Dor nas pernas: causas, sintomas e quando procurar um médico

dor nas pernas - Cãibra
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Dor nas pernas é um sintoma, não uma doença. As causas mais frequentes são vasculares — insuficiência venosa e varizes, doença arterial obstrutiva periférica e trombose venosa profunda — além de lesão muscular, compressão de nervo na coluna, lipedema e neuropatia.

Três padrões orientam o diagnóstico: dor que aparece ao caminhar e passa ao parar aponta para artéria; peso e inchaço que pioram ao fim do dia e melhoram com as pernas elevadas apontam para veia; dor súbita em uma perna só, com inchaço e calor, exige avaliação no mesmo dia.

Abaixo estão as causas vasculares e não vasculares, o que muda quando a dor é só na perna esquerda ou só na direita, os sinais de alerta e quando procurar um cirurgião vascular.

O que pode ser dor nas pernas?

A dor nas pernas pode ser um sintoma de várias condições médicas, incluindo problemas de circulação, neuropatia, problemas musculares e ósseos, entre outros. Algumas das causas mais comuns de dor nas pernas incluem:

  • Doença vascular periférica
  • Trombose venosa profunda
  • Insuficiência venosa
  • Cãibras noturnas
  • Lesões musculares
  • Tendinite
  • Síndrome do piriforme
  • Síndrome da dor femoropatelar
  • Neuropatia diabética
  • Neuroma de Morton
  • Esporão de calcâneo
  • Artrite reumatoide
  • Espondilite anquilosante
  • Fibromialgia

A dor nas pernas pode variar de uma leve sensação de desconforto até uma dor aguda e incapacitante, e pode afetar apenas uma perna ou ambas. É importante consultar um médico para identificar a causa da dor e obter o tratamento adequado.

Dor na perna esquerda ou dor na perna direita: o lado importa?

Sim. Dor nas duas pernas costuma ter causa sistêmica — insuficiência venosa, lipedema, neuropatia, fibromialgia, alterações da tireoide ou efeito de medicamentos. Dor em uma perna só aponta para uma causa local daquele lado, e é a situação que exige mais atenção.

Dor na perna esquerda

A perna esquerda tem uma particularidade anatômica: a veia ilíaca comum esquerda passa por baixo da artéria ilíaca comum direita e pode ser comprimida contra a coluna vertebral. Essa compressão — conhecida como síndrome de May-Thurner (ou de Cockett) — dificulta o retorno do sangue e é uma das razões pelas quais a trombose venosa profunda é mais frequente na perna esquerda do que na direita.

Por isso, inchaço e dor de início súbito na perna esquerda — principalmente com sensação de peso e aumento do diâmetro da panturrilha — merecem avaliação vascular no mesmo dia. As demais causas de dor isolada à esquerda são as mesmas de qualquer perna: lesão muscular, ciática, erisipela, cisto de Baker e doença arterial obstrutiva.

Dor na perna direita

Sem a compressão anatômica que existe do lado esquerdo, a dor isolada na perna direita costuma ter causa local: estiramento ou lesão muscular, tendinite, ciática à direita, erisipela, cisto de Baker roto ou obstrução arterial daquele membro.

Isso não exclui trombose venosa profunda: ela é menos frequente à direita, mas acontece, e os sinais são os mesmos — inchaço que se instala em horas, dor na panturrilha, calor e endurecimento local.

Quando o lado não importa: dor nas duas pernas

Dor simétrica no fim do dia, com peso e inchaço que melhoram ao elevar os pés, é o padrão da insuficiência venosa crônica. Dor difusa, sensibilidade ao toque e acúmulo desproporcional de gordura nas pernas sugerem lipedema. Queimação e formigamento nos pés e nas pernas, sobretudo à noite, sugerem neuropatia — comum no diabetes.

Sinais de alerta: procure atendimento no mesmo dia

  • Inchaço súbito de uma perna só, com dor na panturrilha
  • Dor na perna acompanhada de falta de ar ou dor no peito (suspeita de embolia pulmonar)
  • Perna fria, pálida ou arroxeada, com perda de força ou de sensibilidade
  • Vermelhidão que se espalha, com febre
  • Dor que não alivia em repouso, ou ferida na perna que não cicatriza
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Dores nas pernas

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Quais são as causas vasculares de dor nas pernas?

As causas vasculares de dor nas pernas incluem problemas de circulação arterial, como aterosclerose, doença vascular oclusiva e síndrome compartimental, que podem resultar em dor durante a caminhada (claudicação intermitente). Também podem ocorrer úlceras arteriais, úlceras mistas e úlceras hipertensivas. Doenças venosas, como tromboflebite, úlceras de estase ou venosas, insuficiência venosa e trombose venosa profunda, também podem causar dor nas pernas. Varizes e veias varicosas, bem como veias perfurantes insuficientes, são outras condições vasculares que podem levar à dor nas pernas. É importante consultar um médico para identificar a causa da dor e obter o tratamento adequado.

Quando procurar um médico por causa de dor nas pernas?

Deve-se procurar um médico se a dor nas pernas persistir por um período prolongado, se houver inchaço ou vermelhidão na perna, ou se houver sinais de infecção, como febre. Também é importante buscar atendimento médico imediatamente se a dor nas pernas for súbita e intensa, especialmente se estiver acompanhada de falta de ar, dor no peito ou outros sintomas graves.

Além disso, se a dor nas pernas estiver afetando sua qualidade de vida, limitando suas atividades diárias ou causando dor intensa, é recomendável procurar um médico para avaliação e tratamento.

Se houver histórico familiar de doenças vasculares ou problemas de circulação, é importante estar atento a sintomas como dor nas pernas, especialmente durante a caminhada, e informar o médico sobre o histórico familiar ao procurar atendimento.

Quando procurar um cirurgião vascular por causa de dor nas pernas?

Deve-se procurar um cirurgião vascular se a dor nas pernas estiver relacionada a problemas de circulação arterial, como aterosclerose, doença vascular oclusiva ou síndrome compartimental, ou se houver úlceras arteriais, úlceras mistas ou úlceras hipertensivas. Além disso, se houver histórico familiar de doenças vasculares ou se a dor nas pernas for acompanhada de sintomas como claudicação intermitente (dor durante a caminhada), é importante buscar atendimento de um cirurgião vascular.

O cirurgião vascular pode realizar exames de diagnóstico, como ultrassonografia Doppler, angiografia ou ressonância magnética, para avaliar o fluxo sanguíneo nas pernas e identificar a causa da dor. Dependendo do diagnóstico, o tratamento pode incluir mudanças no estilo de vida, como exercícios físicos regulares e dieta saudável, medicamentos para melhorar a circulação, cirurgia vascular ou procedimentos minimamente invasivos, como angioplastia ou colocação de stent.

O que é má circulação?

Má circulação é um termo geral que pode ser usado para descrever uma variedade de problemas circulatórios, incluindo tanto problemas arteriais quanto venosos. É importante realizar uma avaliação médica detalhada para identificar a causa específica da má circulação, a fim de garantir o tratamento adequado. Dependendo da causa, o tratamento pode incluir medidas como mudanças no estilo de vida, medicamentos, terapia de compressão, procedimentos minimamente invasivos ou cirurgia.

O Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato, fala sobre 12 sinais de má circulação. Ele explica que má circulação é um termo genérico que pode significar um problema no sistema arterial, venoso ou linfático, e que pode ser similar a dizer a um eletricista que há um problema elétrico ou a um encanador que há um problema de encanamento. Ele menciona que a dor é o principal sinal de má circulação e que a dor pode ser diferente dependendo do tipo de problema de circulação, como a claudicação intermitente em um problema arterial ou a sensação de peso em um problema venoso. O segundo sinal é o inchaço, que normalmente está relacionado a um problema venoso ou linfático. O terceiro sinal é o aparecimento de varizes em membros inferiores. O quarto sinal é a presença de feridas e úlceras nas pernas, que podem ser causadas por má circulação venosa, arterial ou linfática. Outros sinais incluem mudança de coloração, mudança de temperatura, infecções recorrentes, alterações tróficas, parestesias, amaurose fugaz e síndrome do dedo azul. O Dr. Amato recomenda que, se alguém apresentar qualquer um desses sinais, deve conversar com um cirurgião vascular para obter ajuda.

Principais causas vasculares:

O que é doença vascular oclusiva?

A doença vascular oclusiva é uma condição médica em que ocorre o estreitamento ou bloqueio das artérias que fornecem sangue para as pernas. Isso pode levar a uma diminuição do fluxo sanguíneo para as pernas, o que pode causar dor, sensação de queimação ou dormência, especialmente durante a atividade física. A doença vascular oclusiva é mais comum em idosos e em pessoas com fatores de risco, como tabagismo, hipertensão arterial, diabetes e colesterol alto.

A doença vascular oclusiva pode ser tratada de diversas maneiras, dependendo da gravidade da condição. Mudanças no estilo de vida, como exercícios físicos regulares e dieta saudável, podem ajudar a melhorar o fluxo sanguíneo e aliviar os sintomas. Medicamentos também podem ser prescritos para melhorar a circulação sanguínea. Em casos mais graves, pode ser necessária cirurgia vascular ou procedimentos minimamente invasivos, como angioplastia ou colocação de stent, para restaurar o fluxo sanguíneo nas pernas.

É importante consultar um médico se houver suspeita de doença vascular oclusiva, especialmente se houver dor nas pernas durante a caminhada, para avaliação e tratamento adequados.

 

No vídeo, o Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato, discute a claudicação intermitente. Chamado de “mancar”, essa condição é um sintoma da aterosclerose e da doença arterial obstrutiva periférica, principalmente afetando os membros inferiores. Os pacientes experimentam dor durante o exercício devido à falta de sangue chegando aos músculos, exigindo paradas frecuentes para descansar. A claudicação intermitente também pode ocorrer nos membros superiores, principalmente em mulheres que realizam atividades que exigem muita força. Existe também a claudicação intestinal, desencadeada pela falta de oxigênio no intestino após alimentação. O Dr. Amato ressalta que todas essas condições são o resultado de doenças crônicas que evoluem lentamente. Ele sugere a hidratação como uma maneira de aliviar os sintomas.

O que é insuficiência venosa?

Insuficiência venosa é uma condição médica em que as veias das pernas têm dificuldade em retornar o sangue ao coração devido a um mau funcionamento das válvulas venosas. Isso pode levar ao acúmulo de sangue nas pernas, resultando em inchaço, dor, cansaço e sensação de peso nas pernas. As varizes são um dos sinais mais comuns da insuficiência venosa.

A insuficiência venosa pode ser tratada de diversas maneiras, dependendo da gravidade da condição. Mudanças no estilo de vida, como exercícios físicos regulares, manter as pernas elevadas quando sentado e evitar ficar de pé por longos períodos, podem ajudar a melhorar o fluxo sanguíneo nas pernas e aliviar os sintomas. O uso de meias de compressão também pode ajudar a melhorar a circulação sanguínea nas pernas. Em casos mais graves, pode ser necessário tratamento cirúrgico, como a remoção das veias afetadas ou procedimentos minimamente invasivos, como a ablação a laser.

É importante consultar um médico se houver suspeita de insuficiência venosa, especialmente se houver inchaço nas pernas, dor, vermelhidão ou outros sintomas associados, para avaliação e tratamento adequados.

O Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato, explica que existem dois sistemas venosos nos membros inferiores: o superficial e o profundo. As varizes são decorrentes de uma falha no sistema venoso superficial, responsável por apenas 10% do retorno venoso no corpo, enquanto o sistema venoso profundo é responsável por 90%. Quando há uma doença do sistema venoso superficial, as varizes podem ser retiradas e tratadas, pois o fluxo sanguíneo é direcionado para o sistema venoso profundo. No entanto, o problema ocorre quando há um dano no sistema venoso profundo, causando insuficiência venosa profunda. Nesses casos, é importante fortalecer a bomba da panturrilha para melhorar o retorno venoso. O uso de medicação para aliviar sintomas como dor, cansaço e peso e o uso da meia elástica são importantes no tratamento da insuficiência venosa profunda. O acompanhamento a longo prazo com um cirurgião vascular é fundamental, pois o tratamento não é igual ao das varizes superficiais.

O que é trombose venosa?

A trombose venosa é uma condição médica em que um coágulo sanguíneo se forma em uma veia profunda, geralmente nas pernas. Isso pode causar inchaço, dor e sensação de calor na área afetada. A trombose venosa profunda é uma forma mais grave da trombose venosa que pode levar a complicações graves, como embolia pulmonar, se o coágulo se soltar e se mover para os pulmões.

A trombose venosa pode ser tratada de diversas maneiras, dependendo da gravidade da condição. O tratamento pode incluir medicamentos anticoagulantes para prevenir a formação de novos coágulos e reduzir o risco de complicações, como embolia pulmonar. Compressas quentes ou frias também podem ser aplicadas para aliviar a dor e o inchaço. Em alguns casos, é necessária cirurgia para remover o coágulo.

É importante consultar um médico imediatamente se houver suspeita de trombose venosa, especialmente se houver dor ou inchaço nas pernas e outros sintomas, como falta de ar, dor no peito ou tosse com sangue, para avaliação e tratamento adequados.

O vídeo aborda a importância da trombose venosa profunda e seus riscos. A trombose venosa profunda é a coagulação do sangue dentro de uma veia específica, localizada no sistema venoso profundo, e pode levar a uma embolia pulmonar, que é a complicação mais grave e pode levar à morte. A trombose venosa profunda pode ocorrer devido a três fatores principais: lesão do endotélio, alteração no sangue e aumento da coaguabilidade e estase sanguínea. Alguns fatores de risco incluem neoplasia, trombose prévia, trombofilia, uso de anticoncepcionais, gravidez, trauma, imobilização, desidratação, idade e varizes. É importante seguir à risca a orientação médica e fazer consultas periódicas para evitar complicações. O tratamento pode incluir anticoagulantes e procedimentos cirúrgicos, como a retirada do trombo. O vídeo alerta para a necessidade de se informar sobre a trombose e buscar atendimento médico ao apresentar sinais e fatores de risco.

O que é lipedema?

O lipedema é uma condição crônica e progressiva em que ocorre um acúmulo anormal de gordura nas pernas, glúteos e, às vezes, nos braços, semelhante a um edema. É mais comum em mulheres e muitas vezes é confundido com obesidade ou linfedema.

Os sintomas incluem dor nas pernas, sensação de peso e sensibilidade ao toque. A dor pode piorar com a atividade física e pode ser acompanhada de alterações na pele, como celulite. O diagnóstico do lipedema é baseado nos sintomas, histórico médico e exame físico.

O tratamento para lipedema inclui medidas para controlar a dor e a inflamação, como exercícios físicos, uso de roupas de compressão e fisioterapia. A lipossucção é uma opção de tratamento para reduzir o acúmulo de gordura e melhorar a aparência das pernas. Além disso, o tratamento pode incluir mudanças no estilo de vida, como manter um peso saudável e seguir uma dieta equilibrada.

É importante consultar um médico se houver suspeita de lipedema, especialmente se houver dor nas pernas ou sensibilidade ao toque, para avaliação e tratamento adequados.

Neste vídeo, o Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato, fala sobre os 8 sinais que podem indicar a presença de Lipedema. Ele explica que o Lipedema é uma doença que causa a deposição de gordura em membros inferiores e superiores, mas poupa o abdômen e o tronco. Os sintomas incluem dor, cansaço e peso. Os 8 sinais descritos são:

  • Desproporção nos membros inferiores e superiores
  • Início em um momento de grande variação hormonal
  • Poupa as mãos e os pés, mas pode haver pequena deposição em até 30% dos casos
  • Presença de roxos, equimoses e hematomas em pernas e braços
  • Nódulos palpáveis embaixo da pele
  • Alargamento da perna resistente à elevação
  • Sinal de Godet (quando aperta a pele forma um buraco), pode ser positivo ou negativo
  • Presença de outros membros afetados na família com a doença.

O médico destaca a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento médico para o tratamento adequado do Lipedema.

Existem outras causas de dor nas pernas?

Dor nas pernas pode significar muita coisa, desde lesão muscular, até doenças mais graves vasculares e neurológicas:

  • Dor nas pernas

Entre as causas infecciosas, a erisipela é a mais comum: vermelhidão que se espalha, calor, dor e febre, quase sempre em uma perna só.

Se a sua dor piora ao caminhar e melhora ao parar, o risco arterial pode ser estimado na calculadora de escore de risco de Framingham.

Quando a dor aparece sobretudo à noite, na cama, o padrão merece leitura própria — pode ser insuficiência venosa, síndrome das pernas inquietas ou, nos casos arteriais avançados, dor de repouso. Veja dores nas pernas à noite.

A dor nas pernas pode ser prevenida?

A dor nas pernas pode ter diversas causas, desde atividades físicas extenuantes até condições médicas mais sérias. Aqui estão algumas dicas para ajudar na prevenção da dor nas pernas:

Atividade Física

  1. Exercícios regulares: Manter um programa de exercícios ajuda a fortalecer os músculos e melhora a circulação, o que pode prevenir dores.
  2. Alongamento: Antes e depois do exercício, o alongamento ajuda a evitar cãibras e dores musculares.

Postura e Ergonomia

  1. Postura correta: Manter uma boa postura, especialmente ao sentar e andar, pode prevenir dores nas pernas.
  2. Mobiliário ergonômico: Utilizar cadeiras e mesas adequadas ao seu corpo podem evitar dores.

Dieta e Hidratação

  1. Alimentação equilibrada: Uma dieta rica em vitaminas e minerais pode ajudar a evitar problemas que causam dor nas pernas, como deficiências de vitaminas e desequilíbrios de eletrólitos.
  2. Hidratação: Beber água suficiente ao longo do dia pode evitar cãibras.

Sapatos

  1. Calçados apropriados: Usar sapatos com bom suporte e que se ajustam bem aos pés pode evitar dores.

Consulta Médica

  1. Check-ups regulares: Doenças como diabetes, artrite e problemas circulatórios podem causar dor nas pernas. Consultas médicas regulares podem ajudar na detecção precoce dessas condições.

Outras Dicas

  1. Descanso e Elevação: Descansar e elevar as pernas pode ajudar a reduzir o inchaço e a dor.
  2. Compressas: Utilizar compressas quentes ou frias pode aliviar dores musculares.

Lembre-se de que, se a dor nas pernas for persistente ou grave, é importante consultar um médico para um diagnóstico e tratamento adequados.

Para a parte prática do dia a dia, veja também os 5 exercícios para reduzir a dor nas pernas.

Playlist
  • Dor nas pernas e o COVID. Antes, Durante e Depois!8:20
  • Dor nas pernas. Quem procurar?19:28

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