Queimação nas pernas

queimação pernas - Neurocirurgia

Você já sentiu ou está sentindo queimação nas pernas?

Nesse post vou falar sobre a queimação nas pernas.

Quais são as principais causas da queimação nas pernas, o que pode ser isso incômodo e essa sensação de pernas queimando.

Confira abaixo as principais causas da queimação nas pernas e tudo o que você precisa saber sobre o assunto.

Sumário

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Queimação nas pernas.

O que pode ser queimação nas pernas? Quais as causas? Essas são umas das primeiras dúvidas a surgir quando se está sofrendo com essa sensação.

A queimação nas pernas pode ser grave ou não, além disso, muitas vezes essa sensação pode atrapalhar o sono.

Essa sensação de queimação pode estar ligada a um problema vascular ou até mesmo quando o sistema nervoso está lesionado na sua estrutura.

A depender do caso o tratamento pode ser feito com um neurocirurgião e, em outros, com um cirurgião vascular.

Em outros ainda, pode haver associação entre uma doença vascular e do nervo.

No entanto, é crucial reforçar que ambos especialistas, podem conseguir ter uma prévia do que pode ser essa queimação nas pernas baseado no relato do paciente.

Neste caso, se o profissional neurocirurgião perceber que é um caso para um cirurgião vascular irá encaminhar o paciente para o especialista adequado. Da mesma forma será feito encaminhamento em uma situação inversa.

Esse é só um resumo do que pode ser a queimação na perna, além disso, ainda tem as causas. Confira abaixo.

Causas.

Existem algumas causas que estão relacionadas a queimação nas pernas.

São elas:

Insuficiência venosa crônica.

Quando as válvulas do sistema nervoso não estão funcionando corretamente, o sangue volta para a região das pernas e pés ao invés de subir em direção ao coração.

Como resultado, acontece o acumulo de sangue e suas substâncias nessa região provocando queimação ou dor.

No vídeo, Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato, discorre sobre a insuficiência venosa profunda, uma condição que afeta o sistema venoso profundo das pernas, responsável por 90% do retorno venoso ao coração. Ele esclarece que, ao contrário das varizes que são problemas do sistema venoso superficial e que contribuem apenas para 10% do retorno venoso, a insuficiência venosa profunda é muito mais crítica.

Dr. Amato destaca que, ao contrário das varizes superficiais que podem ser removidas, não é possível fazer o mesmo com as veias do sistema venoso profundo. A abordagem de tratamento se torna então mais restrita e complexa. Ele recomenda o fortalecimento da bomba da panturrilha e da musculatura da coxa como parte essencial do tratamento, além de incentivar caminhadas e exercícios físicos. O uso de meias elásticas também é considerado crucial para o tratamento da insuficiência venosa profunda, bem como medicamentos para aliviar sintomas como dor e cansaço.

Ele conclui que o tratamento da insuficiência venosa profunda requer um acompanhamento a longo prazo com um cirurgião vascular. Dr. Amato encoraja os espectadores a assinarem o canal para mais informações sobre o tema.

Olá sou Dr Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato, e hoje vou falar sobre a insuficiência venosa profunda. Nós temos dois principais sistemas venosos em membros inferiores. Nós temos o sistema venoso superficial e temos o sistema venoso profundo; quando nós estamos falando de varizes, varizes visíveis, veias tortuosas, visíveis a olho nu. Elas são decorrentes de uma falha do sistema venoso superficial. O sistema venoso superficial é responsável por 10% do retorno venoso no nosso corpo e o sistema venoso profundo que está escondido lá dentro da perna e que não é visível ele é responsável por 90% do retorno venoso. Tanto o sistema venoso superficial quanto o sistema venoso profundo possuem válvulas que direcionam esse fluxo do sangue para cima, quando há uma doença do sistema venoso superficial, das varizes que são visíveis. Elas podem ser retiradas e tratadas. É mais simples porque o sistema venoso superficial é responsável só por 10 % do retorno venoso. Então se a gente tira essas veias que estão direcionando o fluxo para o lado errado o sangue passa a ser levado para o coração pelo sistema venoso profundo que tem a capacidade natural de 90% do retorno venoso. Agora o problema ocorre quando há um dano do sistema venoso profundo. Já ouvi as pessoas chamarem de varizes internas. Esse termo não existe. Varizes internas. Varizes tem que ser veias visíveis e tortuosas. Então não tem como haver varizes internas, mas o princípio é esse: Então as válvulas venosas do sistema venoso profundo não estão funcionando. Então o sistema venoso profundo não está direcionando o fluxo do sangue de volta para o coração. Quando isso ocorre a gente não pode tirar as veias do sistema venoso profundo porque elas são muito importantes e a gente começa a ficar mais restrito com os tratamentos que a gente pode oferecer. Então passa a ser muito mais importante o fortalecimento da bomba da panturrilha, que ela é a principal fonte do retorno venoso da musculatura contrai, bombeia o sangue de volta para cima, então o fortalecimento da panturrilha, o fortalecimento muscular da coxa, caminhada, exercício físico, evitar a anquilose. que eu Já falei em outro vídeo. Tudo isso vai melhorar o retorno venoso. Agora o que a gente pode oferecer externamente para melhorar. Bom, se houver sintomas como dor, cansaço, peso, a gente pode usar medicação para aliviar esses sintomas e o uso da meia elástica. A Meia elástica é essencial no tratamento da insuficiência do sistema venoso profundo. Muitas vezes há uma associação da doença superficial com com a doença no sistema venoso profundo. A gente pode tratar cirurgicamente o sistema venoso superficial, as varizes, mas, a gente vai continuar tendo que tratar o sistema venoso profundo com as medidas clínicas. Então a insuficiência venosa profunda apesar de ser a falha das válvulas venosas o tratamento não é igual ao tratamento das varizes superficiais. É preciso fazer um acompanhamento a longo prazo com observação pelo seu cirurgião vascular. Gostou do nosso vídeo? assine nosso canal. Compartilhe. Clique aqui embaixo. Sininho é até o próximo vídeo.

Dor ciática.

Problemas no nervo ciático podem causar queimação nas pernas, no entanto, essa queimação se irradia da lombar para as pernas e joelhos.

Trombose venosa profunda.

Quando tem uma formação de um coágulo em um vaso sanguíneo nas pernas ocorre de se sentir a sensação de queimação, principalmente durante a noite.

Além disso, pode ser acompanhado de uma sensação de inchaço em uma das pernas.

Nesse caso é crucial procurar ajuda médica o mais rápido possível.

A TVP ocorre quando um coágulo sanguíneo se forma em uma veia profunda do corpo, geralmente nas pernas. A formação de coágulos é influenciada por três fatores principais: lesão do endotélio (parede do vaso), alteração na coagulabilidade do sangue e estase sanguínea (sangue parado).

O vídeo ressalta que embora os sintomas da TVP, como dor e inchaço, sejam preocupantes, o foco do tratamento é evitar complicações graves como a embolia pulmonar. Outras complicações incluem flegmasias, uma forma mais severa de trombose, e a síndrome pós-trombótica, que pode causar varizes e insuficiência venosa crônica anos após o episódio inicial.

O tratamento geralmente envolve anticoagulantes, mas a aderência ao tratamento é crucial. Medicamentos mais recentes facilitaram o tratamento, mas também podem levar os pacientes a não levá-lo tão a sério, dada a falta de necessidade de monitoramento frequente.

Fatores de risco para TVP incluem câncer, tratamentos de câncer, uso de anticoncepcionais, gravidez, idade acima de 40, varizes, imobilização prolongada e desidratação. A presença desses fatores, junto com sintomas de dor e inchaço, exige uma avaliação médica rigorosa para diagnóstico e tratamento.

O vídeo encerra incentivando os espectadores a se inscreverem no canal e compartilharem o vídeo, visando a disseminação de informações cruciais sobre esta condição médica grave.

Uma em cada dez mortes no hospital ocorre por embolia pulmonar. 500 mil mortes por ano na Europa por embolia pulmonar, 300 mil mortes por ano nos Estados Unidos. A embolia pulmonar causa mais mortes do que câncer de mama, Aids, câncer de próstata e acidentes automobilísticos somados no mundo. Chamei sua atenção? Embolia pulmonar é importante? A questão é que o que leva à embolia pulmonar é a trombose venosa profunda, e eu me assustei que eu não tinha feito um vídeo falando da trombose venosa profunda aqui nesse canal. Então estou corrigindo esse erro agora! Vamos falar sobre essa doença que é extremamente preocupante, que todo mundo tem que se atentar, e realmente quando alguém fala trombose é para se preocupar, não no intuito de ficar preocupado, perdido, mas de buscar informação, buscar atendimento médico. Então em primeiro lugar o que é a trombose venosa profunda? Trombose venosa profunda nada mais é do que sangue coagulação dentro de uma veia e de uma veia específica, uma veia que está lá no sistema venoso profundo e não no sistema venoso superficial. Essa separação é importante, porque quando esse sangue coagulação numa veia superficial, a gente chama de Tromboflebite superficial. Até essa nomenclatura é diferente para não causar tanto temor. Então porque a trombose acaba sendo então para as veias profundas, quando a gente fala trombose geral, a gente está falando de veia profunda ou de uma trombose arterial, mas este vídeo aqui é sobre trombose venosa. Por que tem essa diferenciação? Por causa do risco de levar a uma embolia pulmonar, uma trombose superficial uma tromboflebite tem um risco pequeno de levar a uma embolia pulmonar. Agora uma trombose venosa profunda, esse risco vai aumentando e quanto mais proximal ao coração essa trombose, maior o risco. Então se a gente está falando de uma trombose bem distal, lá na planta do pé, esse risco de embolia é pequeno, mas uma trombose venosa de uma veia iliaca ou uma veia cava, tem um risco enorme de ter uma embolia pulmonar, então por isso essa separação. Então o que leva à formação desse coágulo no sangue é a trombogênese, ou seja, a capacidade de formar um trombo, gerar um trombo. Isso foi descrito há muito tempo atrás por Virchow como uma tríade, são três fatores principais. Então o primeiro é a lesão do endotélio, que significa o que um pequeno trauma nessa parede do vaso. O segundo que é a alteração no sangue e aumento da coaguabilidade, são as trombofilias e em terceiro lugar a estase sanguínea. Então se o sangue ficar parado por muito tempo, ele também aumenta a probabilidade de formar um trombo, se ele ficar parado, ele vai ele vai coagular e nós temos no nosso sangue um equilíbrio muito tênue para manter a fluidez desse sangue, esse equilíbrio é entre os fatores pró-coagulantes e os fatores anticoagulantes. Sim! Nós temos anticoagulantes naturais no nosso corpo, que aliás se eles diminuírem muito acaba causando uma trombofilia, acaba gerando uma probabilidade maior de causar um trombo. Agora do ponto de vista da trombose venosa profunda, a gente tem que pensar o que ela pode levar, porque a trombose em si ela vai causar uma inflamação naquele local, vai causar a dor, vai causar um inchaço, a gente pode se preocupar com esses sintomas, mas não é isso que traz a relevância para trombose, o que traz a relevância são as suas complicações. Então em primeiro lugar, a embolia, a embolia pulmonar é disparado a complicação principal que a gente tem que se preocupar, porque ela leva sim a óbito, ela leva à morte muito frequentemente. Então em primeiro lugar a gente trata trombose, não por causa da trombose, mas para evitar a embolia pulmonar. Uma segunda complicação também aguda seriam as flegmasias, as flegmasias são trombose maciças, são realmente complicações bem graves, mas felizmente elas são bem raras. Não é algo que você tem que se preocupar com tanta frequência assim e chegando no atendimento médico, a gente na maior parte das vezes consegue ajudar, desde que seja com tempo hábil para isso. Agora a gente pode pensar na complicação mais tardia da trombose venosa profunda que seria a síndrome pós-trombótica, então uma pessoa teve uma trombose hoje, daqui a dez anos pode ter varizes, pode ter insuficiência venosa, tudo decorrente dessa trombose inicial. Então tudo o que a gente faz é para evitar a embolia em primeiro lugar, evitar uma flegmasia também embora mais rara. Obviamente, a gente vai ter que tratar também os sintomas que podem incomodar, mas também evitar uma síndrome pós-trombótica no futuro. Cirurgia para trombose venosa não é tão frequente assim. Existem alguns procedimentos que podem ser feitos, então a colocação de um filtro de veia cava que tem uma indicação bem restrita. Não é rotina em nenhum caso, especificamente quem tem a impossibilidade do tratamento com a anticoagulação, por exemplo, é uma das necessidades de colocar um filtro de veia cava. Existem outras cirurgias que seriam a retirada desse trombo, são métodos físicos, por métodos químicos, farmacológicos e esses medicamentos, eles podem quebrar esse trombo e você pode pensar “Puxa, isso é tão legal, acho que deve funcionar para todo mundo.” Mas na verdade são cirurgias que têm um risco e que você tem que colocar na balança o risco benefício. Então normalmente elas vão evitar aí a grande indicação e evitar aquela síndrome pós trombose no futuro, então se a gente tira esse trombo, esse trombo, ele não vai causar uma reação inflamatória muito grande nessa parede do vaso, não vai destruir as válvulas venosa, de modo que não leva aquela síndrome pós traumática no futuro. A questão é quem vai se beneficiar disso? Normalmente são as pessoas mais jovens que têm menos risco cirúrgico e cuja trombose foi muito extensa maciça de forma que a probabilidade de ter essa síndrome pós-trombótica é muito alta. Então esse não é um procedimento para evitar uma embolia pulmonar, por exemplo. Então o tratamento você tem que levar muito, muito, muito a sério, se foi feito o diagnóstico de trombose, você tem que tratar rigorosamente e assim existem algumas novidades que são muito boas por um lado, mas elas atrapalham por outro. Então eu lembro no meu início de carreira que a gente não tinha muita opção de medicamento para fazer anticoagulação e os medicamentos que a gente tinha à disposição, eram medicamentos que necessitavam um rigor e que a gente precisava ficar acompanhando quase que diariamente a alteração no sangue. Então eu lembro até que a gente pedir às vezes fax para o paciente, mandar o resultado do exame para a gente acompanhar semanalmente essa evolução. A questão é que isso mostrava para o paciente o quanto era necessário e importante esse controle. Os medicamentos atuais são os novos anticoagulantes, eles não precisam desse rigor todo no acompanhamento. Só que ao retirar esse rigor todo e facilitar a vida do paciente, alguns não levam tão a sério o tratamento. Pode esquecer um medicamento, pode esquecer a importância do medicamento, e pode esquecer a razão pela qual a gente está tratando. Aí eu volto tudo o que eu falei, e é por causa da embolia pulmonar. A gente está tratando a trombose para evitar uma embolia pulmonar e consequentemente evitar um óbito. Então por isso é extremamente importante você seguir à risca a orientação do seu médico, não é para parar com anticoagulante sem a indicação e o acompanhamento médico. E não é para continuar também sem o rigor de um acompanhamento médico. Faça consultas periódicas e isso é muito importante. Agora para fazer o diagnóstico da trombose, a gente precisa de dois sinais principais são dor e inchaço, o paciente vai se queixar de dor inchaço, só que dor inchaço é extremamente genérico e frequente, quem nunca teve dor e inchaço nas pernas e não necessariamente isso foi uma trombose. Tem, por exemplo, a Síndrome da pedrada, uma lesão muscular fazendo esporte, subindo escada que também causa dor e inchaço e não é uma trombose. Então só isso não é o suficiente, a gente tem que usar os critérios de fatores de risco. Quanto mais fatores de risco, mais chance dessa dor e inchaço ser decorrente de uma trombose. Então quais são os fatores de risco mais comuns? Neoplasia, o câncer ou o próprio tratamento para o câncer, a quimioterapia também pode desencadear trombose. Uma trombose prévia, quem já teve uma trombose já entra em um grupo de pessoas que têm uma probabilidade maior de ter trombose. Uma trombofilia, uma doença na cascata da coagulação do sangue, uma doença do sangue que aumenta a probabilidade de ter trombose. O uso de anticoncepcionais também aumenta o risco, aumenta um pouquinho, mas aumenta, uma gravidez aumenta mais ainda o risco de uma trombose. Esses são fatores comuns existem também, por exemplo, o trauma, um politraumatizado principalmente, a imobilização de um membro, então se alguém ficou imobilizado por muito tempo, usando o gesso, usando alguma bota ortopédica ou uma cadeira de rodas, vai causar essa imobilidade que é um fator de risco para trombose. A desidratação, então quem toma pouca água, e às vezes, toma muito pouca água, fica desidratado, isso também aumenta o risco de trombose. A idade, passou dos 40 anos já tem um risco maior de ter trombose, varizes que é extremamente frequente na população também é um fator de risco para trombose, não quer dizer que quem tem varizes, todo mundo vai ter trombose, não é isso! É que você vai somando um fator de risco ao outro. Na verdade, não é nem somar, você vai multiplicar, porque quanto mais fatores você vai aumentando exponencialmente o risco de desenvolver uma trombose. Então tendo esses fatores, tendo dor e inchaço, a probabilidade de ser uma trombose aumenta. Então é necessário uma avaliação médica, muitas vezes com o exame de sangue ou um exame de imagem para comprovar esse diagnóstico. Gostou do nosso vídeo! Inscreva-se no nosso canal, compartilhe com seus amigos e até o próximo!

Diabetes crônica.

A diabetes afeta os nervos e a circulação sanguínea dos membros inferiores, por esse motivo é comum sentir uma sensação de formigamento ou queimação.

O vídeo apresentado pelo Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular, aborda o tema da neuropatia periférica. O médico explica que sintomas como formigamento, alteração de temperatura e sensibilidade nas extremidades do corpo podem ser sinais de danos nos nervos. Esses danos podem ser metabólicos, como uma deficiência de vitaminas, ou físicos, como uma compressão nervosa.

Segundo o Dr. Amato, a neuropatia pode ser mononeuropatia (um nervo afetado), polineuropatia (vários nervos afetados) ou mononeuropatia múltipla (um nervo afetado em múltiplos locais). Ele ressalta a importância de conhecer as doenças vasculares, uma vez que estão ligadas a problemas neurológicos e são frequentemente associadas a condições como diabetes.

O vídeo também aborda causas comuns de neuropatia periférica no Brasil, sendo a diabetes a mais prevalente. Outras causas podem incluir alcoolismo, intoxicação por metais pesados, deficiência de vitamina B, doenças autoimunes como o lúpus, e infecções como HIV e hanseníase.

O tratamento é complexo e muitas vezes multidisciplinar, envolvendo endocrinologistas, cirurgiões vasculares e neurologistas. O Dr. Amato indica que a cura completa pode não ser possível, mas o alívio dos sintomas e melhoria da qualidade de vida são alcançáveis através de tratamentos que podem incluir medicamentos, fisioterapia e, em alguns casos, cirurgia para descompressão nervosa.

O vídeo serve como um guia abrangente para entender os sintomas, diagnóstico e tratamento da neuropatia periférica, especialmente para pessoas que sofrem com essa condição ou conhecem alguém que sofre.

Olá, sou o doutor Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato e hoje vou falar sobre a neuropatia periférica. Então se você tem formigamento nas mãos, nos pés, se você conhece alguém que tem formigamento, alteração de temperatura, de sensibilidade. Esse vídeo é pra você ou pra essa pessoa. Então pode compartilhar, pega o link lá em cima, manda pra quem você conhece que esse vídeo pode acabar ajudando porque eu vou falar as dicas do diagnóstico, como fazer o tratamento, quais as doenças são associadas a isso e o que a gente tem que fazer a respeito. Então, se possível, inscreva-se no nosso canal, clica no sininho lá embaixo, afinal, é só assim que eu fico sabendo se vocês gostaram ou não do nosso vídeo e comente lá embaixo, comente porque, por exemplo, este assunto aqui eu peguei de um comentário, eu vi uma pessoa que tava querendo saber sobre isso e acabei indo atrás de desenvolver esse vídeo pra vocês. Então, a fraqueza, dormência, dor, formigamento, principalmente na periferia, então ponta dos dedos, pode ser das mãos ou dos pés, isso pode ser um dano no nervo e esse dano pode ser tanto um dano metabólico, como a falta de uma vitamina, como um dano físico mesmo, como uma compressão, como uma inflamação do nervo, então normalmente acontece ou um dano em um nervo ou em vários nervos. Quando é o dano em um nervo é a mononeuropatia. Quando é um dano vários nervos é a polineuropatia, agora pode ser o dano em um nervo, mas em locais diferentes, quando em locais diferentes, aí seria a mononeuropatia múltipla. Então em primeiro lugar você deve tá se perguntando: por que um cirurgião vascular tá falando de nervo, né? O nervo é o neurologista, o neurocirurgião que estuda e não o cirurgião vascular. Bom… Os nervos estão em todos os lugares do corpo e a gente tem também os são os vasa nervorum, os vasos que irrigam os nervos, então existem doenças vasculares que vão trazer danos neurológicos e isso é muito importante. Também porque uma das causas mais importantes da neuropatia é a diabetes e a diabetes está extremamente relacionada com doença vascular, então a gente precisa acompanhar isso. Agora pra entender a neuropatia periférica é importante entender pra que serve o nervo. O nervo ele, conduz informação. É uma informação elétrica e isso vai ser levado de um ponto a outro, normalmente do cérebro até a periferia ou da periferia até o cérebro então ocorre essa transmissão de informação. Se há um comprometimento dessa transmissão, a gente pode ter essa neuropatia. O sistema nervoso ele é dividido em sistema nervoso central que aí seria o cérebro e a medula espinhal e o sistema nervoso periférico que aí são os nervos das extremidades e eles tem que se comunicar entre si e isso ocorre através dessas vias que são os nervos. Bom, você deve tá se perguntando qual que é o primeiro sintoma que a gente sente ou quais são os sintomas mais frequentes que a gente pode sentir quando tem uma neuropatia periférica. O mais comum, o mais frequente é o formigamento em extremidades. Esse formigamento, essa sensação de parestesia, ela pode ser sentida de várias formas. Então, um adormecimento também é muito frequente. Então, a pessoa sente que a extremidade tá anestesiada, né? Como se não sentisse aquela região, muitas vezes pode ser até como se tivesse um plástico grudado, uma sensação estranha no local. Tudo isso começa mais frequentemente na mais extremidade possível, né? Na pontinha dos dedos e vai chegando a região mais central lentamente. Essa sensibilidade pode aparecer também como uma queimação, como uma sensação dolorosa em pés, mãos, mas também pode vir como os espasmos ou cãibras que podem ser essas contrações musculares exacerbadas também nas extremidades. Quando já tem um tempo que essa neuropatia periférica tá evoluindo, isso pode acabar acarretando uma perda de massa muscular, isso vai levar a uma perda da força da musculatura e essa diminuição da musculatura vai também ocasionar a perda de equilíbrio, a perda de mobilidade e algumas vezes a sensibilidade que se perde é a sensibilidade térmica, então você pode não perceber mais algo que tá quente, algo que tá frio e isso é o primeiro sintoma aí também que pode acontecer numa neuropatia periférica. Então quais são as causas de neuropatia periférica? Por que elas acontecem? Aqui no Brasil, o mais importante, a causa mais importante é a Diabetes Mellitus, a Diabetes ela vai causar um dano por causa daquele vasa nervorum que eu falei que são os vasinhos que irrigam os nervos, né? Começa a ter essa microangiopatia, essa doença desses vasinhos pequenininhos que acabam levando ao dano neurológico e esse dano neurológico quando ocorre nas extremidades pode acabar desencadeando uma cascata de eventos catastrófica pra quem tem a diabetes. Mas como assim? O que pode acontecer? Bom, imagina que você tem a diabetes e você é uma pessoa então que tem uma suscetibilidade maior a infecção. Se ocorre um dano no se algo vai lá e faz você ter uma sensibilidade menor nos pés, você acaba ficando mais sujeito a ter uma pequena lesão, uma pequena feridinha e essa feridinha, às vezes, você pode não sentir. Então, se tiver uma pedrinha no sapato, pequenininha que seja, você pode passar o dia inteiro lá machucando esse pé e não percebe e essa pequena feridinha, você já tem uma diminuição da sensibilidade e uma suscetibilidade maior a infecção. Pronto, é o ambiente perfeito pra acontecer uma infecção mais grave e acabar levando as grandes catástrofes do pé diabético na microangiopatia com a angiopatia e a cirurgia vascular, muitas vezes levando até a necessidade de amputação. Por isso que quem tem a diabetes tem que acompanhar a evolução dessa neuropatia, normalmente ela piora com as grandes oscilações da glicemia. É muito importante você então, portanto manter a glicemia controlada, fazer um controle medicamentoso com exercício físico, dieta e tudo mais pra que não tenha essa oscilação e acabe não evoluindo pra uma neuropatia diabética. Uma outra possível causa de neuropatia periférica é o alcoolismo, é o uso do álcool e exagero também pode levar esse dano neurológico, isso ocorre, infelizmente ocorre frequentemente e a gente tem que ficar muito atento. Então essa neuropatia, ela pode acontecer pela ingestão de álcool, mas também por várias outras toxinas, tanto intoxicação por chumbo, intoxicação por outros metais pesados… são várias intoxicações que podem levar dano neurológico. Uma outra causa é a deficiência da vitamina B. Então a vitamina B, ela tá muito presente na carne, nos ovos, no peixe e se você tem uma deficiência dessa vitamina B que é muito frequente nos veganos que não fazem a reposição adequada, também pode acontecer uma falha dessa transmissão neurológica e acarretando então essa neuropatia. Várias doenças autoimunes, como por exemplo o lúpus também… Autoimune quer dizer quando as suas células começam a atacar suas próprias células, né? Então o lúpus é um problema do gênero, então também pode levar a dano neurológico. Mas infecções, como por exemplo o HIV, a hanseníase também danificam a transmissão neurológica. O hipotireoidismo que seria a falha da produção de hormônios tiroidianos também poderia levar. O tratamento do câncer com alguns quimioterápicos também que acabam entrando também na categoria de toxinas, né? Tão sendo usados pra fazer um bem, mas acabam lesando várias células, então alguns quimioterápicos podem levar a essa alteração da sensibilidade periférica. Uma causa muito frequente também é o túnel do carpo onde ocorre a compressão do nervo que passa em um espaço muito estreito e na compressão desse nervo impede a transmissão neurológica e aí acaba acarretando todos os sintomas de uma neuropatia periférica. Só que o nervo, ele pode ser comprimido em vários pontos, pode ser comprimido aqui na região do punho, que seria o túnel do carpo, né? O túnel carpal, agora o nervo, ele pode ser comprimido em qualquer lugar, tenho certeza que vocês já devem ter dado aquela pancada com o cotovelo que dá aquele choque, né? Esse é um nervo bem superficial que a gente tem, na hora que dá a pancada, você causa uma lesão neurológica e você tem toda alteração de sensibilidade naquele local. Pode perceber que depois do choque, você não vai ter uma sensibilidade tátil preservada ou pelo menos vai perder essa sensibilidade tátil por um período. Agora a sua pergunta com certeza é: então qual o tratamento da neuropatia periférica? Então, em primeiro lugar a gente tem que entender a causa, desvendar o que tá levando a isso e corrigir, lógico, se você tem uma diabetes que tá com essa oscilação glicêmica, vai ter que corrigir essa oscilação glicêmica, vai ter que melhorar a diabetes, fazer o tratamento da diabetes. Então, é um tratamento multiprofissional, várias especialidades, entre eles o endocrinologista, o cirurgião vascular por causa da microangiopatia, neurologista muitas vezes também pode se fazer necessário. Muitas vezes a neuropatia periférica não tem cura, então a gente consegue melhorar os sintomas, consegue melhorar qualidade de vida, mas a cura em si pode não ser possível na maioria dos casos. Então, fisioterapia pode ajudar. Dependendo se é uma compressão do nervo, um posicionamento, a forma de fazer algum movimento pode melhorar essa sensibilidade também. Agora quando é uma compressão do nervo é evidente que uma cirurgia de descompressão desse nervo, então vamos abrir um espaço pra esse nervo passar sem ficar comprimido aí por estruturas por fora, né? Isso aí pode ajudar, então a cirurgia muitas vezes pode ser necessária. Agora se é uma compressão transitória por alguma razão que seja, muitas vezes um anti-inflamatório que essa compressão transitória muitas vezes é inflamação local, né? Dor, rubor, tumor, aumenta, comprime. Então, o calor local, que eu tenho um vídeo de compressa morna, já pode ajudar a diminuir essa inflamação, o uso de anti-inflamatório indicado pelo médico também pode ajudar. E essa questão de posicionamento, né? O que você fez pra pacabar desencadeando essa inflamação? Vamos tirar a causa, origem. Existem também alguns medicamentos sintomáticos, mas aí a minha sugestão é que você passe em avaliação e siga o que o seu especialista tá recomendando. Gostou desse vídeo? Inscreva-se no nosso canal, compartilhe com seus amigos e fica aí que eu vou colocar o próximo melhor vídeo pra você assistir.

Deficiência de vitamina B12.

A deficiência de vitamina B12 é uma das causas já que a deficiência dessa vitamina afeta os membros inferiores.

Exercícios físicos pesados.

Nem sempre a queimação nas pernas é causada por alguma doença.

Como é o caso dos exercícios físicos pesados, é comum sentir queimação nas pernas depois de exercícios intensos.

Falta de atividade física.

A falta de atividade física também pode causar essa sensação.

Principalmente para aquelas pessoas que ficam muito tempo paradas, seja sentada ou em pé, o que pode gerar uma má circulação sanguínea e essa sensação de queimação nas pernas.

Varizes.

É muito comum pessoas que tem varizes se queixaram de dor ou queimação nas pernas.

Geralmente ocorre quando os nervos sensitivos periféricos estão inflamados.

O que fazer para melhorar a queimação nas pernas?

Quando a queimação nas pernas ocorre depois de fazer exercícios físicos muito pesados ou pela má circulação depois de ficar muito tempo deitado, ou em pé.

É possível melhorar essa sensação deixando as pernas elevadas por alguns minutos, além disso, descansar também pode ajudar.

No entanto, se essa queimação é persistente, não melhora nem dessas formas e está associado a outros sintomas, o mais recomendado é procurar um especialista.

A depender do caso, quanto antes procurar ajuda médica, melhor, principalmente em casos que podem ser mais graves, como a trombose venosa profunda.

Tratamento.

Somente com o acompanhamento de um especialista é possível definir o melhor tratamento.

É necessário definir se a causa é neurológica ou vascular. É indispensável avaliar se é somente má circulação, ou algo que pode melhorar com exercícios físicos. Até mesmo a deficiência de alguma vitamina poderia melhorar ingerindo mais alimentos ricos dessas vitaminas.

Alguns tratamentos podem ser feitos com medicamentos, outros com meias de compressão.

Cada caso é um caso e somente depois de avaliado pelo médico e fazer os exames solicitados por ele, será possível definir a causa e o melhor tratamento para o paciente.

Por esse motivo, é valoroso procurar um médico seja um neurocirurgião ou cirurgião vascular e relatar todos os sintomas que você está sentindo.

Prof. Dr. Alexandre Amato

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