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Barriga inchada: o que pode ser?

barriga inchada - Abdômen
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Quer dizer adeus à barriga inchada e a todos os incômodos que ela traz? Então, preste atenção neste post! A barriga inchada é um problema que afeta muitas pessoas e, apesar de parecer simples, pode ser sinal de uma série de doenças. Mas não se preocupe, pois existem diversas formas de tratar e prevenir a distensão abdominal. Neste post, vamos mostrar as principais causas da barriga inchada e como evitar esse incômodo de forma eficaz. Não perca essa oportunidade de acabar com a barriga inchada de vez e ter uma vida mais saudável e confortável!

Também chamada de distensão abdominal, a barriga inchada causa incômodos que vão muito além do prejuízo estético. Além de marcar a roupa e arruinar qualquer figurino, a condição também pode significar problemas de saúde. Portanto, ao começarem os sintomas, um médico deverá ser consultado para avaliar as causas e indicar o tratamento adequado.

Sumário

O que é barriga inchada?

 

Em princípio, barriga inchada é o nome popular da distensão abdominal, um sintoma que deixa o abdômen com o tamanho visivelmente aumentado. Além do inchaço, o quadro também causa sensação de empanzinamento, desconforto e, em casos mais graves, pode prejudicar a realização de várias atividades rotineiras.

Leaky Gut é um aumento da permeabilidade do intestino que permite que macromoléculas, toxinas, bactérias e outras substâncias atravessem a barreira do intestino e entrem na circulação sanguínea. Isso pode desencadear a ativação do sistema imune e causar inflamação crônica. O Leaky Gut está relacionado com várias doenças autoimunes, como tireoidite, asma, autismo, Parkinson, diabetes, Alzheimer, psoríase, esofagite, fibromialgia, depressão, ansiedade, fadiga crônica, obesidade, falência de múltiplos órgãos, síndrome metabólica, pancreatite, artrite e reumatite. As principais causas do Leaky Gut são a má alimentação, o uso excessivo de medicamentos, o estresse e as infecções. Para tratar o Leaky Gut, é importante evitar alimentos inflamatórios, controlar o estresse e tomar probióticos e suplementos para ajudar a restaurar a barreira intestinal.

Síndrome absortiva intestinal aumenta permeabilidade do intestino e causa vários sintomas, entre eles sintomas que aparecem no consultório do cirurgião vascular. O Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato (www.amato.com.br) explica como ocorre o leaky gut e o que isso tem a ver com a sua saúde.

Olá! Sou o Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato e hoje vou falar sobre um  assunto muito interessante que é o Leaky Gut, a síndrome abortiva intestinal que é o  aumento da permeabilidade intestinal ao conteúdo do intestino.  Então o que é que são alimentos, toxinas, bactérias e tudo mais.  Então o que é o Leaky Gut? O Leaky Gut é  um aumento dessa permeabilidade, onde macromoléculas, moléculas que não deveriam  atravessar essa barreira, acabam chegando na circulação.  Nós normalmente temos essa barreira, não é só uma camada de células, nós temos o muco.  Temos várias células e elas são conectadas entre si de forma que as moléculas, elas devem  fagocitadas e depois entram na circulação.  Agora quando ocorre um espaçamento nessas junções celulares que são chamadas tight-junctions,  essas moléculas, elas acabam passando por entre essas células sem ocorrer uma quebra  dessas moléculas e o nosso corpo não está preparado para isso.  Isso pode desencadear todo o sistema imune nosso e vai mandar as células de defesa,  ele vai tentar defender o corpo dessa agressão que era inesperada e o sistema imune  vai consequentemente desencadear a inflamação,  a inflamação crônica. Então o que pode atravessar? Pode atravessar toxinas, moléculas  alimentares macro, pode atravessar bactérias, vírus,  um monte de coisa que podem ser moléculas semelhantes a outros tecidos de órgãos, então  se o nosso sistema imune vai lá, reconhece aquilo lá, cria toda uma defesa para  aquela molécula, só que aquela molécula parecida com alguma molécula da  tiróide, por exemplo, a gente desencadeou uma reação imune e isso pode atacar depois a  tireoide, por exemplo, no hipotireoidismo, uma tireoidite, por exemplo, então já existe a  correlação do Leaky Gut com várias doenças autoimunes, entre elas a tireoide, asma, autismo,  Parkinson, diabetes, Alzheimer, psoríase, esofagite, fibromialgia, depressão,  ansiedade, fadiga crônica, obesidade, falência de múltiplos órgãos, síndrome metabólica,  pancreatite, artrite, reumatite.  Vejam a quantidade de doenças que já foram relacionadas de alguma forma com alta  imunidade e consequentemente a possibilidade do Leaky Gut.  Então quais são as causas do Leaky Gut?  Primeiro é a má alimentação, parte da má alimentação não é sua culpa, é a evolução.  Hoje em dia nós temos muito alimentos ultra processados que não existiam antigamente.  Agora em outra parte pode ser sua culpa também, então existem alimentos inflamatórios,  alimentos que aumentam a permeabilidade intestinal como, por exemplo, o trigo e o  glúten. Alimentos muito refinados, existem alimentos que vão alterar aquela proteína  zonulina que vai aumentar a permeabilidade intestinal.  Então são vários alimentos que podem alterar essa permeabilidade intestinal e podem  desencadear o Leaky Gut.  Então a gente pode falar da dieta anti-inflamatória, vou colocar aqui um vídeo  que eu falo bastante da dieta anti-inflamatória.  Existem outras dietas também direcionadas ao Leaky Gut,  o que mais influencia também é a microbiota intestinal são as bactérias que vivem no seu  intestino. Existem bactérias boas, bactérias ruins,  se a gente tem um aumento dessas bactérias ruins, elas podem acabar aumentando essa  permeabilidade intestinal,  então é necessário o tratamento dessa disbiose que chama e outros fatores externos como  o ritmo circadiano, então você tem que dormir bem tem que dormir regular, o estresse externo  que a gente recebe também influencia nisso.  Então são vários fatores que podem influenciar nessa permeabilidade intestinal.  E é importante que você se atente a isso, porque às vezes você vai no médico ou no  tratamento de algum sintoma, de uma esofagite, de uma questão hormonal,  de uma questão, de algum outro órgão e o médico vai te ajudar naquele órgão específico,  mas não necessariamente, ele pode identificar esse Leaky Gut que é a causa original. E então  você vai lá, trata esse problema, mas se não trata a causa,  ele pode desencadear outros problemas inflamatórios no futuro.  Então a gente tem sempre que rastrear a causa e quando a causa é o Leaky Gut, a  alimentação é fator primordial.  Gostou do nosso vídeo?  Inscreva-se no nosso canal,  compartilhe com seus amigos e até o próximo!  

O inchaço abdominal é mais comum do que se imagina e atinge aproximadamente 30% da população adulta. A condição pode ser ou não acompanhada de dor e acometer todo o abdômen ou apenas parte dele. Além disso, o inchaço abdominal também pode ser do tipo duro, quando geralmente está associado a problemas gastrointestinais. Todavia, também pode ser do tipo mole, quando é causado pela retenção de líquidos. 

Em ambos os casos, é preciso prestar atenção caso esses sintomas perdurem por vários dias. Apesar de ser um problema comum, ele pode indicar outros problemas de saúde e podem ser ou não associados a outros sintomas como sangramentos e enjoos, por exemplo.

 

O que causa barriga inchada?

 

A distensão abdominal é um problema muito comum e geralmente está associado à má digestão, acúmulo de gases e retenção de líquidos. Todavia, o estufamento abdominal também pode ser causado por outros fatores, tais como:

 

  • Prisão de ventre;
  • Menstruação (período pré-menstrual);
  • Síndrome do intestino irritável;
  • Obesidade;
  • Comer muito de uma só vez e/ou rápido demais;
  • Uso de alguns medicamentos;
  • Consumo de sal em excesso;
  • Intolerância à lactose ou ao glúten;
  • Câncer de útero ou de ovário;
  • Obstrução intestinal;
  • Apendicite;
  • Colite;
  • Ascite;
  • Parasitas;
  • Doença hepática;
  • Problemas renais;
  • Insuficiência pancreática.

 

Como saber qual é a hora de procurar ajuda médica?

 

Quando a barriga inchada é causada por fatores como acúmulo de gases e má digestão, o sintoma tende a desaparecer em poucos dias. Contudo, caso isso não aconteça, pode indicar alguma das doenças citadas anteriormente. Sendo assim, sempre que a distensão abdominal se apresentar recorrente e combinada com os fatores listados a seguir, um médico deverá ser procurado:

 

  • Abdômen endurecido e com piora no quadro;
  • Febre;
  • Vômito;
  • Diarreia;
  • Presença de sangue nas fezes ou no vômito;
  • Dor ao tocar o abdômen;
  • Não conseguir beber ou comer por longas horas;
  • Não conseguir evacuar ou urinar;
  • Dificuldade para respirar.

 

Obtendo o diagnóstico

 

O diagnóstico da barriga inchada começa com uma avaliação clínica, onde o médico escuta a queixa do paciente, faz uma análise dos sintomas e do tipo de inchaço. Para confirmar ou descartar a suspeita de alguma doença, o médico pode ainda solicitar alguns exames laboratoriais e de imagem, tais como:

 

  • Exame de fezes de urina;
  • Exame de sangue;
  • Ultrassonografia do abdômen total;
  • Tomografia computadorizada;
  • Ressonância magnética.

 

Como diminuir a barriga inchada?

 

O tratamento para a distensão abdominal pode variar bastante, conforme o quadro clínico do paciente, ou seja, conforme a causa do problema. Entenda adiante.

 

Má alimentação

 

Consumo de alimentos ricos em sal, pouca ingestão hídrica, excesso de bebidas alcoólicas e de alimentos que causam excesso de gases estão entre as causas mais comuns da barriga inchada. 

Nesses casos, o melhor tratamento é mudar os hábitos alimentares. Beber bastante água, comer somente o necessário e evitar alimentos que produzem gases como feijão e repolho são as principais recomendações. Deve-se ainda evitar alimentos de difícil digestão como a carne vermelha e bebidas gaseificadas.

Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular, fala sobre os FODMAPs, que são alimentos que podem gerar inflamação no intestino e estão relacionados a sintomas de síndrome do intestino irritável e Leaky Gut. A dieta com baixo teor de FODMAPs pode ser eficaz para algumas pessoas, mas é importante fazer uma avaliação individual para escolher a melhor dieta para cada um. O FODMAPs inclui frutose, lactose, frutanas, polioles e outros tipos de carboidratos que podem ser difíceis de digerir e causar gases e inchaço no intestino.

Mais uma dieta diferente? Qual a dieta mais apropriada para você? O Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato (www.amato.com.br) explica onde essa dieta se aplica e como fazer a escolha da melhor dieta no seu caso.

Olá! Sou o Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato e hoje vou falar sobre um  assunto bem interessante que são os FODMAPs, é um assunto que começou-se a falar  mais recentemente, mas já tem um bom tempo que esse conceito existe e é bem  interessante. Então vocês podem falar o que um cirurgião vascular quer falar do assunto  como os FODMAPs?  Na realidade, muitos sintomas que são relacionados à inflamação alimentar, a queixas  inflamatórias crônicas, são queixas que estão no dia a dia do consultório do vascular.  Então se a gente não se atenta a todos esses aspectos, a gente não vai conseguir entregar  resultado. E eu acredito que eu preciso entregar resultado para os meus pacientes,  independente da onde venha a origem do problema.  Então os FODMAPs têm origem nos alimentos que são mais fermentativos e sendo mais  fermentativos vão causar mais inflamação.  Veja eu já falei bastante da dieta anti-inflamatória  em outro vídeo, vou colocar aqui o link para vocês aqui em cima.  Agora eu vou falar um pouquinho mais geral sobre esse problema,  a questão é quando a gente fala de dieta anti-inflamatória,  na verdade, existem várias dietas que têm um caráter anti-inflamatório ou que tem um  objetivo anti-inflamatório.  Mesmo quando se fala de uma dieta cetogênica, ela também pode ser anti-inflamatória.  Então os FODMAPs são os alimentos que podem gerar inflamação não deixa de ser uma  dieta anti-inflamatória também.  A questão é quem vai se beneficiar mais de determinada dieta ou de outra dieta?  Então, isso é necessário avaliar bio-individualidade.  Então o que é que cada pessoa vai ser mais eficaz, mais efetivo, o que vai mudar para  melhor a qualidade de vida?  Então é por isso que é necessário uma avaliação bem aprofundada da vida de cada um.  É óbvio, hoje em dia existem nutricionistas que são especializados nos FODMAPs,  então, você vai poder fazer isso com alguém, acompanhar com um nutricionista, com o  objetivo de atingir a sua melhora.  Agora a escolha da melhor dieta para você, tem que ser feita junto com seu médico.  Então porque pode ter repercussão sistêmica, pode ter alguma relação com alguma doença que  você está tendo ou com algum sintoma que você está tendo.  Então na hora que você faz esse relação nexo causal, tem esse sintoma, veio o diagnóstico do  problema, vamos tentar encontrar qualquer melhor dieta que possa ajudar nesse problema,  e aí entra os FODMAPs, que para algumas pessoas principalmente quem tem o Leaky Gut  ou que tem sinais de Síndrome do Intestino Irritável, que tem a barriga inchada, que a  barriga inchada é muito frequente pode acontecer em uma a cada cinco pessoas, o FODMAP  pode ajudar. Então o que acontece? São alimentos que quando caem no trato  gastrointestinal, vão que vão ter uma fermentação exagerada ou que o nosso corpo  não tem a capacidade de digerir e vão ou gerar gás no trato gastrointestinal ou vão trazer o  líquido para o interior do trato gastrointestinal, aumentando o volume e  consequentemente, gerando a inflamação também.  Então as pessoas que mais se beneficiariam de uma dieta FODMAP  é quem tem a informação gerada pelo trato gastrointestinal, por alimentos fermentativos  e que não conseguem digerir. Então o que significa FODMAP? Não é Food Map, Food com dois ós  de comida não, não é um erro de grafia aqui não,  é FODMAP com um ó só. Porque o F vem de fermentado que são os  alimentos fermentáveis e depois vêm as diferentes cadeias de carboidratos, o Ó que é um Ó  só, vem de oligosacarídeos, são os galactoglicossacarídeos e a frutose, que o nosso   corpo, ele não tem a capacidade de digerir esses alimentos.  Então falta no nosso corpo uma enzima para digerir isso  e onde é que a gente pode encontrar? Na alcachofra, no aspargo, na couve de bruxelas,  na beterraba, na cebola, no trigo, no centeio, na lentilha, nas ervilhas, na maçã, no pistache.  Então são vários alimentos que têm na sua constituição algum oligosacarídeo  que nós vamos ter dificuldade de digerir. Óbvio, um alimento vai ter mais, outro alimento vai ter  menos, então algumas pessoas não vão ter essa intolerância, então, por isso que essa  é uma dieta para algumas pessoas, não é para todo mundo.  Depois vem o D, FOD, D de di-sacarídeo,  são a lactose, são os derivados do leite. A lactose,  ela é um açúcar que quebra-se em glicose e galactose.  Então todos, leite e derivados do leite, como iogurte, queijos,  tudo isso vai ter esses di-sacarideos que pode haver a dificuldade na digestão.  Aí vêm os monosacarídeos que tem a frutose, por exemplo, a frutose é encontrada em  boa parte das frutas,  o açúcar das frutas, o nosso corpo até consegue lidar com isso de uma certa  forma, mas quando tem um excesso de frutose comparado com a glicose, o nosso corpo vai  precisar de outro meio para digerir essa frutose. Aonde é que a gente vai encontrar  isso? Vai encontrar em várias frutas, por exemplo, maçã, pêssego, manga, cereja, mel,  são vários alimentos aí que podem ter esse monossacarídeo.  Aí vem o A de And em inglês,  e o P são os Polióis, os Polióis são vários Óis, então são vários adoçantes como, por  exemplo, Manitol, Sorbitol, todos eles têm esse ol,  a gente não tem essa capacidade de digestão.  Agora eles também podem terem uma menor concentração no mel, na maçã, no pêssego ou em  alguns cogumelos.  Então os Polióis também fazem parte desse desses alimentos.  Então o FODMAP, então é uma sigla australiana,  foi lá que foi descrito pela primeira vez.  São esses alimentos e a estratégia não é simplesmente tira isso e acabou.  São três fases da dieta, então a primeira fase é a fase de tira quase tudo, é uma fase  mais curta, é uma fase em que você vai tentar eliminar todos esses alimentos e identificar  se há uma melhora sintomática.  Depois tem uma segunda fase, onde você vai testar alguns alimentos em uma fase com uma  duração mais variável e a terceira fase, e aí a velocidade de cruzeiro, é a fase onde você  vai ter que montar o seu plano pessoal que vai ser adaptado a resposta do que você teve  na primeira e segunda fase e é o que você vai fazer para o resto da vida.  Agora a questão é tudo isso pode variar com a mudança da microbiota intestinal, pode variar  com o passar do tempo e com outras doenças.  Então é importante avaliar essa disbiose, que a disbiose vai interferir muito na sua  capacidade de digestão alimentar.  Então o que é importante ao planejar fazer uma dieta FODMAP,  isso não é para fazer sozinho, isso é para fazer com um nutricionista habilitado para  isso e tem muita gente boa.  É necessário você entender, participar do processo e perceber a melhora,  você vai interagir mais no processo e vai conseguir fazer isso perdurar por mais tempo.  Isso não vai ser uma dieta e isso vai ser uma mudança alimentar.  Então fazendo tudo isso, você pode ter melhora sintomáticas em alguns sintomas que  estão relacionados com a cirurgia vascular, por exemplo,  algumas pessoas que têm Lipedema que é uma doença que pode ser desencadeada por gatilhos  inflamatórios, podem se beneficiar de uma dieta como essa.  Mas não é todo mundo, isso realmente vai depender de cada um.  Por isso é necessário a avaliação por um especialista.  Gostou do nosso vídeo? 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Prisão de ventre

 

Outro problema que causa barriga inchada é a constipação intestinal, popularmente chamada de prisão de ventre. Ela acontece quando os movimentos peristálticos realizados pelo intestino são lentos ou irregulares, a ponto de dificultar a expulsão das fezes. A prisão de ventre pode causar cólicas abdominais, gases e desconforto.

O tratamento para a prisão de ventre geralmente é feito com uma alimentação rica em fibras e aumento da ingestão de água. Em alguns casos, o médico pode prescrever o uso de laxantes para regularizar as idas ao banheiro.

 

Intolerância ao glúten

 

glúten é uma proteína encontrada em alguns cereais, como o trigo, a cevada, o centeio e o malte, por exemplo. Ele está presente no pão, no bolo, na pizza, no macarrão, no biscoito e, claro, na cerveja. Em pessoas comuns, ele não oferece nenhum risco. Já pessoas com alergia ao glúten e doença celíaca devem evitar o consumo desses alimentos.

O Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular, fala sobre a intolerância não-celíaca ao glúten, um conjunto de proteínas encontradas em grãos como trigo, cevada, centeio e triticale. A intolerância não-celíaca ao glúten pode ser um fator no desenvolvimento de sintomas como dor abdominal, inchaço, diarreia, fadiga, dores de cabeça e dores musculares. Além disso, pode levar a um aumento da permeabilidade intestinal, o que pode desencadear a intolerância a outros alimentos e diminuir o limiar de tolerância a outras intolerâncias alimentares. O Dr. Amato também discute a relação entre o glúten e doenças como a síndrome do intestino irritável e a esclerose múltipla, bem como a importância da reposição de nutrientes como vitamina B12 e ácido fólico ao seguir uma dieta sem glúten.

Você sabe o que é o glúten certo? Mas sabe o que ele faz com sua saúde? O Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato (www.amato.com.br) explica a influência do glúten nos sintomas que mimetizam problemas vasculares.

o Olá pessoal sou Doutor Alexandre  Amato cirurgião vascular do Instituto  Amato e hoje eu vou falar do glúten o  glúten é o mais recente malvado na  alimentação Qual que é a influência dele  porque a gente tem que entender sobre  ele né o glúten ele pode causar o que  todo mundo já sabe alergia né alergia ao  trigo elegeu glúten que é mediado pelo  pelos anticorpos ige e os pacientes  celíacos que não podem com o glúten não  é uma doença grave que ele não pode nada  de glúten Entre esses pacientes e quem  não tem nada será que não tem nada no  meio aí e é exatamente sobre isso que eu  vou falar hoje eu vou falar sobre a  intolerância não-celíaca ao glúten e os  seus sintomas e o que que é isso pode  desencadear e o que que isso tem a ver  com a cirurgia vascular então primeiro  que que é o glúten o glúten ao combinado  de proteínas e existentes em sementes  várias entre elas o tri  a levada são proteínas como as  prolaminas e as glutaminas as gliadinas  também são associados que acabam  formando uma substância que ela tem uma  à viscoelasticidade e essa vista  elasticidade acaba funcionando como uma  entre “aí uma cola tá então é Acaba  mantendo coeso o alimento então glúten  existe na semente de trigo cevada  triticale e centeio aveia não tem o  glúten mas muitas vezes a ver ela é  processada em fábricas e indústrias onde  a contaminação com outras sementes que  contém glúten então é Ou você tem uma  aveia feita especificamente para não ter  glúten em uma fábrica completamente  isolada ou a gente tem que considerar  aquela pode ter Luta então o trigo está  presente em muitas alimentos a nossos  diários  a Atento a isso agora se você quiser uma  dieta sem glúten você tem que se  preocupar com a vitamina C B12 de e  ácido fólico são alimentos que vão ter  uma diminuição nesse nesse suplementos  né então a gente tem que considerar a  reposição disso ou a reposição com  frutas e verduras e antioxidantes o  glúten Então ele pode causar uma  intolerância e g a gliadina algum outro  elemento do trigo e pode também aumentar  a permeabilidade intestinal Esse aumento  da permeabilidade intestinal pode  desencadear ou diminuir o seu Limiar a  intolerância a outras intolerâncias  alimentares Esse aumento da  permeabilidade intestinal é mediada por  uma substância chamada azul no Lina que  ela vai mediar a junção das células  intestinais então a questão é o alimento  ele vai entrar por favor se those na  célula e depois  e na corrente sanguínea ou ele vai  passar a pelo lado das células através  das junções celulares que são as tight  junctions então Até recentemente  acreditava-se que essa a intolerância do  glúten estava restrita aos pacientes  celíacos e a alergia ao trigo mais  recentemente tem saído bastante estudo  sobre essa intolerância não seria ao  glúten estima-se que entre seis a  sessenta e três por cento da população  ou seja muita gente tem algum grau desse  tipo de intolerância é você pode  perguntar mais como 6/63 porque essa  esse essa disparidade tão grande porque  boa parte dos pacientes acabam fazendo  esse diagnóstico por si mesmo é não ou  podem ter em vários médicos têm buscado  alguns sintomas não relação que pareciam  não estar relacionados à alimentação em  algum momento acabam chegando  e esse diagnóstico e se não dá uma  progressão uma continuidade no  tratamento com o médico então boa parte  que tem o diagnóstico Auto diagnóstico  dessa dessa intolerância acaba  resolvendo o problema limitando a  alimentar a dieta com com glúten e a  gente acaba perdendo esses dados então  existem trabalhos Com valores diferentes  mas veja eu vejo até o menor número que  é Seis por cento da população é o número  enorme agora se a gente considerar 63  por cento é mais do que uma pessoa assim  uma pessoa não veja parece ser mais  frequentes em mulheres jovens e como que  é feito o diagnóstico não existe nenhum  exame é definitivo o exame de sangue  definitivo por exemplo marcador de ver a  Dina ele vai estar só presente na metade  desses pacientes então o diagnóstico é  feito como como um teste terapêutico é  feito em  a dieta sem glúten por três semanas e a  mensuração desses sintomas então a  pessoa retira todo o glúten da  alimentação É drasticamente tem que  ficar tem que ser bem rigoroso mesmo  essas três semanas e vai ver evolução  dos sintomas se alguma melhora ou se não  muda nada então a própria pessoa vai ter  essa essa resposta muitas vezes sem a  necessidade de um exame Laboratorial  exame de imagem e infelizmente às vezes  até sem a necessidade do médico agora  quais são os sintomas que essa  intolerância pode causar desde sinais da  semelhantes a síndrome do intestino  irritável que pode ser dor abdominal  constipação diarreia flatulência até o  empate amento que seria a barriga mais  dilatada distendida e outros sintomas  não relacionados ao  a gastrointestinal e que isso confunde  muito que vocês vão ver cada sintoma  pode ser de uma especialidade médica  diferente pode ser desde dor de cabeça  dor articular então dor de cabeça o  paciente iria para o neurologista a dor  articular ele ia para o ortopedista  Fadiga Crônica lembra dormência nos  membros então a fadiga ele poderia ir no  Clínico ou buscar ajuda com algum médico  de outra especialidade mas câimbra  fadiga de membros isso muitas vezes  acaba indo para o cirurgião vascular  mente embaçada a mente embaçada é a  sensação de folga e mental né a pessoa  se sente mais lerda no processamento  mental isso pode estar relacionado ao  glúten na dieta a perda de massa  muscular e anemia às vezes paciente ver  uma anemia vai no dermatologista perda  de massa muscular  e ele começa a fazer exercício vai  nutrólogo Será que tá comendo a falta de  proteína mas tudo isso pode ser  desencadeado o veja só pelo glúten  eczema eritema eczema aquela pele  descamando o que pode estar associada a  coceira o eritema que ela pele  avermelhada com processo inflamatório  isso muitas vezes chega no cirurgião  vascular como uma suspeita aí de uma  insuficiência venosa o mesmo de uma  Erisipela a hiperatividade transtorno de  Déficit de Atenção e isso é muito  frequente em crianças criança que se  alimentam de mais com glúten pode ter o  desencadeamento do Déficit de Atenção  são as vezes acaba indo para um  psicólogo para psiquiatra se tratando  como medicamento forte e o que realmente  estava acontecendo Ali era um problema  alimentar e até mesmo a depressão Então  veja em crianças pode dar atenção de  Beto de atenção em adultos também mas  pode atuar na mente de uma forma  é mais grave ainda causando depressão  então é todos esses sintomas podem ser  desencadeadas em maior ou menor grau  para pessoas mais ou menos suscetíveis  apenas pela presença do glúten na  alimentação então o glúten ele pode  causar tudo isso e ele pode também  naquilo que eu falei aumentar a  permeabilidade intestinal e causar a  intolerância ou diminui a sua seu Limiar  de tolerância a outros alimentos à quais  você seja intolerante então leia sobre  esse assunto estude sobre o serviço  assunto é muito importante e eu acredito  que é uma dieta sem glúten por três  semanas para todo mundo seria bom é  Imagina você faz três semanas de dieta  não vai faltar suplemento não vai faltar  vitamina você consegue ver se tem alguma  mudança na sua vida  o e às vezes você consegue resolver  algum desses sintomas que Eu mencionei  gostou desse vídeo inscreva-se no nosso  canal compartilhe com seus amigos clica  no Sininho lá embaixo para receber as  notificações e até o próximo  [Música]  E aí  E aí  [Música]  E aí  E aí  E aí  

Intolerância à lactose

 

Já a lactose é o açúcar do leite. A substância é a responsável pelo sabor levemente adocicado da bebida e está presente no leite animal. Quem tem intolerância à lactose também pode sofrer com barriga inchada e com outros sintomas como dor abdominal, vômitos e diarreia.

Para resolver o problema, é recomendada uma dieta restritiva. Ela consiste em retirar da alimentação todos os alimentos que contêm lactose, como leite e seus derivados. O leite sem lactose é acrescido de açúcares, portanto não é a melhor opção. Para garantir o aporte de nutrientes para o organismo, é feita a substituição de ingredientes de origem animal pelos de origem vegetal.

 

Leaky Gut: Síndrome do Intestino Permeável

Entre as doenças que merecem atenção está o leaky gut (síndrome do intestino permeável), que é quando a barreira intestinal não exerce sua função como deveria e permite a passagem de substâncias indevidas. O aumento da permeabilidade intestinal, também conhecido como “intestino permeável”, pode desencadear doenças auto-imunes, síndrome de FADIGA CRÔNICA, ALERGIAS e até DEPRESSÃO.

A principal função do intestino é absorver os nutrientes dos alimentos. Mas também tem outro efeito importante: manter coisas nocivas como bactérias, toxinas e antígenos (agentes inflamatórios) fora do corpo enquanto deixa entrar as saudáveis!

 

Ascite

 

A ascite, por sua vez, também é conhecida como barriga d’água. Nesse caso, o inchaço na barriga é decorrente do acúmulo de líquidos na região abdominal, causado por problemas hepáticos e renais, por exemplo. Dependendo do comprometimento do órgão doente, o tratamento pode variar da prescrição de medicamentos até intervenções cirúrgicas.

 

Síndrome do intestino irritável

 

A síndrome do intestino irritável é um distúrbio que provoca a inflamação das vilosidades intestinais, causando barriga inchada, gases, prisão de ventre ou diarreia. A condição médica não tem cura e pode ser agravada por fatores como alimentação, estresse, ansiedade e depressão.

O tratamento da síndrome do intestino irritável é feito com medicamentos antiespasmódicos e/ou antidepressivos. Para aliviar a dor, o médico também pode prescrever analgésicos.

Conclusão

 

Em resumo, a barriga inchada pode ser causada por vários fatores, desde má alimentação até problemas de saúde mais graves. É importante buscar ajuda médica para identificar a causa e encontrar o tratamento adequado. Além disso, podemos prevenir a barriga inchada adotando uma alimentação saudável e evitando o consumo excessivo de alimentos que promovem a fermentação no intestino. Com essas medidas, é possível se despedir da barriga inchada de vez e ter uma vida mais confortável e saudável.

Equipe multiprofissional no Instituto Amato

Você anda sofrendo com barriga inchada? Neste artigo você aprendeu que a condição não significa apenas aumento de peso corporal e pode indicar vários problemas de saúde. Portanto, obter um diagnóstico preciso e precoce é a melhor forma de ter um tratamento adequado, com chances de bons resultados.

No Instituto Amato você tem ao seu dispor várias especialidades médicas para avaliar a sua distensão abdominal e oferecer um diagnóstico preciso. Além de gastroenterologista, nossa equipe também é composta por endocrinologistas, nutricionistas, geriatras entre outras especialidades, para oferecer a você e aos seus familiares um atendimento multidisciplinar de saúde. Livre do seu incômodo de uma vez por todas, clique aqui e marque a sua consulta!

Dr. Alexandre Amato

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