Inchaço nas pernas é uma das reclamações mais comuns, especialmente entre as mulheres. Na maioria das vezes, as causas podem estar relacionadas aos maus hábitos, como ficar muito tempo em pé, mas esse incômodo também pode ser provocado por algum problema mais grave, como uma doença, por exemplo. Veja a seguir o que pode estar deixando suas pernas inchadas.
Sumário
O que é o inchaço?
O inchaço é o acúmulo de líquidos, também chamado de retenção líquida, entre as células dos tecidos, que se tornam mais pesadas. Quando isso acontece, há um aumento da superfície do órgão envolvido.
Os vasos capilares, por serem muito finos, acabam extravasando esses fluidos. E é nessa hora que os rins retêm uma maior quantidade de sódio e água para compensar a perda. É quando o edema acaba surgindo.
Causas de inchaço nas pernas
O inchaço pode ser causado por doenças, afetando sistemas e órgãos diferentes do organismo e também pode ter uma causa não patológica. Veja com mais detalhes a seguir.
Doenças
Venosas
Nesse caso, o sistema diretamente afetado é o sistema venoso e o inchaço pode estar relacionado a:
Varizes
Veias saltadas e tortuosas que surgem por causa da má circulação sanguínea, causando dor, inchaço e cansaço nas pernas.
Insuficiência Venosa Crônica
Doença causada também pela má circulação sanguínea, causando dor, alterações na pele, coceira, irritação, inchaço e cansaço.
Trombose Venosa Profunda (TVP)
Formação de coágulos sanguíneos dentro dos vasos, uma condição que pode culminar em mau funcionamento dos órgãos por falta de oxigênio (flegmasias), embolia pulmonar e morte súbita.
Tromboflebite
É a inflamação de uma veia superficial, além da coagulação da mesma, ao contrário da TVP que atinge uma veia profunda. Pode ser de dois tipos:
- Tromboflebite aguda
- Tromboflebite crônica
Úlcera venosa
Ferimento que surge na pele devido à insuficiência venosa. Costuma surgir na região do tornozelo, causando dor, inchaço e ferimentos difíceis de cicatrizar.
Linfáticas
As doenças linfáticas atingem o sistema linfático, sendo a mais comum o linfedema.
Linfedema
O linfedema é o acúmulo de líquido linfático nas células do corpo, principalmente na região das pernas. A causa desse acúmulo pode ser por alguma obstrução no sistema linfático ou a remoção de linfonodos, muito comum em tratamentos contra o câncer.
Arterial
O sistema arterial é composto pelas artérias que levam o sangue do coração para o restante do corpo.
Fase de dor isquêmica de repouso da aterosclerose
O inchaço é um dos sintomas de uma doença arterial comum, chamada de DAOP (Doença Arterial Obstrutiva Periférica), causada pela aterosclerose, que causa dor, pés frios, claudicação intermitente, alteração da cor da pele e formigamento.
Outros órgãos e sistemas
O inchaço também pode ter relação com:
Lipedema
Doença crônica que atinge basicamente as mulheres e provoca acúmulo de gordura doente na região das pernas. O inchaço se torna mais intenso quando a pessoa fica muito tempo em pé.
Insuficiência hepática
O inchaço nas pernas é um dos sintomas da cirrose inicial, uma alteração no fígado que prejudica o seu funcionamento. Outros sintomas são perda de apetite, cansaço, perda de massa muscular e icterícia.
Insuficiência Renal
Síndrome nefrótica
Quando os rins não funcionam direito, as pernas também podem apresentar inchaço, consequência da retenção líquida, como vimos no começo deste artigo. Na síndrome nefrótica, por exemplo, há a excreção excessiva de proteína pela urina ocasionando o acúmulo de líquido e levando ao edema.
Insuficiência cardíaca direita
Nesse tipo de doença cardíaca, ocorre o acúmulo de líquido na região periférica do organismo, como pernas e pés, além de outros sintomas, como cansaço, fadiga, ganho de peso e problemas gastrointestinais.
Hipotireoidismo
Produção irregular dos hormônios T3 e T4 pela tireoide. Além do inchaço, também pode causar ganho de peso, sonolência, indisposição, depressão, queda de cabelo e problemas intestinais.
Hipoproteinemia
Pouca quantidade de proteína no sangue causa inchaço nas pernas e nos pés, queda de cabelo, fraqueza e indisposição, além de afetar o sistema imunológico.
Hormônios
De uma maneira geral, alguns tipos de hormônios provocam retenção líquida. São exemplos: progesterona, cortisol, antidiurético, renina e aldosterona
Artrose
O inchaço também é um dos sintomas da artrose, doença que compromete a saúde das juntas ou articulações. A artrose é uma doença comum que provoca outros sintomas, como dor e redução da mobilidade.
Diabetes
No diabetes, a retenção líquida também é a causa do inchaço, na maioria das vezes, em decorrência do mau funcionamento dos rins.
Trauma, lesão muscular, síndrome da pedrada
O inchaço nas pernas pode ser uma consequência de traumas sofridos, como quedas ou pancadas. Também pode surgir após uma lesão muscular como a síndrome da pedrada, por exemplo.
Essa síndrome se caracteriza por um estiramento muscular da panturrilha, causando inchaço, dor, dificuldade de apoio e de movimentos.
Queimadura
As queimaduras não causam só vermelhidão e dor na pele. O inchaço também é um sintoma comum seguido de descamação e formação de bolhas.
Drogas
- Reposição hormonal e uso de determinados medicamentos
- Bloqueadores do canal de cálcio, esteróides, antiinflamatórios não esteroidais
Medicamentos usados para reposição hormonal, anti-inflamatórios e outras drogas farmacêuticas podem promover retenção líquida e inchaço, algumas vezes, devido aos danos causados aos rins.
Infecção
O inchaço também pode ser decorrente de alguns tipos de doenças infecciosas, como:
Celulite
Chamada de celulite infecciosa ou bacteriana, essa doença surge quando a pele é infectada por bactérias, causando vermelhidão, dor e inchaço local. Geralmente, os membros inferiores são os mais atingidos.
Erisipela
Infecção também causada por uma bactéria que penetra na pele por meio de lesões e provoca dor, inchaço nas pernas e nos pés, além de vermelhidão, formação de bolhas e de feridas.
Osteomielite
Infecção no osso da perna, cujos sintomas são inchaço, dor, pele avermelhada, febre e calafrios.
Outras causas
Além dos motivos listados acima, o inchaço pode ter as seguintes causas:
- Pós cirurgia de bypass arterial coronariana
- Exame diagnóstico: venografia
- Obesidade
Mecanismos não patológicos do inchaço
Por fim, temos as causas que não decorrem de nenhuma doença, mas de hábitos comum, embora pouco saudáveis:
Edema ortostático: inchaço muito comum em mulheres que passam o dia inteiro em pé;
Sedentarismo: falta de exercício físico pode causar retenção líquida;
Excesso de sal: em grandes quantidades, o sal dificulta a eliminação natural de líquido pelo organismo;
Ficar muito em pé: essa posição dificulta a circulação sanguínea.
Gravidez: inchaço causado pela circulação sanguínea mais lenta do que o normal;
Edema pré menstrual: no período pré-menstrual uma mulher pode “ganhar” até 2 kg devido à retenção líquida;
Falha da musculatura no retorno venoso: quando o sistema venoso não funciona corretamente, o fluxo sanguíneo diminui causando o acúmulo de sangue e de líquidos.
Sintomas e riscos dos edemas
O inchaço não causa apenas alterações na pele, mas também outros sintomas igualmente desconfortáveis, além de aumentar o risco de complicações. Por exemplo:
- Dor;
- Dificuldade para andar;
- Diminuição da elasticidade da pele;
- Maior risco de infecção;
- Má circulação sanguínea;
- Maior risco de úlceras na pele;
Como verificar se há inchaço ou edema?
Para saber se a sua perna está realmente inchada pressione a área e veja se fica uma marca mais profunda, com depressão no local (sinal de Godet). Além disso, observe a superfície do local, que também também se torna mais brilhante.
Como tratar?
Em primeiro lugar, devemos tratar a causa do inchaço e não o edema em si! Como vimos, existem inúmeras razões para essa alteração, que devem ser investigadas a fundo. Ainda assim, algumas práticas diárias podem ajudar:
- Pratique exercícios físicos;
- Eleve a parte inchada do corpo;
- Faça drenagem linfática;
- Use meias e luvas de pressão (sob orientação médica);
- Reduza o sal;
- Evite temperaturas extremas;
- Procure sempre um médico se houver edemas, dor no peito e/ou dificuldade para respirar.
Como você viu, são muitas as causas do inchaço nas pernas e a melhor maneira de descobrir o motivo do edema é buscando orientação de um clínico geral ou cirurgião vascular, caso este sintoma esteja relacionado a algum problema circulatório. Tratar a doença deve ser o seu objetivo, pois o inchaço é apenas um sinal de que algo não vai bem com o seu corpo.
Lista de causas de inchaço nas pernas:
- Doenças
- Venosas
- Varizes
- Insuficiência Venosa Crônica
- Trombose Venosa Profunda
- Tromboflebite
- Tromboflebite aguda
- Tromboflebite crônica
- úlcera venosa
- Linfáticas
- Arterial
- Outros órgãos e sistemas
- Lipedema
- Insuficiência hepática
- Insuficiência Renal
- Síndrome nefrótica
- Insuficiência cardíaca direita
- Hipotireoidismo
- Hipoproteinemia
- Hormonios (progesterona, cortisol, antidiurético, renina e aldosterona são retentores de líquido)
- Artrose
- Diabetes
- Trauma, lesão muscular, síndrome da pedrada
- Queimadura
- Drogas
- Reposição hormonal e uso de determinados medicamentos
- Bloqueadores do canal de cálcio, esteróides, antiinflamatórios não esteroidais
- Infecção
- Outras causas
- Pós cirurgia de bypass arterial coronariana
- Exame diagnóstico: venografia
- Obesidade
- Venosas
- Mecanismos não patológicos de inchaço
- Edema ortostático
- Sedentarismo
- Excesso de sal
- Ficar muito em pé
- Gravidez
- Edema pré menstrual (no período pré-menstrual um mulher pode “ganhar” até 2 kg)
- Falha da musculatura no retorno venoso
- Ortostatismo / Sedentarismo / Obesidade
Inchaço nas pernas: o que pode ser?
Guia clínico ampliado pelo Prof. Dr. Alexandre Amato — cirurgião vascular (CRM-SP 108651). Cobre causas, sinais de alerta, exames diagnósticos, diferenças entre edema venoso, linfedema e lipedema, e o que fazer hoje para aliviar o inchaço com segurança.
Inchaço nas pernas: o que é e por que acontece
O inchaço nas pernas pode surgir de repente após um dia longo ou se instalar aos poucos ao longo de semanas. Em linguagem médica, chamamos esse acúmulo de líquido nos tecidos de edema periférico. Embora seja um sintoma muito comum, ele não deve ser ignorado: pode estar ligado desde a postura e ao calor até doenças venosas, cardíacas, renais e hormonais. Entender os sinais do seu corpo é o primeiro passo para agir com segurança.
Na prática, nem todo inchaço é doença. Ficar muito tempo sentado ou em pé, como em viagens longas, pode provocar um inchaço que melhora com movimento e elevação das pernas. Por outro lado, existem causas que exigem diagnóstico e tratamento rápidos, como a trombose venosa profunda. Neste guia, você vai aprender quando se preocupar, como aliviar o inchaço em casa e quais exames ajudam a esclarecer a origem do problema.
Quando o estilo de vida é o vilão
Se você passa horas sentado ou em pé, a gravidade favorece o acúmulo de sangue nas veias das pernas, especialmente no fim do dia e em ambientes quentes. O corpo retém líquido, e as meias ou o sapato ficam mais apertados. Esse edema periférico costuma melhorar com repouso, elevação e movimento.
- Viagens longas de avião, ônibus ou carro
- Rotinas de trabalho estáticas (caixa, cabeleireiro, escritório)
- Temperaturas elevadas
- Consumo excessivo de sal e álcool
- Falta de atividade física e fraqueza da “bomba da panturrilha”
Condições médicas que exigem atenção
Algumas situações clínicas provocam inchaço por mecanismos distintos. Identificar pistas no padrão do edema ajuda a direcionar a investigação.
- Doença venosa crônica e varizes: sensação de peso, veias dilatadas, piora ao longo do dia, melhora ao elevar as pernas
- Trombose venosa profunda: inchaço súbito, geralmente em uma perna, dor e calor local; requer avaliação imediata
- Insuficiência cardíaca: inchaço em ambas as pernas, cansaço, falta de ar e ganho de peso
- Doenças renais: inchaço difuso, inclusive em pálpebras, urina espumosa, alterações de pressão
- Hipoproteinemia (baixa de proteínas no sangue): pode ocorrer em doenças hepáticas, renais ou desnutrição
- Hipotireoidismo: pele seca, cansaço, edema mais “duro” (não deixa muita depressão)
- Linfedema: inchaço crônico por falha do sistema linfático, frequentemente começando no dorso do pé e tornozelo
- Lipedema: aumento doloroso e simétrico de gordura nas pernas, poupando os pés, com tendência a hematomas
- Infecções e inflamações: celulite, erisipela, traumas recentes
- Medicamentos: bloqueadores de canal de cálcio (ex.: amlodipina), anti-inflamatórios, corticosteroides, hormônios e algumas drogas para diabetes
Edema periférico: quando se preocupar de verdade
Saber diferenciar um inchaço “esperado” de sinais de gravidade evita atrasos no cuidado e visitas desnecessárias ao pronto-socorro. Observe a forma de início, a simetria e os sintomas associados.
Sinais de alerta que pedem urgência
Procure atendimento médico imediato se você notar:
- Inchaço súbito em uma perna, principalmente com dor, calor e vermelhidão (suspeita de trombose)
- Falta de ar, dor no peito, tosse com sangue (pode indicar embolia pulmonar)
- Feridas, pele muito avermelhada e febre (suspeita de infecção)
- Inchaço acompanhado de dor intensa após trauma
- Inchaço que aumenta rapidamente e não melhora com repouso, especialmente se associado a palpitações, tontura ou ganho de peso acelerado
- Edema periférico em gestantes com dor de cabeça, visão turva ou pressão alta
Situações que permitem observar por alguns dias
Você pode acompanhar em casa e marcar avaliação ambulatorial se:
- O inchaço surgiu após um dia de calor ou de muitas horas em pé e melhora ao deitar
- Há histórico conhecido de varizes e não existem novos sintomas alarmantes
- O edema periférico é leve, mais ao final do dia, e responde à elevação das pernas e ao movimento
- Você iniciou recentemente um medicamento associado a inchaço e não há dor ou vermelhidão
Dica objetiva: se o inchaço persistir por mais de 2 semanas, piorar progressivamente, ou se você tiver dúvidas sobre a causa, agende consulta com clínico geral ou cirurgião vascular.
Como o médico investiga o inchaço nas pernas
A avaliação adequada combina história clínica, exame físico e, quando necessário, exames complementares. O objetivo é distinguir causas venosas de condições sistêmicas ou linfáticas.
Durante a consulta, o médico vai perguntar sobre início, duração, fatores de melhora e piora, dor, falta de ar, medicamentos em uso, cirurgias recentes, viagens e histórico de trombose ou varizes. No exame físico, observa-se a presença de depressão ao pressionar a pele (edema “pitting”), varizes, coloração e temperatura da pele, feridas, além da diferença de circunferência entre as pernas.
Exames que podem ser solicitados
A escolha dos exames depende da suspeita clínica. Entre os mais utilizados:
- Ultrassom doppler venoso (duplex): principal exame para avaliar trombose e insuficiência venosa
- D-dímero: pode ajudar a excluir trombose em casos selecionados de baixo risco
- Hemograma, função renal, eletrólitos e albumina: avaliam causas sistêmicas e retenção de líquidos
- Função hepática e exame de urina (proteinúria): investigam doenças hepáticas e renais
- TSH e T4 livre: avaliam hipotireoidismo
- Ecocardiograma e BNP: quando há sinais de insuficiência cardíaca
- Linfocintilografia ou ultrassom de partes moles: na suspeita de linfedema
- Radiografia ou ressonância: em traumas, dores articulares ou suspeitas específicas
Diferenças entre edema venoso, linfedema e lipedema
- Edema venoso: piora ao longo do dia, melhora com elevação, presença de varizes, pele escurecida ao redor do tornozelo, pode haver coceira e pele mais grossa com o tempo
- Linfedema: inchaço mais “duro”, início no dorso do pé (sinal do “coxim”), pele espessada, menos depressão ao apertar; crônico e progressivo
- Lipedema: simétrico, doloroso ao toque, presença de hematomas com facilidade, pés poupados; mais comum em mulheres e associado a flutuações hormonais
Reconhecer essas diferenças acelera o diagnóstico e define o tratamento correto para cada tipo de edema periférico.
O que fazer agora: ações práticas para aliviar o inchaço
Algumas medidas simples melhoram a circulação e reduzem o acúmulo de líquidos. Elas valem tanto para prevenção quanto para alívio quando o inchaço já apareceu.
- Eleve as pernas: deite e coloque os pés acima do nível do coração por 15 a 20 minutos, 2 a 3 vezes ao dia
- Movimente-se: a cada 45–60 minutos, levante e caminhe por 3–5 minutos
- Hidrate-se: beba água regularmente, especialmente em dias quentes
- Reduza sal e ultraprocessados: excesso de sódio retém líquido
- Ajuste o calçado: prefira sapatos confortáveis, com apoio e espaço para os dedos
- Fracione as tarefas: evite longos períodos parado; alterne sentar, caminhar e alongar
- Monitore: meça a circunferência do tornozelo e da panturrilha sempre no mesmo horário e compare os lados
Se você suspeita de trombose (dor súbita, calor, assimetria importante), não aplique massagens, não imobilize sem orientação e procure atendimento de urgência.
Rotina diária de circulação ativa
Incorpore exercícios simples no dia a dia. Eles ativam a “bomba da panturrilha”, que ajuda o sangue a retornar ao coração.
- Bomba de tornozelo: sentado ou em pé, faça 20–30 flexões e extensões do pé, 3 vezes ao dia
- Elevação de panturrilha: em pé, suba na ponta dos pés e desça lentamente; 2–3 séries de 12–15 repetições
- Marcha estacionária: 1–2 minutos para “acordar” a circulação quando estiver parado por muito tempo
- Alongamento de panturrilha: mantenha 20–30 segundos, 2–3 vezes de cada lado
- Respiração diafragmática: 2 minutos, para ajudar no retorno venoso e reduzir a tensão
Para trabalhos em escritório, programe alertas no celular ou computador. Para quem fica muito em pé, tente transferir o peso de uma perna para a outra, caminhar curtas distâncias e, se possível, usar um apoio para alternar a perna elevada.
Meias de compressão: como escolher e usar
As meias de compressão são aliadas poderosas no controle do edema periférico, sobretudo em doença venosa e em viagens. Para obter resultado e conforto:
- Meça pela manhã: circunferência do tornozelo, panturrilha e, se necessário, coxa; isso define o tamanho correto
- Pressão adequada: em geral, 15–20 mmHg para prevenção; 20–30 mmHg para edema e varizes leves a moderados; siga orientação médica
- Comprimento: 3/4 (até abaixo do joelho) atende à maioria dos casos; meias 7/8 ou calças podem ser indicadas em edemas mais extensos
- Como vestir: coloque pela manhã, antes do inchaço “descer” para as pernas; use luvas de borracha para facilitar
- Cuidados: evite dobras, ajuste o calcanhar na posição correta e verifique conforto ao longo do dia
- Contraindicações: doença arterial periférica importante e neuropatia grave exigem avaliação antes do uso
Dica prática: nas primeiras semanas, aumente o tempo de uso gradualmente para se adaptar. E, em dias muito quentes, mantenha a hidratação e use talco para reduzir o atrito.
Prevenção do edema periférico em viagens, trabalho e calor
Antecipar-se às situações de risco reduz desconfortos e evita sustos. Com planejamento, você protege a circulação sem abrir mão da rotina.
Planos para voos longos e jornadas em pé
- Reserve assento no corredor, quando possível, para facilitar caminhadas a cada 60–90 minutos
- Use meias de compressão adequadas à sua necessidade
- Faça exercícios de tornozelo e panturrilha sentado, a cada 30 minutos
- Evite roupas muito apertadas na cintura e nas pernas
- Beba água; reduza álcool e cafeína em excesso, que desidratam
- Considere conversar com seu médico sobre necessidade de medidas adicionais se você tiver histórico de trombose, cirurgia recente, câncer em tratamento ou gestação
Para quem trabalha muitas horas em pé (profissionais de saúde, comércio, beleza), tente alternar tarefas, usar um banquinho para elevar o pé livre e investir em calçados com bom amortecimento e palmilhas adequadas.
Alimentação e hábitos que fazem diferença
- Reduza o sal: cozinhe com ervas e especiarias para manter o sabor
- Priorize proteínas magras e leguminosas: ajudam a manter níveis adequados de albumina
- Inclua frutas e vegetais ricos em potássio (banana, abacate, espinafre), que auxiliam no equilíbrio de fluidos
- Mantenha peso saudável: perder de 5% a 10% do peso pode melhorar sintomas venosos
- Durma com leve elevação dos pés: 5–10 cm já ajudam
- Evite tabagismo: prejudica vasos e pele, agravando a insuficiência venosa
Esses hábitos, somados à atividade física regular (caminhada, bicicleta, natação), formam a base da prevenção do edema periférico e de suas complicações a longo prazo.
Tratamentos específicos para causas diferentes
Quando a avaliação identifica a origem do inchaço, o plano de cuidado fica mais assertivo. As estratégias abaixo são gerais e devem ser personalizadas pelo seu médico.
- Doença venosa crônica e varizes: meias de compressão, exercícios, elevação das pernas e controle do peso. Em casos selecionados, medicamentos venoativos podem aliviar sintomas. Procedimentos minimamente invasivos, como ablação térmica (laser, radiofrequência) e escleroterapia com espuma, tratam veias doentes e reduzem o edema recorrente.
- Trombose venosa profunda: anticoagulação guiada por ultrassom e avaliação especializada. O tratamento precoce previne complicações como embolia pulmonar e síndrome pós-trombótica.
- Insuficiência cardíaca: otimização de medicações (diuréticos, vasodilatadores, betabloqueadores), restrição de sal e manejo multidisciplinar com cardiologia.
- Doença renal ou hepática: ajuste de diuréticos, controle de proteinúria, correção de distúrbios eletrolíticos e acompanhamento por nefrologia/hepatologia.
- Hipotireoidismo: reposição hormonal com acompanhamento clínico, com melhora gradual do edema.
- Linfedema: terapia descongestiva complexa (drenagem linfática manual por profissional habilitado, bandagens multicamadas, exercícios e cuidados com a pele). Em casos selecionados, dispositivos de compressão pneumática e, raramente, cirurgias reconstrutivas.
- Lipedema: abordagem combinada com nutrição, exercícios de baixo impacto, compressão e, em situações específicas, lipoaspiração tumescente com equipe experiente.
- Efeitos colaterais de medicamentos: revisão da prescrição e, se possível, troca por opções com menor potencial de causar edema periférico.
Quando considerar encaminhamento ao cirurgião vascular
Procure avaliação especializada se você apresentar:
- Suspeita de trombose venosa profunda
- Varizes com dor, cansaço e edema que limitam suas atividades
- Úlceras de perna, pele escurecida ou endurecida ao redor dos tornozelos
- Episódios recorrentes de celulite/erisipela sobre áreas inchadas
- Dúvida diagnóstica entre doença venosa e linfedema
O cirurgião vascular está apto a afastar causas graves, orientar exames direcionados e propor terapias que interrompem o ciclo de inchaço e dor.
Como diferenciar o inchaço “do dia a dia” de algo sério
Alguns testes simples e observações ajudam a entender melhor o seu quadro e a decidir o próximo passo.
- Teste do “vai e volta”: se o inchaço melhora nitidamente após uma noite de sono e volta no fim do dia, é mais provável que seja venoso/ortostático
- Impressão digital: pressione a canela por 5 segundos; se ficar uma marca que demora a sumir, há edema “pitting” típico de causas venosas e sistêmicas
- Simetria: inchaço igual nas duas pernas sugere algo sistêmico; assimetria importante levanta suspeita de trombose, lesão ou linfedema
- Pele e veias: veias dilatadas, peso e cansaço indicam insuficiência venosa; pele avermelhada e quente pode indicar inflamação ou infecção
- Sinais sistêmicos: falta de ar, palpitações, fadiga e ganho de peso rápido merecem avaliação cardiológica e clínica
Mantenha um diário por 7–10 dias, anotando horários de piora, atividades, temperatura ambiente, alimentação e ingestão de água. Essa simples ferramenta orienta mudanças de hábito e agiliza o diagnóstico.
Erros comuns que mantêm o inchaço
- Ficar horas seguidas sem se levantar no trabalho
- Comer alimentos muito salgados no jantar (embutidos, molhos prontos, fast-food)
- Interromper meias de compressão nos dias quentes
- Usar salto alto o dia todo, reduzindo a ação da panturrilha
- Automedicar-se com diuréticos sem orientação, o que pode causar desequilíbrios e piora do edema a longo prazo
Corrigir esses pontos já traz alívio significativo para a maioria das pessoas com edema periférico leve a moderado.
Dê o próximo passo com segurança
Ao reconhecer que o inchaço nas pernas tem várias faces, você ganha autonomia para agir. Sinais súbitos, dor, assimetria e falta de ar pedem atendimento imediato. Padrões que pioram ao longo do dia e melhoram com repouso apontam para causas venosas e hábitos que podem ser ajustados. Com uma avaliação clínica cuidadosa, exames bem indicados e medidas práticas, o edema periférico pode ser controlado e muitas vezes prevenido.
Comece hoje: eleve as pernas, adote a rotina de exercícios da panturrilha, reduza o sal e teste meias de compressão adequadas. Se o inchaço persistir por mais de duas semanas, limitar sua rotina ou vier acompanhado de sinais de alerta, agende uma consulta com um clínico geral ou cirurgião vascular. Cuidar da circulação é investir no seu bem-estar diário e na sua saúde a longo prazo.
O vídeo aborda o inchaço nos membros inferiores, um sintoma comum relacionado a doenças vasculares, mas que também pode surgir por outros fatores como hábitos de vida. O edema ortostático, causado por longos períodos em pé ou sentado, é um exemplo. A trombose venosa profunda (TVP), uma doença grave, também pode causar inchaço e exige diagnóstico e tratamento precoces.
Outras causas para o inchaço incluem problemas cardíacos, renais, deficiência de proteínas no sangue, entre outras doenças de diversas especialidades. O ideal é procurar um clínico geral para investigar a causa do inchaço e, caso seja necessário, ser encaminhado ao cirurgião vascular para avaliar problemas vasculares como TVP ou varizes.
Neste vídeo, o Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato, fala sobre a relação entre alimentação e sintomas inflamatórios no corpo, como dor e inchaço. Ele explica que alimentos com alto teor de açúcar refinado, carboidratos refinados e sal podem causar inflamação, além de dar dicas de como evitar esses alimentos na dieta. O glúten, uma proteína presente na farinha de trigo, cevada e centeio, também pode causar inflamação em pessoas com sensibilidade ao glúten, além da doença celíaca. O Dr. Amato enfatiza a importância de ler os rótulos dos alimentos e buscar opções mais naturais e menos industrializadas na dieta.
Olá, tudo bem? Você tem muita dor no corpo, tem muito inchaço, inchaço nas pernas, inchaço nos dedos. Será que você já percebeu alguma correlação disso com a sua alimentação? Eu sou doutor Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato e hoje vou falar os alimentos que podem tá te inchando, pode tá te causando dor e você nem parou pra prestar atenção. Nós somos o que nós comemos, ou melhor, nós somos o que nós absorvemos ao comer, porque também não adianta comer, sai tudo e ver nada, também não isso acaba não ficando no nosso corpo, então nós somos o que nós absorvemos ao comer. Algumas pessoas acreditam que os alimentos não influenciam tanto assim no no nosso corpo, né? Eu recomendo comer uma pimenta, uma Carolina e vê se não sente nada mesmo e se não tem nenhum efeito no corpo. Comer uma pimenta dessa, você vai começar a transpirar, vai começar a ter um calorão e é meio que óbvio que os alimentos influenciam sim, influenciam bastante na nossa saúde. Então, dependendo você tá comendo, você pode tá sentindo dor por causa disso ou pode tá sentindo inchaço também. Você conhece alguém que tem dor ou inchaço e pode tá associado com a alimentação? Pega o link desse vídeo, encaminha que vai ajudar, com certeza, porque eu vou falar aqui os alimentos que mais influenciam nisso e vou dar as dicas de como evitar. Eu falo bastante dos alimentos que inflamam, né, Tenho até a dieta anti-inflamatória é exatamente por causa disso, então os alimentos que inflamam podem causar dor, pode causar inchaço, pode causar outros sintomas inflamatórios também. E tem alguns alimentos que são mais comuns causarem isso. Em alguns alimentos são bem específicos pra cada pessoa. Quando a gente tá falando, por exemplo, de alergia, é muito simples, né? Você come alguma coisa depois de alguns minutos ou horas, você tem uma reação alérgica e vai parar no hospital por causa disso, é o corpo reagindo a alguma proteína do desse alimento. Agora, nós podemos ter uma inflamação mais amena, menos grave e fica cronicamente lá constantemente atingindo o nosso corpo e a gente sabe que a inflamação crônica traz a maioria das doenças degenerativas e que as pessoas acabam falando que é da idade, na verdade é tempo de inflamação. Então, o que que pode tá causando inflamação? Assim como existem alimentos que evitam estresse oxidativo são os antioxidantes, também existem alimentos que causam o estresse oxidativo, que é no nosso corpo a resposta a inflamação, aumentando radicais livres, aumentando uma resposta do nosso corpo a esse a essa agressão. Então a gente tem que evitar esses alimentos que tem esse potencial inflamatório e buscar os alimentos que tem um potencial anti-inflamatório. Então vamos lá, vou passar os seis alimentos que mais podem tá te causando inflamação, dor, inchaço, todas essas sensações ruins aí de sintomas inflamatórios. Eu já falei outras vezes aqui dos pós-brancos que destroem a sociedade. No final a gente fica dando volta e acaba chegando mais ou menos na mesma coisa. O primeiro alimento com chegando mais ou menos na mesma coisa. O primeiro alimento com certeza é o açúcar refinado. Então a gente pode pensar, ah o a o açúcar vem da cana de açúcar e a cana de açúcar tem bastante nutriente, tem bastante fibra. Realmente a cana-de-açúcar tem. Recentemente eu até tomei uma bebida que tinha um um uma cana de açúcar pra pra adoçar, mas quando ela passa pelo processo de refinamento não sobra nada, não sobra nenhum nutriente, caloria pura e sem nutrição nenhuma. E se a gente vai comendo muito alimento processado, muito alimento industrializado, a gente tá comendo açúcar sem perceber. Você pode lembrar do do dos alimentos doces, né? Bolo, bolacha doce, bolacha, biscoito, né? O Brasil inteiro fala de forma diferente, comenta lá em comé que você chama na na sua região, mas tudo que é doce você já imagina que tem o açúcar, agora você não imagina que o açúcar também é adicionado nos alimentos salgados, então por exemplo uma bolacha salgada tem açúcar também, um molho salgado pra fazer ahm o macarrão por também, um molho salgado pra fazer ahm o macarrão por exemplo vai ter açúcar, então porque que tem tanto açúcar disseminado no nos nossos alimentos, né? Principalmente nos industrializados, porque ele vicia? Porque ele dá um sabor que faz você querer um pouco mais, ele vai dar um pico glicêmico, esse pico glicêmico dá uma saciedade pro nosso corpo temporário, porque assim que essa glicemia cai, o nosso corpo vai pedir mais energia, mais caloria vazia. Então, isso acaba fazendo você comer mais e para a indústria, que quer obviamente vender mais alimento, isso aí é é benéfico, mas pra você, isso é extremamente maléfico. Então, o açúcar refinado, ele vai causar inflamação por várias mecanismos, eu tenho um vídeo inteiro falando disso aqui no no canal do efeito do açúcar na nossa circulação e é impressionante como a gente come açúcar sem perceber. Então é importante aprender a ler a embalagem dos alimentos e ver lá atrás o quanto que tem de de açúcar adicionado. E pra fugir disso a solução é fazer seu próprio alimento, buscar os alimentos mais saudáveis, mais naturais, menos industrializados e por exemplo na na história do molho, faça seu molho, então aí você coloca o que você quer, o que você sabe que que é saudável. Use mais ervas, use mais temperos e menos sal e açúcar. E quando você não conseguir fugir do industrializado, faça questão de ler o que tá escrito lá atrás naquela tabelinha nutricional que tem que tá escrito direitinho quanto que tem de açúcar e aí você não vai ser enganado. Mas falando do açúcar, não é só o açúcar um problema, o carboidrato em geral, assim que ele cai no no nosso corpo e ser degradado, ele já vai virar açúcar também. Então, principalmente os carboidratos refinados, né? Que tem ausência de vários nutrientes e muitas vezes tem até o processo químico, processo de industrialização que acaba tirando todo tudo que é útil naquele carboidrato, mas isso não quer dizer que todo carboidrato em geral é é ruim. Não, a gente tem que buscar os carboidratos mais complexos, buscar os carboidratos mais ricos em em nutrientes, buscar os carboidratos que levam tempo pro nosso corpo conseguir quebrar e transformar em em energia. Aquele que a gente entrega pronto como como energia, ele é muito pobre nutricionalmente e ele vai ser muito mais próximo de um açúcar e ele vai também dar aquele pico glicêmico que vai dar a necessidade de comer mais depois. Então, os carboidratos refinados em geral, eles também vão inflamar, vão trazer um inchaço, vão trazer uma dor articular. Agora, a gente pode substituir por carboidratos mais ricos em fibras, que eles não vão ser tão deletérios assim pra saúde. O segundo não vão ser tão deletérios assim pra saúde. O segundo alimento que também pode causar inflamação, dor, inchaço, também faz parte daquele grupinho de pós-brancos que tão destruindo a sociedade é o sal, o sal sódio tá extremamente correlacionado com a hipertensão, com a aterosclerose, com as doenças vasculares em geral, eu sou cirurgião vascular, né? Por isso que eu trago essa informação aqui pra vocês, porque muitas vezes as pessoas com dor na perna, chegam com com inchaço e aí da onde tá vindo tudo isso? Muitas vezes é da alimentação ou foi da alimentação durante a vida toda e agora tá colhendo os frutos de uma alimentação errada durante décadas. Então você tem que saber o que que é o correto pra depois lá na frente não ficar se lamentando. Então o sal o sódio na verdade o excesso do sal ele é maléfico pra nossa saúde. A gente precisa do no nosso corpo pro nosso metabolismo funcionar, mas é um pouquinho só e assim com os industrializados de hoje em dia as pessoas tão exagerando sem perceber. O sódio não pode passar na nossa alimentação de dois gramas por dia e o pessoal tá comendo muito mais do que isso duas, três vezes isso porque nos industrializados o sal também é usado como aditivo e o sal ele vai causar retenção de líquido, vai causar inchaço, vai causar inflamação, pode causar dor, tanto a curto prazo como a médio, longo prazo. E qual que é a saída pra você evitar tanto sal na sua vida? Primeiro leia aquela tabelinha que eu falei nutricional atrás do dos alimentos que você acaba comprando, mas fugir dos industrializados, fugir dos processados são alimentos que com certeza vão colocar como aditivo o sal, fazer mais os alimentos em casa, assim você sabe exatamente o que você tá colocando, buscar o alimentos mais naturais, de forma que você descasca mais e desembala menos, isso é muito importante, é uma dica prática e muito boa. Reduza os então, comer em é uma dica prática e muito boa. Reduza os então, comer em restaurante ou restaurante de comida rápida, todos esses essas lanchonetes. Eles vão caprichar bastante, tanto no sal quanto no açúcar. São aditivos que fáceis de utilizar, fáceis de induzir a pessoa voltar lá pra comer depois em pouco tempo. O Terceiro alimento que mais te inflama também tá nesse grupinho que eu falei, então a farinha de trigo, o glúten, o glúten é uma proteína que vem do da farinha de trigo, da cevada, do centeio. Algumas pessoas são extremamente intolerantes ao glúten são as pessoas que tem a doença celíaca, né? A doença celíaca é uma doença muito grave, não pode comer glúten de jeito nenhum, mas tem muita gente que carrega uma certa sensibilidade ao trigo e ao glúten e não percebe, repetindo, come o glúten, continua comendo glúten porque ele é saboroso, é uma coisa que dá um sabor gostoso ao aos alimentos. Mas ele não passa também de um aditivo alimentar. O glúten é quase um grude, uma cola, ele dá a consistência no no alimento. Então, já cheguei a ver até carne temperada pronta que tinha glúten. **** por que que carne vai ter glúten. Provavelmente colocaram lá no tempero pro tempero conseguir grudar na carne. Pode pegar e ver, vai ter sódio elevado, vai ter um monte de aditivo alimentar que pode até ser saboroso assim ao ao paladar, mas vai ser extremamente maléfico pra nossa saúde. Eu vejo que essas pessoas que tão tem uma uma doença, doença celíaca, são extremamente intolerantes ao glúten, é visível, é fácil de identificar, saber o o quanto isso faz mal pra saúde. Mas tem um monte de gente nesse meio termo aí que também sofre com o glúten e não sabe porque o a proteína cai lá no nosso corpo e vai continuamente causar uma certa inflamação na parede intestinal e essa inflamação crônica perpétua vai trazer todas as doenças eh derivadas da inflamação crônica, então são várias na nossa vida então desde diabetes, obesidade, pressão alta, um monte de coisa derivada de inflamação crônica. O glúten já foi associado a dor de cabeça, dor pelo corpo, fadiga, essa sensação assim de crônica, ainda precisa de muito mais estudo pra falar especificamente das pessoas que não tem a intolerância ao glúten, tem muita coisa sendo estudada, mas que existe e existe. A gente precisa perceber o nosso corpo e é o que eu falo bastante de autoconhecimento. Você comer e perceber o que que esse alimento tá te causando no seu corpo nas próximas trinta e seis a setenta e duas horas. Isso é muito importante, a gente perceber o nosso corpo. Alimento que mais te inflama, gente perceber o nosso corpo. Alimento que mais te inflama, num sei nem se eu posso chamar de alimento, é a bebida alcoólica. A bebida alcoólica, ela vai causar uma inflamação, a inflamação em todo trato digestivo é uma substância lesiva, tanto que você usava álcool em gel pra matar o os germes ou continua usando, né? E a gente coloca isso pra dentro, ele vai matar as nossas células de certa forma. O quanto que a gente tolera isso? Também tem o vídeo inteiro falando do do álcool na na saúde, na saúde vascular, porque o álcool também tem o efeito de vasodilatação, então a gente tem que dosar muito bem essa informação, não posso sair usando álcool pra vaso dilatar, porque o álcool tem esse efeito também de irritação, causar inchaço, ele é um tóxico pro nosso corpo. O nosso corpo trabalha a mais pra tentar quebrar esse álcool e colocar pra fora de alguma forma e eu queria lembrar que o álcool também quando a gente quebra, ele transforma e caloria, então é a caloria vazia, sem nutriente nenhum. Apesar de ser aceito socialmente o uso do nutriente nenhum. Apesar de ser aceito socialmente o uso do álcool, ele não deixa de ser uma droga, ele faz mal pro nosso corpo. Quanto mais ingerido, mais dano vai causar. O quinto alimento que também pode tá te inflamando sem você perceber e é extremamente comum, são os refrigerantes. Então, os refrigerantes, tanto diet, light, zero, qualquer refrigerante, tem um monte de químico lá dentro. Além de os que não não são etcétera, também tem um monte de açúcar que foi lá o primeiro alimento que eu falei. Então, os refrigerantes eles vão ter corantes, eles vão ter substâncias químicas, tem ácido fosfórico, tem um monte de coisa lá. Pode ler na tabela nutricional lá atrás. Veja se você reconhece alguma coisa lá como um alimento de verdade. Então, os refrigerantes, então, vão falar dos que são diet, light, eles vão ter produtos químicos pra tentar saborizar. Então pode ter o sódio elevadíssimo que eu também já coloquei como um alimento que inflama. Refrigerante não posso considerar nem alimento. É um produto químico que você tá ingerindo e que vai alterar a sua flora intestinal vai alterar vai te inflamar cronicamente. Refrigerante já foi associado à obesidade a diabetes já foi associado a hipertensão. Então não faz sentido tomar refrigerante hoje em dia. Saiba que é é quase que um vício, né? Toda indústria ela produz o refrigerante coloca lá dentro exatamente o que você precisa não pra ficar bem, mas o que você precisa pra tomar a próxima dose pra você lembrar de querer a próxima dose, então você tem que sair desse vício, o que que é saudável, né? Tomar água, tomar água é extremamente saudável, né? Eu vejo gente falando pra mim, ah, mas eu não gosto de água. Gente, água Inodoro é incolor, num num tem gosto, num tem num tem sabor, então não tem como não gostar de água, você pode gostar mais de algo doce, gostar mais de algo que tem um sabor, você não tem como não gostar da água, cê conhece alguém que não gosta de água? Ou você gosta de água? Comenta lá embaixo, quero saber, você também pode substituir o refrigerante por chás, tem vários chás que são são saudáveis. Tem o um vídeo falando sobre o chá específico e a atuação na na saúde vascular, mas eu posso fazer um outro sobre vários tipos de chá, se você quiser comenta lá embaixo que eu tiro as ideias do dos vídeos lá no nos comentários. Eu não consigo responder todo mundo, mas eu tento ler tudo que aparece por ali. Agora, os sucos, será que os sucos naturais são tão saudáveis assim? Na verdade, as pessoas tomam o suco, tento substituir, né, o refrigerante por um suco, só que o suco também tem o açúcar, também tem a frutose da fruta e as pessoas acabam tirando tudo que é do suco, né? Ah, vamos coar pra tirar todas essas fibras que eu não gosto, né? Só que as fibras é que são saudáveis. E aí, você acaba tomando um suco de cinco maças, que é uma quantidade absurda de de açúcar pra substituir um refrigerante. Qual que é pior? Difícil dizer. Complicado. Então, toma muito cuidado com os sucos naturais. O suco ele pode ser mais saudável, mas tem que ser com muita parcimônia, não pode exagerar e tem que ter o tem que ter a a fibra junto. E agora, o sexto alimento, que pode tá te inflamando sem você perceber, são os alimentos embutidos, as carnes processadas. Esses alimentos, eles têm vários produtos químicos, conservantes, normalmente têm uma quantidade de sódio e exagerada também, vai ter bastante gordura saturada e acabam inflamando. Então, eu falei aqui os seis principais alimentos que podem tá te inflamando, causando dor nas articulações, dor na perna, causando também e tudo isso derivado dessa informação por causa da alimentação errada. Oitenta e sete por cento das pessoas que tão assistindo esse vídeo aqui não estão inscritas no canal e eu não sei porque. Gente, eu só passo informação boa aqui, o canal vive por causa dos inscritos. Então, por favor, clica lá embaixo no botãozinho de se inscrever. Como a comida de verdade, fuja dos alimentos processados, abra menos saquinho pra comer. Vá na e não vá no no corredor dos processados no no no supermercado. Uma alimentação saudável é a chave para uma vida saudável e pra qualidade de vida também, uma uma vida longa e com muita qualidade. Gostou do nosso vídeo? Não esqueça de compartilhar, mande pra todos seus amigos e fica aqui que eu vou colocar o próximo melhor vídeo pra você assistir.




