Obstrução Arterial: Compreendendo a Doença e Suas Opções de Tratamento

A obstrução arterial, uma condição médica séria que afeta primariamente as artérias das pernas e pés, é muitas vezes causada pela aterosclerose, onde placas de gordura e colesterol se acumulam nas paredes arteriais. Essa condição pode levar a sintomas como dor durante atividades físicas leves e, em estágios avançados, dor constante e até gangrena. O diagnóstico envolve exames físicos e complementares, como o ultrassom Doppler, e o tratamento varia desde mudanças no estilo de vida e uso de medicamentos até intervenções cirúrgicas, dependendo da gravidade da obstrução. Este artigo visa fornecer uma visão abrangente sobre a obstrução arterial, enfatizando a importância de um diagnóstico precoce e um tratamento adequado.

Sumário

O Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular, explana detalhadamente sobre as artérias entupidas e como podemos evitar e ajudar a reverter esta condição. As artérias são os vasos responsáveis por levar o sangue oxigenado do coração para os órgãos e periferias do corpo, sendo assim, qualquer obstrução nestas pode resultar em isquemia, que é principalmente causada pela aterosclerose. Fatores de risco para aterosclerose incluem idade, genética, colesterol alto, pressão arterial alta, tabagismo, diabetes, obesidade, sedentarismo, dieta pouco saudável, estresse crônico e consumo excessivo de álcool. Além dos fatores de risco, existem tratamentos clínicos, que incluem mudança de estilo de vida, uso de antiagregantes plaquetários, vasodilatadores, estatinas, anti-hipertensivos e medicamentos para diabetes, e outros. Dr. Amato enfatiza que é muito mais eficaz prevenir a doença vascular do que tratá-la.

Você sabia que suas artérias podem estar entupidas agora nesse momento e você nem sabe? Nós vamos desvendar o mistério por trás das artérias entupidas e mostrar como virar o jogo à seu favor. Eu sou Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato e ajudo pessoas com problemas circulatórios a entenderem o seu problema e melhorarem a qualidade de vida. Então, pra entender o que são as artérias entupidas, a gente tem que primeiro entender o que são as artérias. As artérias são aqueles canos que acabam levando o sangue oxigenado para os órgãos e periferia. E as veias são aquelas que trazem de volta. Então as artérias saem do coração. Elas tem a parede mais grossa por causa da pressão, mais alta que elas são submetidas. Elas pulsam e elas levam o sangue oxigenado. Se tiver uma obstrução numa artéria, se tiver uma oclusão ou se tiver a diminuição do fluxo, o tecido que é que está recebendo menos oxigênio vai entrar em isquemia. Essa isquemia tem vários graus, pode ser uma isquemia pequenininha e aí ele ainda consegue produzir energia e funcionar com uma certa limitação, mas ainda consegue. Ou pode ser uma isquemia muito grave e que acaba causando a morte desse tecido. Então vamos entrar nessa corrente do bem. Compartilhe o link desse vídeo com quem você acha que pode se beneficiar. Então, o que é um entupimento arterial? É quando alguma coisa, mais frequentemente uma placa de aterosclerose acaba fechando esse vaso. Ah, mas pode ser outra coisa. Pode sim. Se você apertar uma artéria, você vai acabar causando uma isquemia. Se você fizer um garrote no braço, você vai causar uma isquemia na mão. Não precisa ser essa placa a aterosclerose. Mas eu falo da aterosclerose porque ela é a doença mais comum, que acaba levando a obstrução crônica muitas vezes mais no final da vida. Só que ela não acontece no final da vida. Ela começa já quando a gente é jovem. Por isso esse vídeo é importante pra todo mundo ter essas placas aterosclerose, que são placas com acúmulo de gordura, com acúmulo de cálcio também, dependendo do tipo. Às vezes ela é uma placa mais mole, uma placa mais dura, mas ela acontece por causa da inflamação e dano na parede endotelial dos vasos e ela vai crescendo e progredindo lentamente. É uma questão de décadas, não é uma questão de semanas. Ela acomete todas as artérias do nosso organismo. Então, quando você vai no médico, faz algum exame que mostra que tem uma plaquinha de cálcio em alguma artéria do corpo. Tenha certeza absoluta que tem outras artérias também acometidas. Mas a questão é que a gente não precisa se preocupar com todas as artérias individualmente. A gente tem que ver o corpo como um todo. Algumas artérias individualmente são extremamente importantes. Então, por exemplo, a artéria carótida que leva o sangue para o cérebro, ele é um ponto crítico, porque se tiver uma placa ou uma obstrução, ou uma placa que se fragmenta e vai para o cérebro, vai causar um derrame, um AVC, uma outra artéria coronária são as artérias que irrigam o coração. Se tiver uma obstrução e o coração parar de funcionar. Pronto, acabou. Agora, quando a gente está falando de outras artérias, por exemplo, uma artéria distal ou uma artéria que vai para a pontinha do dedo, às vezes uma obstrução pode não ser o suficiente para causar sintomas exagerados. Pode causar uma certa dor nas pernas, pode causar uma claudicação. Então aquele paciente que caminha mas tem que parar por causa da dor quando tem uma placa, a doença não é a placa. A placa é o que pode estar causando o sintoma. A doença é a aterosclerose. Que a aterosclerose está acontecendo no corpo inteiro. Como um todo. Agora essa placa, a aterosclerose ataca, ela não dói. Então uma coisa que eu sempre recebo nos comentários dos meus outros vídeos sobre placa de aterosclerose é Ah, eu estou sentindo uma dor. Será que é uma placa aqui? Placa não dói. Apesar de ela ser causada por inflamação, é uma inflamação de baixo grau que a gente não consegue sentir. Então a gente não consegue palpar essa artéria e causar uma dor naquele local por causa da placa. Agora tem casos exagerados que tem tanto cálcio nessa artéria que se a gente palpar a gente sente até como se fosse uma traqueia de passarinho. É assim que está descrito nos livros de medicina. Mas a questão é como a placa, ela não causa sintoma no local. Muitas vezes ela só vai causar sintoma tardiamente, então ela pode ser um achado de exame. Você vai no médico para investigar qualquer outra coisa e aí faz um raio-X, faz um ultrassom e aí aparece lá a placa, a aterosclerose. E aí, o que fazer com essa informação? Muitas vezes essa placa ela não é o suficiente para ser necessário fazer uma cirurgia ou desobstruir naquele local, mas já é um indicativo de que a aterosclerose já está progredindo no seu corpo e, portanto, você tem aquela inflamação crônica de baixo grau, muito embora ainda não tenha os sintomas disso aí. Mas se você fez um exame e encontrou uma placa e essa placa não traz sintoma, considere se um afortunado. Você está sendo avisado pelo exame de que você tem a aterosclerose, tem a inflamação crônica de baixo grau e você pode agir cedo. Se você levar isso a sério e agindo cedo, você pode prevenir a progressão dessa doença. Agora vamos imaginar que essa placa obstruiu uma artéria, uma artéria da perna, Essa artéria. Ela leva o sangue oxigenado, o sangue quentinho para os membros inferiores, para os pés. Se eu tiver uma obstrução disso, aquele sangue quentinho não vai chegar. O que vai acontecer vai diminuir a temperatura dessa perna, desse pé. Então causar a claudicação, a dor isquêmica causa a diminuição da temperatura. Vai diminuir os pelos, então diminuir a purificação, porque o corpo se tem pouco oxigênio, ele não vai usar esse oxigênio para produzir. Pelo pelo não é tão importante assim. É mais importante manter a perna viva. Mesma coisa com a unha. Quem tem uma obstrução arterial cronicamente, essa unha fica frágil, quebradiça. Às vezes se tem a obstrução de uma perna e não da outra. A unha pode crescer em velocidades diferentes. A que está obstruída cresce muito mais lentamente do que a que está chegando o sangue. Isso pode levar também à formação de feridas, úlceras, gangrena e, no final, obviamente, acaba levando à amputação. Então, por isso que o assunto que eu estou falando aqui é extremamente importante para todo mundo. Então, quais são os fatores de risco para placa aterosclerose? Então a gente vai falar como desobstruir as artérias, mas antes eu preciso falar quais são os fatores de risco. O primeiro deles é a idade e esse é um fator de risco que a gente não consegue mudar, porque basta estar vivo. Meu avô dizia que a alternativa é pior. Então, como que a gente não fica mais velho, só morrendo? E aí, com a idade, causa essas alterações da parede vascular que acabam levando à calcificação. Agora, a genética também é muito importante. Se você tem na família alguém que tem aterosclerose, principalmente de primeiro grau, pai, mãe, ou se teve AVC, infarto, derrame, gangrena, qualquer uma dessas doenças da aterosclerose, obviamente a sua chance de ter isso também é mais alta. A quantidade de colesterol ruim no sangue também é um fator de risco. É importante a gente levar em consideração que o HDL e o colesterol bom e o LDL e o colesterol ruim. Então, principalmente o desequilíbrio de pouco colesterol bom, muito colesterol ruim vai causar mais dano na parede arterial. Se tem bastante colesterol bom e tem bastante colesterol ruim, o impacto não vai ser tão grande assim. Então a gente tem que entender isso antes de sair culpando o colesterol. Na verdade, é um desequilíbrio nessa proporção. A hipertensão arterial, a pressão alta também causa dano na parede vascular por várias razões. E tem um vídeo inteiro falando sobre isso aqui no canal. Tem várias teorias também, mas o que se sabe é que ela é um fator de risco bem conhecido para calcificação da parede arterial e formação de placa de ter uma. Agora o tabagismo. O tabagismo é sem sombra de dúvidas o pior de todos. Aumenta drasticamente a quantidade de amputação necessária, de claudicação, de risco cardiovascular. Tem centenas de substâncias dentro do cigarro, muitas delas são pró oxidativo, mas muitas delas causam a inflamação na parede vascular e dano endotelial. A diabetes também é uma outra doença, mas que aumenta o risco de aterosclerose. E eu já digo que quem tem diabetes já tem aterosclerose. O que pode acontecer é que não está vendo ainda, mas a aterosclerose já está acontecendo. Então principalmente se você tem diabetes, você tem que estar extremamente atento com todas essas dicas de evitar um problema vascular arterial. A obesidade está diretamente relacionada com a inflamação, diretamente relacionada também com a aterosclerose. Então pacientes obesos tem um risco maior de doenças cardiovasculares de origem. A aterosclerose. E pra isso, óbvio, o que você tem que fazer é controlar o seu peso, controlar, não chegar na obesidade, se possível ou se tiver na obesidade, tratar a obesidade, não ficar com medo de trazer esse problema pro médico. O médico pode te ajudar com medicação, às vezes até com com cirurgia. Eu vejo o paciente que está obeso, obeso, num ponto assim de ter um evento cardiovascular, de morrer, mas está com medo de pedir ajuda, medo de tomar remédio, medo de de tratar e aí falar não, mas eu vou conseguir. É só com a dieta. Você tentou a vida toda, não conseguiu e agora vai tentar de novo? Não, agora tem que usar tudo o que tem a seu dispor para conseguir tratar a obesidade, para evitar a progressão da aterosclerose, o sedentarismo ou a falta de exercício físico ou de atividade diária. Isso está diretamente relacionado à aterosclerose, mas também está relacionado a obesidade. Então, aumentando a obesidade, aumenta a placa aterosclerose que aumenta a inflamação, aumenta risco cardiovascular. Então a gente tem que combater o sedentarismo e é fácil gente, abre a porta, sai e vai caminhar. Não precisa começar sendo um maratonista. A evolução é lenta e progressiva, mas você tem que dar o primeiro passo. A dieta saudável também é um fator de risco importantíssimo. E aí tem várias dietas mais saudáveis. As mais estudadas são a dieta mediterrânea, a dieta das. Mas existem outras dietas também que tem efeitos benéficos e ajudam a controlar aterosclerose e pressão arterial. Uma dica rápida aqui é controlar o sal. Evite sal, tente, tente saborear o alimento sem o sal, capriche nos temperos naturais. Aí você vai ter bastante antioxidante. Diminui o sal, você já vai ter um impacto significativo. O estresse crônico, tanto o stress externo ou a forma como você lida com o estresse e importante, porque o estresse vai causar pico pressure com aumento da pressão arterial e esse aumento da pressão arterial vai causar também a deposição das placas de cálcio. E o consumo excessivo de álcool também pode aumentar. Triglicerídeos pode causar dano na parede arterial também por aumento da pressão arterial, muito embora o álcool em pequenas quantidades pode ter um efeito vasodilatador, Então o álcool é uma faca de dois gumes. É perigoso, é mais seguro você evitar o álcool? Então calma aí que a gente já está chegando em Como desentupir as artérias. Vou falar do tratamento, o tratamento conservador, o tratamento clínico que todo mundo tem que fazer. E como eu disse, se você encontrou uma placa em uma artéria, é certeza absoluta que outras artérias também são acometidas pela aterosclerose. Então não adianta eu ir lá e tirar aquela placa como um passe de mágica. Eu tenho que tratar o seu corpo como inteiro. Então, mudança de estilo de vida, principalmente na alimentação, consumir peixes ricos em ômega três, sardinhas, azeite, dieta mais mediterrânea, comer bastante fibra, principalmente as veias. Elas tem a capacidade de diminuir o colesterol ruim, sempre buscando aí uma dieta com um aspecto mais anti inflamatório. Então eu comento bastante sobre a dieta anti-inflamatória estratégica. A busca da desen inflamação é muito importante. O exercício regular é muito importante tanto no controle pré histórico como para produzir substâncias anti inflamatórias, como para manter a saúde em geral. Mas o exercício. Ele faz parte do hábito de vida não só não saudável, mas necessário e com isso diminuir o peso. Então, dieta certa é o exercício certo, Diminui o peso que melhora também a aterosclerose. Então parar de fumar é fundamental e diminuir ou abolir o álcool também faz parte. Agora falando dos medicamentos, a gente tem uns anti agravantes planetários são medicamentos que não deixam as plaquetas grudarem umas nas outras e formarem aquela rolha que vai entupir um orifício. Se a gente tiver um trauma, por exemplo, só que essa rolha é a mesma que pode causar uma obstrução numa artéria. Então você está lá com a placa. Aterosclerose fica se desenvolvendo e de repente vem uma rolha de células de plaquetas e acaba entope de uma vez e aí causa a isquemia gangrena. Então os anti agravantes planetários são uma classe de medicamentos que diminuem a capacidade da plaqueta grudar uma na outra, então evita essa rolha. Só que também vai aumentar o risco de sangramento. Pequenos cortes fazendo a barba, por exemplo, pode acabar sangrando por vários minutos. O mais conhecido é a aspirina ou a S. Mas também tem o Klopp do Grell. Pra mim, que tem vários medicamentos aí no mercado, tem várias substâncias que também tem um efeito anti agregando plaquetas. Então a gente tem que tomar muito cuidado quando está tomando o suplemento, quando está tomando algum fitoterápico, porque muitas vezes eles acabam interagindo e aumentando demais a desagregação, a anti agregação e você ficar com um risco maior ainda de sangrar. E aí tem os medicamentos vasodilatadores que eles aumentam o diâmetro do vaso. Então imagina que está com a plaquinha lá e o vaso está comprimido e está contraído e aí não tem espaço pra passar o sangue. Se você dá um vasodilatador, ele aumenta o diâmetro e acaba conseguindo passar um pouquinho de sangue ali ao redor, chegando um pouquinho mais de sangue na periferia. Os vasos dilatadores, então eles podem aumentar a distância percorrida, a marcha, de forma que antes de sentir a dor, existem vários medicamentos ou que aí tem, ou se nos casal tem a hipóxia fininha, tem alguns outros medicamentos que não são via oral que podem causar essa vasodilatação e aí vem as estatinas que impedem a progressão da placa aterosclerose e ajudam a estabilizar essa placa. Ok, eu sei que estatina é um assunto que todo mundo gosta de debater. Eu não vou pegar esse vídeo aqui para falar tudo sobre a estatina. Eu peço para vocês, se vocês quiserem, comentem lá em baixo um vídeo só sobre a estatina para a gente descobrir se ela é boa ou ruim, se é um veneno ou não, porque aí está. Aqui eu estou falando de estatina do ponto de vista de tratamento, não de profilaxia. Tratamento significa a lesão já está lá, o dano já ocorreu. O que eu posso fazer para melhorar? Então a estatina está aí como um estabilizador dessa placa aí. Uma placa mole é uma placa que pode romper e colocar o seu conteúdo no interior do vaso, causar uma trombose grande e virar uma isquemia, uma gangrena. E aí, dependendo do órgão que for, pode ter um derrame, um infarto ou perder um pé. Então eu prometo, eu vou falar bastante de estatina em outro vídeo, os anti-hipertensivos. O tratamento da pressão arterial alta é muito aí essencial, porque se a pressão alta, ela é por si só um fator de piora de causa da placa aterosclerose que eu tenho que tratar essa doença para evitar esse fator de risco. Agora a questão é muitas vezes a pressão alta não traz sintomas e aí as pessoas desistem do tratamento. Quem está tomando remédio não sente nada ou às vezes sente até um efeito colateral do medicamento vai falar mas eu não estou sentindo nada, pra que eu vou tomar isso? Você vai tratar assim a pressão arterial para evitar o dano na parede arterial. E aí vem os medicamentos para diabetes. Esses as pessoas não discutem muito porque é nítido quando começa a fazer mal ou quando tem hiperglicemia ou uma hipoglicemia. Agora a gente tem que manter a glicemia no paciente diabético estável, porque é essa variação de glicose alta, glicose baixa, glicose alta, glicose baixa que causa danos, danos grandes nas paredes arteriais. E por fim, chegamos nas formas de desobstruir as artérias. Então vamos lá. Se a placa é uma rolha de cálcio dura na parede dentro da parede arterial, como que a gente pode desobstruir? Será que se eu tomar um shot de limão vai tirar esse cálcio todo? Será que se eu tomar alguma outra coisa escreve lá embaixo? Quero saber o que você já ouviu que pode desobstruir as artérias. Mas será que é capaz de tirar uma coisa dura, calcificada de dentro da artéria? Muito provavelmente não há forma de desobstruir. É cirúrgica. Então a gente consegue, por meio de uma cirurgia, colocar uma ponte. Ou seja, a gente tira o sangue de um lugar que estava chegando bem, aí tem uma obstrução, coloca uma ponte que leva o sangue até a distância. Então isso são as pontes arteriais que eu posso usar materiais do próprio organismo, como por exemplo, uma veia safena. É aí que vem a história da ponte de safena no coração. A gente tira uma veia da perna pra colocar no coração, para pular uma área de obstrução ou os tratamentos endo vasculares é que a gente vai através de um furinho, entra lá com o cateter, chega até essa área de obstrução e abre um estante existente. Ele vai empurrar essa parede para fora e faz a angioplastia com um balãozinho. A gente influência balãozinho. Esse balãozinho vai empurrar, vai quebrar essa parede calcificada, abrindo espaço nessa artéria. E aí coloca lá o stent para deixar essa artéria aberta. Então, essas são duas formas de desobstruir a artéria. Ainda tem ainda a artéria economia, que é uma cirurgia aberta. A gente abre lá o vaso com longitude, nalmente ou até transversalmente, fazendo a inversão, mas a gente consegue tirar essa placa de cálcio. Aí ela fica limpinha e aí a gente costura e deixa esse vaso prontinho pra próxima. Dependendo do tipo de obstrução, também é possível colocar um catéter lá dentro com um mecanismo mesmo, tipo um roto, o útero de desobstruir igual o encanador faz. Só que isso não funciona para todo tipo de obstrução. Agora como que funciona? Você chega no médico e fala Eu quero esse tipo de tratamento na minha perna? Na verdade não. Cada tratamento serve para um tipo de lesão e pra um local de lesão. Então, por isso que o cirurgião vascular é nesse momento para indicar o melhor tratamento. Mas obviamente eu queria deixar bem claro que é muito importante você tratar antes de chegar nesse ponto. Por isso que você tem que se inscrever lá embaixo e evitar esses problemas vasculares, porque quem chega com uma obstrução arterial tem no mínimo duas, três décadas de doença evoluindo lentamente e não faz nada para melhorar. Então junte se a nós e inscreva se no nosso canal para uma jornada com artérias mais saudáveis. Se gostou desse vídeo, dê o seu like lá embaixo e fica aí que eu vou colocar o próximo melhor vídeo para você assistir.

A obstrução arterial é uma condição médica séria, caracterizada pela obstrução das artérias que fornecem sangue, principalmente para as pernas e os pés. Este artigo busca esclarecer sobre a doença arterial obstrutiva crônica, seus sintomas, causas e opções de tratamento.

Causas da Obstrução Arterial

O principal causador dessa condição é a aterosclerose, um processo no qual placas de gordura, colesterol e outras substâncias se acumulam nas paredes das artérias. Isso pode levar a problemas graves como infarto, angina, dor nas pernas e até mesmo AVC.

Sintomas

Os sintomas variam de acordo com o estágio da doença:

  • Estágios Iniciais: Sintomas mínimos ou inexistentes.
  • Estágios Intermediários: Dor ao realizar atividades físicas leves.
  • Estágios Avançados: Dor constante e feridas ou gangrena nos membros inferiores.

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado no exame físico e no histórico clínico do paciente. Exames complementares, como o ultrassom Doppler, são essenciais para uma avaliação mais precisa.

Tratamento

O tratamento varia de acordo com a severidade da doença:

  • Estágios Iniciais: Mudança de hábitos de vida, dieta e exercícios físicos. Medicamentos podem ser prescritos.
  • Estágios Avançados: Pode ser necessária intervenção cirúrgica.

As opções cirúrgicas incluem:

  • Cirurgia Aberta: Remoção mecânica da placa de gordura ou uso de pontes de safena.
  • Angioplastia: Técnica minimamente invasiva que usa balões e stents para desobstruir as artérias.

A obstrução arterial é uma condição que exige atenção médica imediata e um tratamento adequado. Com o avanço da medicina, existem diversas opções de tratamento disponíveis que podem efetivamente gerenciar a doença, reduzindo o risco de complicações graves e melhorando a qualidade de vida dos pacientes. É fundamental buscar orientação médica para um diagnóstico e plano de tratamento personalizado.

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