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TEP, o que é isso? Embolia Pulmonar

embolia pulmonar - Terapia
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Você já ouviu falar em Tromboembolismo pulmonar (TEP)? Essa condição médica pode ser fatal e pode acontecer com qualquer pessoa. A embolia pulmonar é causada por um coágulo de sangue que se desprende de uma veia e viaja até a artéria pulmonar, impedindo a passagem de sangue para o pulmão. Os sintomas incluem falta de ar, dor torácica e até mesmo escarro com sangue. Os casos mais graves podem causar hipertensão pulmonar e levar à morte. A embolia pulmonar é uma emergência médica e é necessário tratamento imediato para evitar complicações. Neste artigo, você vai entender melhor o que é TEP, como ele é causado, os sintomas e as medidas de prevenção. Acompanhe conosco essa jornada e fique atento à sua saúde!

Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato, fala sobre a embolia pulmonar que é uma doença grave que pode ser causada por uma trombose venosa. Quando um trombo se desprende e bloqueia uma artéria pulmonar, impede a troca de oxigênio no pulmão, causando a embolia pulmonar. Ele destaca a importância de entender as causas da trombose, como a estase sanguínea, lesão endotelial e alteração da crase sanguínea, e identificar os fatores de risco para prevenir a embolia pulmonar. Ele menciona também que existem situações específicas, como cirurgias grandes, imobilidade prolongada e câncer, que aumentam o risco de trombose venosa e embolia pulmonar.

Olá! Sou o Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato. E hoje eu vou falar sobre a embolia pulmonar que é uma doença gravíssima o que a gente pode fazer para prevenir uma embolia pulmonar, normalmente desencadeada após uma trombose venosa. Ou a pessoa tem uma trombose venosa, normalmente em membros inferiores e esse trombo se desprende e vai entupir como se fosse uma rolha, uma artéria pulmonar. E essa artéria pulmonar, ela é responsável por levar o sangue que vai fazer a troca de oxigênio. A gente fica sem a troca de oxigênio nessa área do pulmão, ocorrendo aí a embolia pulmonar e, dependendo do tamanho dessa embolia pulmonar, pode levar ao óbito. Leva muito frequentemente ao óbito. Então, a conversa de hoje é como evitar essa embolia pulmonar. Resumindo, como evitar uma morte por um mal súbito, que é perfeitamente evitável. Para entender a embolia pulmonar, a gente tem que entender por que a trombose se forma. Então, existem três fatores principais que foram descritos por Virchow há muito tempo atrás que, em primeiro lugar, a estase sanguínea e em segundo lugar, a lesão endotelial e em terceiro lugar, a alteração da crase sanguínea, ou seja, uma trombofilia. O que isso significa? Significa basicamente que se o sangue fica parado muito tempo num vaso, ele tem a propensão de coagular mais. Mas também significa que se você tem uma lesão endotelial, ou seja, uma lesão ou um trauma nessa parede do vaso, ele também vai acabar desencadeando a cascata da coagulação e formando um trombo. Mas também significa que quem tem uma doença do sangue, quem tem uma trombofilia, que eu já falei aqui em vídeo, que aumenta a probabilidade de ocorrer uma trombose, também fica mais sujeito a formação de trombo e, consequentemente, de uma embolia. Então, sabendo disso, a gente consegue rastrear as principais causas de embolia e se a gente sabe quais são as principais causas, os principais fatores de risco, a gente consegue identificar as pessoas que têm um risco elevado e tratar ou fazer a profilaxia para evitar que isso aconteça. Então, isso vai acontecer aonde? Vai acontecer em cirurgias muito grandes, cirurgias de joelho, quadril, cirurgias que vão causar uma imobilidade prolongada, câncer ou cirurgia para o câncer, ou a própria quimioterapia que é o tratamento para o câncer. Tudo isso aumenta a probabilidade de ter uma trombose venosa. Entre as pessoas que estão numa situação dessa têm que ficar atentas a isso. As trombofilias que são o aumento dessa probabilidade de ter uma coagulação maior. Trombofilia tem várias doenças que entram em vez de um que é muito frequente, que é o fator cinco de Leiden. Em 5% da população tem uma forma mais branda dessa dessa doença. Mas existem várias outras, como a proteína C, S e muitas outras trombofilias. Mas se a gente fala de trombofilia, a gente está falando do aumento de probabilidade de trombose. Então a gente pode rastrear até grupos de pessoas que têm um aumento dessa probabilidade. Eu posso falar de macro grupos, de grupos maiores. Mulheres, Elas estão sujeitas a ter uma trombose mais frequentemente do que homens. Para aqueles que têm um grupo sanguíneo tipo A, também tem um aumento de risco de trombose, esse aumento é pequenininho, mas ele existe. A idade avançada, à medida que a gente vai ganhando, o nosso RG vai ficando baixo, que a gente vai ganhando anos de vida, aumenta o risco de trombose. Uma gestação, a gravidez, a gravidez ela comprime a veia cava, tem um monte de hormônios circulando no sangue, tudo isso aumenta a probabilidade de uma trombose, o pós parto também tem esse risco. A obesidade, tal qual a gente, não consegue dizer muito bem se é a própria obesidade ou se é a imobilidade associada à obesidade. Mas ela pode aumentar o risco de trombose. Um trauma, então não há os politraumas de alguém que sofreu um acidente de carro ou algum acidente grave vai ter um risco maior do que um acidente pequenininho. Lógico, porque aí você começa a associar a fatores. Então, um trauma muito grande, vai ter um período de mobilidade e esse período de mobilidade aumenta a estase. O uso de catéter centrais, essas punções de veia muito profunda. Isso pode aumentar o risco de trombose e até mesmo o fato de ter varizes, veias varicosas nas pernas. Mas aí eu não estou falando daquelas varizes estéticas, pequenininhas. Não, estou falando de varizes descompensado, as varizes grandes, uma insuficiência venosa significativa. E isso pode aumentar o risco de uma trombose venosa. Então, se você fez uma cirurgia ou está em vias de fazer uma cirurgia, saiba que o pós operatório imediato é o momento crítico em que você tem que ficar bem atento aos sinais e sintomas de uma embolia pulmonar, que são então a falta de ar, uma dispneia, uma falta de ar súbita, uma dor no peito, uma dor torácica que pode ser aguda ou sob aguda. Ou seja, você pode ter abruptamente essa dor ou pode ter uma dor meio arrastada por algumas horas. a hemoptise que seria o escarro com o sangue também pode estar presente. Existem alguns outros sintomas que podem ou não estar presentes, como uma febre, uma tosse, essa tosse pode até ser seca, uma palpitação, uma taquicardia. Tudo isso pode estar relacionado a uma embolia. Então, se você tiver qualquer um desses sintomas, é bom você ir no hospital e rápido. No pronto socorro, a embolia pulmonar a gente trata no pronto socorro. Se ela identificado cedo, a gente consegue fazer o tratamento. Agora eu vou falar do D-dímero, que é o exame que a gente faz para ajudar no diagnóstico da trombose. Eu acho que vale a pena conversar um pouquinho sobre D-dímero, porque depois da história do ocorrido, estão pedindo D-dímero pra tudo e eu estou recebendo pacientes que estão tratando D-dímero alto e a gente não trata exame, a gente tem que tratar o paciente. E o D-dímero, ele tem uma característica muito peculiar. Ele não é um exame que quando deu positivo quando ele está alto, ele não fala deu trombose. Quando ele está alto, ele fala mais ou menos o seguinte trombose é um possível diagnóstico, dentre vários outros. Entre eles, um trauma um câncer ou até mesmo a inflamação. E o Covid é uma doença inflamatória. Então, o aumentar do D-dímero, não significa que você tem trombose ou que você tem embolia pulmonar. E é isso, a gente está falando de uma doença respiratória como o Covid e a pessoa vai estar com falta de e a gente vê um D-dímero positivo. A falta de ar e o D-dímero positivo não é o suficiente pra gente falar que tem uma embolia pulmonar ou que tem uma trombose. O D-dímero positivo significa simplesmente olha, pode ter uma trombose, mas eu não sei o que é, investiga mais um pouco, mas você pode estar perguntando, mas por que a gente pede um exame desse que não dá um diagnóstico preciso? Simples, porque quando ele vem é negativo, a mensagem é essa fica tranquilo que trombose não é! Então, quando ele vem em negativo, ele é um exame muito útil para descartar uma doença grave e falar “Olha, você não tem uma doença grave, segue sua vida.” Agora, quando ele vem positivo, ele não é o suficiente para dar o diagnóstico de uma trombose e de uma embolia pulmonar. Isso tem que ficar muito claro. Eu já recebi um monte de paciente aqui desesperado, acompanhando um D-dímero alto por semanas, meses depois de uma trombose, achando que tem alguma doença, mas na verdade, pode ser simplesmente um processo inflamatório decorrente da síndrome pós-covid. Agora, sabendo que você está dentro de um grupo de risco, a gente tem que aumentar as medidas profiláticas. Eles tem que fazer mais coisa para evitar que ocorra essa trombose, que essa rolha entupa o seu pulmão. E o que a gente pode fazer? Tem a profilaxia medicamentosa, que é o uso de drogas e medicamentos que vão afinar o sangue, que vão diminuir a coagulabilidade, vão diminuir a propensão de formar coágulos e tem a profilaxia não medicamentosa. A profilaxia medicamentosa vai ficar na mão do médico, ele vai ter que prescrever para você, se for necessário. Aqui no nosso hospital dia, a gente tem um protocolo de avaliação de trombose venosa e de embolia pulmonar. Então todos os pacientes que entram vão preencher esses critérios aqui a gente vai ver quem vai precisar e quem não vai precisar da profilaxia. Esse é um método pra gente evitar uma embolia pulmonar, aumentando o nível de profilaxia para que eles pacientes que têm um risco mais alto. Esse é um método para aumentar a segurança do paciente que vai sofrer uma cirurgia. Mas a gente tem a profilaxia não medicamentosa também. O que é isso? É a deambulação precoce, é voltar a se movimentar mais cedo, é elevar os pés da cama para melhorar o retorno venoso, é tomar bastante líquido, se hidratar bem e tomar bastante água mesmo para ficar com o sangue mais líquido, mais fluído. E isso é diminuir a viscosidade sanguínea, isso também diminui a propensão a formar coágulos. Em alguns casos, pode ser necessário a elastocompressão, então a gente vai colocar meia elástica para melhorar esse retorno venoso. Em alguns carros que a gente identifica que tem um risco maior ainda, pode ser necessário a bomba de compressão pneumática, que fica comprimindo a perna e bombeando esse sangue de volta para a circulação. Agora, se você já tem o diagnóstico de embolia pulmonar ou se foi feito o diagnóstico de embolia pulmonar, a gente vai ter que tratar. A embolia pulmonar é uma doença grave, mas se a gente identifica cedo e trata cedo, a gente consegue evitar uma complicação catastrófica. Essa complicação a gente evita então, com o tratamento medicamentoso, seriam os anticoagulantes. Existe o tratamento cirúrgico para alguns casos específicos, em que essa rolha é muito grande. A gente precisa dissolver ou tirar essa rolha do pulmão e a gente vai entrar com um cateter lá dentro e dissolver essa essa rolha ou com um medicamento que faz ela se dissolver, ou mesmo de uma forma mecânica, como se fosse um roto rooter. Ele vai arrancando e tirando essa essa rolha, mas isso só pode ser feito em alguns hospitais, e em alguns casos mais graves, não é para ser feito para todo o mundo. Tudo isso depende do tamanho dessa rolha e do grau de complicação respiratória que está levando. Muitas vezes é necessário a internação para ter que ficar em observação médica, embora se for o casos mais leves, é possível fazer o tratamento em casa também. E em alguns casos em que ocorre essa embolia recorrente, pode ser necessário a colocação de um filtro de veia cava, que é um dispositivo que a gente coloca cirurgicamente dentro de uma veia e que vai acabar filtrando qualquer rolha que tentar passar por esse espaço. Então, o tratamento tem que ser individualizado para cada caso, tem que ser feito pelo médico especialista e tem que ser feito, pelo menos inicialmente, num hospital. Se você tem os fatores de risco para uma trombose, para uma embolia pulmonar, por favor, converse com seu médico, por favor, vá um pronto socorro. Não fique na dúvida. Essa é uma das doenças que não dá para a gente esperar para ver o que vai acontecer. Gostou do nosso vídeo? Inscreva-se em nosso canal, compartilhe com seus amigos e até o próximo! Mas espere um pouquinho que vou deixar mais um vídeo aqui para você assistir!

Tromboembolismo pulmonar (TEP), também conhecido como embolia pulmonar, é uma condição médica grave que ocorre quando um coágulo de sangue se desprende de uma veia e viaja até a artéria pulmonar. Isso pode provocar sintomas como falta de ar, escarro com sangue e dor torácica. Em casos mais graves, o TEP pode causar hipertensão pulmonar e levar à morte devido à falta de oxigenação sanguínea. A embolia pulmonar é uma emergência médica e, por isso, é feito o tratamento imediato para evitar complicações. A prevenção do TEP inclui medidas para evitar coágulos sanguíneos, como a mudança de estilo de vida, o uso de medicamentos anticoagulantes e a detecção precoce dos sintomas.

Tromboembolismo pulmonar (TEP) ou embolia pulmonar é um fenômeno que pode ocorrer devido à presença de um trombo nas veias, principalmente nas das pernas; as veias são os vasos sanguíneos que levam o sangue usado pelo corpo de volta ao coração, de onde é levado ao pulmão, local em que será enriquecido com oxigênio novamente.

Você deve ter chegado aqui porque seja entender o que é embolia pulmonar. Vamos explicar tudo!

Esse coágulo no sangue, ao desprender-se na corrente sanguínea e mover-se até a artéria pulmonar pode provocar os sintomas da embolia: falta de ar, escarro com sangue e dor torácica. A embolia pulmonar pode matar nos casos mais graves devido à hipertensão pulmonar e falta de oxigenação sanguínea.

Vamos explicar melhor:

Trombos são coágulos/plaquinhas formadas de células sanguíneas, plaquetas (responsáveis pela cicatrização das lesões) e proteínas. Eles são formados quando o organismo recebe um estímulo para fazer a coagulação de um vaso sanguíneo, é um evento que serve para controlar os sangramentos.

 Mas, quando o estímulo é excessivo ou surge mesmo sem ter havido uma lesão, esse “tratamento” natural do organismo pode ser danoso.

tromboembolismo pulmonar

Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato, fala sobre a embolia pulmonar, que é uma complicação temida da trombose venosa profunda. Ele destaca que é por causa da embolia pulmonar que todos devem se preocupar com a trombose venosa profunda, pois ela pode levar à morte. Ele explica que a embolia pulmonar é quando um trombo ou coágulo sanguíneo obstrui uma artéria pulmonar, causando isquemia, morte de células pulmonares e perda de capacidade de troca de oxigênio e gás carbônico, que pode levar ao óbito. Ele menciona que os sintomas incluem dor torácica, tosse, escarro hemoptoico e falta de ar e que a embolia pulmonar tem vários tamanhos de vasos e coágulos que podem levar a uma embolia pulmonar. Ele também destaca que a embolia pulmonar é frequente, ocorrendo mais de 150 mil casos por ano e é mais frequentemente causada por trombose venosa de membros inferiores.

Olá! Eu sou Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular
do Instituto Amato e hoje vou falar sobre a embolia pulmonar. Embolia pulmonar que é uma
complicação temida da trombose venosa profunda. A gente tem em nossos vídeos aqui
de trombose venosa profunda e agora vou me aprofundar um pouquinho mais nessa
complicação. É uma complicação que pode levar à morte e é por isso que a gente tem que
ficar muito atento a ela, e na verdade é exatamente por causa da embolia pulmonar
que todo mundo tem que se preocupar com a trombose venosa profunda.
Trombose venosa profunda se não tem uma complicação, ela não leva à
morte, mas se ocorre a complicação da embolia pulmonar, essa sim pode levar ao óbito. Então o que é a embolia pulmonar? A embolia
pulmonar é quando um trombo ou um coágulo sanguíneo obstrui, a artéria pulmonar e essa
obstrução vai causar uma área do pulmão em que tem ventilação, mas não tem circulação,
essa área onde não vai ter circulação vai entrar em isquemia, morre e acaba levando a
uma perda de capacidade de troca de oxigênio e gás carbônico de forma
que o paciente pode ir a óbito. Então a embolia pulmonar é uma doença
frequente, ocorre mais de 150 mil casos por ano, 25 casos a cada
100 mil habitantes. E o que você sente quando tem uma embolia
pulmonar é dor torácica, tosse, às vezes escarro hemoptoico e muito
frequentemente a falta de ar. Acontece que a embolia pulmonar tem vários
tamanhos de vasos e tamanhos de coágulos que podem levar a uma embolia pulmonar. Então quando a gente fala de um coágulo
pequenininho obstruindo uma artéria pulmonar pequena e distal, essa embolia
pulmonar pode ser pequena. Quando a gente fala de um coágulo maior
obstruindo uma artéria maior, a gente vai ter uma área de isquemia, uma área morta
do pulmão maior e isso vai causar uma repercussão maior no sistema cardiovascular
desse paciente, então mais frequentemente esse coágulo é proveniente de uma
trombose venosa de membros inferiores. Então o paciente tem uma
trombose venosa profunda, esse trombo em membros inferiores vai se
desprender e ele muda de nome e passa a se chamar êmbolo, e aí esse êmbolo vai para o
coração do pulmão, do coração, então ele está voltando da circulação periférica, ele cai no
coração, ele está cheio de gás carbônico, ele vai precisar ser oxigenado, então o coração
direito vai bombear sangue para o pulmão que é onde tem o sangue oxigenado
que vai precisar oxigenar ainda. E aí, ele vai obstruir uma artéria pulmonar e
aí nesse ponto que ocorre a embolia pulmonar, contei tudo isso, porque para ter uma embolia
pulmonar, muito frequentemente tem também os sintomas de uma trombose venosa profunda,
então dor, edema, inchaço em membros inferiores, normalmente associado também, algum
fator de risco para uma trombose. Pode ser desde uma trombofilia, uma trombose
venosa prévia, o uso hormonal sedentarismo, ficar imobilizado no leito ou algum trauma. Tudo isso pode ser um fator
de risco para uma trombose e essa trombose é um fator de
risco para a embolia pulmonar. Obviamente, com o aumento da idade alguns
fatores de risco vão chegando e o aumento da idade também aumenta o
risco da embolia pulmonar. A questão é que a embolia
pulmonar é uma emergência, você tem que ir no hospital que
aí sim tem chance de ser tratado. O que eu estou falando que é a embolia
pulmonar, não é certeza de óbito e sim uma doença muito grave, mas que tem tratamento
se for identificado cedo, então é necessário alcançar um pronto socorro para fazer o
diagnóstico cedo e iniciar o tratamento. Tem vários tratamentos dependendo do local
onde você chegou da disponibilidade de material de equipe. O tratamento pode ser cirúrgico, com a
tentativa de retirada desse coágulo, desse trombo ou pode ser o
tratamento com anticoagulante, tudo isso vai depender muito
de cada caso e situação, mas sempre o diagnóstico
precoce se faz necessário. Então uma dica prática para todo mundo, fez
uma cirurgia de qualquer coisa que seja que é um fator de risco para trombose venosa, se
começou a ter falta de ar, começou a ter dor no peito, começou a ter
escarro com o sangue. Por favor, fale com seu médico, vá direto ao
pronto socorro para fazer a avaliação se é ou não é uma embolia pulmonar, a embolia
pulmonar diagnosticada é cedo tem sim bons resultados, então depende
de você. Gostou do nosso vídeo? Inscreva-se no nosso canal, compartilhe com
seus amigos e até o próximo!

O local onde são formados com mais frequência é na panturrilha (batata da perna) e, uma vez formados, os trombos podem crescer dentro dos vasos e impedir completamente a passagem do sangue, podendo inclusive, muito raramente, levar à morte das células e dos tecidos e à perda do membro (Phlegmasia cerulea dolens).

Se um pedacinho do trombo se solta, ele muda de nome e passa a ser chamado de êmbolo e pode alcançar o coração. Do coração, ele alcança a artéria que irriga o pulmão, impedindo a passagem de sangue para esse órgão. Esse fenômeno é chamado de embolia pulmonar ou TEP e é muito grave.

A pessoa com TEP sente uma súbita falta de ar. Pode sentir também dor e chiado no peito, respiração rápida e tosse, que pode vir acompanhada de escarro com sangue; dor, palidez e formigamento. Sintomas que indicam que há um trombo nas pernas, também podem estar presentes. Além disso, o TEP é uma emergência médica, portanto a pessoa acometida deve ser levada prontamente a um hospital para tratamento.

Para ajudar a prevenir esse fenômeno, deve-se ter cuidado com situações que ajudam o sangue a ficar parado nas pernas, sem circular. No caso de pós-operatórios, o médico deve orientar a movimentação precoce e outras medidas de prevenção. Outras situações que necessitem de repouso, como viagens prolongadas, uso de cadeira de rodas, e outras também são fatores de risco. Pessoas muito obesas, ou com acometimento grave de varizes e mulheres que acabaram de ganhar bebê também estão sujeitos a risco aumentado. A presença de algumas doenças cardíacas e/ou renais e o uso de anticoncepcionais orais também podem colaborar com a doença.

O uso de meias elásticas de compressão, em pessoas que são propensas a esses eventos e que possuem fatores de risco, é uma medida de grande valia nessas horas e deve ser indicada pelo médico especialista. O mau uso da meia elástica também pode ser prejudicial. O ideal é procurar um médico cirurgião vascular que possa avaliar os riscos individuais e orientar sobre quais as melhores condutas a serem tomadas.

A trombose venosa profunda (TVP) é uma condição na qual coágulos sanguíneos se formam nas veias, especialmente nas pernas. Esses coágulos podem se desprender e viajar para o coração, onde podem entrar nas artérias pulmonares e obstruí-las, causando embolia pulmonar. Embolia pulmonar é uma complicação grave da TVP que pode levar à morte. Os sintomas incluem dor no peito, tosse com sangue, aceleração da frequência cardíaca e falta de ar. Quem tem TVP tem o risco de embolia pulmonar.

A trombose venosa profunda, ou TVP, ocorre frequentemente logo após as válvulas venosas  formando coágulos sanguíneos.  O risco da TVP é desprender um desses coágulos que formam um êmbolo, esse êmbolo pode viajar  longas distâncias através das veias podendo atingir o coração.  Dentro do coração, esse êmbolo pode ir para as artérias pulmonares, que tem o calibre  muito menor que as artérias que ele viajou anteriormente.  Por ser um embolo maior do que essas artérias, ele pode obstruir as artérias pulmonares  formando uma área no pulmão isquêmica onde o sangue não passa isso se chama, embolia  pulmonar.  Ela ocorre menos frequentemente do que a TVP, mas é um risco de quem tem a trombose venosa  profunda.  Dor no peito é o sinal mais frequente de embolia pulmonar, tosse com sangue, aceleração  da frequência cardíaca e falta de ar, se você tem TVP, você tem o risco de embolia  pulmonar. 

Conclusão

Em resumo, o tromboembolismo venoso é uma condição potencialmente fatal que pode ocorrer devido à formação de coágulos sanguíneos nas veias. A trombose venosa profunda é o tipo mais comum de tromboembolismo venoso e pode ocorrer após cirurgias, imobilidade prolongada ou outros fatores de risco. A embolia pulmonar é uma complicação grave da trombose venosa profunda, que ocorre quando um coágulo se desprende e viaja para as artérias pulmonares, causando danos à área do pulmão e potencialmente levando ao óbito. É importante ficar atento aos sintomas da trombose venosa profunda e embolia pulmonar e procurar atendimento médico imediatamente se esses sintomas forem detectados. 

Amato, ACM O que você não pode ignorar na cirurgia vascular. Amato – Instituto de Medicina Avançada

 

 

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