Como fazer a dieta do Mediterrâneo

dieta do Mediterrâneo - Vinho
Dê sua nota post

Prepare-se para embarcar em uma jornada de saúde e bem-estar com a dieta do Mediterrâneo! Conhecida como a “dieta dos deuses”, essa alimentação baseada em frutas, legumes, cereais, sementes, peixes e outros alimentos facilmente encontrados na natureza tem transformado a vida de milhares de pessoas ao redor do mundo. Com uma expectativa de vida maior, uma rotina mais saudável e baixa incidência de doenças, essa dieta é mais do que um simples cardápio a seguir, é um estilo de vida. Descubra como incorporar os alimentos naturais e evitar os industrializados para ter uma vida mais saudável e equilibrada.

O vídeo apresentado pelo Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Amato Duo, discute os benefícios da dieta mediterrânea na saúde vascular e na redução da inflamação crônica. Ele aborda como essa inflamação pode danificar tecidos e está relacionada a problemas como obesidade, aterosclerose e diabetes tipo 2. O Dr. Amato destaca que a dieta mediterrânea é uma das mais estudadas e eficazes, podendo prevenir até 30% das mortes cardiovasculares. Ele explica que essa dieta não é apenas um conjunto de receitas, mas um estilo de vida adotado em países como França, Espanha, Itália e Grécia, enfatizando a importância de alimentos naturais, como peixes gordurosos, frutas, legumes e azeite de oliva, e a redução do consumo de carnes vermelhas e alimentos processados. Além disso, discute o papel das células de gordura na inflamação e saúde vascular. O vídeo termina incentivando a adoção da dieta mediterrânea como uma abordagem eficaz para a perda de peso, melhoria da função arterial e redução da inflamação, e sugere assistir a outro vídeo do canal para mais informações.

A dieta do Mediterrâneo, também conhecida como dieta mediterrânea, é mais do que um cardápio a seguir por alguns dias. É um estilo de vida e um jeito de se alimentar tendo como base os alimentos facilmente encontrados na natureza como frutas, legumes, cereais, sementes, peixes e outros.

Esse cardápio é típico dos moradores da região do mar Mediterrâneo, incluindo o sul de países como França, Itália, Espanha e Grécia. Por causa da alimentação natural, essas pessoas têm uma expectativa de vida maior, uma rotina mais saudável e com baixa incidência de doenças.

Comida de verdade: a base da dieta do Mediterrâneo

Quando falamos em comida de verdade, estamos falando de alimentos naturais, livres de processos industriais. Ou seja, são aqueles encontrados na natureza, que não têm embalagem. Por exemplo: frutas, legumes, verduras, peixes, ovos, sementes, mel, grãos integrais e carnes magras.

Esses devem ser a base de um cardápio inspirado em uma dieta mediterrânea. Contudo, é possível acrescentar outros alimentos que, apesar de naturais, ainda passam por algum processo industrial como o leite e seus derivados e o azeite, por exemplo.

O que deve ser prontamente evitado, ou ao menos reduzido para quem está começando, são os alimentos industrializados. São itens que passam por diversos processos de fabricação, com acréscimo de substâncias pouco saudáveis como corantes e conservantes, e acabam perdendo também ingredientes positivos dos alimentos como as fibras e demais nutrientes.

Com o passar do tempo, e com a ingestão contínua de uma alimentação baseada em produtos industrializados, o corpo acaba sofrendo as consequências, ficando doente frequentemente, com menos disposição física e mental.

Como fazer a dieta do Mediterrâneo:

Se você pensa que fazer a dieta do Mediterrâneo é algo chato ou trabalhoso, está enganado. No começo, é possível que você sinta um pouco de dificuldade, porém com o passar do tempo e percepção dos benefícios, você verá o quanto vale a pena. Veja como funciona.

Prefira comer alimentos naturais

Como dissemos, os alimentos frescos e naturais devem ser a principal alimentação de quem segue a dieta mediterrânea. Então, sempre que tiver a opção de ingerir um alimento natural, dê preferência a ele. Coma mais ovos, carne de ave, peixe, frutas, legumes, verduras, cereais integrais, azeite e sementes.

Evite o consumo de industrializados

Reduza ao máximo o consumo de industrializados, embutidos e processados. No começo, pode ser um pouco difícil devido às inúmeras ofertas que temos disponíveis e também ao paladar já acostumado a esses alimentos, mas, com a prática e um olhar mais atento você saberá fazer escolhas melhores.

Exemplos: comidas prontas, congelados, linguiças, salame, salsichas, bebidas energéticas, refrigerantes, temperos prontos etc.

Inclua gorduras boas no seu cardápio

Por algum tempo, as gorduras boas eram consideradas ruins para o organismo. Com o avanço dos estudos na área, o que foi percebido é que essas gorduras boas fazem bem ao nosso corpo, especialmente para o nosso cérebro.

Inclua na sua dieta: abacate, azeitona e azeite de oliva.

Reduza o consumo de carne vermelha

A carne vermelha não deve ser eliminada, mas precisa ser consumida com moderação. Uma vez por semana é o suficiente e dando preferência aos cortes magros. Nos outros dias, coma mais ovos, carne branca e peixes.

Água e vinho para acompanhar as refeições

A água é o líquido principal da dieta mediterrânea e pode ser ingerida à vontade. O vinho, apesar do teor alcoólico, também pode ser consumido, desde que em pequena quantidade. O vinho contém polifenóis, ricos em antioxidantes que combatem inflamações e doenças como o câncer.

Neste vídeo, o cirurgião vascular Dr. Alexandre Amato fala sobre o resveratrol, uma substância que tem sido associada ao aumento da longevidade em estudos com ratos. Ele explica que o resveratrol é encontrado principalmente na casca e semente da uva escura e é produzido pela planta como uma forma de se proteger contra a radiação, fungos e outros germes. Ele também menciona que o resveratrol também é encontrado em outros alimentos, como amendoim, cacau e hortaliças azedas. O Dr. Amato menciona que espera-se que haja mais estudos sobre os benefícios do resveratrol no futuro.

Prefira adoçantes naturais

Açúcar refinado, demerara e similares, além de adoçantes industrializados também devem ser evitados. No lugar deles, use mel para adoçar os alimentos ou acostume-se aos poucos com o sabor natural dos alimentos.

O vídeo é sobre a influência dos adoçantes na circulação e a saúde cardiovascular. O médico especialista fala sobre como os adoçantes podem ser uma alternativa ao açúcar, mas que é importante entender todos os fatores envolvidos. Ele menciona estudos que mostraram uma relação entre adoçantes e derrames em mulheres pós-menopausa, mas que é difícil fazer estudos precisos porque muitas vezes as pessoas que usam adoçantes já têm outros fatores de risco para doenças cardíacas. Ele recomenda ter cuidado ao usar adoçantes e ser consciente de que os refrigerantes dietéticos podem conter outros produtos químicos prejudiciais à saúde.

 

 

 

 

Consuma leites e derivados

Leite, queijo, requeijão e manteiga também são permitidos, porém com preferência para as versões mais magras como o leite desnatado, o queijo minas ou a ricota e o requeijão light. Quanto à manteiga, prefira aquela que tem menos ingredientes e evite a margarina.

 

Prefira frutas e legumes da estação

Frutas, legumes e verduras da estação são mais saborosas, têm um preço mais acessível e sofrem menos intervenções dos produtores. Portanto, monte o seu cardápio diário de acordo com o período de produção de cada alimento.

Benefícios da dieta do Mediterâneo

Por ser uma dieta baseada em alimentos naturais, com baixa gordura saturada e grande variedade de alimentos, a dieta do Mediterrâneo oferece muitos benefícios ao indivíduo, especialmente na qualidade de vida dele. Conheça a seguir os principais benefícios.

 

Organismo mais resistente

Os nutrientes existentes nos alimentos naturais fortalecem o organismo, mantendo-o mais saudável e menos propenso a sofrer com a incidência de diversas doenças. O corpo fica fortalecido e mais bem disposto.

 

Emagrecimento saudável e sustentável

Produtos industrializados, enlatados, açúcar e carboidratos refinados são as principais causas do aumento de peso. A dieta mediterrânea, por ter como base os alimentos naturais, leva ao emagrecimento saudável e a longo prazo, bem diferente do que acontece com as dietas restritivas que geralmente fazem com que a pessoa engorde tudo novamente depois.

Além disso, esses alimentos contém muitas fibras que dão saciedade, aumentam o metabolismo e a queima natural de gordura corporal.

 

Baixa incidência de doenças crônicas

Alzheimer, diabetes, hipertensão, doenças cardíacas, doenças vasculares, câncer, colesterol, doença de Parkinson e até a depressão podem ser prevenidas com a dieta do Mediterrâneo. Tudo isso é resultado não só do poder nutritivo dos alimentos, mas também por causa do bom funcionamento de todos os órgãos influenciados pela alimentação saudável.

 

Mais poder nutritivo

Alimentos naturais são ricos em nutrientes, não possuem conservantes e nenhum tipo de aditivo, garantindo mais sabor e saúde. Uma dica é investir em frutas, legumes e verduras respeitando o período de sazonalidade de cada alimento. Assim, você garante alimentos mais saborosos e com amadurecimento natural.

 

Alimentação mais limpa e mais variada

A dieta do Mediterrâneo oferece aos seus adeptos refeições mais simples, variadas e naturais, bem diferente de um cardápio comum atualmente, recheado de produtos industrializados. Temos à disposição uma infinidade de frutas, legumes e verduras, além de grãos e sementes diversos, o que facilita muito a elaboração de um cardápio diverso e gostoso.

Como pudemos ver, fazer a dieta do Mediterrâneo não é um desafio difícil de cumprir. Basta focar ao máximo em alimentos naturais, fazer as combinações necessárias e manipular os alimentos de forma que eles fiquem apetitosos. É possível preparar inúmeras receitas com a variedade de ingredientes que temos disponíveis, aliando sabor e nutrição. Assim, além de comer para se satisfazer, você também come para nutrir e fortalecer o seu organismo.

 

Qual a dieta que sugerimos?

Se você está cansado de procurar a dieta ideal e tem dúvidas sobre o que realmente é saudável, sugiro iniciar sua consciência alimentar com a dieta antiinflamatória do livro “Dieta anti-inflamatória estratégica” do Dr. Alexandre Amato. Este livro oferece uma abordagem única para entender como alimentar-se de forma saudável, baseado em entender o que é saudável para você, e não seguir dietas da moda que podem não funcionar para você.

O livro ensina como julgar os alimentos saudáveis e como tratar os sintomas que te afligem através de uma estratégia personalizada e customizada. Aprender a passar pela fase do auto-conhecimento alimentar pode impactar positivamente sua vida e melhorar drasticamente sua qualidade de vida.

Neste vídeo, o Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Amato Duo, fala sobre os benefícios do azeite de oliva extra virgem para a circulação e a saúde do coração. Ele começa destacando que, apesar de ser um alimento, o azeite de oliva é quase um medicamento devido aos seus benefícios para a saúde, embora deva ser consumido em quantidades adequadas.

O Dr. Amato explica que as doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no mundo ocidental e que mudanças no estilo de vida e na alimentação podem ajudar a prevenir essas doenças. O azeite de oliva extra virgem, que é puro e rico em polifenóis e gorduras monoinsaturadas, é destacado por suas propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias. Ele também menciona a importância de escolher azeites de boa qualidade, armazenados em frascos opacos para proteger contra oxidação.

O vídeo enfatiza o papel do azeite na redução do estresse oxidativo e na manutenção da saúde vascular, prevenindo a formação de aterosclerose e doenças como infarto e derrame. O azeite ajuda na redução da oxidação do LDL (colesterol ruim) e na expressão de genes relacionados à aterosclerose. Ele também controla a inflamação crônica e regula a pressão arterial, colesterol e glicemia.

Por fim, o Dr. Amato recomenda a ingestão diária de meia colher de sopa de azeite (cerca de 7 gramas), enfatizando a importância da moderação devido ao conteúdo calórico do azeite. Ele conclui afirmando que o uso regular do azeite de oliva na alimentação é uma estratégia eficaz para controlar a inflamação, o estresse oxidativo e reduzir o risco de doenças cardiovasculares. O vídeo termina com um convite para se inscrever no canal e assistir ao próximo vídeo recomendado.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Rolar para cima