuar. Agora quando a gente fala da influência do resvesratrol na saúde vascular, o tecido mais amplamente afetado de forma positiva é o endotélio que são as primeiras células, a primeira camada de células no interior dos vasos, então essa camada de célula, ela é diferente, ela tem um monte de propriedade importante pra que nosso sangue seja fluído, tem a capacidade anticoagulante, ela tem que manter a integridade pra que isso continue funcionando, então quando ocorre a inflamação daquele local, tem o desencadeamento de todo processo de aterogênese, de produção da aterosclerose das placas e são essas células que regulam a produção do oxido nítrico que vai regular a vasoconstrição e a vasodilatação dos vasos, mas também produzem a endotelina 1 que é muito importante e as prostaglandinas, então a atuação do resveratrol em todas essas substâncias vão trazer uma capacidade antiaterogênica, antiagregante, anticoagulante e consequentemente também até anti-hipertensivo. Bom, agora você deve tá se perguntando o que eu faço com essa informação, né? Eu sei que o resveratrol pode me ajudar. Posso sair tomando vinho ou comendo uva numa quantidade enorme pra tentar obter esse benefício? Então, na verdade o resveratrol ele pode ser tomado de forma isolada, né? Não com a fruta ou não com álcool, de forma que isso acaba sendo mais saudável. Ele é bem tolerado. Em grandes quantidades, ele pode trazer alguns sintomas gástricos e aí obviamente tem que diminuir isso. Mas é interessante. Converse com seu médico. Veja o que ele acha, se vai ou não te ajudar. Pelo amor de Deus não use o resveratrol como substituto a um tratamento de uma doença, né? Muitas vezes ele vai ajudar muito mais na prevenção do que na resolução de algo, algum dano que já aconteceu. Ainda faltam estudos, pode esperar que vai sair muita coisa nos próximos anos sobre o resveratrol, tenho certeza absoluta. Se você puder optar entre o resveratrol ou o transresveratrol, saiba que o transresveratrol tem um efeito melhor, ele é mais biodisponível e estável. Uma dose razoável e segura desse nutracêutico é em torno de cinquenta a cem, cento e cinquenta miligramas por dia, muito embora o Sinclair coloca no livro dele que ele toma um grama por dia, né? Mas ele também coloca toda uma informação lá embaixo que ele não tá recomendando pra ninguém fazer isso, isso é só o que ele faz. E aí, o que você vai fazer com essa informação? Eu quero saber, conta lá embaixo nos comentários. Gostou do nosso vídeo? Inscreva-se no nosso canal, compartilha com seus amigos, clica no sininho pra receber as notificações e espera aí que eu vou colocar o próximo melhor vídeo pra você assistir.

Prefira adoçantes naturais

Açúcar refinado, demerara e similares, além de adoçantes industrializados também devem ser evitados. No lugar deles, use mel para adoçar os alimentos ou acostume-se aos poucos com o sabor natural dos alimentos.

O vídeo é sobre a influência dos adoçantes na circulação e a saúde cardiovascular. O médico especialista fala sobre como os adoçantes podem ser uma alternativa ao açúcar, mas que é importante entender todos os fatores envolvidos. Ele menciona estudos que mostraram uma relação entre adoçantes e derrames em mulheres pós-menopausa, mas que é difícil fazer estudos precisos porque muitas vezes as pessoas que usam adoçantes já têm outros fatores de risco para doenças cardíacas. Ele recomenda ter cuidado ao usar adoçantes e ser consciente de que os refrigerantes dietéticos podem conter outros produtos químicos prejudiciais à saúde.

Olá, sou doutor Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato e hoje eu vou falar sobre a influência dos adoçantes em geral na circulação. Será que eles fazem bem? Será que eles fazem mal? Eu já tenho um vídeo inteiro aqui falando do açúcar e uma uma realidade é que o melhor é tirar o açúcar né? Sair de um de um suco acrescentado açúcar né? Passar pra água, mas nem todo mundo consegue fazer isso. Então às vezes o adoçante é um passo pra ajudar nisso aí. A questão é que a gente tem que entender tudo que tá em volta desse desse problema. O adoçante a curto prazo pra adoçar e ajudar a melhorar o paladar com o passar do tempo e atingir uma alimentação sem o adoçante óbvio que seria melhor, né? Mas você tem que ter isso como meta. Nem todo mundo consegue trocar o suco pela água assim de cara, né? Precisa de alguma coisa no meio. Então, alguns estudos mostraram uma relação do adoçante com derrame em mulheres pós-menopausa. Então, só isso já é um alerta pra gente ficar atento porque derrame é uma doença cardiovascular é um é uma obstrução da carótida por aterosclerose que é um dos piores problemas vasculares que existe, é a primeira causa de morte no mundo. Agora é muito difícil fazer um trabalho científico pra avaliar isso, porque normalmente quem tá consumindo um adoçante é quem já tem outro fator de risco pra doença. Então, por exemplo, já tá obeso, então começa a usar o adoçante. Então, será que não foi a obesidade que levou a aterosclerose? Ou tem diabetes e tá usando adoçante, mesma coisa ou tem pressão alta e tá usando adoçante? Toda essa associação de fatores de risco que pode tá levando esse aumento do risco cardiovascular. A gente normalmente não pega alguém que é cem por cento saudável, que não tem nada e tá tomando adoçante. Então, como que a gente separa isso? As pesquisas são difíceis de serem realizadas, né? A gente tem que tomar alguma decisão no que a gente tem. No dia a dia a gente tem que entender que uma coisa é um adoçante que você tá colocando, por exemplo, no cafezinho. Outra coisa é tomar uma um refrigerante diet, um refrigerante com adoçante. Esse refrigerante não vai ter só adoçante ou a falta do açúcar e só isso que tá influenciando na sua saúde, não. O refrigerante tem vários outros produtos químicos que vão influenciar positiva ou negativamente na sua saúde. Então, imagina que um refrigerante pode ter uma alta quantidade de sódio, que também é péssima pra sua saúde ou pode ter até mesmo vários ácidos, pega aquele refrigerante que você gosta, faz uma experiência, primeiro lê atrás tudo que tem, vê quantas substâncias você reconhece ali como alimentos e não como produto químico. Uma outra experiência seria, coloca um refrigerante que você gosta numa panela e deixa com o fogo ligado em baixa intensidade ver o que vai sobrar ali, que vai evaporar a água, vamos ver o que sobra no resto da panela. Você usa adoçante ou você toma refrigerante adocicado? Por que que você chegou aqui nesse vídeo? Escreve ali no comentário que eu quero saber. Tem muito debate sobre os adoçantes com a possibilidade de causar câncer e até mesmo outras doenças, mas eu vou focar o vídeo de hoje no aspecto do adoçante e da circulação e da saúde vascular. Afinal, sou cirurgião vascular. Aparentemente os adoçantes tem um efeito meio que neutro na glicemia, na medida da glicose e do açúcar no sangue, mas a grande maioria dos estudos foi feito a curto prazo, né? Não a longo prazo. Qual que é o efeito do uso diário de adoçante depois de dez, vinte anos? O que isso vai acabar acarretando pra parede do vaso? Então, eu vou dar a dica de uso dos adoçantes, vou falar qual que é o melhor, qual que é o melhor, se você quiser, qual que você vai buscar, vou dar todas as dicas aí concentradas no final do vídeo, mas eu vou explicar todos os efeitos aqui antes. Então, quando a gente fala de adoçante, a gente tem uma ampla gama de substâncias químicas que são utilizadas pra adoçar os alimentos. O aspartame, por exemplo, é muito conhecido, ele foi discrito em mil oitocentos e sessenta e cinco por aí, ele tem uma propriedade aí de adocicar em torno de duzentos, né? A medida de doçura que existe, é de duzentos e o aspartame, ele é instável no calor, então não dá pra alguma coisa ou fazer algum bolo assado com aspartame, que ele acaba perdendo as suas propriedades e tendo outros efeitos deletérios. Por exemplo, quem tem fenilcetonúria, tem que passar longe de um aspartame. Tem um outro adoçante, que é o neotame, que é um derivado também do aspartame, esse aí tem um nível de doçura de treze mil, é absurdo, é super alto, né? A sucralose tem um nível de doçura de seiscentos, acaba levando a disbiose, não tem nada de natural, é uma substância assim que não vai fazer bem pra sua microbiota intestinal e ela tá muito presente nos alimentos industrializados. O ciclamato, a sacarina tem um nível aí de doçura em torno de trezentos, foi descrita se eu não me engano, mil oitocentos e setenta e oito, alguma coisa assim bem antiga, ela é muito barata, mas ela é uma das piores pra nossa saúde. Ela chega a aumentar até mesmo a resistência a insulina. O xilitol e o eritritol são açúcares naturais, né? O xilitol a gente consegue metabolizar um dele, então ele tem um pouquinho de de caloria, acaba consumindo muito, vai ter uma diarreia osmótica, né? Acaba atraindo água pra dentro do intestino e acaba tendo um efeito laxativo. Esse efeito laxativo também tem no eritritol, embora o eritritol a gente não consegue metabolizar quase nada. Então, a quantidade de caloria que existe é próxima de zero. Agora, o adoçante mais natural, o adoçante que pode ser mais benéfico pra gente é o stévia. O stévia é uma erva, uma plantinha que a gente não consegue metabolizar, muito embora a nossa microbiota dependendo de que bactéria que tá vivendo lá no seu intestino, a nossa microbiota pode ser capaz de acabar metabolizando o stévia, mas considerando que não teve esse metabolismo, ele é zero carboidrato. Agora o stévia tem alguns efeitos na saúde que são benéficos, então por isso que a gente acaba sugerindo, ele pode até mesmo diminuir a pressão arterial, tem um efeito anti-inflamatório, tem um efeito antiglicêmico, sugere-se até mesmo um efeito anticâncer, obviamente tudo isso precisa de muito estudo ainda e teria até mesmo efeito imunomodulador, melhorando aí ou pelo menos colocando a nossa resposta imune num nível adequado. O grande problema com stévia é que no mercado a gente encontra, normalmente ele é associado a outro adoçante. Normalmente um aspartame, uma sucralose que tem efeito deletério, Então, não adianta nada você pestévia e ter outro adoçante junto. E um problema prático do stevia é o sabor amargo que ele tem no final. Então, principalmente se você exagera na quantidade ou lá no finalzinho do gosto tem um toque metálico, um toque meio meio amargo e nem todo mundo gosta disso. Agora, o stevia é um arbusto originário lá da fronteira do Brasil com Paraguai, é uma coisa bem da América Sul mesmo, então a gente pode valorizar os nossos produtos. Então, alguns estudos em ratinhos mostraram que a sucralose e o acessulfame estão relacionados com endurecimento da parede arterial, então eles pegaram os ratinhos e abriram depois de alimentar bastante com adoçante e viram que aqueles ratinhos que usavam esses adoçantes tinham a parede da aorta mais endurecida e o endurecimento da aorta é indicativo de esse mesmo estudo sugeriu a um aumento do tecido adiposo nesses ratinhos. Obviamente, ainda precisa de mais estudos, precisa comparar isso com os seres humanos, o que não é nada fácil, mas é um indicativo. Então, vamos falar sobre as dicas de uso como que a gente faz pra usar adoçante de uma forma saudável, né? Então, em primeiro lugar, a gente tem que entender o paladar do brasileiro, né? Quando eu era criança, eu morei seis meses na Alemanha e eu lembro que lá o açúcar vinha da beterraba, eu não sei se ainda é assim e era um açúcar diferente, um açúcar que a gente podia colocar várias colheres e não adocicava igual o nosso açúcar aqui derivado do da cana de açúcar. Então o Brasil ele é ávido pelo gosto açucarado por causa da nossa história com a cana de açúcar. A primeira grande dica é cuidado com o esguicho. Várias pessoas, né? Que conta “ah não, eu tomo adoçante”, quanto? Quantas gotinhas? “Duas esguichadas”, esguichada é um veneno, então imagina você tá tomando um produto químico ali, tem que tomar muito cuidado com isso. O ideal é você ir mudando o seu paladar desenvolvendo o paladar pra apreciar outros aspectos da comida, porque o doce, mesmo que seja de um adoçante, ele vai pedir mais, seu corpo vai querer mais, sempre tem um algo a mais, então o ideal é você aprender a saborear, aprender a a gostar dos sabores e assim você não teria aquele efeito recompensa, né? Aí eu já não tô falando um efeito direto no sangue, mas se você come alguma coisa que tenha o efeito doce, o seu cérebro tem o feedback positivo lá “opa! Gostei disso, quero mais” e incentiva você a comer mais, então o ideal é a gente ir tirando o adoçante. Lembrando que diet não é light, né? Qualquer alimento que não tenha açúcar e tenha adoçante, não quer dizer que não tenha carboidrato, ela tá cheia de outros carboidratos lá ser extremamente calórico e ter adoçante. Então, não quer dizer que peguei um alimento diet e posso comer o quanto quiser. De jeito nenhum. Lembrar que a indústria alimentícia não tá a seu favor nesse momento. Então, a ideia é sempre te viciar a pedir mais, que é assim que eles vão ganhar dinheiro e tem algumas coisas na alimentação que induzem esse vício, gordura, sódio, mas o açúcar, mas não só o açúcar, o gosto adocicado, então às vezes ao colocar um alimento com adoçante pra induzir esse vício tem que aumentar um pouquinho a gordura, aumentar um pouquinho o sódio e aí acaba desencadeando da mesma forma toda essa recompensa, não seja inocente, cuidado com a com a indústria alimentícia. E assim, falando pro futuro da próxima geração, eu já vi adultos dando refrigerante, né? Pra criança. Assim, eu não posso ensinar as outras pessoas como que elas devem cuidar dos próprios filhos, né? Mas eu posso orientar aqui no canal eu posso falar, não vamos ensinar as crianças desde cedo a gostar do doce. O ideal seria aprenderem o doce só mais tarde na vida, porque assim elas desenvolvem o paladar pra outros sabores e tem a fruta do milagre, a fruta do milagre é uma plantinha muito interessante, essa entra aí como uma curiosidade, é uma frutinha que se você come e depois come qualquer outra coisa, ela vai alterar o sabor. Então, por exemplo, se você come uma frutinha do milagre e depois chupa um limão, esse limão tem sabor de mel, é impressionante. É uma curiosidade aí, tem essa frutinha você pode, é difícil encontrar, mas existe aí acessível. Eu plantei na minha casa aqui, mas é uma dificuldade brotar o frutinho, mas quando brota é uma festa com as crianças. Então, essas são as minhas dicas pra usar o adoçante de forma saudável. Gostou desse vídeo? Inscreva-se no nosso canal, compartilhe com seus amigos e fica aí que eu vou colocar o próximo melhor vídeo pra você assistir.

 

 

 

 

Consuma leites e derivados

Leite, queijo, requeijão e manteiga também são permitidos, porém com preferência para as versões mais magras como o leite desnatado, o queijo minas ou a ricota e o requeijão light. Quanto à manteiga, prefira aquela que tem menos ingredientes e evite a margarina.

 

Prefira frutas e legumes da estação

Frutas, legumes e verduras da estação são mais saborosas, têm um preço mais acessível e sofrem menos intervenções dos produtores. Portanto, monte o seu cardápio diário de acordo com o período de produção de cada alimento.

Benefícios da dieta do Mediterâneo

Por ser uma dieta baseada em alimentos naturais, com baixa gordura saturada e grande variedade de alimentos, a dieta do Mediterrâneo oferece muitos benefícios ao indivíduo, especialmente na qualidade de vida dele. Conheça a seguir os principais benefícios.

 

Organismo mais resistente

Os nutrientes existentes nos alimentos naturais fortalecem o organismo, mantendo-o mais saudável e menos propenso a sofrer com a incidência de diversas doenças. O corpo fica fortalecido e mais bem disposto.

 

Emagrecimento saudável e sustentável

Produtos industrializados, enlatados, açúcar e carboidratos refinados são as principais causas do aumento de peso. A dieta mediterrânea, por ter como base os alimentos naturais, leva ao emagrecimento saudável e a longo prazo, bem diferente do que acontece com as dietas restritivas que geralmente fazem com que a pessoa engorde tudo novamente depois.

Além disso, esses alimentos contém muitas fibras que dão saciedade, aumentam o metabolismo e a queima natural de gordura corporal.

 

Baixa incidência de doenças crônicas

Alzheimer, diabetes, hipertensão, doenças cardíacas, doenças vasculares, câncer, colesterol, doença de Parkinson e até a depressão podem ser prevenidas com a dieta do Mediterrâneo. Tudo isso é resultado não só do poder nutritivo dos alimentos, mas também por causa do bom funcionamento de todos os órgãos influenciados pela alimentação saudável.

 

Mais poder nutritivo

Alimentos naturais são ricos em nutrientes, não possuem conservantes e nenhum tipo de aditivo, garantindo mais sabor e saúde. Uma dica é investir em frutas, legumes e verduras respeitando o período de sazonalidade de cada alimento. Assim, você garante alimentos mais saborosos e com amadurecimento natural.

 

Alimentação mais limpa e mais variada

A dieta do Mediterrâneo oferece aos seus adeptos refeições mais simples, variadas e naturais, bem diferente de um cardápio comum atualmente, recheado de produtos industrializados. Temos à disposição uma infinidade de frutas, legumes e verduras, além de grãos e sementes diversos, o que facilita muito a elaboração de um cardápio diverso e gostoso.

Como pudemos ver, fazer a dieta do Mediterrâneo não é um desafio difícil de cumprir. Basta focar ao máximo em alimentos naturais, fazer as combinações necessárias e manipular os alimentos de forma que eles fiquem apetitosos. É possível preparar inúmeras receitas com a variedade de ingredientes que temos disponíveis, aliando sabor e nutrição. Assim, além de comer para se satisfazer, você também come para nutrir e fortalecer o seu organismo.

 

Qual a dieta que sugerimos?

Se você está cansado de procurar a dieta ideal e tem dúvidas sobre o que realmente é saudável, sugiro iniciar sua consciência alimentar com a dieta antiinflamatória do livro “Dieta anti-inflamatória estratégica” do Dr. Alexandre Amato. Este livro oferece uma abordagem única para entender como alimentar-se de forma saudável, baseado em entender o que é saudável para você, e não seguir dietas da moda que podem não funcionar para você.

O livro ensina como julgar os alimentos saudáveis e como tratar os sintomas que te afligem através de uma estratégia personalizada e customizada. Aprender a passar pela fase do auto-conhecimento alimentar pode impactar positivamente sua vida e melhorar drasticamente sua qualidade de vida.

Neste vídeo, o Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato, fala sobre os benefícios do azeite de oliva extra virgem para a circulação e a saúde do coração. Ele começa destacando que, apesar de ser um alimento, o azeite de oliva é quase um medicamento devido aos seus benefícios para a saúde, embora deva ser consumido em quantidades adequadas.

O Dr. Amato explica que as doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no mundo ocidental e que mudanças no estilo de vida e na alimentação podem ajudar a prevenir essas doenças. O azeite de oliva extra virgem, que é puro e rico em polifenóis e gorduras monoinsaturadas, é destacado por suas propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias. Ele também menciona a importância de escolher azeites de boa qualidade, armazenados em frascos opacos para proteger contra oxidação.

O vídeo enfatiza o papel do azeite na redução do estresse oxidativo e na manutenção da saúde vascular, prevenindo a formação de aterosclerose e doenças como infarto e derrame. O azeite ajuda na redução da oxidação do LDL (colesterol ruim) e na expressão de genes relacionados à aterosclerose. Ele também controla a inflamação crônica e regula a pressão arterial, colesterol e glicemia.

Por fim, o Dr. Amato recomenda a ingestão diária de meia colher de sopa de azeite (cerca de 7 gramas), enfatizando a importância da moderação devido ao conteúdo calórico do azeite. Ele conclui afirmando que o uso regular do azeite de oliva na alimentação é uma estratégia eficaz para controlar a inflamação, o estresse oxidativo e reduzir o risco de doenças cardiovasculares. O vídeo termina com um convite para se inscrever no canal e assistir ao próximo vídeo recomendado.

Hoje nós vamos falar sobre um ingrediente que não só é delicioso como também pode ser um herói para a sua circulação. Nós vamos falar sobre o azeite de oliva extra virgem. Vou falar sua relação com a circulação, com o coração, que ele pode ajudar. Vou falar também a quantidade ideal que pode ser consumida no dia e como que você pode fazer para usá lo para melhorar a sua saúde. Eu sou Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato. Eu ajudo pessoas com problemas de circulação a entenderem o seu problema e melhorarem a sua qualidade de vida. Em primeiro lugar, eu queria falar que o azeite eu quase que nem considero ele só como um alimento. Ele é quase que um medicamento de tão bom, benéfico que ele pode ser para a nossa saúde. Só que assim como qualquer medicamento, ele pode ser ruim em altas quantidades e tem que ser na quantidade ideal. Apesar de todos os avanços na medicina moderna, as doenças cardiovasculares continuam sendo a principal causa de morte no mundo ocidental. E aí entram hábitos de vida, alimentação e tudo o que a gente pode fazer para melhorar e evitar essas doenças de origem cardiovascular. E aqui entra o papel da dieta mediterrânea e especialmente do azeite de oliva extra virgem, o azeite de oliva extra virgem e o azeite mais puro. Ele tem uma acidez elevada, rico em polifenóis e em compostos bioativos e gordura monoinsaturadas. Ele é uma fonte de gordura boa, onde a gente vai encontrar glicerol e ácidos graxos, e essa conexão do glicerol com ácido graxo, o que vai dar as características não só funcionais, mas também sensitivas aí do azeite. O ácido graxo livre é aquele que oxida. Então, se ele oxida. A gente tem que proteger o azeite dessa oxidação. Como que isso é feito? Isso é feito com os vidros opacos, os vidros escuros que protegem o azeite da luz. A luz, ela vai facilitar essa oxidação. Então, na busca por um azeite de qualidade, uma das primeiras coisas que a gente precisa ver é o frasco em que ele está sendo armazenado e transportado. O azeite de oliva extra virgem, aquele que tem mais antioxidante, Ele pode ser considerado o extravirgem quando tem abaixo de 0,8% de acidez. Mas quando a gente está buscando qualidade, a gente tem que buscar abaixo de 0,5. Agora a gente tem que lembrar que a acidez é uma medida indireta da qualidade do azeite. É quase que um pré requisito. Então, se não tiver a acidez adequada, não adianta ver as outras características do azeite. Eu já foi relatado na literatura médica que o azeite pode ter características anti-inflamatórias, vasodilatadores, antioxidantes. Tem até relato de antibacteriano com o tratamento de H. Pylori. O vídeo não é sobre esse assunto. A gente vai falar do azeite e a circulação. O azeite, bom, ele não pode ter aquele gosto de óleo, ele tem que ter picância, ele tem que ter o frutado, tem que ter o amargor, tem que ter complexidade, harmonia, persistência. São todas essas características que a gente consegue ver até nos degustadores de vinho. E hoje em dia existem degustadores de azeite com todos esses sabores complexos para serem analisados. E quanto mais complexo, mais polifenóis e mais benéfico para a saúde. Bom, pra entender o efeito do azeite. A gente tem que entender o que é o estresse oxidativo, o estresse oxidativo no nosso corpo, principalmente em doença cardiovascular. E quando a gente tem um acúmulo muito grande de espécies reativas de oxigênio, essas espécies reativas de oxigênio são moléculas que reagem muito com as substâncias que estão ao seu redor, oxidando as. Então a gente tem os nossos mecanismos de anti oxidação e o principal super óxido diz metais e cata las e pelo oxidados e outros, esses mecanismos vão tentar conter essa oxidação ou oxidação. Ela faz parte do nosso organismo, a gente precisa disso. Isso é o queimar o combustível, quer dizer que o motor está funcionando, A alternativa é não ter o motor funcionando. Então a gente tem que ter essa produção de espécies reativas, de oxigênio. Só que a gente tem que ter a capacidade de limpar o nosso corpo dessa entre aspas aí, poluição gerada pelo motor funcionando e esse estresse oxidativo vai diminuir a oferta também de óxido nítrico na parede, no endotélio vascular. Naquela primeira camada de células que é responsável pela vasodilatação, pelo aumento do calibre dessa artéria, facilitando a progressão do sangue. Um outro aspecto é que essa disfunção endotelial vai aumentar a agregação placa etária, ou seja, as plaquetas que são responsáveis para fazer a coagulação na eventualidade de um machucado começou a sangrar. A gente tem que parar de sangrar. A gente faz uma rolha, uma rolha de coágulo que vai tapar e vai parar de sangrar. E são as plaquetas responsáveis por isso. Só que essa disfunção endotelial aumenta a formação desses coágulos que podem obstruir as artérias e, além disso, ainda ativa os leucócitos e a inflamação na parede arterial. E tudo isso é o evento inicial para a formação da aterosclerose da placa aterosclerose que acaba obstruindo as artérias em si, obstrui uma artéria do coração, pode levar um infarto se obstruir uma artéria cerebral ou da carótida que leva o sangue para o cérebro, pode ter um derrame ou se obstruir alguma artéria distal nos membros, pode ter alguma gangrena, isquemia ou uma claudicação intermitente. São as doenças vasculares periféricas. Agora, estudos grandes mostram que o azeite de oliva extra virgem é capaz de reduzir a incidência de doença cardiovascular, como o infarto derrame que eu mencionei aí. O que esses trabalhos mostram é que o azeite extra virgem ajuda a reduzir a oxidação do LDL, que é aquele colesterol ruim. Ajuda também a reduzir a expressão dos genes relacionados à aterosclerose, de forma que ajuda a manter a saúde vascular, prevenindo ou diminuindo o dano na parede endotelial e mantendo preservando a sua função tanto de vasodilatação quanto de vasoconstrição, que isso é muito importante para a função vascular. A inflamação crônica também está muito presente na aterosclerose e faz parte de toda essa fisiopatologia. E o azeite já se mostrou benéfico para diminuir essa inflamação. O azeite extra virgem tem substâncias que são anti inflamatórias e antioxidantes que vão diminuir esse risco, ajudando a regular essa inflamação. Afinal, a inflamação ela pode ser boa, mas na quantidade certa. A inflamação aguda é uma inflamação boa. A gente precisa disso para cicatrizar, para restaurar o nosso corpo na eventualidade de um dano. O que a gente não pode ter é inflamação crônica. E o azeite também ajuda a controlar essa oxidação e esse estresse oxidativo de forma que o azeite ajuda a regular a pressão arterial. Mas não só isso. Ajuda a controlar também o colesterol, a glicemia e também outros fatores de risco para a aterosclerose. Então, qual é a quantidade ideal de azeite num dia para uma pessoa e meia colher de sopa de azeite? Isso dá mais ou menos sete gramas de azeite. Agora a gente tem que lembrar que azeite é um óleo e é um óleo que também contém energia, caloria. Essas sete gramas vai ter em torno de 58, 60 calorias, então a gente não pode exagerar na quantidade. Lembrando que para uma mulher a média de caloria de gasto metabólico basal apenas para sobreviver são 1400 calorias por dia. Seria 60, 58, 60 calorias por hora. Então essa quantidade, essa colher de meia colher de sopa com sete gramas de azeite equivaleria em energia a 01h00 de energia diária basal. Então a gente tem que tomar muito cuidado vendo que o azeite é muito bom, a gente não pode exagerar. Ele é bom nessa quantidade e nessa quantidade. Ele pode diminuir o risco cardiovascular em torno de 10 a 15%. E é óbvio, a gente tem que lembrar que isso é um hábito de vida. Isso não é uma coisa que você toma um azeite hoje e você tratou a sua aterosclerose ou a sua inflamação crônica e tá resolvido? Não. Isso tem que ser feito diariamente, por longos períodos, para que esse benefício possa ser mensurado e que realmente faça diferença na sua vida. Então você realmente tem que gostar disso, tem que colocar no seu hábito diário como uma coisa normal, habitual, que você nem percebe mais que está fazendo e está fazendo. E é óbvio lembrar que é muito mais importante a qualidade desse azeite do que a quantidade, porque não adianta aumentar em quantidade um azeite que não é bom, que não vai trazer benefício, que não tem. A quantidade pode ser necessário, você só vai aumentar a caloria, o aporte energético e não vai resolver nada. Então, incorporar o azeite de oliva na sua alimentação é uma maneira simples, mas eficaz de controlar não só a inflamação, mas como o stress oxidativo, diminuindo o risco de doenças cardiovasculares, ajudando uma forma de controlar os lipídios, a glicemia e é extremamente benéfico então, para sua saúde. Se você gostou do nosso vídeo, não se esqueça de se inscrever e fica aí que eu vou colocar o próximo melhor vídeo para você assistir.

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