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Tornozelos e pés inchados: principais causas e o que fazer

Tornozelos e pés inchados
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O inchaço, nome popular dado ao edema, é, basicamente, o acúmulo de líquido em determinada região do corpo. Quando ataca pés e tornozelos, pode ser o sinal de alguma doença venosa, linfática, resultado da má circulação sanguínea ou apenas consequência de maus hábitos. Veja a seguir as principais causas do inchaço e o que fazer para amenizar o problema.

Sumário

Como identificar o inchaço nos pés e tornozelos?

A principal característica do inchaço é o aumento do volume da superfície afetada. Outro sinal de inchaço é o brilho da pele que se torna mais intenso. Além disso, a pessoa pode sentir peso nas pernas, cansaço excessivo, desconforto e até dor, dependendo da motivação do edema.

Uma técnica manual para identificar o inchaço é pressionar a área possivelmente inchada. Havendo uma depressão no local é sinal de que há sim acúmulo de líquido e é o momento, então, de procurar um médico, buscar o diagnóstico correto e começar o tratamento o quanto antes. (Sinal de Godet)

Principais causas do inchaço

Existem várias causas para o inchaço nos pés e nos tornozelos. Na maioria das vezes, não chega a ser algo grave e um dia é suficiente para que o edema desapareça. Contudo, quando vem acompanhado de outros sintomas como dor, ferimentos e vermelhidão e também quando dura muitos dias, o inchaço precisa ser analisado com mais cuidado por um especialista.

Edema periférico é o nome que se dá ao inchaço das pernas, pé e tornozelo em decorrência do acúmulo de líquidos. O Dr. Alexandre Amato (CRM 108651), cirurgião vascular, explica no vídeo quais são as causas e os tratamentos mais indicados para o inchaço dos membros inferiores.

olá sou doutora alexandra matos  cirurgião vascular do instituto mato e  hoje nós vamos falar sobre inchaço ou  edema dos membros inferiores  o inchaço é um sintoma muito comum tenho  certeza que você está me ouvindo já  sentiu em algum momento inchaço nas  pernas  então é um sintoma que está muito  relacionado com as doenças vasculares  mas que pode ocorrer em outras doenças  também e até em situações que não são  doença mais relacionadas com o hábito de  vida então o edema ortostática por  exemplo o fato de ficar muito tempo  parado muito tempo de pé sem se mexer  isso pode causar o inchaço em qualquer  um  é só lembrar de uma viagem longa de  avião uma viagem longa de ônibus  tirou o sapato e depois não consegue  colocar o sapato de volta então esse é  um enxágue ortostática um edema porto  estático que não tem não está  relacionado com uma doença e que a  mudança do hábito de vida ou a situação  pode acabar melhorando as pessoas buscam  o cirurgião vascular com a queixa de  inchaço principalmente por causa da  trombose venosa profunda que é uma  doença grave que todo mundo já já ouviu  falar em os nossos vídeos falando de  trombose venosa e esse inchaço ele tem  que ser diagnosticado cedo e tratado  cedo para evitar as complicações mas  nesse meio entre uma inchação que não  está relacionado a uma doença  diretamente esse inchaço de uma doença  muito grave  existem várias outras causas desde  causas cardiológicos quando o coração  falha e não consegue trazer o sangue de  volta pra cima e tem o inchaço bilateral  até falha do sistema renal de filtração  também pode causar inchaço falha da da  quantidade de proteínas no nosso sangue  ou seja várias doenças de diversas  especialidades podem estar relacionadas  com o inchaço então a sugestão é quando  tiver um inchaço procure ou o clínico  geral com o intuito de buscar mais  amplamente todas as causas e assim será  direcionado ao cirurgião vascular  somente  a causa for relativo a um problema  vascular ou seja trombose venosa  profunda ou varizes mais frequentemente  ou procure direto o cirurgião vascular  que ele vai afastar as causas mais  graves e pode iniciar a pesquisa pra  outras causas desse inchaço  veja também os nossos outros vídeos nas  mídias sociais  estamos à disposição  [Música]  

Insuficiência venosa (varizes)

A insuficiência venosa é uma das principais causas do inchaço nos pés e nos tornozelos e também é um dos problemas mais delicados, que exigem atenção redobrada. A insuficiência venosa indica uma má circulação na região das pernas e dos pés.

Isso quer dizer que o sangue que deveria circular normalmente pelos membros inferiores não está conseguindo fazer esse trajeto devido a algum bloqueio, como os coágulos sanguíneos, refluxo, que seria o retorno do sangue, por falha das válvulas venosas, ou devido ao mau funcionamento dos músculos da panturrilha, responsável por bombear o sangue.

A má circulação nos membros inferiores originam as varizes que nada mais são do que veias doentes, com algumas variações de tamanho e grau de risco. Quando não tratadas, as varizes podem evoluir para úlceras doloridas e mais difíceis de serem curadas.

Linfedema

O linfedema é caracterizado pelo acúmulo de um líquido formado basicamente por proteínas, gorduras e água chamado de linfa. A linfa também é responsável pelo transporte das células de defesa do nosso corpo, os glóbulos brancos.

Os responsáveis pelo transporte da linfa são os vasos linfáticos que têm a ajuda dos gânglios linfáticos para purificar esse líquido e levá-lo de volta ao sangue, de onde a linfa se originou.

Quando acontece algum problema nos vasos ou nos gânglios, esse transporte não acontece e a linfa se acumula, geralmente na região inferior do corpo como as pernas e os pés.

O linfedema tem causa congênita, mas também pode surgir ao longo do tempo devido a inflamações e infecções locais como a erisipela. Também pode aparecer após a realização de cirurgias que comprometam os gânglios linfáticos, dentre outras razões.

O linfedema geralmente não causa dor, apenas o inchaço que pode comprometer um ou os dois pés. Apesar de não ter cura, o linfedema tem tratamento e quanto mais cedo o problema for diagnosticado, melhores serão os resultados.

Diferenças entre o lipedema e o linfedema. O Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato (www.amato.com.br) explica o que é o lipedema e como diferenciar do edema linfático.

Olá! Sou o Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato e hoje vou falar sobre as  diferenças entre o Lipedema e o Linfedema.  Apesar dos nomes serem bem parecidos são coisas diferentes, mas que também podem andar  juntas e isso pode confundir muitas pessoas.  Quando alguém fala sobre Linfedema, está falando sobre a linfa que é um líquido, um  fluido intersticial, rico em proteína que fica fora das células e essa quantidade de  líquido que vai aumentando, formando o Linfedema.  E quando a gente está falando de Lipedema, a gente está falando da deposição de gordura, uma gordura  doente em membros inferiores, associado a um problema linfático, principalmente nas suas  fases mais avançadas que é o estágio 4, lipo-linfedema.  Mas já nos estágios iniciais, aquela inflamação do Lipedema pode lentificar o sistema  o sistema linfático.  Além de o sistema linfático inflamado também poder piorar o Lipedema, então pode entrar nesse  ciclo vicioso. Então são coisas diferentes, mas que podem andar juntas.  E como é muito frequentemente confundido, eu tenho que falar aqui as diferenças, porque é  muito frequente uma mulher falar “Ah, eu tenho Lipedema” para o médico, então o médico  vai corrigir “Ah, não! Você deve estar falando Linfedema”.  São coisas completamente diferentes, a gente tem que entender isso.  Então em primeiro lugar, o Linfedema, ele costuma ser assimétrico, ou seja, uma perna vai  ser maior do que a outra.  Eu vou usar aqui os exemplos de membro inferior, embora também possa ocorrer em  membro superior, mas essa assimetria é porque o sistema linfático vai estar doente em uma  perna só, o Linfedema pode ser primário ou secundário, então o primário, a  pessoa nasce com isso, um dano linfático já de nascença,  até pode ser bilateral, mas é menos frequente. O secundário, o secundário é uma  infecção, uma erisipela, uma linfangite,  normalmente acontece de um lado só, uma filariose.  Isso vai acabar levando a uma assimetria, então uma perna vai crescer mais do que a outra  No Linfedema,  esse líquido acumulado, ele vai também fazer uma progressão de uma inflamação  naquela região, a pele vai ficar mais endurecida, vai ficar esclerótico, vai ter  uma dermatofibrose e vai ter uma consistência da pele diferente. Enquanto isso no Lipedema,   o Lipedema, ele costuma ser simétrico, não perfeitamente simétrico, mais  simétrico, mais do que o Linfedema pelo menos, onde o lado direito vai estar tão acometido  quanto o lado esquerdo.  É uma situação onde ocorre uma deposição de gordura e não o líquido fora do interstício,  não é líquido fora das células, muito embora não Lipedema tem aquela sensação de que você  está retendo líquido, é mais uma sensação do que o líquido e qual seria do Linfedema, por  exemplo. A pele do Lipedema é mais macia e não necessariamente mais endurecida.  No Linfedema ocorre um acometimento dos pés,  então os pés, quando está falando de membro superior também as mãos,  então há um represamento desse líquido linfático, essa linfa não consegue retornar  para a circulação e acaba represando e represa em todo o membro a partir daquele ponto  onde teve obstrução.  Então os pés vão ser acometidos também,  isso fica evidente nos pés com ele faz um sinal que é tentar pegar a pele do dorso do pé.  Então isso no Linfedema não é possível, no Lipedema  é possível porque o Lipedema, ele poupa os pés.  Como é o problema é  a deposição da gordura e não necessariamente no início.  Essa restrição do retorno linfático, os pés são poupados.  Agora no Lipedema mais avançado, no estágio 4, onde tenho lipo-linfedema,  ocorre também ao acometimento dos pés.  Agora uma diferença essencial quando tem é fácil identificar, que é a presença ou não de  dor, o Linfedema, ele não dói, Linfedema é completamente indolor.  O Linfedema, ele só vai doer se tiver alguma outra situação associada, ele pode ter  uma linfangite, uma inflamação do linfático,  pode ter uma infecção,  pode ser uma erisipela, pode ser uma celulite infecciosa e tudo isso pode acabar  desencadeando dor no sistema linfático, mas o Linfedema  por si só, não dói, não tem como doer. Agora o Lipedema,  uma das características principais do Lipedema é a dor que é um sintoma inflamatório  do Lipedema. A questão é que nem todas as mulheres que têm Lipedema estão numa  fase dolorosa ou estão numa fase inflamatória.  Então elas podem ter menos dor, menos sensibilidade ao toque em algumas fases.  Agora se tem dor e tem essa deposição de gordura, esse aumento de membro bilateral está  muito mais para uma Lipedema, do que para um Linfedema.  Agora uma outra diferença é sobre a depressão na pele,  então quando a gente aperta a pele contra uma tuberosidade ossea, contra o osso e faz  um pouquinho de pressão, a concavidade, não o fato de ficar branquinho, a concavidade é um  marcador de edema.  Então no Linfedema vai haver esse sinal, vai ficar marcado num grau um pouquinho maior,  principalmente nas fases iniciais do Linfedema, onde não tem grandes alterações de pele,  porque nas fases mais finais do Linfedema, quando já tem aquele endurecimento de pele, esse  sinal já não vai ficar tão evidente.  Agora no Lipedema, essa marcação da pele e essa depressão da pele quando a gente  aperta, ela é muito discreta,  ela pode até ocorrer, mas ela está longe de ser evidente como no Linfedema.  Além do que quando faz esse apertadinha normalmente no Lipedema, costuma doer.  Então essas são as diferenças principais entre o Lipedema e o Linfedema.  Duas doenças diferentes que podem andar juntas. Gostou desse vídeo?  Assine nosso canal, compartilhe com pessoas amigas e até o próximo!  

Lipedema

O lipedema é uma doença muito confundida com a obesidade e também com o linfedema. Porém, tem causas e características diferentes. O lipedema é causado pelo acúmulo desproporcional de gordura doente em regiões específicas do corpo, mais precisamente nos membros inferiores e na região dos quadris.

O lipedema afeta principalmente as mulheres e pode surgir após fases de grande movimentação dos hormônios como a adolescência, a menopausa e a gravidez, por exemplo. Além do inchaço, o lipedema pode gerar dor na região afetada e assimetria no corpo. A parte de cima do tronco fica bastante desproporcional em relação à parte de baixo do corpo.

Como não é uma doença provocada pelo acúmulo de gordura normal, dietas e exercícios não direcionados não conseguem eliminar o lipedema, apenas reduzir um pouco o excesso. O tratamento envolve uma série de medidas, dentre elas a cirurgia para aspiração de gordura.

Além das doenças venosas, existem outras causas para o inchaço dos pés e tornozelos. Por exemplo:

  • Doenças renais;
  • Doenças cardiovasculares;
  • Diabetes;
  • Doenças hepáticas;
  • Gestação;
  • Uso excessivo de sal;
  • Ficar muito tempo em pé;
  • Artrose;
  • Traumas;
  • Uso de medicamentos para o tratamento de doenças etc.

Diante de tantas origens do inchaço, é muito importante que o indivíduo conheça o seu corpo e logo que identifique alguma alteração, procure um médico para encontrar a raiz do problema.

Documentário sobre a doença #Lipedema para conscientização da existência da doença e da necessidade de tratamento adequado. No lipedema ocorre um depósito de gordura do joelho para baixo. Sendo que o Lipedema inflama e requer diagnóstico precoce. Tendo o diagnóstico é possível ter vida completamente normal, com excelente qualidade de vida.

E aí  [Música]  Olá meu nome é Adriana eu tenho 36 anos  e eu sou pacientes dele perder uma do Dr  Alexandre desde 2019/1  [Música]  e eu sempre percebi que eu tinha  estrutura Biotipo um pouco mais  larguinha não pessoal brinca mais  parruda sempre percebi que as minhas  pernas tinham uma estrutura um pouco  mais grossa e até genético meu pai tinha  né as pernas gracinhas enfim mas eu  percebia que naquele efeito sanfona aqui  toda mulher tem da vida alguma coisa  estranha rolava com as minhas pernas  porque eu senti um depósito de gordura  sempre do joelho para baixo e o emagreci  ia mas a gordura da perna embora o ipema  é uma doença Genética é extremamente  influenciada pelos hormônios femininos  Então ela ocorrem em onze por cento das  mulheres é extremamente frequente embora  nem sempre reconhecida O ginecologista  ele pode ser o primeiro a identificar o  lipidemia nessa mulher seja na  adolescência quando ela menstrua pela  primeira vez seja após uma gravidez e o  início da menopausa ele que ver os  primeiros sintomas de Lipe dema e faz  esse diagnóstico podendo auxiliar no  tratamento dessa doença o pior cenário  que pode acontecer com uma paciente com  ele entendeu é procurar diversos  tratamentos diversos médicos e nenhum  deles fazer o diagnóstico que são feitos  tratamentos que não vão ter efeito  nenhum e isso gera uma frustração e um  Abalo psicológico enorme onze por cento  das mulheres sofrem com lipidemia isso  seria mais ou menos uma em cada dez  mulheres têm o Lipe de Mas a questão é  que nem todas estão procurando uma  solução nesse momento porque elas podem  estar controladas podem não estar numa  fase inflamatória do IP de mu ou seja  elas não tem a sintomas exuberantes  pesquise e de todas as formas e até 2019  eu não sabia o que era ele perdendo não  fazia ideia eu cheguei até ouvir de um  médico que o que eu tinha na perna era a  retenção de sangue e  e  qual que é o problema então de não  diagnosticar o Lipe de má e colocar o  diagnóstico como a obesidade a gente  acaba achando uma paciente e tem uma  doença com outra doença ele perdemos vai  continuar progredindo esse esse é o  maior problema se a gente não identifica  o like edema vai continuar vendo as  crises inflamatórias com maior deposição  de gordura e consequentemente a piora  progressiva da doença com o avanço nos  estágios podendo chegar mais para o  final da vida no estádio do Lipo  linfedema quando envolve muito  autoestima ego vaidade pega na gente  pega eu falo porque eu eu passei por  isso diversas vezes eu já me senti  constrangida  diversas vezes para você ter ideia na  escola falaram que eu tinha perna de  elefante então eu já sofri bullying já  ouvi um monte de besteira professor de  academia e quando que eu tinha uma coxa  embaixo da outra e então é ruim sabe a  gente sente vergonha a principal missão  que a gente tem hoje é expandir o  conhecimento do lipidemia é a divulgação  da doença para que não ocorra com a  próxima geração O que aconteceu com a  geração atual e com as gerações  anteriores a nossa porque a falta de  conhecimento da doença causa um Abalo  psicológico enorme além da deformidade  dos membros em estágios mais avançados  tratando precocemente no início dos  sintomas é possível realizar a regressão  do quadro inflamatório EA paciente tem  um estilo de vida normal  E aí  E aí  [Música]  E aí  

O que fazer para controlar o inchaço nos pés e tornozelos?

Depois de feito o diagnóstico, é preciso seguir as orientações do médico especialista para reduzir o inchaço e os outros sintomas que o acompanham. Lembrando que cada doença tem um tratamento específico e cabe ao médico prescrever o método mais adequado.

Algumas orientações que podem ser úteis em todos os casos são as relacionadas a seguir:

Fazer exercícios físicos: além de favorecer a circulação, se exercitar contribui para a perda de peso que também é excelente para diminuir o inchaço.

Manter uma alimentação saudável: beber bastante água, reduzir o sal, consumir menos industrializados, comer mais produtos naturais são maneiras de reduzir o acúmulo de líquido. Veja a dieta antiinflamatória.

Elevar as pernas: à noite, antes de dormir, ponha um travesseiro sob as pernas e mantenha-as elevadas para facilitar a circulação do sangue.

Meias de compressão: também são alternativas para estimular a circulação e aliviar o cansaço e o peso nas pernas.

Drenagem linfática: ótima indicação para eliminar líquidos, dissolver nódulos e aliviar as dores locais. Porém, vale lembrar que a drenagem deve ser feita por um profissional e é diferente daquela realizada por motivos estéticos.

Evite diuréticos: muitas pessoas tomam diuréticos na intenção de reduzir o inchaço, mas isso é um erro que deve ser evitado, principalmente sem avaliação médica. O diurético elimina água, mas também joga fora minerais e outras substâncias importantes para o corpo, causando a desidratação. Seu uso é restrito para algumas situações muito específicas.

Logo que o seu corpo consumir água novamente, volta à mesma situação anterior. O inchaço é apenas um sintoma e não a doença. Portanto, foque em tratar a causa do inchaço e não o sintoma.

O inchaço nos pés e nos tornozelos nem sempre é considerado um sintoma grave, mas dependendo da proporção, do tempo de duração e de outros sinais que o acompanham podem sim indicar uma doença que inspire cuidados imediatos, como as doenças venosas. O melhor a fazer é procurar orientação médica o quanto antes para solucionar de vez o problema.

Prof. Dr. Alexandre Amato

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