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Dor na panturrilha: o que pode ser e como aliviar?

Panturrilha
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Provavelmente você alguma vez já sentiu dor na panturrilha, região mais conhecida como batata da perna. Afinal de contas, o incômodo é absolutamente normal após atividades físicas intensas, longas caminhadas ou ficar muito tempo de pé. O problema é quando essa dor se torna frequente mesmo sem ter feito maiores esforços, passando a indicar problemas de saúde.

Confira no artigo a seguir o que pode causar dor na panturrilha e como tratar esse incômodo.

Sumário

O que é panturrilha?

Para quem não sabe, a panturrilha é uma região que fica localizada na parte inferior da perna, abaixo e atrás dos joelhos. Ela é popularmente conhecida como batata da perna e é composta pelos músculos gastrocnêmio e sóleo, responsáveis pela marcha e pelo amortecimento do corpo durante a caminhada. Além desses músculos, a panturrilha também é composta por tendões, veias e artérias.

Dessa forma, fica fácil perceber que a panturrilha é uma região indispensável ao bom funcionamento do corpo humano e à realização de vários movimentos corriqueiros. Ela ajuda a manter o equilíbrio, a postura, auxilia na caminhada e na flexão plantar. Além disso, facilita os movimentos de sentar, abaixar, levantar e dirigir. 

E como se já não bastassem todas essas funções, a panturrilha também atua na circulação sanguínea, ajudando a bombear o sangue venoso de volta para o coração.

O que pode causar dor na panturrilha?

Vários fatores podem causar dor na panturrilha e é preciso ficar atento a cada um deles. De maneira geral, os sintomas acontecem principalmente por sobrecarga dos músculos, mas a dor na região também pode ser indicativo de problemas mais graves, tais como:

Lesões musculares

As lesões musculares geralmente são causadas pelo excesso de exercícios físicos e podem ter origem no rompimento das fibras musculares, na lesão ou ruptura do tendão de Aquiles e na inflamação dos tendões. Elas podem causar dores intensas, conforme o quadro e a gravidade da situação. 

As lesões musculares podem ser tratadas com o uso de meias de compressão, compressas de gelo, massagem local com pomadas anti-inflamatórias e elevação da panturrilha com o auxílio de um travesseiro ou almofada. No caso do rompimento do tendão de Aquiles, recomenda-se a cirurgia para resolver o problema.

Dor e inchaço nas pernas? Pode ser trombose venosa profunda, mas também pode ser a síndrome da pedrada. O Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato (www.amato.com.br) explica essa que é o maior diagnóstico diferencial de trombose.

o Olá sou o Doutor Alexandre Amato  cirurgião vascular do Instituto Amato e  hoje eu vou falar sobre a síndrome da  pedrada é um assunto bem interessante  que eu tô até encucado aqui que eu não  falei disso até agora no canal e é  extremamente frequente a síndrome da  pedrada é um dos diagnósticos  diferenciais mais importantes na  trombose venosa profunda a síndrome da  pedrada é uma lesão muscular por  estiramento muscular e que vai trazer  sintomas muito semelhantes a trombose  venosa profunda que são dor inchaço na  perna tem esse nome exatamente Por que  algumas pessoas relatam que parece que  levou uma pedrada na panturrilha Então  essa é uma lesão muscular que ocorre na  panturrilha pode ocorrer também é uma  formação de roxos de hematomas no local  principalmente se houver alguma lesão de  algum vaso sanguíneo e a formação de  caroços ou áreas endurecidas  Oi Nice local por causa da dor e do  inchaço ou vai ter também uma  dificuldade em caminhar tão boa parte  desses sintomas ele se misturam e podem  sugerir mimetizar uma trombose venosa  então é muito importante avaliação do  cirurgião vascular para afastar a  possibilidade de uma trombose Além disso  é uma síndrome da pedrada ela não é  necessariamente a não tem a formação de  um de um coágulo não tem a trombose mas  como vai ocorrer a diminuição da  mobilidade pela dificuldade por caminhar  diminui o retorno venoso pode ter também  lesão o vascular é possível que quem  tenha uma síndrome da pedrada tenha uma  trombose venosa profunda posteriormente  então muitas vezes é feito o diagnóstico  da da síndrome da pedrada sem uma  trombose e se não for feito o tratamento  adequado ou se ficar muito tempo  o uso pode acabar evoluindo para uma  trombose no futuro rápido a síndrome da  pedrada ela pode ocorrer após um  exercício intenso por exemplo diferente  da trombose que a pessoa não consegue  dizer exatamente o momento em que ela  aconteceu sabe que foi determinado o dia  o tal amanhã a síndrome da pedrada a  pessoa consegue falar exatamente o  momento em que ela aconteceu então foi  estava jogando futebol e sentir fisgada  na perna estava subindo a escada sentir  fisgada na perna tava atravessando a rua  veio um carro em minha direção eu tive  que apertar o passo e nessa hora sentir  essa fisgada na panturrilha então o  paciente ele consegue dizer exatamente o  momento do início momento da lesão  muscular ela pode ocorrer em situações  rotineiras como atravessar a rua mas  mais frequentemente em esporte de alto  rendimento ou ao fazer exercício de  a intensidade E aí pode acontecer por  uma marcha uma tipo de pisada não é uma  diminuição da flexibilidade uma falta de  alongamento um exercício muito intenso  ou pouco tempo de recuperação entre  exercícios exagero exercício então tem  várias razões para acontecer essa  síndrome da pedrada o tratamento é  relativamente simples vai ter a  necessidade do repouso né pode ser usado  anti-inflamatório cuidados locais  dependendo da intensidade dessa lesão  pode ser necessário a fisioterapia para  recuperar a movimentação um este aumento  leve pode necessitar de duas semanas de  recuperação um estiramento moderado em  torno de seis a oito semanas por uma  recuperação completa agora um rompimento  completo desse músculo pode  e até de seis meses a um ano de  recuperação então é muito importante  você conversar com um especialista para  diferenciar a síndrome da pedrada de uma  trombose venosa profunda e fazer o  tratamento correto recuperar esse  músculo e obviamente tomar todas as  medidas necessárias para que isso não  aconteça novamente à final após uma  lesão o músculo ele cicatriza mas a  formação de fibrose nesse local EA  fibrose ela não é tão resistente quanto  o músculo anterior Então gostou do nosso  vídeo e inscreva-se no nosso canal  compartilhe com seus amigos e até o  próximo a  E aí  [Música]  

Má circulação sanguínea

A má circulação sanguínea também pode causar dor na panturrilha, em intensidades que variam conforme o problema apresentado. Isso porque várias patologias podem ser associadas à falta de circulação sanguínea, algumas mais graves do que as outras. 

Por isso, ao perceber dores persistentes na região, o ideal é procurar ajuda médica para receber um diagnóstico precoce e o tratamento adequado. No caso de problemas vasculares, os mais comuns são:

Varizes e veias varicosas
Ilustração de Varizes e veias varicosas

 

  • Varizes: veias inchadas e protuberantes, causam sensação de peso na perna, inchaço e vermelhidão local. Os sintomas tendem a desaparecer com repouso, uso de meias de compressão e remédios apropriados;
  • Trombose venosa profunda: coágulo que se forma dentro da veia e impede a passagem do sangue. Causa dores repentinas e agudas na panturrilha, inchaço e edemas. Se não diagnosticada e tratada a tempo, pode levar a pessoa a óbito. Geralmente o tratamento é feito com remédios anticoagulantes.

Sofrendo com má circulação? Sabe que o vascular é o especialista em circulação humana? O Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato (www.amato.com.br) explica os sinais de problemas venosos, arteriais e linfáticos. Angiologista e cirurgião vascular são responsáveis pela circulação.

Olá! Sou o Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato e hoje vou falar 12 sinais  da má circulação.  Então em primeiro lugar o que é a má circulação? Má circulação é um termo que eu  não gosto muito, é um termo extremamente genérico, pode significar um problema tanto no  sistema arterial, como no sistema venoso, como no sistema linfático.  É um problema assim similar,  se eu falasse para um eletricista que tem um problema elétrico, ou usando uma piadinha  interna, ou falar para o encanador, que na verdade o cirurgião vascular acaba lidando  com os canos do corpo, com os vasos, falar para o encanador que tem um problema de  encanamento. Então má circulação é extremamente genérico, pode significar  qualquer problema dentro da especialidade da angiologia e da cirurgia vascular.  Mas isso não me impede de falar quais são os 12 principais sinais de um problema de má  circulação. Sem sombra de dúvidas, o principal, número 1 é a dor!  Então a dor acomete a grande maioria dos pacientes que têm má circulação.  A questão é que a dor, ela pode ser um pouco diferente,  então num problema da circulação venosa, essa dor pode aparecer com uma sensação de peso,  cansaço nas pernas.  Agora numa situação onde o problema é arterial, essa dor pode ser mais uma  claudicação intermitente, então aquele paciente que caminha e aí ele tem que parar por causa  da dor, e essa dor em grupos musculares, então panturrilha, glúteo, todos os músculos da coxa  e perna. Então porquê? Porque falta oxigênio, não tem oxigênio para produzir a energia  necessária para contração muscular.  Então falei a primeira causa de toda, sem sombra de dúvidas é a dor.  Agora vou falar a segunda causa, a segunda causa é bem interessante, porque ela quase que  separa um grupo de doenças, de outra. Então é o inchaço, o edema.  Esse inchaço em membros inferiores, normalmente ele está relacionado a um  problema venoso ou a um problema linfático.  É muito raro ter inchaço num problema arterial, o que pode acontecer é coexistir.  Pode ter o problema arterial junto com um problema venoso e/ou linfático.  Agora quando tenho esse inchaço, normalmente a gente está pensando no problema venoso,  linfático ou ainda o Lipedema que eu falo bastante nos outros vídeos aqui do canal.  O terceiro sinal, bastante frequente também, é o aparecimento de veias tortuosas, dilatadas  em membros inferiores, são as famosas varizes.  Ela só é extremamente frequente, porque varizes é muito frequente.  Então a gente vai encontrar desde varizes que tem uma questão mais estética, desde uma  insuficiência venosa que tem um problema de uma má circulação venosa aí muito mais  significativo, podendo causar desde manchas, eczema, coceira, uma pele mais endurecida.  E tudo isso pode ser desencadeado por causa dessa insuficiência venosa. A ponto de levar  ao quarto sinal de má circulação que seria as feridas, as úlceras nas pernas, em primeiro  lugar eu vou separar a ferida, de úlcera. A ferida,  mormalmente são mais agudas, são aqueles ferimentos que acontecem e podem resolver em  torno aí de 15 dias.  Agora as úlceras, não, as úlceras são crônicas, um dia elas podem ter sido ferida só  que por ter se perpetuado por muito tempo,  elas acabam se cronificando e viram as úlceras, então as feridas e úlceras podem ser  decorrentes de má circulação.  Pode ser tanto pela má circulação venosa, quanto pela má circulação arterial e mesmo  até linfática, então só a presença da úlcera, a gente não consegue definir qual o  sistema que está acometido, mas todo o aspecto dessa úlcera pode indicar, por exemplo,  o formato da úlcera, a localização pode direcionar para uma úlcera venosa, uma úlcera  mais dolorosa,  com bordas delimitadas, com áreas necróticas, tecido morto, pode indicar  mais uma úlcera arterial, ou pode ter também o úlcera mista também.  Já falei de tudo isso aqui em outros vídeos do canal!  Agora a mudança de coloração também é um sinal de má circulação.  Veja, quando a gente tem uma obstrução arterial, a gente vai ter uma palidez,  se isso se prorrogar, pode ter até uma gangrena que muda de cor,  pode ficar até preto o pé.  Ele normalmente as cores que chamam a atenção pra gente são a palidez,  quando fica bem bem clarinho, a Cianose que é quando fica bem roxinho o membro.  Essa coloração pode ter várias tonalidades de roxo e quando fica muito  vermelho quando fica hiperemiado, fica esse vermelhão, também é importante.  Então a questão pode ser a coloração fixa, pode ser a coloração que fica mudando de cor,  ou em sequência quando tem a sequência da mudança de cor,  pode ser o fenômeno de Raynaud, que é um vaso espasmo quando essa artéria se fecha.  Por exemplo, desencadeada pelo frio ou desencadeada por algum stress, isso pode  acontecer e levar à má circulação,  com alteração da coloração.  Outro sinal é a mudança da temperatura,  então a gente pode ter áreas mais frias, áreas mais quentes.  Normalmente as áreas mais frias indicam uma má circulação onde não chega o sangue  arterial, e áreas mais quentes podem sugerir uma infecção,  por exemplo, uma infecção do sistema linfático, uma erisipela, por exemplo.  Então essa mudança da temperatura, pode ser no mesmo membro ou comparado com outro  membro. Então se você tem uma perna quente, uma perna fria, alguma coisa está errada e  pode sim ser um problema de má circulação.  As infecções recorrentes como já mencionei, a erisipela, por exemplo, que deixa o  vermelhão, que deixa febre, que deixa até em alguns casos aquelas bolhas,  elas podem indicar um problema de má circulação linfática. Um outro sinal  interessante são as alterações tróficas, como perda de pêlo, por exemplo, na insuficiência  venosa mais avançada, começa a perder pêlo abaixo do joelho.  Às vezes as pessoas acham que é por causa da meia que está usando, que está fazendo  atrito, até pode colaborar, mas a insuficiência venosa por muito tempo acaba  fazendo cair esses pêlos, então há uma mudança da pilificação.  Uma outra coisa seria a velocidade de crescimento das unhas, então se alguém tem uma  obstrução arterial crônica de um lado da perna e não tem do outro, pode ter uma  velocidade de crescimento da unha diferente, então uma unha na perna boa cresce mais  rápido e a unha na perna ruim cresce muito lentamente.  Então a frequência de cortar unha, pode ser uma dica de má circulação nas pernas.  Quando não chega sangue adequadamente na perna, ou seja, de novo má circulação, há uma  atrofia muscular, então esse músculo começa a se atrofiar, então perde força, essa atrofia  muscular também é um sinal da perda da circulação arterial.  Nós temos também as parestesias que seriam o típico formigamento,  quando a gente sente um formigamento em alguma extremidade que pode ser nas mãos, pode  ser nos pés. Isso muitas vezes está relacionado com uma questão neurológica, mas  em uma parcela desses pacientes, a influência da má circulação é enorme.  Então a gente pode ter, por exemplo, no diabetes, a lesão do Vasa nervorum, o que é o   Vasa nervorum? São os pequenos vasinhos que irrigam os nervos,  então esses vasinhos perdem essa capacidade de irrigar os nervos de forma adequada, os  nervos morrem e o paciente passa a ter esse formigamento ou essa dormência relacionado a  um problema neurológico e vascular.  Agora algumas obstruções arteriais também podem levar esse formigamento e dormência,  então pode ser um sinal de má circulação também.  Agora um sinal bem interessante que eu tenho certeza que você nunca ia imaginar que era um  sinal de má circulação é a amaurose fugaz.  Vou falar o que é a amaurose fugaz. É a cegueira monocular transitória, ou seja, você  fica cego de um olho por um período e depois essa visão volta.  Então imagina, você parou de ver por um olho só,  aí você começa a ficar bem preocupado  e quando você começa a se preparar para ir para o hospital, volta a enxergar.  Aí você marca uma consulta, com quem você vai marcar consulta?  Com certeza não é com um cirurgião vascular, você vai marcar com um oftalmologista que é o  médico do olho. E aí, você vai descobrir que na verdade isso é um problema vascular.  Muitas vezes é uma placa na carótida que se desprendeu e foi parar na artéria retiniana,  causando essa cegueira transitória, e é um pequeno sinal de que pode vir a ter um  AVC, um derrame em pouco tempo.  É um sinal essencialmente de má circulação e esse mesmo problema pode levar a outro  sinal que eu queria mencionar, que é a síndrome do dedo azul,  quando a gente fica com o dedo azul de forma fixa, é  isquemia, falta de oxigênio nessa periferia.  Agora por que acontece isso? Quando uma pequena placa aterosclerótica,  também ocorre o desprendimento de micro cristais de colesterol, mas ao invés de ir  parar na artéria retina, vão parar numa artéria bem distal do dedo, uma artéria bem  fininha, e aí, causa essa pequena área de isquemia.  Então, eu falei aqui 12 sinais frequentes de má circulação que pode ser de má circulação  arterial, venosa ou linfática.  Se você tiver qualquer um desses sinais, eu recomendo conversar com seu cirurgião  vascular que ele vai poder te ajudar com certeza.  Gostou desse vídeo!  Inscreva-se no nosso canal, compartilhe com seus amigos e até o próximo!  

Claudicação intermitente

A claudicação intermitente representa um quadro grave de má circulação sanguínea e pode se manifestar com dor na panturrilha, principalmente após a prática de um exercício físico, ainda que leve. Na prática, trata-se de insuficiência circulatória e de oxigênio na região, causada pelo estreitamento das artérias. O problema atinge aproximadamente 5% da população brasileira e acomete principalmente pessoas entre os 55 e 60 anos de idade.

Em casos mais leves, o tratamento é feito com repouso, uso de medicamentos vasodilatadores e fisioterapia para desobstruir os vasos sanguíneos e aliviar a dor na panturrilha. Contudo, casos de moderados a graves podem necessitar de intervenção cirúrgica, já que se não tratados a tempo podem inclusive causar a amputação das pernas. 

A dor para andar é uma das dores mais características de doenças vascular arterial. A evolução da aterosclerose obstrui a passagem de sangue. O Dr Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato (www.amato.com.br) explica o que é esse sintoma, e também dá dicas de como melhorar.

Olá, sou o Dr. Alexandre Amato,  cirurgião vascular do Instituto  Amato, e hoje vou falar sobre  a claudicação intermitente.  O que é a claudicação  intermitente?  Claudicar no dicionário de  português é “mancar”,  mas Claudicação intermitente é um  sintoma da doença arterial,  da aterosclerose e da doença  arterial obstrutiva periférica que  já comentei em outros vídeos.  A claudicação intermitente mais  típica ocorre em membros inferiores.  Então quando há uma obstrução da  artéria, não chega sangue suficiente  para nutrir os músculos.  Então, o que o paciente  vai sentir?  Vai sentir dor.  E essa dor  vai aparecer  quando a musculatura precisar  de mais oxigênio.  Quando isso acontece?  Quando está fazendo exercício.  E o exercício pode ser uma mera  caminhada.  Então, o paciente vai sentir  a dor da seguinte forma: ele  vai caminhar uma determinada  distância.  Vai começar a sentir dor.  Essa dor vai se tornar intolerável.  Ele precisa parar por causa  dessa dor. Ele vai parar, vai  descansar um pouco e vai voltar a  caminhar.  Essa distância ela tende a  ser sempre igual.  Ela pode ir aumentando  ou diminuindo com a progressão,  a piora da doença ou pode  aumentar com a  distância percorrida, com o  tratamento da doença.  Então a claudicação intermitente  ocorre em membros inferiores mas  pode ocorrer em membros superiores  também.  Se fizer exercícios em membros  superiores e tiver uma obstrução  arterial, pode haver  comprometimento  da musculatura pela falta de  oxigênio e acabar desencadeando  uma dor semelhante.  Quando isso acontece  na vida normalmente?  então para mulheres quando está  fazendo exercício por exemplo lavar  uma roupa, pentear o cabelo,  fazer o cabelo que tem que fazer  leva bastante tempo.  Isso pode demandar mais oxigênio  do que a artéria consegue suprir  e acaba causando essa dor, uma dor  em constrição e tem que esperar  um pouquinho para depois continuar.  Então Essa é a  claudicação  intermitente de membros  superiores.  Em membros inferiores, a claudicação  já expliquei como é que é.  Mas existe também a claudicação  intestinal.  É uma dor um pouquinho diferente. É  uma dor que ocorre depois  da alimentação.  Então o paciente come  o intestino precisa de mais  oxigênio para funcionar.  Mas se as artérias do  intestino estiverem obstruídas.  Pode não haver  esse fornecimento de oxigênio e o  paciente sente uma dor após  a alimentação.  Essa é a chamada claudicação  intestinal.  Todas elas são decorrentes  de uma doença crônica não uma  doença aguda não é algo que aparece  da noite para o dia.  É uma doença que vai evoluindo  lenta e progressivamente.  Normalmente começa cedo na  vida.  As primeiras lesões e  com a persistência dos hábitos de  vida maléficos  como: o tabagismo,  como o sedentarismo, como a  alimentação errada com muita  gordura. Todos esses fatores  acabam levando então a progressão da  doença e o aparecimento dos  sintomas.  Uma dica para melhorar os  sintomas é a hidratação.  Tomar bastante água, tomar bastante  líquido.  Isso tende a melhorar  os sintomas da claudicação.  Gostou do nosso vídeo?  curta. Compartilhe.  Assine nosso canal.  Clica no Sininho e até a próxima.  

Cisto de Baker

O cisto de Baker, por sua vez, é o acúmulo do líquido sinovial nos tendões e bursas da região do joelho. O problema pode causar inchaço local, dor na panturrilha e dificuldades para caminhar. 

Para aliviar os incômodos, ortopedistas e reumatologistas recomendam o uso de meias de compressão, de compressas geladas e fisioterapia. Todavia, diante de sintomas mais agudos, pode ser necessária a intervenção cirúrgica para retirada do cisto.

E por falar em cisto, saiba como é feita a cirurgia de cisto pilonidal em Hospital Dia.

Apareceu cisto de Baker no seu exame? Quer saber o que fazer? O Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato (www.amato.com.br) explica o que é isso e o que deve ser feito.

Sou doutor Alexandre Amato,  cirurgião vascular do  Instituto Amato, e hoje vou falar  sobre o cisto de Baker.  O cisto de Baker ele aparece às  vezes quando a gente pede um  ultrassom das varizes, um  ultrassom das pernas e assusta  muita gente.  Então, o que é esse cisto  de Baker? Como que trata?  O que tem que fazer?  É isso que a gente vai falar nesse  vídeo aqui de hoje.  Mas, antes disso, Assine  nosso canal, compartilhe.  Clica lá embaixo no Sininho também  para receber as notificações dos  novos vídeos. Então vamos lá!  O que é um cisto de Baker?  Um cisto.  Em medicina é algo que contém um  líquido dentro contém uma membrana e  contém um líquido.  No caso do cisto de Baker ele é  um cisto que fica atrás do  joelho e contém o  líquido sinovial. Líquido sinovial é  o líquido que lubrifica  a  articulação do joelho e o cisto  ocorre quando há uma produção  exagerada desse líquido e um acúmulo  desse líquido fora  do local onde ele deveria ficar  armazenado.  Qual que é a causa?  Normalmente é algum  problema no joelho, então não tem  nada a ver com varizes, não tem nada  a ver com insuficiência  venosa, mas sim um problema na  articulação do joelho. Que pode ser desde  uma artrite, e até mesmo um  problema no menisco.  Mas  há uma produção excessiva e exagerada desse  líquido sinovial que acaba  se acumulando nessa bolsa atrás do  joelho. Agora, o que o cisto  pode trazer de sintomas? O que você  sente com a  presença desse cisto? Se for um  cisto pequenininho não vai sentir  nada. Às vezes passa batido.  Ninguém nem percebe, mas  à medida que esse cisto  vai crescendo ele pode comprimir  outras estruturas ele pode ficar  visível e pode  trazer uma sensação de dor atrás  do joelho, uma sensação uma  protuberância também palpável um  incômodo e, se ele crescer demais,  ele também pode até comprimir  algum nervo que passa ali  pertinho e causar  a famigerada parestesia, que seria o  formigamento.  O cisto de Baker não significa que  precisa operar o cisto de Baker.  A cirurgia do cisto de Baker é  considerada rara não é tão  frequente, a maioria das vezes a  gente tem que tratar a causa como  disse, a causa está lá na  articulação, e muitas vezes, o  tratamento pode ser somente de  fisioterapia. Talvez uma  infiltração, e raramente, a  cirurgia.  Mas tem que ver a causa.  Então, por isso, você tem que  procurar um  especialista na articulação.  Quem é? É o Ortopedista.  Então, apesar de ser um achado  de um exame vascular, você  vai lá fazer um mapeamento  das veias da perna e  aparece lá como um achado um cisto  de Baker.  Apesar de estar nesse exame  vascular, é  um problema que deve ser cuidado  pelo ortopedista.  Agora quais são as  possíveis complicações de um cisto  de Baker. O cisto de Baker  pode romper. Seria o cisto de Baker  roto. Quando ocorre essa ruptura, há  o extravasamento desse líquido  sinovial, há uma grande inflamação  local, uma grande dor local.  Inchaço.  E simula muito  uma  trombose venosa profunda. Então, é  algo que o cirurgião vascular tem  que ficar atento, porque havendo  sintomas sugestivos de  uma trombose venosa profunda, a  gente tem sempre que pensar num  possível cisto de Baker roto.  Nessa ruptura.  E, como eu disse, quanto  mais aumenta o volume desse  cisto mais sintomas  ele vai trazer.  Então, sim, é preciso buscar o  tratamento com um ortopedista para  evitar esse crescimento.  Gostou do nosso vídeo?  compartilhe. Clica no Sininho lá  embaixo, para receber as  notificações, inscreva-se no  nosso canal e até o próximo.  

Dor na panturrilha por celulite infecciosa

Embora seja mais conhecida como acúmulo de gordura, a celulite também pode se apresentar na forma de uma infecção das camadas profundas da pele. A condição geralmente se manifesta após feridas e cortes cirúrgicos e é causada por bactérias do tipo Streptococcus e Staphylococcus.

A celulite infecciosa também causa dor na panturrilha, vermelhidão, calor e inchaço local. O tratamento geralmente é feito com antibióticos para evitar que as bactérias caiam na corrente sanguínea e causem a morte do paciente.

A erisipela é uma infecção da camada superficial da pele que provoca feridas vermelhas, inflamadas e dolorosas, e se desenvolve principalmente nas pernas, rosto ou braços, apesar de poder surgir em qualquer parte do corpo. Esta doença é mais frequente em pessoas com mais de 50 anos de idade, obesos ou diabéticos. Pode ser causada por uma bactéria específica (Streptcoccus pyogenes), ou por celulites. Assista ao vídeo e veja mais detalhes com o Dr. Alexandre Amato (108651).

Olá, sou o doutor Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato e hoje vou falar  um pouquinho sobre erisipela.  A erisipela é uma infecção extremamente comum em que acaba causando um grande vermelhão  na perna.  Essa hiperemia, esse vermelhão decorrente de uma infecção por uma bactéria localizada  no tecido subcutâneo e derme, em membro inferior.  A erisipela é causada por uma bactéria bem específica, mas existe também a celulite,  que aí não é celulite estética que todo mundo fala.  A celulite também é uma infecção que pode ocorrer em tecidos subcutâneos e aí por  outras bactérias menos graves.  Mas as duas funcionam mais ou menos do mesmo jeito, tanto a erisipela, quanto a celulite.  É uma infecção que precisa de uma porta de entrada.  Essa porta de entrada normalmente ocorre em pequenas feridas no pé e a ferida mais comum  é a micose.  Então quem tem uma micose, a gente sabe que a micose ocorre por causa de um fungo.  Não é esse fungo que acaba causando a erisipela, mas as pequenas rachaduras, as pequenas feridas  acabam sendo então a porta de entrada para essa bactéria que vai desencadear essa infecção.  O paciente que tem então vermelhão na perna por causa de uma erisipela vai ter os sinais  sistêmicos de uma infecção.  Pode ter febre, pode ter calafrios, pode ter infecção mostrada no sangue também.  E a erisipela deve ser tratada rápida e deve ser tratada com antibiótico sistêmico indicado  pelo seu médico.  Muito frequentemente os pacientes procuram o cirurgião vascular para o tratamento da  erisipela, mas não espere passar até o consultório do cirurgião vascular.  Se for demorar muito, vá ao pronto socorro, já inicie o tratamento, que é importante  começar cedo, para ter a menor quantidade de dano no nosso sistema linfático possível.  Quem tem a erisipela vai acabar tendo esse dano no tecido linfático, que pode acabar  causando inchaço no futuro e predispor a novos eventos de erisipela.  Então se tiver a suspeita, se tiver a dúvida, procure o seu médico o mais rápido possível.  Muito obrigado pela atenção e estamos à disposição.  

Cãibras

As cãibras estão entre as principais queixas de dor na panturrilha e são causadas pela contração muscular involuntária. Elas são mais frequentes após a prática de atividades físicas intensas e de noite, durante o sono. Após os episódios de contrações, a batata da perna pode ficar dolorida e inchada.

As cãibras podem surgir por causa de desgaste físico, produção de ácido lático e alimentação pobre em sódio e potássio. O tratamento para o problema inclui reeducação alimentar, exercícios físicos para fortalecimento muscular e consumo de suplementos nutricionais.

Onde tratar a dor na panturrilha com uma equipe multidisciplinar de saúde?

Há quase 40 anos cuidando da saúde das famílias brasileiras, o Instituto Amato possui várias especialidades médicas para você tratar a dor na panturrilha e qualquer outro incômodo que esteja prejudicando a sua qualidade de vida. Nossa equipe médica é composta por cardiologistas, angiologistas, cirurgiões vasculares, fisioterapeutas entre vários outros especialistas para cuidar de vários aspectos da sua saúde em um só lugar.

Em nosso Hospital Dia, oferecemos uma moderna modalidade de internação parcial para procedimentos simples e que dispensam internação hospitalar superior a 12 horas. Por meio de aparelhos de última geração e tecnologia de ponta, oferecemos diagnósticos precisos, confiáveis e realizamos procedimentos minimamente invasivos. A alta hospitalar acontece no mesmo dia e proporciona uma recuperação mais rápida, custos mais acessíveis e baixíssimo risco de infecção hospitalar.

Sentindo dor na panturrilha? Busque ajuda médica, inicie o quanto antes o seu tratamento e recupere a sua saúde com uma equipe especializada. Entre em contato conosco e marque a sua consulta.

Dr. Alexandre Amato

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